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Malásia

 

Os antepassados dos povos que hoje habitam a península da Malásia primeira migrou para a área entre 2500 e 1500 aC.

Aqueles que viviam nas regiões costeiras tinham contato precoce com os chineses e indianos; comerciantes marítimos da Índia trouxeram com eles o hinduísmo, que foi misturado com o locais crenças animistas. Como os muçulmanos conquistaram a Índia, eles espalharam a religião do Islã para a Malásia.

No século 15, o Islã adquiriu a região e o governante hindu da poderosa cidade-estado de Malaca, Parameswara Dewa Shah, foi convertido ao Islã.

Malásia

O interesse britânico e holandês na região cresceu em 1800, com o estabelecimento da British East India Company para um acordo de comércio na ilha de Cingapura. Comércio subiram, com a população de Cingapura crescente a partir de apenas 5.000 em 1820, para quase 100.000 em apenas 50 anos.

Na década de 1880, a Grã-Bretanha estabeleceu formalmente protetorados na Malásia. Por volta da mesma época, seringueiras foram introduzidas no Brasil.

Com a produção em massa de automóveis, a borracha tornou-se um valioso de exportação, e os trabalhadores foram trazidos da Índia para trabalhar nas plantações de borracha.

Formando o Estado Independente da Malásia

Após a ocupação japonesa da Malásia durante a Segunda Guerra Mundial, um crescente movimento nacionalista levou o britânico para estabelecer a Federação semi-autônomo da Malásia, em 1948. Mas guerrilheiros comunistas tomaram as selvas para começar uma guerra de libertação nacional contra os britânicos, que declarou estado de emergência para sufocar a insurgência, que durou até 1960.

O Estado independente da Malásia passou a existir em 16 de setembro de 1963, como uma federação da Malásia, Singapura, Sabah (Bornéu norte) e Sarawak.

Em 1965, Cingapura retirou-se da federação para se tornar uma nação separada.

Desde 1966, os 11 Estados da ex-Malaya ter sido conhecido como Malásia Ocidental, e Sabah e Sarawak, como Malásia Oriental.

Ao final dos anos 1960, a Malásia foi rasgada por tumultos contra chineses e indianos, que controlam uma parte desproporcional da riqueza do país. A partir de 1968, era a meta do governo para alcançar maior equilíbrio econômico através de uma política econômica nacional.

Reforma Econômica e Crescimento

Na década de 1980, o Dr. Mohamad Mahathir conseguiu Datuk Hussein como primeiro-ministro. Mahathir instituiu reformas econômicas que transformariam Malásia em um dos chamados Tigres Asiáticos.

Ao longo da década de 1990, Mahathir embarcou em um projeto maciço para construir uma nova capital a partir do zero, em uma tentativa de contornar congestionado Kuala Lumpur.

A partir de 1997 e continuando até o próximo ano, a Malásia sofreu com a crise cambial asiática. Em vez de seguir as prescrições econômicas do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, o primeiro-ministro optou por taxas de câmbio fixas e controles de capital. No final de 1999, a Malásia foi no caminho para a recuperação econômica, e parecia medidas Mahathir estavam trabalhando.

Geografia

Malásia é na Península Malaia, no sudeste da Ásia. A nação também inclui Sabah e Sarawak, na ilha de Bornéu, a leste.

Sua área ligeiramente superior ao do Novo México.

A maior parte da Malásia é coberta por floresta, com uma cadeia de montanhas ao longo do comprimento da península. Extensas florestas fornecem o ébano, sândalo, teca, madeira e outros.

Governo

Monarquia constitucional.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Malásia

Pré-história

A história de Malásia tem origens muito remotas. Os primeiros restos arqueológicos achados na Caverna de Niah, no Estado de Sarawak, datam de aproximadamente 35.000 a.C. e indicam a existência do Homo Sapiens neste país. Na Malásia se conhece como "o homem de Niah" ao conjunto de fragmentos ósseos do crânio, dentes e um osso de um pé, de um indivíduo jovem delicadamente reconstruído.

Entretanto, o que realmente confirmou a existência de habitantes no sudeste asiático, e fundamentalmente na península malaya, foi o conjunto de utensílios de pedra achados nas montanhas do Estado de Perak, que datam aproximadamente de apenas 10.000 anos atrás. De todas formas, e sem deixar lugar a dúvidas, a privilegiada situação geográfica da Malásia, junto a seus abundantes recursos naturais, fazem desde país um lugar estratégico e ideal para o assentamento humano.

Na atualidade ainda é possível encontrar algumas tribos nômades que perduram desde antanho, vivendo como faziam seus antepassados, preservando seus mesmos costumes, tradições e alimentando-se dos frutos que dá a terra.

Um exemplo disso, é a tribo de Orang Asli na península ou outras duas tribos, muito similares a primeira que habitam em Sarawak e Sabah. Estas tribos peninsulares constituem, ainda hoje em dia, um dos maiores atrativos do país, apesar da influência dos inumeráveis avanços técnicos e a continua afluência de turistas a suas vilas.

Indianos, Muçulmanos e Ingleses

A história de Malásia quase sempre esteve ditada a história de outros países. Alguns séculos antes da chegada dos europeus, os povos malayos estabeleceram vários encraves comerciais ao longo das costas, que deram origem a diversos reinos.

