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Macronutrientes

 

Definição

Os nutrientes que o corpo usa em quantidades relativamente grandes - proteínas, carboidratos e gorduras. Isto é o oposto aos micronutrientes, que o corpo requer em quantidades mais pequenas, tal como vitaminas e minerais.

O que é

Macronutrientes fornecem calorias para o corpo, bem como executar outras funções.

Os alimentos são a nossa principal fonte de energia, necessários para o bom funcionamento do organismo e para a própria manutenção da vida.

Alguns nutrientes, os chamados macronutrientes, devem ser ingeridos em quantidades maiores, na proporção ideal de 55 a 60% de carboidratos, 25 a 30% de gorduras e 12% de proteínas.

Podemos definí-los da seguinte maneira: as proteínas constroem e reparam o corpo, gorduras e carboidratos são combustíveis.

A digestão é o primeiro passo para retirar energia dos alimentos. Lembrando que quando falamos em energia, estamos falando em calorias. Sob esse aspecto, é importante destacar que o total dessa energia ingerida é resultado da soma de todo o alimento e os líqüidos com valor calórico que a pessoa consome ao longo do dia, sem exceção.

Mas os macronutrientes têm valores calóricos diferentes, como podemos ver abaixo:

Macronutrientes Composição Energética (kcal/g)
Gorduras 9
Carboidratos 4
Proteínas 4
Fibras ---

Essas diferenças se refletem também quando pensamos no principal causador do excesso de peso. Durante anos, acreditou-se que os carboidratos (açúcar e amido) estavam diretamente relacionados à obesidade. Hoje sabemos que essa premissa não é a mais correta e a gordura vem ser o grande problema.

A explicação básica é simples. As calorias dos carboidratos transformam-se rapidamente em energia a ser consumida pelo organismo, enquanto que as gorduras são usadas como forma de armazenamento de energia.

Com isso, se consumirmos mais calorias do que o nosso corpo precisa para satisfazer o requisitado pela atividade física diária, teremos um acúmulo maior de gorduras armazenadas, o que é sinônimo de obesidade.

MACRO E MICRONUTRIENTES NA CULTURA DO CAFÉ

Até algum tempo atrás, mais precisamente até a década de 60, os cafezais formados em áreas recém-desbravadas, cujos solos apresentavam fertilidade natural elevada.

Entretanto, os surtos mais recentes de expansão da cultura ocorreram principalmente em áreas de cerrado, por serem: mais baratas, em razão de sua abundância, e facilmente mecanizáveis, em decorrência do relevo. Mas, os efeitos da baixa fertilidade apresentada pelos solos sob cerrado não tardaram a se manifestar.

As lavouras formadas m solos mais pobres e as lavouras velhas mal conduzidas têm apresentado freqüentes deficiências, tanto de macronutrientes, especificamente de nitrogênio, potássio, magnésio, cálcio e enxofre, como de micronutrientes, especialmente zinco e boro.

Por outro lado, a toxidez de alumínio ou de manganês assume relativa importância, pelos prejuízos que sua ocorrência acarreta.

A importância dos principais nutrientes envolvidos na nutrição do cafeeiro, as conseqüências das deficiências são apresentadas nos quadros nº. 1 e nº. 2.

A apresentação desses quadros tem por objetivo os extensionistas na identificação de deficiências nutricionais do cafeeiro mediante exame sintomatológico, servindo também de complemento à coleção de slides sobre o mesmo assunto que se encontra disponível em todos os Escritórios Regionais da EMATER-MG, prestando-se ainda como roteiro de apresentação (comentário) durante a projeção da referida seqüência de slides.

QUADRO 1 - MACRONUTRIENTES NA CULTURA DO CAFÉ:

Sua Importância.

Deficiências Nutricionais: Sintomas, Conseqüências e recomendações de aplicação.

