Conhecido como Tana, é uma população de 1.052.000 habitantes, composta principalmente pela etnia merina. As casas desta cidade são bastante amplas, com tetos de terracota e balcões de madeira muito enfeitados. Entre as casas levantam-se numerosas igrejas. Cruzando por estas ruas encontra-se o Palácio da Rainha Ranavalona I.
O grande mercado popular de Tana (nas sextas-feiras) é o Zoma, que extende-se desde Fahaleovantena até diversas ruas.
O Parque Botânico e Zoológico de Tsimbazaza é uma das visitas obrigatórias: existem lemures, incluindo um aye-aye, além de uma grande variedade de pássaros, répteis e plantas. O Museu da Academia Malgache, também nas terras do zoo, oferece mostras naturais e culturais, incluindo a arte funerária. O Rova, palácio da rainha, é o lugar mais alto de Tana, do qual visualiza-se toda a cidade.
Apesar de não ter um grande interesse turístico, é válida uma visita. Esta agradável e amistosa cidade tem um complemento atrativo graças à arquitetura de Bepsileo (grandes e magníficos balcões talhados) e a uma atmosfera de terras altas.
É conhecida pela cerimônia Famadihana onde os anscestrais são desenterrados, agasalhados e enterrados novamente.
Muita gente vem comprar o papel antaimoro, papiro feito à mão com flores secas prensadas de formas múltiplas e caprichosas. A cidade também produz "lamba avindrano", uma espécie de seda usada como roupa fina ou como complemento funerário.
A excursão mais popular desde Tana é esta cidade, situada 21 quilômetros para o norte. Foi a capital original da família real merina, e depois permaneceu como lugar sagrado. As vistas em torno são assombrosas e semelhantes as do vale de Kathmandu.
O Rova é o ponto mais importante da cidade, pois era o Palácio do Rei Andriananpoinmerina, que viveu desde 1787 à 1810.
Normalmente pronunciado "Amboshed", extende-se 90 quilômetros ao sul de Antsirabe. É conhecida pelas esculturas de madeira e fabricantes de móveis.
Esta bela cidade com 100.000 habitantes extende-se ao longo de um planalto de 1500 m, à 169 quilômetros ao sul de Tana.
É um centro industrial com balneários termais e centros de comércio de pedras semi-preciosas. Tem três setores claramente diferenciados: o organizado setor francês, a poerenta e ativa cidade de Malagasy e o distrito industrial.
As principais atrações são os Banhos Termais, a "Star Brewery" e os dois lagos vulcânicos de Andrikiba e Tritiva (à 17 e 18 km da cidade, respectivamente).
As viagens em volta da cidade podem ser realizadas a pé, de mountain-bike, a cavalo ou de carro puxado (pause-pause).
Conta com uma população de 60.000 habitantes; está ao norte de Madagascar, situada em um promontório em uma longa baia e com um dos mais formosos portos do Oceano Índico.
Uma excelente excursão para ser feita é ir a praia Ramena, a 15 quilômetros ao leste da cidade. Outra bela estação natural é o solitário lugar chamado Montanha dos Franceses; trata-se de uma pequena colina com grutas, vegetação rara, grande variedade de pássaros, além de estupendas vistas da baia. Esta cidade é a única onde não se deve pechinchar.
É o centro intelectual e acadêmico de Madagascar e também o centro de produção de vinhos mais importante. A cidade é fresca, sobretudo de noite. Tem três amplos e separados níveis: um deles é Basse-Ville, o mais pobre e onde situa-se a estação de trem e o escritório principal dos correios; outro Nouvelle-Ville, a zona de negócios com bancos e dois hotéis; e por último, Haute-Ville, que é o distrito mais belo que domina o resto da cidade, agrupando diversas igrejas.
Esta pequena cidade é a capital da tribo bara. Não possui muito destaque, mas é uma boa parada entre Fianarantsoa e Toliara e o Parque Nacional de Isalo.
O "Baie de Bombetoka" na boca do rio Betsiboka, é o segundo porto do país depois de Toamasina. É uma cidade calorosa e poerenta, com amplos passeios marítimos e um ambiente de horizontes perdidos. Uma agradável caminhada pode ser a visita ao Circo Vermelho, anfiteatro natural cheio da cor ao norte do aeroporto.
Esta agradável cidade costeira com uma grande praia e de fácil conexão de trem com Fianarantsoa, converteu-se em pouco tempo em um destino popular de viajantes
É o coração do território "sakalava" e conhecida pelos túmulos eróticos esculpidos na rocha dos anscestrais de Menabe. Tem um dos melhores climas com 10 meses de dias secos e ensolarados, temperados graças à brisa marinha; ideal para passeios de bicicleta.