O reino mais antigo que se conhece foi o Reino de Kedah, que aparece na literatura chinesa e sâncrita dos anos 600 a.C.. A influência indiana foi muito importante, entretanto, no século XIII, os muçulmanos procedentes da Índia levaram a península ao isolamento e o árabe.

A chegada dos mercadores muçulmanos transformou a Melaka (Malacca) no centro de um império islâmico mas, em 1511, a conquista portuguesa voltou a arrebatar o poder ao malayos.. em 1641, os holandeses dominaram de Malacca, que em 1795 mudou novamente de mãos, quando os britânicos tomaram o controle da mão de Francis Light em Penang.

Durante anos os ingleses se interessaram em Malásia exclusivamente por seus portos marítimos – com o propósito de proteger sua rotas comerciais – mas, o descobrimento de estanho lhes impulsou a avançar terra adentro para apoderar-se de toda a península.

Os britânicos, segundo seu costume, introduziram chineses e indianos, um ato que modificaria radicalmente a mescla racial do país. Entretanto, Charles Brooke, conhecido como o rajá branco e a Companhia do Norte de Borneo, avançavam sobre Sarawak e Sabah, respectivamente.

Depois da Independência

Depois de conseguir a independência de Grã Bretanha, no ano de 1957, Malásia teve sérios problemas com guerrilhas comunistas chinesas e durante três anos, o país se viu implicado numa confrontação com Indonésia, cujo presidente Sukarno ameaçava com destruir a Federação Malaya.

A morte de Sukarno pôs fim a confrontação, enquanto que a atividade guerrilheira desaparecia (abandonaram seus esconderijos para obstruir a construção da estrada este-oeste que enlaçava Penag com Kota Bahru, ainda que terminaram por retirar-se definitivamente da luta armada).

Em 1963, os Estados de Sarawak e Sabah, ao norte de Borneo, junto com Singapura, se uniram a confederação Malaya para criar Malásia. As relações com Singapura se distanciaram quase que imediatamente e aos dois anos, retirou-se da confederação.

Durante muito tempo Sabah foi um Estado problemático para a Confederação pela mentalidade de independência do seu Governo. Na atualidade se acha baixo o firme controle central de Kuala Lumpur.

As eleições realizadas em 1969 terminaram com violentos distúrbios e com a suspensão do Governo parlamentário. A tensão entre malayos (que controlam o ritmo político) e chineses (que dominam o pulso econômico do país), ainda constitui um problema.

As velhas rivalidades entre malayos e chineses se aguçaram nos últimos anos. Os chineses entendem que a tendência promalaya há ido demasiado longe e reduziram sua participação profissional e financeira na economia.

Por um tempo, a chegada dos refugiados vietnamitas a costa leste de Malásia (de alta densidade de população malaya), agravou os conflitos raciais que pareciam haver apaziguado. Entretanto, podemos afirmar que em términos gerais não existem conflitos raciais no país.

Depois da Década dos Setenta

As eleições de 1978 concluíram com a esmagadora maioria do Barisan ou Frente Nacional, que conseguiu absorver a metade de seus rivais e esmagar aos demais.

O incremento dos preços do caucho e o estanho mantiveram o crescimento da economia malaya durante a década de 70, más estes produtos decaíram na década seguinte. Malásia há seguido –mesmo por sorte a grande distância – a tendência islamizadora, e a Frente Nacional sofre agora uma dupla pressão política.

Por uma parte, os liberais malayos, chineses, e hindus e outros, os fundamentalistas malayos.

Malásia é um dos seis países que configura a Associação de Nações do Sudeste Asiático, mais conhecida como a ASEAN. Esta associação está integrada por Malásia, Tailândia, Indonésia, Singapura, Borneo e Filipinas e foi formada com o propósito de criar e desenvolver uma política econômica, social e cultural de entendimento entre seus membros.

Malásia, Reino de Intolerância

Nos bosques antigos da Terra germinou uma nação flutuante. Desde a selva de Borneo até os arranha céus de Kaula, Malásia penetra pelos cinco sentidos com aroma das velhas colônias, o sabor das especiarias, o tato oriental, os sons da floresta e as cores de dois mares.

Quem conhece este país, afirma sem receio que "só Malásia tem tudo". E que ninguém é capaz de desmentir tal verdade . Malásia possui pitorescas aldeias de pescadores, montanhas que guardam tradições milenária, abundantes e impenetráveis bosques tropicais e quilômetros de praias virgens de finas e brancas areias.

Tudo isso, no berço que é o centro de uma cultura milenária, nascida do encontro de diferentes raças. Provavelmente o tesouro de Malásia sejam seus habitantes, homens provenientes de rincões tão distantes quando a China ou a Índia. Sem esquecer a presença de colonizadores ingleses, holandeses, e portugueses.

Aquele passado, carregado de imigrações, se faz presente permanentemente na riqueza das sua tradições, na sua arte, nos coloridos e diversos festivais, na gastronomia, relações humanas, enfim, um sólido reino onde a tolerância possibilita um caleidoscópio de costumes difícil de se encontrar em outras regiões.

Malásia é um suave sorriso, uma delicada lição, o lugar ideal para aprender algo sobre a convivência. Quem a visita, deve retornar ao seu lugar de origem carregados de uma filosofia de vida, fundamentada no respeito pela diferença, fato que possibilita o crescimento e o florescimento de riqueza em qualquer nação.