NUTRIENTES Importância da Presença do Nutriente e recomendações de aplicação. Deficiências Nutricionais: Sintomas e consequencias.
NITROGÊNIO Possui retenção média e deve ser adicionado de 3 a 3,5 kg por 1000 covas de dezembro a março, 0,5 kg de junho a agosto e nos demais meses 2 kg. Recomenda-se 11% na segunda quinzena de agosto, 20% na segunda quinzena de dezembro , 20% na primeira quinzena de fevereiro e 49% na segunda quinzena de março. Promove desenvolvimento rápido do cafeeiro e aumento da produção. Juntamente com o magnésio, é um dos componentes da clorofila. Seu efeito se faz sentir na exuberância da vegetação e no aumento do número de gemas florais. As folhas ficam com coloração verde claro e perdem o brilho. Segue-se um amarelecimento uniforme da lâmina foliar. As folhas podem ficar quase brancas, com desfolha e seca de ponteiros. Nos casos mais graves pode ocorrer a morte descendente dos ramos e o desfolhamento dos ramos medianos (pescoço de galinha). Deficiência acentua-se no período de seca intensa e quando a carga de frutos é grande, pois o N transloca das folhas para os frutos. Deficiência aparece inicialmente no sentido das folhas mais velhas para as mais novas. O período seco, solos ácidos e baixos teores de matéria orgânica predispõem à deficiência deste nutriente.
FÓSFORO Deve ser adicionado em maior quantidade no plantio. No cafeeiro em produção deve ser adicionado no inicio do periodo vegetativo. E importante para o rápido desenvolvimento do sistema radicular do cafeeiro, principalmente para plantas novas. É importante também na floração, na frutificação e na maturação dos frutos. . Começa com manchas amareladas que passam depois a pardo avermelhadas. Quando agrava aparece coloração marron arroxeado. A deficiência aparece inicialmente nas folhas mais velhas e evoluem para as mais novas. Queda prematura das folhas mais velhas.
POTÁSSIO É muito importante para o cafeeiro, tendo exigência equivalente a do nitrogênio. Está associado a produção havendo uma relação direta entre o K e a síntese de carboidratos. É importante na fotossíntese, respiração e circulação da seiva. É o nutriente mais exigido pelo cafeeiro em produção. A adubação foliar não se mostra viável, como também a adubação em solos ricos deste nutriente. As folhas apresentam clorose marginal, seguida de necrose, que se inicia pela ponta e bordos das folhas velhas. Provoca desfolha dos cafeeiros, má formação dos frutos e morte descendente dos ramos. Aumenta a percentagem de grãos chochos, frutos menores e em conseqüência provoca a queda da produção.
MAGNÉSIO Elemento fundamental na composição da clorofila, a qual, participando no processo de síntese dos hidratos de carbono, determina o volume da produção . Apresenta clorose amarelo-claro no tecido internerval. Essa clorose passa a amarelo-avermelhado. As nervuras permanecem verdes. A deficiência agrava-se a partir do início da granação e fica mais evidente quando o fruto está na fase de cereja. Pode haver desfolha e diminuição da produção. A deficiência apresenta-se inicialmente nas folhas mais velhas e progride para as folhas mais novas. O período seco, o plantio em solos naturalmente ácidos e por isso pobres em Mg, o excesso de K e o uso contínuo de adubos que fazem abaixar o pH, induzem a sua carência.
ENXOFRE O enxofre entra na composição de alguns aminoácidos essenciais , que são contribuintes da proteína. . A deficiência aparece nas folhas mais novas, que apresentam uma coloração verde-amarelado. Os sintomas progridem para encurtamento de internódios e dsfolhamento. Uso de fórmulas concentradas nas adubações, não contendo enxofre, poderá facilitar o aparecimento da deficiência, assim como os plantios em solos ácidos e pobres em matéria orgânica.
CÁLCIO O cálcio é importante nos pontos de crescimento dos cafeeiros, como para o desenvolvimento de raízes e gemas. É importante para a retenção de folhas e maturação dos frutos. . Provoca o amarelecimento das folhas mais novas, das margens para o centro. Inicia-se a clorose pelos bordos e pode atingir a folha toda. Aparece pequenas áreas necróticas. Pode provocar a morte da gema terminal. Pode provocar atrofia e até a morte do sistema radicular. O cálcio não retransloca com facilidade.

QUADRO 2 - MICRONUTRIENTES NA CULTURA DO CAFÉ.

Sua Importância.

Deficiências Nutricionais: Sintomas, Conseqüências e recomendações.

