Encravada na Amazônia, a capital do Amapá é lugar certo para o pouso de aves migratórias, que se somam aos flamingos, tucanos, guarás, tartarugas marinhas e de rio, jacarés-açu, peixes-boi, tamanduás-bandeira, tatus-canastra e tantos outros animais que completam a rica fauna da região e dão um colorido especial ao verde da floresta. Em Macapá , o rio Amazonas tem suas águas domadas nas praias da Fazendinha e do Araxá, permitindo deliciosos banhos.

Cortada pela linha do Equador, Macapá guarda a memória do estado em alguns de seus monumentos históricos. Um deles é o Forte de São José, na entrada da cidade. Concluído em 1782, depois de 18 anos de trabalho de índios e de escravos, o forte é um exemplo da influência francesa na cultura regional e um dos monumentos militares mais bem preservados do Brasil.
A memória do Amapá também está representada na igreja de São José de Macapá , de 1761. A igreja é o monumento mais antigo da cidade e preserva traços coloniais na versão mais despojada dos jesuítas. Como lembrança, na Casa do Artesão pode-se comprar cerâmica revestida em pó de manganês e arte indígena. A beleza do artesanato indígena se destaca nos armamentos produzidos com madeiras nativas e na diversificação de utensílios e ornamentos confeccionados com dentes, ossos de animais, penas de pássaros, sementes e fibras vegetais.

O Forte de São José de Macapá , construído entre 1764 e 1784, numa língua de terra que avança pelo rio Amazonas, é um atrativo da cidade que encontra-se em sua zona central.
A Fortaleza de São José foi construída a partir de uma grande muralha de pedra. Os portugueses tomaram a decisão de construir este complexo militar para garantir o domínio sobre o extremo norte do Brasil constantemente ameaçado pelos invasores estrangeiros.
No interior da fortaleza tudo se organiza em torno da praça principal.
Ao redor dela estão dispostas a capela, a cadeia e as casas de soldados
e oficiais e nos extremos, as torres de vigia.
A obra começou em 1764 e só ficou pronta em 1782, dezoito anos
mais tarde. índios e, principalmente, negros foram utilizados como
mão-de-obra escrava. Parte dessa história está presente
na Vila de Curiaú onde vivem apenas os descendentes desses negros que
conservam a cultura e a tradição de seus ancestrais.
A Fortaleza é a maior fortificação construída pelos portugueses no Brasil e por causa dessa importância histórica e da sua arquitetura que foi elevada à categoria de patrimônio nacional em 1950.
Marco Zero

Conhecida como Marco Zero, ou seja, com sua latitude de 0 grau, encontra-se a 5 km do centro da cidade de Macapá e pode ser alcançada pela Rodovia Juscelino Kubitscheck.
Para representar a importância do local, foi construído um monumento, com relógio de sol e terraço para observações.
Porto de Santana

A partir do Porto de Santana, 28 km ao sul de Macapá , existe uma variedade de passeios de barco que podem ser feitos pelas ilhas do rio Amazonas, incluindo a ilha de Marajó, os igarapés, os estreitos canais entre as ilhas e, na direção do Oiapoque, ao norte, pode ser visitada a área de fronteira com a Guiana Francesa.
Fonte: www.brasilviagem.com
O Amapá é dominado por três grandes domínios geográficos: amazônico, guianense e oceânico. Por causa dessa característica, o Estado exibe ambientes naturais surpreendentes, diversificados e, principalmente, preservados.