Para descobrir Malásia, realizaremos um recorrido por seus 13 estados, partindo desde Johor, o estado situado mais a sul. Avançaremos seguindo o curso dos ponteiros do relógio (Malacca, Negeri Sembilan, Selangor onde se encontra a capital Kuala Lumpur, Perak, Kedah, Penang, Perlis, Kelantan, Terengganu e Pahang), para finalizar o percurso pelos estados de Sarawak e Sabah, situados na ilha de Borneo.

Johor

Johor é o único Estado de Malásia que tem uma costa tanto par o leste como para oeste. A capital é Johor Bharu, situada na entrada sul da Península de Malásia e comunicada por uma auto-estrada com Singapura.

Entre suas maiores atrações merece uma menção especial o Museu do Rajá dos Jardins de Istana, palácio construído em 1866 pelo Sultão Abu Bakar e que constitui um dos edifícios mais antigos da cidade, rodeado por magníficos jardins.

A Mesquita de Abu Bakar es uma das mais chamativas de Malásia. Sua construção se concluiu em 1900, uns anos antes da morte do sultão, trás oito anos de trabalho intensivo. Tem uma capacidade para congregar a mais de 2.000 fiéis. Não deixe de visitar a atual residência do Sultão de Johor, conhecida com o nome de Istana Bukit Serene. Trata-se de um belo palácio concluído em 1933.

Os amantes da natureza devem ir as Cascatas de Kota Tinggi, localizadas a 56 quilômetros ao norte de Johor Bahru. A queda de água tem uma altura de 32 metros e é muito conhecida tanto pelos malayos como pelos estrangeiros que fogem do sufocante calor tropical, em busca de sua frescas águas. Para quem adora os espaços de sol e praias , nada melhor que uma visita as ilhas de Pulau Rawa, a 16 quilômetros da costa de Mersing.

Malacca (Melaka)

Malacca é a capital deste Estado. Sem deixar lugar a dúvidas é uma das poucas cidades malayas que concentram, em boa medida, a história deste país. Viu ao longo do tempo o auge e a queda dos grandes impérios que se esforçavam por conquistar um lugar na região.

Este importante porto, até o século XIX, foi governado pelo Sultanato Malayo, por portugueses, holandeses e britânicos, deixando atrás de si uma riqueza evidente que se percebe em suas construções, e, suas estreitas ruas e na rica mestiçagem da população.

A visita pode iniciar-se no Templo de Cheng Hoong Teg, situado em Chinatown, no centro de um fascinante bairro cheio de templos, cafés e antigas lojas. O templo cujo nome significa "nuvem verde" é um o lugar mais antigo de oração chinês de toda Malásia. Fundado em 1645, destaca o teto adornado com peças de porcelana e cristais de cores que representam diversas figuras da mitologia chinesa.

A Bukit China (Montanha Chinesa), é o lugar que foi cedido pelo Sultão para alojar ao séquito da princesa Hung Li Puh antes de contrair matrimonio. Atualmente é o maior cemitério de chineses existente fora daquele país.

Seus 26 hectares contém aproximadamente 12.000 tumbas. Aos pés da ladeira se encontra o Poço do sultão, convertido hoje em dia numa fonte para pedir bons desejos e fortuna. Na cidade poderá admirar, também, A Porta de Santiago, o último e único resto do famoso forte português "A Famosa", construído no século XVI.

Em outros tempo, a fortificação ocupava toda a colina, incluindo um castelo, dois palácios e cinco igrejas. Os holandeses restauraram o forte, mas os britânicos o demoliram em 1807 quando ocuparam o território holandês durante as guerras napoleônicas.

Ao pé da colina se localizam as ruínas da Igreja de São Paulo, construída pelos portugueses ao redor do ano 1512, no mesmo lugar onde se alçava uma pequena capela. Aqui descansam os restos de São Francisco Xavier, primeiro pároco da igreja, junto com outras tumbas com epígrafes em latim, holandês e português. A cozinha se utilizou como cemitério em 1753.

Na Praça Holandesa, encontra-se as construções holandesas de séculos passados. O Stadhuis é o edifício holandês mais antigo que s conserva em todo Oriente, construído entre 1641 e 1660. É facilmente reconhecível pela sua cor salmão e na atualidade alberga o Museu Histórico de Malacca.

A Praça Portuguesa ou Medan Portugis localiza-se em Ujong Pasir (ou bairro português), a 3 quilômetros do centro da cidade. Aqui representam-se diferentes danças folclóricas para os turistas, realizam-se diversas atividades culturais, sem esquecer as celebrações das festas portuguesas.

Não deixe de visitar o Baba Nyonya Heritage, um museu privado que contém numerosas peças antigas procedentes de China, o Museu Merdeka, onde se mostra a história da independência e a Mesquita Kampung Ulu, a mais antiga de Malásia.

Malacca conta com várias praias, entre as que se destacam Klebang e Tanjung. Por outro lado, existem numerosos centros estatais de recreio ao longo das costas, como Tanjung Bidara, a 35 quilômetros da capital.

É um dos melhores lugares para descansar, tomar sol e banha-se. Para aqueles que procuram encontrar-se com agradáveis povoados tradicionais, o melhor é ir a Pantai Kundur e para aqueles que desejam alguma ilha tropical, Pulau Besar, é o lugar indicado, ademais de ser um lugar carregado de misticismo.