NUTRIENTES Importância da Presença do Nutriente Deficiências Nutricionais: Sintomas e Conseqüências
BORO O Boro exerce importante papel no desenvolvimento apical dos ramos e das raízes. Tem papel importante na formação da parede celular, na divisão celular e no aumento do tamanho das células assim como, na velocidade de transporte de carboidratos das folhas para outros órgãos. A deficiência ocorre principalmente em solos muito lixiviados, pobres em matéria orgânica, com pH elevado, acima de 6,5 e em períodos secos. A deficiência provoca a morte de gemas terminais, paralização do crescimento dos ramos, brotação, excessiva com aspecto de leque e redução na produção. As folhas ficam deformadas, menores, retorcidas e com bordas irregulares e encurtamento dos entrenós. Provoca também a inibição do crescimento. Parece influir no abordamento das flores ou menor pegamento da florada. Sua falta provoca a morte da ponta das raízes.
ZINCO O Zinco exerce importan-te papel no crescimento da planta e principalmente na produção. O Zinco tem a participação como ativador de várias enzimas, sendo importante para a síntese do triptofano que é um precursor do AIA responsável pelo aumento do volume celular ou maior desenvolvimento das plantas. A deficiência provoca redução dos internóides, folhas pequenas e estreitas, formação de rosetas de folhas. provoca a morte de gemas terminais, seca de ponteiros, superbrotamento, folhas mais novas coreáceas e quebradiças. Os frutos são menores e produção reduzida. Solos pobres e ácidos, a calagem excessiva ou o excesso de fósforo predispõe à deficiência.
FERRO É importante na formação da clorofila, intervem na respiração e síntese de proteínas. A deficiência ocorre quando se eleva muito o pH, em solos mal drenados e rasos e em terras ricas em Mangânes. Deficiência caracterizada principal-mente em folhas mais novas. . As folhas apresentam coloração verde-pálida, nervuras com coloração normal, em casos mais graves as nervuras também perdem gradualmente a coloração. Casos extremos a folha inteira fica amarela depois esbranquiçada.
COBRE É importante na fase de formação da cultura, pois interfere no crescimento. Apresenta função impor-tante na síntese de proteínas e no metabolis-mo dos carboidratos. Essa deficiência provoca deformações das folhas, pois a nervura central se torce em forma de S. As nervuras das folhas são mais salientes, com formato de "costelas". Todas as folhas curvam-se para baixo, dando impressão de falta de umidade. Casos mais graves há desfolha-mentos. Sua carência é comum em solos pobres, como nos cerrados ou poderá ser provocada pelo excesso de matéria orgânica, calagem ou adubação de N em excesso.
TOXIDEZ DE MANGÂNES O excesso de Mangânes diminui o crescimento e a produção pelo seu efeito antagônico na absorção do Zinco. Ocorre em solos ácidos. Folhas com margens amareladas, segue-se amarelecimento completo das mais novas. As folhas mais velhas caem e também as cerejas. Há casos que a planta pode morrer.

Outras auterações visuais

Completando as informações dos quadros apresentados, convém esclarecer que, além da falta efetiva dos nutrientes, outras alterações visuais indicativas de deficiências podem aparecer, provocadas por:

Adensamento do solo, que limita o desenvolvimento do sistema radicular, provocando menor absorção de nutrientes.
Pragas e doenças no sistema radicular, tais como, nematóides, cochonilhas, roseliniose, etc, que prejudicam a absorção de nutrientes.
Calor excessivo aliado à deficiência de água no solo, causando clorose foliar.
Plantio com mudas de sistema radicular deficiente, com pião torto ou enovelado.
Adubação desequilibrada, provocando deficiências.
Herbicidas provocando sintomas de toxidez.

Fonte: www.geocities.com

Macronutrientes

NUTRIÇÃO MINERAL - Macro e micronutrientes

O que são

Os nutrientes são substâncias necessárias para o crescimento, o fornecimento de energia e outras funções do corpo. macronutrientes são os nutrientes necessários em grandes quantidades, que fornecem a energia necessária para manter as funções do corpo e realizar as atividades da vida diária.

Há três macronutrientes: carboidratos, proteínas e gorduras.

INTRODUÇÃO

A planta absorve os elementos de que necessita do meio onde vive.

Muitas vezes absorve elementos de que não precisa, alguns dos quais podem ser tóxicos. Daí temos que todos os elementos essenciais devem ser encontrados na planta, mas nem todos os elementos encontrados na planta são essenciais.

Experimentos, tais como, técnicas de cultura em água e areia, levaram ao reconhecimento de elementos que são essenciais para as plantas. Muitas experiências de culturas em solução nutritiva, mostraram para uma série de espécies de plantas a necessidade de nitrogênio, fósforo, enxofre, potássio, cálcio, magnésio e ferro.

Os critérios de essencialidade, geralmente aceitos hoje em dia, são:

1) a planta não pode completar seu ciclo vital na ausência do elemento
2)
sua ação deve ser específica e não pode ser substituído por outro elemento
3)
seu efeito sobre a planta deve ser direto. Isto é, o elemento deve estar diretamente implicado no metabolismo, e não atuando nele indiretamente, como por exemplo, promovendo ou retardando a utilização de algum outro elemento essencial ou tóxico.

Excetuando-se o carbono, o hidrogênio e o oxigênio, determinou-se que a planta necessita de treze elementos minerais essenciais, os quais foram classificados em macronutrientes e micronutrientes. Eles são retirados do solo, na forma iônica, com a água, ou por transporte ativo, sendo levados pelo xilema até a parte aérea da planta, onde são utilizados ou redistribuídos.

São macronutrientes - nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e enxofre (S).
São micronutrientes -
boro (B); cloro (Cl), ferro (Fe), manganês (Mn), molibdênio (Mo), cobre (Cu) e zinco (Zn).

A separação entre macro e micronutrientes obedece a razões apenas quantitativas. Os macronutrientes são exigidos em quantidades maiores, aparecendo na matéria seca do tecido vegetal em teores maiores (0,5 a 3 ou 4% do peso seco da planta). Os micronutrientes são necessários em quantidades diminutas, apenas algumas partes por milhão. É errado pensar, que os macronutrientes sejam mais importantes, já que as duas classes de elementos são igualmente importantes e a falta de qualquer deles pode limitar o crescimento e a produção nas plantas.