Os Túmulos de Sakalava podem ser visitados, mas precisa de um guia e também permissão especial do Conselho da Comunidade (fokonolona). Além disso, deve participar da cerimônia de purificação. Os túmulos mais próximos estão em Mangily, Antalitoka, Ankirijibe e Marovoay. Os guias e as guias são conseguidos nos hotéis, e o táxi cobra conforme o número de túmulos visitados.
A 50 quilômetros ao sul de Morandava, é uma maravilhosa cidade para mergulhar observando seu maravilhoso arrecife.
A 37 quilômetros ao sul. É uma cidade também interessante. Organizam-se excursões entre Morondava e Belo-Sur-Mer. Na estrada norte de Morondava, a 20 quilômetros ao sul de Belo-Sur-Tsiribihina, há numerosas árvores baobab.
É a mais extensa ilha de Madagascar, que na gíria turística se conhece como a Ilha Perfumada pela produção de ylang-ylang, erva de limão, patchouli, baunilha, cana de açúcar, canela, café, pimentão e açafrão.
A principal cidade Andoany (Vila do Inferno) tem um colorido mercado de grande barulho durante todo o dia. A 6 quilômetros ao leste estão as ruinas de Marodoka, atribuidas a um naufrágio entre os séculos XVII e XVIII de marinheiros indígenas.
A praia mais popular de Nosy-Be é a de Ambatoloaca; uma excursão de interesse é a ilhota de Nosy Tanikely, rodeada de uma grande reserva marinha ideal para mergulhar.
Com mais de um dia pode-se ir na ilha vulcânica de Nosy Komba, com uma reserva de lemures pretos; pode-se chegar em canoa desde Andoany por 4 dólares.
Esta estreita ilha de 57 quilômetros de longitude extende-se à 8 quilômetros da costa leste e domina Nosy-Be por ser o principal destino de praias de Madagascar.
Historicamente serviu como um asilo para os piratas do Índico. E em "Baie des Forbans", perto da capital da ilha de Ambodifotatra encontramos uma misteriosa propriedade dos piratas "cemetery" dos finais do século XVIII.
Também importantes são a Praia de Ankarena, ao sul, e Ambodiatafana Pools perto do cabo norte da ilha. Ao sul de Nosy Boraha está a pequena e tranquila ilha de Nosy Nato onde pode-se chegar de canoa.
Desfruta de uma situação entre as montanhas e o mar, com o clima mais agradável da costa leste de Madagascar. A cidade em si não é interessante, mas é uma boa base para visitar numerosos pontos dos arredores: o Pico St. Louis, onde domina-se Taolagnaro com grandes vistas e está a uma hora e meia da cidade. Uma boa excursão de um dia é ir a Tranovata também conhecida como "Ilhota dos portugueses", um forte construido por náufragos portugueses em 1504. Indo da cidade à costa de táxi ou bicicleta, e dali de canoa. Outra boa excursão é Manaflaty a 35 quilômetros ao norte da cidade, lugar com uma boa praia e uma reserva natural que protege as últimas florestas úmidas da costa de Madagascar.
É o maior porto do país e extende-se pela linha costeira. É o destino de férias favorito dos nacionais e é ideal para transitar um dia desfrutando da arquitetura e a vegetação tropical. A melhor atração é o Jardim de Essai e Parque Zoológico de Ivoloina, zoo e jardim botânico criados em 1898, a 12 quilômetros ao norte da cidade.
Cidade com toques do "Velho Oeste" na arquitetura. Há boas praias.
Fonte: www.rumbo.com.br
Ocupa 4000 hectares de bosque úmido, pântanos, mangues e planície costeira 53 quilômetros ao norte de Morondava. Também é um excelente lugar para a observação de pássaros (mais de 113 espécies); igualmente a famosa Reserva de Berenty, propriedade de M. Jean de Heaulme.
Beventy é mágica e junto com a pequena Reserva Bealoka, a 7 quilômetros para o norte, conserva 30% da floresta de Madagascar e foi galardoada por WWF. São 200 hectares com mais de 115 espécies de plantas, mas os visitantes acodem sobretudo pelas cinco variedades de lemures e a múltipla vida selvagem. Por ser privativo não precisa de licenças.
Tem uma extensão de 81540 hectares. Aconselhamos realizar a pé a exploração deste parque. Embora tenha alguns lemures, sua principal atração é a paisagem; ou sendero a pé onde o mais popular é o Canyon de Singes, cheio de lustrosa vegetação e a Piscina Natural, com paradisíacas cascatas.
Fonte: www.souturista.com.br