Negeri Sembilan

Literalmente, o nome de Estado significa "Nove Distritos". Seremban, a capital, a 64 quilômetros de Kuala Lumpur, conta com numerosos locais turísticos. Sobressaem os Jardins do Lago, com dois encantadores lagos rodeados de um verde, no que seus habitantes consomem seu tempo de ócio. As primeiras horas da manhã é possível ver numerosas pessoas praticando tai chi, em meio de uma frondosa natureza. Nas imediações encontra-se Rumah Minangkabau, uma típica mansão malaya, construída sem a necessidade de nenhum prego.

Outro dos lugares mais visitados é o Museu do Estado ou Istana Ampang Tinggi, uma antiga residência real construída em 1861 em outra cidade. No ano 1953 foi desmontada e transportada a sua atual localização. Conta com excelente coleções de arma peças de bronze e prata.

Recomendamos a visita a Taman Seni Budaya, uma complexo cultural que compreende três edifícios históricos que albergam interessantes coleções de artesanato, porcelana, batiks, peças de madeira gravada, antigüidades, armas instrumentos musicais e jóias. Finalmente o Seri Menanti Royal Museum, antiga residência real, de estilo Minangkabu que destaca por suas impressionante colunas de madeira, com trabalhos em baixo relevo.

A 16 quilômetros da capital de Estado encontra-se a cascata de Ulu Bendul, dentro da área recreativa do mesmo nome. É um paraíso para o acampamento e o lugar de fim de semana dos habitantes da capital. Quanto a praia, a mais famosa é Port Dickson por sua cristalinas águas, por seus bangalôs e por seu festival anual chamado Pesta Port Dickson.

Selangor

É o Estado que acolhe a capital federal, Kuala Lumpur. Distingui-se por ser o coração industrial de Malásia e por ser o Estado com maior densidade populacional.

Shah Alam, a capital, encontra-se a tão só 25 quilômetros da capital federal. Para visitar os locais turísticos é necessário deslocar-se em carro ou melhor em taxi.

A colossal cúpula de alumínio, no meio de 4 minaretes da Mesquita do Sultão Sala Huddin Abdul Aziz Shah, domina toda a cidade. É a maior de todo o sudeste asiático. O desenvolvimento urbano da cidade segue um plano futurista de urbanismo, razão pela que se construiu grandes avenidas e zonas verdes, ademais de albergar numerosos órgãos do governo.

Port Klang que está a apenas 15 quilômetros de Kuala Selagor, no centro de uma imensa foz, é o primeiro porto de Malásia. Desde aqui partem as embarcações a Ilha de Pulau Ketam e Pulau Tengah, excelentes lugares para pesca.

Outro dos lugares de interesse turístico deste Estado, constituem ser as Cavernas de Batú, um santuário hindu a 13 quilômetros ao norte de Kuala Lumpur.

Deve-se subir 272 degraus antes de chegar ao refrescante interior da caverna, lugar onde realiza-se a festa religiosa hindu de Thaipusam. Por outro lado, recomendamos acercar-se as espetaculares cascatas de Kanching, Sungai Kerling e Sungai Gabai, mas se o que está procurando é um lugar onde descansar, existe um santuário natural a tão só uma hora de Shah Alam.

Trata-se do Parque do Templo, próximo as reservas florestais de Serendah e Kanching. Este lugar é conhecido por suas exuberantes cascatas, seus transparentes caminhos de água e por ser o lar de uma rica variedade de borboletas e pássaros. Se gosta de animais aconselhamos a visita ao Zoo e ao Aquário de Negara, onde poderá admirar mais de 200 espécies de animais, entre pássaros, repteis, camelos, elefantes.

Kuala Lumpur

Kuala Lumpur, a capital federal de Malásia, é uma cidade que se desenvolveu consideravelmente. Tempos atrás constituía um pequeno assentamento e hoje é uma cidade cosmopolita com mais de um milhão de habitantes. Apesar da expansão urbanística que sofreu, os modernos arranha céus se alçam por entre velhas estruturas de estilos tão diversos e dispares como a mongól, islâmica, Tudor e a Minangkabau.

Entre seus principais edifícios se acha o Sultão Abdul Samad, construído entre 1894 e 1897, que com seu relógio na torre de 41 metros é uma das construções mais fotografadas da cidade. Para visitar o Parlamento, as autoridades locais exigem que os visitantes estejam bem vestido, em sinal de respeito. No seu interior está a Casa dos Representantes, o Senado, a Sala de Banquetes, vários escritório para comitês e uma biblioteca.

Desenhada e construída no século XX, a moderna Estação de Trens, que veio a substituir a antiga de 1885, possui um elegante estilo islâmico, com suas arcadas e minaretes, é facilmente reconhecível. A Mesquita Nacional ou Masjid Negara, distingui-se por suas estruturas geométricas e seu grande minarete de 73 metros de altura, que se ergue desde o centro de uma piscina. Para chegar a ela é preciso descalçar-se, sem esquecer que as mulheres devem ir vestidas com sobriedade.

Por sua parte, a Mesquita de Masjid Jame se destaca exatamente no lugar do nascimento da cidade, entre os rios Klang e Gombak, está rodeada de coqueiros entre os quais sobressaem seus minaretes. Pelas noites aparece espetacular, sobretudo desde o Mercado da rua Benteng.

Destacamos demais, o Monumento Nacional, localizado no jardim do Lago, uma grande escultura de bronze projetada e construída em 1966 em honra aos heróis nacionais, pelo mesmo artista que realizou o Memorial em Washington, os Jardins do Lago dão vida a uma das zonas mais populares e apreciadas pelos habitantes da cidade. É o lugar de descanso e refúgio, quando o calor oprime. Desde aqui obtém-se excelentes panorâmicas de Kuala Lumpur.