A determinação de muitos elementos é geralmente efetuada por incineração completa da planta, permitindo que o carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio escapem sob a forma de gases. e análise das cinzas. As proporções de cada elemento variam em diferentes espécies e na mesma espécie quando crescendo sob condições diferentes. Além disso, as cinzas contêm freqüentemente elementos, como o silício, que se encontram presentes no solo e são captados pelas plantas, mas que não são necessários para o seu crescimento.

TRANSPORTE NO DE SAIS NA RAIZ

Embora existam estudos que colocam em evidência a teoria de que quando uma superfície de raiz entra em contanto com uma partícula de solo, ocorre intercâmbio de íons, pela troca por contato, o mais aceito é que o caminho dos íons do solo para a raiz se faz por intervenção de uma fase líquida, representada pela solução de solo.

A entrada de íons na célula e nas organelas celulares se faz por um processo de transporte ativo, é sempre seletiva e relacionada com o metabolismo na célula. A energia liberada na respiração é utilizada para efetuar o processo de acumulação de sais.

Os protoplastos das células vivas da zona pilífera, córtex , endoderme e parênquima do cilindro central, são interconectados por finos canais citoplasmáticos (plasmodesmos), mantendo uma continuidade protoplasmática, ou simplasto. Podemos então conceber que os íons podem mover-se, por difusão, para as paredes celulares da zona pilífera e do córtex; podem ser acumulados no citoplasma e passar de célula para célula, pelas correntes protoplasmáticas e pela difusão através de plasmodesmos.

Os sais movem-se do solo para o interior dos vasos do xilema da raiz e são por meio deles transportados para o caule. Para atingir os vasos do xilema, os íons precisam entrar pela epiderme da raiz, mover-se através do córtex , endoderme e parênquima do cilindro central. Os íons necessário para o crescimento e metabolismo das células radiculares são aí retidos, sendo o excesso liberado no fluxo de transpiração ou pressão de raiz.

Entrada de sais no xilema

A liberação dos sais para dentro do xilema - foi considerada por alguns pesquisadores como um processo secretório ativo, e por outros como um escoamento devido à incapacidade do simplasto, no centro da raiz, reter os sais acumulados.

Quando a velocidade de transporte de água, do solo para o interior do xilema, é aumentada, particularmente pelo aumento na transpiração, a absorção e transporte de sais também aumentam. Alternativamente postulou-se que a baixas velocidades de transpiração, as concentrações iônicas nos vasos do xilema são suficientemente altas para limitar o movimento de íons para o seu interior. Por outro lado, havendo velocidades altas de transpiração, o fluido do xilema é mais diluído e, assim, a liberação de sais ocorre com uma velocidade mais alta. Fato é que ainda não existe uma explicação universalmente aceita para explicar esse fenômeno.

Os sais nas folhas

Após mover-se no xilema os íons que eventualmente atingem as nervuras terminais das folhas se tornam livres para caminhar nos espaços “exteriores” das células (parede celular) do mesófilo. Tais células são assim banhadas por uma solução e acumulam íons desta solução. Uma vez no citoplasma de uma célula foliar os íons podem se mover pela rota do simplasto de uma célula para outra.

Os mecanismos pelos quais os íons da folha são eliminados da planta são os seguintes: lavagem, gutação, excreção salina e queda da folha.

O processo de lavagem se faz por água da chuva ou neblina que penetra pelos poros e rachaduras da cutícula, ou quando se usa irrigação por aspersão. O fluido da gutação serve para remover algum sal da solução das folha, uma perda que algumas vezes pode ter efeitos adversos na nutrição mineral da planta. O mecanismo de excreção de sais através da superfície da parte aérea, é visto nas plantas que são expostas a altas concentrações de sais. Tal excreção se dá por numerosas glândulas salinas, se faz por um transporte ativo e o exsudado é essencialmente uma solução de NaCl. A queda das folhas remove da planta o sal que aquela contém e é um mecanismo de eliminação de minerais usados.

IMPORTÂNCIA DOS MACRO E MICRONUTRIENTES

A procura da essencialidade dos elementos, tem desenvolvido técnicas para obter-se o crescimento de plantas na ausência de impurezas. Para isto, as plantas são cultivadas, geralmente, em soluções de culturas, nas quais se suprime os elementos que se pretende observar do ponto de vista de essencialidade. Igualmente difícil é determinar o papel de cada nutriente na planta, até porque um mesmo elemento freqüentemente desempenha mais de um papel com importância para a fisiologia da planta.

Assim, por exemplo, o nitrogênio que é um elemento indispensável para síntese de proteínas é também um constituinte de fosfolipídios, de algumas vitaminas e da clorofila.