Cerrado, costa de mangues, campos de várzea e campos inundáveis, cercados por imensos lagos navegáveis, compõem essa paisagem singular. A floresta, que domina grande parte do território, está também praticamente intacta, apenas 1% foi devastado. Este conjunto se fecha com uma malha extensa de rios, os mais importantes são o Araguari, o maior rio do interior do Estado e onde acontece o fenômeno da pororoca, e o Oiapoque, que faz fronteira com a Guiana Francesa.
Estes rios, cheios de cachoeiras e corredeiras, têm grande variedade de peixes, onde se destaca em particular o Tucunaré, peixe símbolo da pesca esportiva.
Com esse potencial, o ecoturismo aparece como alternativa econômica natural: atrai investimento e gera riqueza para a população local.
No entanto, embora esta seja uma das metas para o desenvolvimento do Estado, o programa está sendo implantado aos poucos e com muito cuidado. A fragilidade dos ecossistemas exige um planejamento turístico ordenado para que não haja alteração da paisagem capaz de comprometer o equilíbrio natural.
A cidade de Macapá , atual capital do Estado do Amapá, já nasceu com um instinto guerreiro. Seus primeiros habitantes foram casais de açorianos que chegaram à Costa de Macapá , como era então chamado o canal norte do rio Amazonas, em 1751, depois de enfrentar uma longa e arriscada viagem através dos rios. Além da coragem, levavam com eles também a obrigação de colonizar o local e, para consolidar o domínio de Portugal, tinham que impedir a entrada de invasores holandeses, irlandeses, ingleses e, principalmente, franceses.
Treze anos mais tarde, começa a ser construída a Fortaleza de São José . Os negros que trabalharam na obra fundaram um quilombo que deu origem a Vila de Curiaú onde hoje vivem apenas descendentes desses escravos que mantiveram as tradições de seus ancestrais. Macapá é cortada pela Linha do Equador e dá ao turista a exata sensação do que é estar no meio do mundo.
Vila de Curiá
Quem visita a Vila de Curiaú, que fica a 12 km de Macapá , tem a sensação que o tempo não passou. A vila é habitada apenas por negros descendentes dos escravos que participaram da construção da Fortaleza de São José e seus atuais habitantes preservam, com cuidado, toda a cultura que herdaram. O Marabaixo é uma das manifestações culturais mais autênticas.
A festa em homenagem ao Divino Espírito Santo, é marcada pela música e dança tipicamente africanas.
Fortaleza de São José
A Fortaleza de São José foi construída a partir de uma grande muralha de pedra. Os portugueses tomaram a decisão de construir este complexo militar para garantir o domínio sobre o extremo norte do Brasil constantemente ameaçado pelos invasores estrangeiros.
No interior da fortaleza tudo se organiza em torno da praça principal. Ao redor dela estão dispostas a capela, a cadeia e as casas de soldados e oficiais e nos extremos, as torres de vigia.
A obra começou em 1764 e só ficou pronta em 1782, dezoito anos mais tarde. Índios e, principalmente, negros foram utilizados como mão-de-obra escrava. Parte dessa história está presente na Vila de Curiaú onde vivem apenas os descendentes desses negros que conservam a cultura e a tradição de seus ancestrais.
A Fortaleza é a maior fortificação construída pelos portugueses no Brasil e por causa dessa importância história e da sua arquitetura foi elevada a categoria de patrimônio nacional em 1950.
Pororoca

A pororoca pode ser um espetáculo aterrador ou fantástico dependendo de onde você estiver. Em segurança, pode-se presenciar a única ocasião em que o oceano Atlântico vence a resistência do rio.
Normalmente, o rio Amazonas, por causa do grande volume de água consegue empurrar a água do mar por muitos quilômetros, mas durante a lua nova a situação se inverte. O choque dessas águas é tão intenso que se reflete em todos os estuários rasos dos rios que desembocam no golfo amazônico.
No rio Araguari, alguns quilômetros acima do rio Amazonas, esse fenômeno pode ser melhor observado. As ondas atingem até 5m de altura e com sua força vão derrubando e arrastando árvores e modificando o leito do rio. Isso acontece todos os dias mas é mais intenso entre abril e junho.
Os índios do baixo Amazonas tem uma boa palavra para definir a pororoca: poroc-poroc significa destruidor.
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br