O bairro chinês ou Chinatown, formado por Jalan Petaling, Jalan Sultan e Jalan Bandar descobrirá um espetáculo de luzes e cor. Nas suas ruas é possível adquirir todo tipo de mercadorias, desde remédios chineses, frutas variadas, flores até tortas.

A meia noite, a rua de Jalan Petaling é cortada ao tráfego para converter-se num via de pedestres que se transforma num fabuloso bazar ou Pasar Malam. A Pequena Índia, onde se concentra a comunidade indiana encontra-se em Jalan Masjid Índia e enquanto se chega a suas ruas é como se, de forma fantástica, viajasse por aquele país.

O Mercado Central, Dataran Merdeka, o coração da cidade, o Museu Nacional, com coleções que mostram o passado. do país, o Centro Karyaneka ou o complexo de informação de turismo de Malásia são outros dos pontos turísticos da buliçosa capital.

Perak

Perak, conhecido como o "Estado da Prata" ou a "Terra da Graça", deve seu nome a abundância deste precioso metal que se explora em grandes quantidades. A capital, Ipoh, encontra-se na rota da auto-estrada do norte-sul e foi a antiga residência dos milionários que fizeram suas fortunas com a exploração da borracha.

É a segunda cidade da Malásia e foi fundada a mais de 125 anos, no ponto mais alto do rio Kinta. A cidade divide-se em duas partes, sendo a zona velha, a mais interessante. Aqui concentram-se a maioria de construções coloniais, maioritariamente de estilo inglês, como a Prefeitura ou a escola de São Miguel. Por outro lado, destaca a Estação de Trem, de estilo muçulmano e que recorda a de Kuala Lumpur, o Museu Geológico, com uma coleção de mais de 600 minerais, fósseis e pedras preciosas.

Não deixe de visitar ao Templo das Cavernas, para admirar o maravilhoso trabalho de entalhe em pedra de diferentes Budas. Nos arredores encontram-se belos templo de estilo mandarim, entre pequenos lagos e numerosos bonsais.

Em direção ao norte de Ipoh, encontra-se Kuala Kangsar, lugar de residência do sultão de Perak, onde sobressaem a Mesquita Ubudiah, com uma dourada e impressionante cúpula, o Palácio Real chamado Istana Iskandarah, construído na cima de um colina sobre o rio Perak, uma fina construção ao estilo malayo para uso exclusivo da monarquia e o Museu Real Perak, que exibe uma das coleções de armas mais antigas de Malásia.

Taiping é a mais antiga capital do Estado de Perak. Seus jardins são muito conhecidos, igualmente que a coleção de armas, adornos, utensílio e espécies arqueológicas que se exibem no Museu mais antigo do país. Destaca, ademais, a prisão estatal, também a mais antiga, o templo chinês Seng Tong e a estação central.

Lumut, situado a 86 quilômetros de Ipoh, é o ponto de partida para as excursões a Pangkor Island. Em tempos anteriores foi um importante porto pesqueiro e na atualidade é a base da Real Marinha de Malásia. Pangkor Island encontra-se a 30 minutos das costas, sendo um dos lugares especiais para o descanso do Estado de Perak.

Caminhando por sua ruas se percebe o ambiente de uma pequena vila de pescadores. Ademais de poder aproveitar de uma boa comida a base de frutos do mar e peixes, suas praias, como a Pasir Bogak, Pantai Puteri ou Telum Dalam, são uma delicia.

Kedah

O Estado de Kedah, conhecido como o "A Bacia de Arroz de Malásia", graças a abundância deste grão, reserva desde uma formosas e brancas praias até espetaculares cascatas, sem esquecer a ilha de Langkawi, popular por seus hotéis de categoria internacional, lojas francas de impostos e intermináveis extensões de areia e movimentados mares para a prática do surf.

Sua capital, Alor Setar, tem entre seus atrativos o Museu do estado, alojado num belo edifício de estilo malayo-tailandês, o bazar Pkan Rabu, a Mesquita Zahir, com uma cúpula de cor negra, o Palácio de Balai Besar, uma construção de madeira do século XIX e que constituí o melhor exemplo da arquitetura malayo-tailandesa e os refugio das colinas altas de Gunnung Jerai, onde se obtêm excelente vistas de todo o vale. Se distingue, ademais, Pantai Mederka, 60 quilômetros da capital. Por sua brancas areias e o pequeno povoado de Kota Kuala Kedah, um do pontos de saída dos ferris que vão as ilhas.

A Ilha de Langkawi, na realidade compreende um grupo de mais de 90 pequenas ilhas e antigo refúgio de piratas, é um dos lugares mais explorados turisticamente por Malásia, devido a beleza inexorável de seu entorno. Kuah é o principal povoado da ilha e ponto de chegada das embarcações.

Conta com numerosas lojas livres de impostos, uma adequada seleção d artigos e é um excelente lugar para realizar viajes à outras ilhas. Nos arredores encontra-se Telaga Tujuh, uma impressionante cascada que lança desde uma altura de 91 metros e cai sobre sete piscinas e Patai Rhu, uma preciosa praia com covas de coral.