O fósforo, assim como o nitrogênio, é um constituinte necessário para muitas substâncias vitais: nucleoproteínas, fosfolipídios e componentes de enzimas. O enxofre ocorre em proteínas e vitaminas e participa ainda da síntese da clorofila, absorção de C02, reações de fosforilação, etc.

Função dos Macronutrientes

Nitrogênio - O nitrato (N03) é a forma de nitrogênio predominantemente absorvida pela planta nas condições naturais. O nitrogênio é importante no metabolismo de compostos como aminoácidos e proteínas, amidas, aminoaçúcares , purinas, pirimidinas e alcalóides. Excetuando-se a água, nenhuma outra deficiência é tão dramática nos seus efeitos para a planta, quanto a de nitrogênio. A clorose geral e o estiolamento são os sintomas mais característicos da deficiência de nitrogênio na planta. O crescimento é atrasado e lento e as plantas têm aparência raquítica. O fruto é freqüentemente muito colorido. As partes mais maduras da planta são as primeiras a ser afetadas porque o nitrogênio é translocado das regiões mais velhas para as mais novas em crescimento. Por outro lado, um excesso de N no meio (solo ou solução nutritiva) faz com que a planta vegete muito, produza poucos frutos ou sementes e armazene menos carboidratos. Para complementar o que é fornecido pelo solo em quantidade insuficiente recorre-se aos fertilizantes nitrogenados; entre os naturais estão os estercos e tortas e as próprias plantas (adubo verde); entre os adubos produzidos pelo homem aparecem os amoniacais (sulfato de amônio), os nitratos (de sódio, de cálcio, de potássio) os nítrico-amoniacais (nitrato de amônio) e os amídicos (uréia).

Enxofre - Nas condições naturais de solo é absorvido pelas raízes predominantemente como S04 2 - ; as plantas podem, porém, absorver também S orgânico de aminoácidos, S02 (gasoso) pelas folhas e até mesmo enxofre elementar (como S “molhável” finamente dividido) e também pelas folhas e frutos.

Além de fazer parte de alguns aminoácidos e de todas as proteínas vegetais, o S desempenha outras funções: como SO42- é ativador enzimático, como SH é grupo ativo de enzimas e de coenzimas (ácido lipólico, tiamina, biotina) na fotossíntese participa da síntese da clorofila, da absorção de C02 , da atividade da carboxilase e de ribulose -2P e de reações de fosforilação; é essencial ainda no processo de fixação do N2 pelas leguminosas nodulares.

Fósforo - Os papéis fundamentais do P na vida da planta são a sua participação nos chamados compostos ricos de energia, de que é exemplo mais comum o triofosfato de adenosina, ATP, produzido nas fosforilações oxidativas e fotossintéticas e, em menor grau, nas que se dão ao nível de substrato. O ATP, participa das reações de síntese e desdobramento de carboidratos (inclusive do amido), de síntese de proteínas, de síntese e desdobramento de óleos e gorduras, do trabalho mecânico, da absorção salina. Assim como o N, o fósforo se redistribui facilmente na planta, em particular quando sobrevem a sua falta; as folhas mais velhas das plantas carentes em P mostram a princípio uma coloração verde-azulada, podendo ocorrer tonalidades roxas nelas e no caule. O fósforo é o elemento que mais limita a produção das culturas. O crescimento é reduzido e, em condições de deficiência severa, as plantas ficam anãs. Os principais fertilizantes fosfatados comerciais são os “superfosfatos” , fosfatos de amônio e nitrofosfatos. Os fertilizantes também são obtidos pela extração de rochas fosfáticas e de depósito espessos de guano (fezes de aves marinhas, ricas em fósforo, derivado do peixe da qual se alimenta).

Potássio - O K é absorvido da solução do solo como K+ e é conduzido pela corrente transpiratória. Cerca de meia centena de enzimas são ativadas pelo K, algumas delas especificamente.

O K participa em fases diversas do metabolismo: reações de fosforilação, síntese de carboidratos, respiração, síntese de proteínas. Além disso o nível de K nas células-guardas regula a abertura e o fechamento do estômato.A carência de K, prejudica o transporte de carboidrato da folha para outros órgãos da planta. A alta concentração de K nos tecidos de plantas terrestres se explica em parte pelo seu papel na regulação da viscosidade do citoplasma e pela sua baixa afinidade por ligantes orgânicos. Os sintomas de carência de K se manifesta primeiramente nas folhas mais velhas como clorose e depois necrose das pontas e das margens. O crescimento é abaixo do normal e em condições severas os ramos terminais e laterais podem morrer.

Cálcio - É absorvido do solo como Ca2+. O cálcio faz parte da lamela média e ativa diversas enzimas.

