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Luminol

 

Luminol - O que é

Luminol

Luminol (C8H7O3N3) é um produto químico que apresenta quimioluminescência, com um brilho azulado, quando misturado com um agente de oxidação apropriado. O luminol é um sólido cristalino branco-para-amarelo claro que é solúvel na maior parte dos solventes orgânicos polares, mas insolúvel em água.

Investigadores forenses usam luminol para detectar vestígios de sangue na cena do crime, conforme ele reage com o ferro na hemoglobina. Os biólogos usá-lo em ensaios celulares para detectar cobre, ferro, e cianetos, bem como proteínas específicas por transferência.

Quando o luminol é pulverizada uniformemente através de uma área, pequenas quantidades de um oxidante de ativação faz o luminol emitem uma luz azul que pode ser visto numa sala escura. O brilho só dura cerca de 30 segundos, mas os investigadores podem documentar o efeito com uma fotografia de longa exposição.

Investigadores da cena do crime deve aplicá-lo uniformemente para evitar resultados enganosos, conforme vestígios de sangue parecem mais concentrados em áreas que recebem mais spray. A intensidade do brilho não indica a quantidade de sangue ou outro ativador presente, mas apenas mostra a distribuição de quantidades vestigiais de na área.

Luminol - Usos

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Luminol é um produto químico único, com propriedades de quimiluminescência.

Isto significa que, quando misturado com certos produtos químicos, o luminol vai brilhar.

O uso mais comum para o luminol está em investigação Crime onde é usado para detectar vestígios de sangue, bem como nos laboratórios de biologia onde é usado para detectar certos metais, especialmente de ferro, em células.

O luminol é também um dos produtos químicos encontrados em bastões luminosos.

Luminol, uma substância branca, amarela, quando em sua forma sólida, foi descoberto pela primeira vez no final de 1800. Não foi considerado como sendo uma substância particularmente interessante ou útil com quaisquer utilizações práticas até muitos anos passados.

Em 1928, o químico alemão H. Albrecht acidentalmente descoberto que por adição de peróxido de hidrogênio para a reação de luminol causaria a mistura para um brilho de cor verde azul.

Ele também descobriu que a utilização de um catalisador de ferro tornaria o brilho ainda mais perceptível.

Era um outro químico alemão Walter Specht que descobriu o uso mais prático para luminol.

Descobriu que por adição de luminol misturado com peróxido de hidrogênio para o sangue que seria brilho, sem a utilização do catalisador de ferro. Ele percebeu que era por causa da hemoglobina no sangue. A hemoglobina é usado no sangue para transportar oxigênio; a molécula tem um átomo de ferro em que ela seria catalisar a reação do luminol.

Embora possa parecer como a mágica de ter sangue invisível aparecer, há algumas desvantagens de usar luminol para a detecção de sangue.

Em primeiro lugar, pode iluminar por causa de outras substâncias além do sangue, tais como cobre ou alvejante.

Ele também pode destruir a prova de sangue depois de ter sido usado para teste. Por último, é ainda desconhecido se luminol é um cancerígeno.

Luminol - Produto

Luminol
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A reação de quimiluminescência do luminol é responsável pelo brilho dos "bastões de luz".

A reação é usada por criminalistas para detectar vestígios de sangue em cenas de crime. Neste teste, o luminol em pó (C8H7O3N3) é misturado com peróxido de hidrogênio (H2O2 ) e um hidróxido (por exemplo, KOH) num frasco de pulverização. 

A solução de luminol é pulverizada onde o sangue pode ser encontrado. O ferro da hemoglobina no sangue serve como um catalisador para a reação de quimioluminescência que faz com que o luminol brilhe, portanto, um brilho azul é produzido quando a solução é pulverizada onde há sangue. 

Apenas uma pequena quantidade de ferro é necessário para catalisar a reação. O brilho azul tem a duração de cerca de 30 segundos antes de desaparecer, o que é tempo suficiente para tirar fotografias das áreas para que possam ser investigadas mais profundamente. 

Molécula de luminol é uma substância química criada em 1928 por H. O. Albrecht.

É um produto que é preparado misturando-se o luminol propriamente dito, com uma substância à base de peróxido de Hidrogênio.

Quando essa mistura entra em contato com o sangue humano, utiliza o ferro presente na hemoglobina como agente catalisador causando uma reação de quimiluminescência. Muito utilizado pela polícia cientifica, quando necessita saber se há vestígios de sangue em roupas, objetos ou lugares. 

Luminol

Luminol - Crime

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Existem situações em que uma mancha de sangue é evidente, quando, por exemplo, aparece ao lado de um corpo alvejado por arma de fogo. Há, todavia, casos em que o sangue não está à mostra, seja pelas condições do ambiente ou pela tentativa do criminoso de limpar a cena do crime com o intuito de ocultar o ocorrido.

Grande parte da investigação da cena do crime, também chamada criminalística, é baseada na noção de que nada desaparece sem deixar uma pista.

Isto é particularmente verdadeiro no caso de vítimas de crimes violentos. O assassino pode livrar-se do corpo da vítima e limpar as manchas de sangue, mas mesmo com alguns produtos químicos de limpeza sempre haverá algum resquício. Minúsculas partículas de sangue se prenderão às superfícies que foram atingidas há anos, sem que ninguém jamais saiba que estavam ali.

O princípio do luminol é revelar estes traços com uma reação química geradora de luz entre diversas substâncias químicas e a hemoglobina, a proteína portadora do oxigênio no sangue. As moléculas se quebram e os átomos rearranjam-se para formar diferentes moléculas. Nesta reação em particular, os reagentes (moléculas originais) têm mais energia que os produtos (moléculas resultantes). As moléculas se livram da energia extra sob a forma de fótons de luz visível. Este processo, geralmente conhecido como quimiluminescência , é o mesmo fenômeno que faz com que os vaga-lumes e os bastões luminosos brilhem.