Distinguem-se, por outro lado, as ilhas de Pulau Dayang, Pulau Singa Besar, Pulau Rebak Besar e Pulau Payar

Penang (Pulau Pinang)

A ilha de Penang é o mais antigo assentamento britânico na península malaia, anterior a Singapura e Malacca. Em 1786, o capitão Francis Light tomou esta ilha quase desabitada de 285 quilômetros quadrados que encontra-se a tão somente dez quilômetros da península, se ascende a ela pela ponte de Penang, a terceira ponte mais extensa do mundo.

A capital da ilha é uma cidade de Georgetown, que tem seu coração em Komtar, um complexo de construções, como se fosse outra cidade, onde pode-se fazer as compras, ir ao cinema, comer ou simplesmente caminhar.

Outros dos pontos de interesse são a Mesquita Kapitan Kling, de forma circular, com uma cúpula dourada e que apesar de seu desenho futurista, foi construída pelos indianos muçulmanos a princípios do século XIX, o Templo de Kuan Yin Teng, importante centro taoísta e o mais antigo da ilha, o Wat Chayamankalaram, de estilo tailandês e que acolhe a um Buda inclinado, o terceiro maior do mundo, o Templo Sri Mariamman, o recinto hindu mais antigo com uma preciosa escultura adornada de ouro, prata e diamantes e o Forte de Cornwalls, primeiro assentamento dos britânicos.

Não se pode esquecer de visitar o Templo das Serpentes, localizado em Bayan Lepa, muito próximo ao Aeroporto Internacional de Penang e onde as serpentes Waglers Pit Vispers deslizam-se por entre os objetos que repousam sobre o altar e a Igreja de São Jorge.

Lhe aconselhamos que suba ao funicular que ascende lentamente até o alto do cume, desde onde se obtém excelentes vistas da ilha e depois, dar um passeio pelos jardins botânicos, um dos mais belos do país. Como curiosidade e se gosta de insetos visite o Criador de Borboletas, com mais de 100 espécies diferentes.

Perlis

Perlis, o menor estado de toda Malásia. Encontra-se ao noroeste da península e tem fronteiras com a Tailândia ao norte e com o Estado de Kedah ao sul. A agricultura é o suporte de sua economia, particularmente o arroz e a cana de açúcar.

Destacamos os povoados de Kangar, a capital do estado, um pequeno povoado que distingue-se por sua Mesquita e seu ambiente rural, Arau, residência real, com uma impressionante mesquita e um Palácio Real, Padang Besar, um pequeno povoado fronteiriço com a Tailândia e lugar favorito dos comerciantes de peles, roupa e comida, Kuala Perlis, na desembocadura do Rio Perlis, é uma das portas de saída em direção a Ilha de Langkawi e o Criadouro de Serpentes, onde pode-se apreciar boas variedades de serpentes venenosas ou não.

Kelantan

O estado situado mais ao norte da costa leste. É terra de inumeráveis tradições, onde a cultura malaia cobra um matiz muito especial. É a casa dos peões gigantes, dos cometas e do wayang kulit, o teatro de sombras que consegue cativar qualquer espectador.

A capital é Kota Bharu, que graças a seu isolamento durante muito tempo, conserva tradições únicas na Malásia. Destacamos o Mercado Central, um lugar de grande atividade onde a maioria dos mercadores são mulheres que comerciam com todo tipo de artigos, desta a tradicional batik até presentes feitos de bambu, passando por uma grande seleção de comidas.

O mercado abre todos os dias, e está rodeado de pequenos postos onde poderá tomar algum refresco. Lhe aconselhamos visitar o Museu Kelantan com excelentes pinturas, cerâmicas e instrumentos musicais, o Istana Balai Besar, o palácio do Sultão, restaurado recentemente e com uma bela barca real de 1900, a Praça da Independência ou Padang Merdeka.

Em kampung Laut, a dez quilômetros de Kota Bharu, encontrará a mesquita mais antiga da Malásia, construída em sua totalidade com madeira sem utilizar nenhum prego. Atualmente estava às margens do rio Kelantan mas, por medo de que se inundasse, foi desmontada e trasladada a seu lugar atual. Outro templo a visitar é o templo budista de Wat Phothivian, em Kampung Jambu, 15 quilômetros ao norte da capital. É um povoado tailandês de aproximadamente 200 habitantes cuja principal atração é um Buda de 40 metros de comprimento por onze de altura.

O estado também é conhecido por suas magníficas praias como Pantai Cinta Berahi, ao norte de Kota Bharu (cujo nome significa "praia do amor apaixonado"), Pantai Dasar Sabak (a 13 quilômetros da capital), uma praia rodeada de palmeiras onde em dezembro de 1941 as tropas japonesas aterrizaram antes de ocupar Malásia e Singapura, Pantai Dalam Rhu, a praia "da brisa sussurrante", próxima a um pequeno povoado de pescadores chamado Semarak (50 quilômetros ao leste de Kota Bharu) e Pantai Irama, a praia "da melodia", 25 quilômetros ao sul da capital, uma das mais bonitas da costa.

Terengganu

Este é outro dos estados que contam com costas no leste. Seu litoral está banhado por águas azuis, salpicado de brilhantes areias brancas, pitorescas lagoas e aldeias de pescadores. Sua capital, Kuala Terengganu, é conhecida por seus trabalhadores de batiks, songkets, cestarias e objetos de bronze. Sobressai o Palácio Mazaih, o Mercado Central, de grande colorido e o Istana Tengku Long, um interessante complexo que alberga o museu da cidade e interessantes construções da velha Malásia dos sultãos.