Desempenha outros papéis como: regulação da permeabilidade da membrana citoplasmática, neutralização de ácidos tóxicos, desenvolvimento e funcionamento de raízes, germinação do grão de pólen e desenvolvimento do tubo polínico. O transporte do cálcio no xilema está sobre controle metabólico e no floema é praticamente imóvel, em conseqüência, quando há falta desse elemento, as regiões de crescimento (gemas, ápice de raízes) são as primeiras a ser afetadas. As folhas mais novas mostram clorose e as gemas podem morrer. Em pH ácido o cálcioaparece em baixos teores no solo, elevando-se o pH e conseqüentemente neutralizando-se a acidez, aumentase a saturação em cálcio do solo.

Magnésio - É absorvido do solo como Mg2+ . Altas concentrações de K+ no substrato (solo ou solução nutritiva) inibem competitivamente a absorção do magnésio a ponto de causar deficiência. Por outro lado, p Mg é essencial para a absorção do P. Além de fazer parte da clorofila o Mg é ativador de enzimas que são “ativadoras de aminoácidos” , que catalisam o primeiro passo da síntese protéica. Diferente do cálcio o Mg é facilmente translocado no floema para regiões novas de crescimento ativo. Como conseqüência é nas folhas mais maduras que os sintomas de deficiência primeiro aparecem sob a forma de clorose.

Função dos Micronutrientes

Boro - Até hoje não se conseguiu isolar um composto sequer vital para a planta que contenha boro (B); do mesmo modo não se conseguiu identificar nenhuma reação crucial para o metabolismo que somente ocorra na presença deste elemento. Mesmo assim, o boro, pertence a lista dos elementos essenciais, por satisfazer o critério indireto de essencialidade. Na ausência do boro, os pontos de crescimento são afetados e podem morrer. Os tecidos parecem duros, secos e quebradiços. As folhas podem tornar-se deformadas e o caule rachado. O florescimento é afetado severamente e quando ocorre a frutificação estes freqüentemente apresentam sintomas semelhantes aos encontrados no caule. O B é essencial para a formação da parede celular, para a divisão e aumento no tamanho das células, para o funcionamento da membrana citoplasmática. A presença do boro facilita, ainda,o transporte dos carboidratos. Da mesma forma que o Ca é praticamente imóvel no floema e por isso quando há deficiência a gema terminal morre e as folhas mais novas se mostram menores, amareladas e muitas vezes deformadas. A matéria orgânica constitui a fonte imediata de boro para as plantas, libertando o elemento no processo de sua mineralização.

Cloro - O Cl não entra na constituição de nenhum composto orgânico tido como essencial. É necessário para a fotólise da água. Os sintomas de sua deficiência causa murchamento, bronzeamento e necrose em folhas de muitas espécies, tendo sido pela primeira vez demonstrado os sintomas de sua de sua deficiência em plantas de tomate. Não se conhece no campo a ocorrência da falta de cloro, o que, pelo menos em parte, é devido à precipitação do “sal cíclico”, isto é, cloreto de sódio que o vento traz do mar e a chuva deposita no solo em quantidade suficiente para atender as necessidades da planta.

Cobre - É absorvido como .

Não é redistribuído apreciavelmente pelo floema e por isso os sintomas de carência se mostram primeiramente nas folhas novas: murchamento, cor verde-azulada, deformação do limbo e depois clorose e necrose em manchas irregulares. É ativador de enzimas de óxido-redução que oxidam fenóis e que participam do transporte de elétrons na respiração e fotossíntese. Tem participação indireta na fixação do N2 .

Ferro - As plantas absorvem o ferro do solo na forma bivalente, . No xilema o Fe encontra-se principalmente como quelato do ácido cítrico.

Não se distribui pelo floema: o sintoma típico de falta de ferro é uma clorose das folhas novas cujas nervuras formam uma rede fina é verde contra o fundo verdeamarelado do limbo.

Além de ser componente estrutural de citocromos o ferro ativa enzimas ou faz parte de coenzimas que entram em reações as mais diversas da planta: formação da clorofila, transporte eletrônico na fotossíntese, fixação do N2, desdobramento da H2O e síntese protéica.

Manganês - Além de ativar enzimas muito diversas, o manganês participa do transporte eletrônico na fotossíntese e é essencial para a formação da clorofila e para a formação, multiplicação e funcionamento dos cloroplastos.

Molibdênio - É o micronutriente menos abundante no solo e que na planta aparece em menor concentração. O molibdênio está diretamente ligado ao metabolismo do N. A carência de molibdênio se manifesta como amarelecimento das folhas seguido do enrolamento do limbo.

Zinco - O zinco é necessário para a síntese de triptofana que depois de várias reações, produz o ácido indolilacético (AIA), além disso o zinco regula a atividade da ribonuclease que hidrolisando o RNA, causa diminuição na síntese protéica. A carência de zinco provoca o encurtamento dos internós em algumas plantas. O florescimento e a frutificação podem ser muito reduzidos e a planta inteira pode se tornar anã e deformada.