Os investigadores pulverizam uma área suspeita, apagam as luzes, fecham as cortinas e procuram por uma luz verde ou azulada. Se houver traços de sangue na área, essas luzes aparecerão.

O produto químico principal nesta reação é o luminol (C8H7O3N3), composto em pó feito de nitrogênio, hidrogênio, oxigênio e carbono. Os criminalistas misturam o pó de luminol com um líquido contendo peróxido de hidrogênio (H2O2), um hidróxido (OH-) e outros produtos químicos e despejam o liquido em um borrifador. O peróxido de hidrogênio e o luminol são os principais agentes da reação química, mas para que produzam um brilho forte, precisam de um catalisador para acelerar o processo. A mistura detecta a presença desse catalisador, no caso o ferro contido na hemoglobina.

Para executar um teste com luminol, os criminalistas pulverizam a mistura em qualquer lugar onde pode haver sangue. Se a hemoglobina e a mistura de luminol entram em contato, o ferro na hemoglobina acelera a reação entre o peróxido de hidrogênio e o luminol. Nesta reação de oxidação o luminol perde átomos de nitrogênio e hidrogênio e adquire átomos de oxigênio, resultando em um composto denominado 3-aminoftalato. A reação deixa o 3-aminoftalato em um estado de energia mais elevado, pois os elétrons dos átomos de oxigênio são empurrados para orbitais mais elevados. Os elétrons retornam rapidamente para um nível de energia menor, emitindo a energia extra em forma de um fóton de luz. Com o ferro acelerando o processo, a luz brilha o suficiente para ser vista em um ambiente escuro.

Se o luminol revelar traços aparentes de sangue, os investigadores irão fotografar ou filmar a cena do crime para registrar a amostra. Normalmente, o luminol apenas mostra aos detetives que pode haver sangue na área, já que outras substâncias, inclusive água sanitária doméstica, podem fazer com que o luminol brilhe.

Os investigadores experientes podem fazer uma identificação confiável baseada na velocidade em que a reação ocorre, mas ainda precisam fazer outros testes para verificar se realmente se trata de sangue humano.

O luminol sozinho geralmente não resolve um caso de assassinato. É apenas mais um passo no processo investigativo. Mas ele pode revelar informações essenciais para fazer com que uma investigação possa avançar. Amostras ocultas de sangue, por exemplo, podem ajudar os investigadores a localizar o ponto de ataque e até que tipo de arma foi usada (uma bala faz o sangue espirrar de maneira diferente de uma faca). O luminol pode também revelar leves marcas de sangue em sapatos, proporcionando aos detetives dados valiosos sobre o atacante e o que ele pode ter feito depois do ataque.

Em alguns casos, o luminol pode conduzir os investigadores a mais evidências. Se ele detecta traços de sangue em um tapete, por exemplo, os detetives provavelmente puxarão o tapete para descobrir sangue visível nas tábuas do assoalho.

O luminol é uma ferramenta definitivamente valiosa para o trabalho da polícia, mas não é predominante para a investigação do crime, como mostram alguns programas de TV. A polícia não vai entrando na cena do crime e pulverizando cada superfície visível. O problema com o luminol é que a reação química pode destruir outras evidências na cena do crime. Por esta razão, os investigadores apenas usam luminol após explorarem as outras opções. Da mesma forma, não pode ser colocado em locais onde existem substâncias metálicas, pois, por identificar o ferro, a superfície metálica interfere no resultado da perícia, podendo dar uma pista positiva e falsa. Por tais razões, o luminol, ou a prova da quimiluminescência, é considerado prova de orientação, ou seja, bastante sensíveis, mas pouco específicas.

Como e por que isso ocorre?

O sangue humano contém um pigmento, a hemoglobina, cuja função consiste em transportar o essencial elemento oxigênio por todo o corpo.

Luminol
Heme, parte da molécula de hemoglobina contendo um átomo de ferro (verde).

O sangue, ou melhor, a hemoglobina contendo o elemento ferro vai promover uma interessante reação quimiluminescente - produção de luz devido a uma reação química.

O luminol (C8H7O3N3) é um composto orgânico usualmente obtido como um pó.

Quando se mistura esse pó com peróxido de hidrogênio (água oxigenada, um poderoso oxidante) e com uma base (hidróxido), na presença de um catalisador, ocorre a emissão de radiação luminosa. Existem vários catalisadores que permitem a observação de luz, porém a hemoglobina encontrada no sangue é o mais poderoso, mostrando uma intensa luz azul esverdeada. Dessa forma é possível detectar quantidades mínimas de sangue - processo científico usado pela Criminalística.

Na hipótese da presença de traços de sangue, o ferro da hemoglobina acelera a reação de oxidação ocorrente entre a água oxigenada e o luminol. Nessa reação, o luminol perde átomos de nitrogênio e de hidrogênio e ganha átomos de oxigênio, resultando num composto conhecido como 3-amino-ftalato. Os elétrons presentes nos átomos de oxigênio são, no momento da reação, promovidos a orbitais mais altos, porém, muito rapidamente voltam a um estado mais baixo, emitindo energia sob a forma de um fóton luminoso.

A Quimiluminescência é exatamente isso: a produção de radiação eletromagnética sob a forma de luz como resultado da liberação de energia por uma reação química.

Essas reações são conhecidas como reações quimiluminescentes, e envolvem geralmente compostos sintéticos em contato com oxidantes fortes como o peróxido de hidrogênio.

Fonte: www.tripod.com/en.wikipedia.org/br.geocities.com

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