A 56 quilômetros ao sul da capital encontra-se Rantau Abang, um dos melhores lugares para observar como desovam as tartarugas. Antigamente os habitantes recolhiam a maior parte dos ovos para seu consumo, todavia, na atualidade as autoridades os recolhem para evitar os criadouros, com o fim de que as crias possam nascer e alcançar livremente o mar. Aqui poderá visitar o Lago Kenyir, que cobre uma área de 40.000 hectares e abastece de eletricidade a maior parte da Malásia. Somente pode-se ascender à ele através de Kuala Berang.

As Ilhas de Pulau Kapas, a meia hora em bote, são famosas por seus corais e por seu um dos melhores lugares para praticar o mergulho. Pulau Permentian, a 20 quilômetros de Kuala Besut, é uma fantástica ilha tropical de águas claras e limpas, famosa também por seus corais e abundante fauna marinha. É lugar ideal para o descanso, a natação, a pesca e o mergulho. E Pulau Rendang é a maior ilha da costa de Terengganu, a suas horas e meia de bote desde as costas.

Pahang

Pahang é o maior estado de toda a península. Em seus territórios encontram-se amplas extensões de bosques tropicais, que configuram um gigantesco Parque Nacional de Taman Negara, lar de milhares de espécies de fauna e flora. É ademais, um dos bosques úmidos mais antigos do mundo. A pesca e o artesanato são as atividades mais importantes das aldeias de Pahang.

A capital é Kuantan que destaca por seu artesanato, especialmente os trabalhos de escultura em madeira e por sua deliciosa praia Teluk Chempedak, provista de hotéis, restaurantes e centros noturnos. Ao norte encontra-se Cherating, sede do Club Mediterranée e a Praia de Balok, para os entusiastas do surf. Em direção ao sul, Pekan, na costa real. Sobressai o Palácio do Sultão e o Museu Estatal.

Desde aqui se pode viajar para o Lago Cini. Enquanto as ilhas, o Estado conta com a ilha de Pulau Tioman, considerada como uma das ilhas mais belas do planeta. Foi descoberta por comerciantes árabes a mais de 2000 anos e desde então, há sido o refúgio para quem busca beleza, sem esquecer seus mananciais de água doce. Dispõe de um campo de golfe.

Sarawak

O maior estado da Malásia e encontra-se nos territórios da Ilha de Borneo. Na antigüidade foi uma província do sultanato de Brunei, mas, como seu nome indica, foi doado a James Brooke, como pagamento por acalmar as rebeliões que se sucediam naqueles territórios. Para o visitante resulta surpreendente, ademais da diversidade de grupos étnicos que habitam Sarawak, as espetaculares e vastas zonas de bosques tropicais, que se mantém quase intactos.

Kuching, sua capital, que significa gato em malaio, foi o centro da dinastia do rajá Branco. Se beneficiou da influência da família Brooke, que foi o artificio para declarar mais parques que no resto das zonas asiáticas. Visite o Forte Margherita, construído em 1879 como defesa da cidade, restaurado recentemente. Alberga o Museu da Polícia, que conta com interessantes objetos relacionados com o ópio, os jogos ilegais e algumas relíquias. Vale a pena ver o templo de Tua Pek Kong, o mais antigo da cidade (1876), cuja construção marcou o firme assentamento da comunidade chinesa em Sarawak, formado naquela época por um pequeno núcleo de imigrantes que James Brooke havia trazido consigo em 1839.

As Cavernas de Niah, uma das mais extensas do mundo, constituem o coração do Parque Nacional de Niah, a meio caminho entre Bintulu e Miri.

A caverna é a fonte de um famoso manjar chinês: a sopa de ninho de pássaro. Uma infinidade de diminutos vencelhos constróem seus ninhos neste lugar e todas a noites oferecem um grande espetáculo no momento de entrar na caverna, ao mesmo tempo que saem morcegos.

A 37 quilômetros ao norte de Kuching encontra-se o Parque Nacional de Bako, que compreende uma superfície de 27 quilômetros quadrados de bosques, brancas baías e encantadoras colinas. O parque é muito rico em flora e fauna, sendo o habitat natural de plantas carnívoras e animais como o macaco, cerdo selvagem e o cervo. A praia de Santubong, 32 quilômetros ao norte da cidade dos pescadores que leva o mesmo nome, é um lugar ideal para o mergulho e o windsurf.

No Parque Nacional Gunung Mulu, encontrará os melhores exemplos da fauna endêmica de Borneo, o pico mais alto e impressionantes cavernas como a Sarawak Chamber ou a Cova de Águas Claras. Lhe recomendamos um Safari pelo Rio Rejand, que se faz a noite. Navega-se no rio em típicas embarcações até chegar a uma das comunidades dos ibans, para admirar suas danças e suas típicas "casas extensas", construídas em madeira.

Ou bem, o Safari pelo Rio Skrang, uma viagem muito similar a anterior. Se gosta de conhecer os costumes típicos, deve ir à Vila Cultural de Sarawak, um espetacular museu onde pode-se ver de perto as variadas manifestações das culturas e costumes dos grupos étnicos da região.

Lembre-se que Sarawak é um dos rincões mais ricos em vida selvagem desta zona da Ásia. É a casa do gamo, javali, urso, gibón, lagarto, serpentes e do orangotango, todos eles protegidos juntamente a outras 550 espécies de pássaros.