Além dos elementos acima citados como essenciais, existem outros elementos que são exigidos por certas plantas como elementos adicionais. Por outro lado, algumas plantas podem não exigir um ou mais elementos. O sódio, por exemplo, não é geralmente exigido pelas plantas verdes. Entretanto certas halófitas, não somente toleram altas concentrações de sal no meio mas de fato exigem sódio. O selênio é geralmente tóxico as plantas. Entretanto certas plantas em solos ricos nesse elemento, não somente acumulam e toleram altas concentrações mas podem até ter uma certa necessidade dele. Embora não tenha sua essencialidade demonstrada, o silício desempenha um papel no desenvolvimento normal de pelo menos algumas plantas que, quando crescendo no solo, acumulam grandes quantidades do mesmo. Estudos realizados com o arroz, demonstrou que o mesmo não cresce normalmente em soluções isentas de silício.

Com relação a exigência de nutrientes por parte das algas, Epstein (1975), refere que com exceção de alguns grupos, as algas verdes requerem os mesmos macronutrientes exigidos pelas plantas verdes superiores. Muitas algas marinhas e de pântanos tem exigências de sódio e para elas o cloro é freqüentemente um macronutriente.

Analisando-se a concentração de um nutriente no tecido vegetal, verificase que quando o tecido está deficiente em um elemento essencial mudanças de longo alcance são causadas no metabolismo. Em primeiro lugar os processos metabólicos de que o elemento normalmente participa são diminuídos em velocidade.

Quando suficientemente severas, as deficiências se manifestam através do desenvolvimento de sintomas mais ou menos distintos. A familiarização com estes sintomas ajuda os agricultores e os especialistas na identificação de deficiências nutricionais no campo.

Fonte: mcarmo.bio.br

Macronutrientes

Definição

Um tipo de alimento (por exemplo, gordura, proteína, carboidrato) exigido em grandes quantidades na dieta.

O que é

A concentração dos elementos essencias nas plantas pode exceder a concentração crítica, a concentração mínima necessária para o crescimento, e pode haver alguma variação de uma espécie para outra.

Entretanto, a tabela a seguir fornece informações sobre as necessidades gerais das plantas:

Concentrações típicas para o crescimento das plantas. Baseado em E. Epstein. 1965. "Mineral metabolism" pp. 438-466. in: Plant Biochemistry (J.Bonner and J.E. Varner, eds.) Academic Press, London.

Elemento Símbolo mg/kg porcentagem Número relativo 
de átomos
Nitrogênio N 15.000 1,5 1.000.000
Potássio K 10.000 1,0 250.000
Cálcio Ca 5.000 0,5 125.000
Magnésio Mg 2.000 0,2 80.000
Fósforo P 2.000 0,2 60.000
Enxofre S 1.000 0,1 30.000
Cloro Cl 100 -- 3.000
Ferro Fe 100 -- 2.000
Boro B 20 -- 2.000
Manganês Mn 50 -- 1.000
Zinco Zn 20 -- 300
Cobre Cu 6 -- 100
Molibidênio Mo 0.1 -- 1

Note que as concentrações, seja em mg/kg (=ppm, partes por milhão) ou em porcentagem (%) são sempre baseadas no peso de matéria seca ,e não de matéria fresca. O peso fresco inclui tanto o peso da matéria seca como o peso da água no tecido. Uma vez que a porcentgem de água pode variar muito, por convenção, todas as concentrações de material se baseam em peso de matéria seca.

Embora seja arbitrária, uma linha divisória é traçada entre os nutrientes que são necessários em grandes quantidades, macronutrientes, e aqueles que são necessários em quantidades menores, micronutrientes. Esta divisão não significa que um nutriente seja mais importante do que outro, apenas que eles são necessários em quantidades e concentrações diferentes.

Na tabela acima a linha divisória é tipicamente traçada entre S e Cl, significando que:

Macronutrienets: N, K, Ca, Mg, P, e S, e

Micronutrientes: Cl, Fe, B, Mn, Zn, Cu, e Mo

O prefixo "micro" pode ser bem compreendido a partir do seu uso no termo "microscópio".

O termo "macro" é um pouco menos comum, mas indica um objeto que tem um tamanho maior. Tamanhos intermediários são por vezes indicados por  "meso".

Por exemplo, a fauna (vida animal) do solo pode ser dividida em macrofauna ( toupeiras, ratos, etc), mesofauna (vermes, insetos cavadores, etc) e microfauna (nematóides, etc)

Fonte: felix.ib.usp.br

Macronutrientes

Adubação - macro e micro nutrientes e suas funções

Assim como o ser humano, as plantas também são organismos vivos,formados por moléculas, que na sua composição contém açúcares, lipídios, proteínas e ácidos nucléicos (ADN). Esta composição básica de uma molécula é comum a todos os organismos vivos, e é ela que contém as informações genéticas de cada ser. 

A diferença está na origem destes elementos. Os seres humanos e os animais precisam comer para consegui-lo. As plantas por sua vez retiram-nos da luz solar, que serve para produzir folhas, frutos e flores. Tudo isso se encontra nas moléculas inorgânicas encontradas no ar e no solo, que são chamados de sais. 

Na sua origem os sais se encontram em forma sólida, sendo dissolvidos em água.

Por exemplo: O sulfato de magnésio se dissolve resultando em iones de magnésio e iones de sulfato, e ambos são absorvidos pelas raízes. O Enxofre contido neles é essencial para que a formação da planta aconteça naturalmente.

Os elementos essenciais para a formação de uma planta são classificados em dois grupos: 

a) Macronutrientes: Carbono (C), Oxigênio(O), Hidrogênio(H), Nitrogênio(N), Enxofre (S), Fósforo (P), Potássio (K), Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg). 
b) Micronutrientes:
(Oligoelementos) Ferro (Fe), Manganês (Mn), Boro (B), Zinco (Zn), Cobre (Cu), Molibdeno (Mo) e Cloro (Cl). 

Os Macronutrientes são os elementos que a planta necessita em quantidades elevadas, e os Micronutrientes em quantidade muito pequena. 

Os primeiros elementos são tomados do ar (CO2 e oxigênio) e da água (H2O). também o Cloro geralmente já está contido na água utilizada para regar a planta (a carência de cloro deixa a coloração das folhas pálida). 

Nitrogênio: este elemento serve de base para a formação das proteínas, e é especialmente importante na formação de clorofila (transformação de luz solar em alimento, através da fotosíntese). Grande quantidade do nitrogênio contida nas plantas se encontra nas folhas. 

Assim sendo é um elemento necessário para o crescimento e desenvolvimento da massa foliar, bem como da formação de “corpo” na planta. 

Fósforo: fundamental para a formação de ADN e na formação de membranas celulares. O Fósforo é um elemento importante na formação de flores e frutos.

Em frutífera e floríferas pode ser usado em quantidade mais elevada, nos períodos de floração. 

Enxofre: se absorve em forma de sulfato, e faz parte de alguns aminoácidos e de algumas proteínas da planta. Junto com fósforo, nitrogênio, carbono e água, forma um grupo chamado de elementos estruturais, que intervém na formação do “esqueleto” da planta. 

Potássio: é absorvido na forma de íon potássio(K+). Intervém no regulamento da abertura e fechamento dos estomas das folhas. Tem participação no transporte dos nutrientes pelo floema. Deve ser regulado de acordo com a estação do ano. Com a chegada do inverno tende-se a aumentar a dosagem de potássio. 

Cálcio: sua função é estrutural, dando rigidez as membranas celulares, bem como regulador de certas reações que ocorrem na planta. Atua como agente protetor frente a elevadas concentrações salinas (contidas em água) e frente a certos elementos tóxicos que podem ser absorvidos pela planta. 

Magnésio: fundamental para a formação da clorofila.

MICRONUTRIENTES

Atuam na formação de reações fundamentais ao crescimento, bem como auxiliam a fotosíntese. Alguns se concentram mais nas raízes (zinco) e outros na parte aérea (ferro). Mesmo que em quantidade muito pequena, são fundamentais para o bem desenvolvimento da planta.

NPK:

N (nitrogênio): Torta de mamona
P (fósforo):
Farinha de osso/ostra
K(potássio):
Cinza de madeira 

PERIODICIDADE:

A adubação não deve ocorrer de forma irregular. Quanto mais periodicamente e regularmente a adubação ocorrer, mais resultados serão obtidos. Uma adubação irregular causa esgotamento e desenvolvimento irregular para a planta. 

ADUBO E ÁGUA:

A adubação está intrinsecamente ligada a água. Adubo só faz efeito quando dissolvido, e assim as reações procedentes do contato com a água agem de forma livre. Uma adubação com pouca água não terá efeito, ou no máximo, um efeito muito fraco. A periodicidade das regas também é fundamental, pois faz com que a planta crie uma rotina de alimentação. As raízes só absorvem nutrientes e água quando a umidade do substrato do vaso estiver entre 15 e 25 % . 

ADUBO E SUBSTRATO:

Não é a quantidade de adubo que mata uma planta, mas sim a falta de aeração no substrato. Se a drenagem estiver muito baixa, a concentração de adubo ativo (solvido) é elevada e assim também a absorção. Isso provoca a superdosagem que queima as células sensíveis na ponta das raízes capilares. Um substrato com boa drenagem e aeração permite que a porcentagem de umidade (e assim também adubo ativo) ideal seja atingida mais de uma vez ao dia.

Fonte: www.adubosmulti.com.br

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