Sabah

Conhecida como a "Terra Debaixo do Vento" porque encontra-se sob a zona dos tufões, Sabah aparece como um território montanhoso com espessas selvas tropicais úmidas. Encontra-se no extremo norte de Borneo e muito próximo as Filipinas.

Kota Kinabalu, a capital, é a entrada oriental da Malásia, com conexões diretas a Borneo, Hong Kong, Filipinas, Coréia do Sul, Jacarta e Taiwan. Em outros tempos a cidade era conhecida como Api Api (fogo fogo), pelo costume que tinham os piratas de incendiá-la. Por sua parte, Kota Belud, é um pequeno povoado situado a 77 quilômetros da capital, popular por seu tamu ou mercado, que tem lugar cada domingo e no qual a também rodeios de búfalos.

Muito próximo, o Parque Nacional de Kinabalu, que alberga a montanha mais alta de toda Malásia, o Kinabalu (4,101 m). A zona é o lugar favorito de alpinistas e estudiosos de orquídeas, pássaros e borboletas, graças a sua abundante flora e fauna. Desde o alto, se obtém belas vistas, inclusive da costa norte.

Kudat na ponta de uma pequena península, é uma vila dos kadazan, uma raça cujas mulheres são especialmente belas com longos cabelos negros. É uma cidade que vive do arroz e que destaca-se por seu festival, onde se consome vinho de arroz tapai.

A antiga capital de Sabah, Sandakan, é um importante porta para a exportação de variados e numerosos produtos, desde madeira e azeite de palmeira, até ninhos de pássaros para o conhecido manjar chinês.

Desde aqui pode-se viajar às Cavernas de Gomantong, onde se recolhem os ovos dos ninhos, considerados uma delícia culinária. Não deixe de aproximar-se ao Santuário de Orangotangos de Sepilok, que distancia aproximadamente 24 quilômetros de Sandakan.

É o único lugar do mundo em que poderá ver, desde uma plataforma situada no meio do bosque, como se alimentam. Trata-se de um centro de apoio aos orangotangos, onde se reabilita para mais tarde devolvê-los a seu meio natural. É aconselhável visitá-lo durante a manhã.

Finalmente, para quem quer mergulhar, há que viajar para a Ilha de Sipadan, em frente do povoado de Semporna, onde encontra-se uma rica fauna marinha.

Fonte: www.rumbo.com.br

Malásia

História da Malásia: 1963-2000

Malásia é um país no sudeste da Ásia, compreendendo a península malaia, limitado a norte pela Tailândia, e cercado a leste ea sul pelo Mar da China Meridional ea oeste pelo estreito de Malaca, e os estados de Sabah e Sarawak, na parte norte da ilha de Bornéu ( sul de Bornéu é parte da Indonésia).

Governo

A Malásia é uma federação de 13 estados: Johore, Kedah, Kelantan, Malaca, Negri Sembilan, Pahang, Penang, Perak, Perlis, Sabah, Sarawak, Selangor, e Trengganu, além da capital, Kuala Lumpur , E a ilha de Labuan , Os quais são separados territórios federais. Cada estado tem a sua própria constituição, chefe de Estado, e assembleia eleita, liderada por um ministro-chefe e gabinete, e legisla sobre assuntos fora da esfera do parlamento federal.

Sob a Constituição de 1957, um monarca é eleito para mandatos de cinco anos por, e de entre os governantes hereditários de Johore, Kedah, Kelantan, Negri Sembilan, Pahang, Perak, Perlis, Selangor, e Trengganu. Poderes do governante suprema são semelhantes aos do monarca britânico, incluindo critério na nomeação de um primeiro-ministro e na concessão de uma dissolução do parlamento. Geralmente, os atos do monarca sobre o conselho do primeiro-ministro e gabinete, que detém o poder efetivo.

A duas câmaras federais legislatura ou parlamento é composto de uma casa de 70-membro superior ou senado, o Negara Dewan, com 40 membros nomeados pelo chefe de Estado, quatro de os dois territórios federais, e dois membros eleitos por cada um dos 13 assembléias estaduais para mandatos de seis anos, e uma casa de representantes, o Rakyat Dewan, cujos 192 membros são eleitos para mandatos de cinco anos a partir de círculos eleitorais uninominais por sufrágio universal.

O Senado só pode atrasar contas já aprovadas pela casa dominante de representantes, cuja maioria do partido ou coligação fornece o primeiro-ministro, que governa com um gabinete selecionado do parlamento.

A formação da Malásia

Malásia foi formada em 1963 a partir de um número de ex-colônias britânicas: a Federação da Malásia (que compreende 11 estados), que alcançou a independência em 1957; Cingapura, que tinha sido auto-governada desde 1959, e dois territórios no noroeste de Bornéu, Sarawak e Sabah (então conhecido como Bornéu do Norte), que em 1960 estavam bem avançados no caminho para a independência.

O recém eleito governo de Cingapura foi a favor da fusão com a Malásia, e em 1961 Tunku Abdul Rahman, primeiro-ministro da Malásia, tomou a iniciativa e sugeriu que um plano deve ser elaborado pela qual Cingapura, Bornéu do Norte, Brunei (outro território britânico em Bornéu que tinha conseguido autonomia), e Sarawak seria aproximar com Malaya na cooperação política e econômica.

A proposta era em geral bem recebido. Benefícios comerciais caberia a partir da criação de uma grande unidade econômica, e os recursos poderiam ser agrupados. Haveria também vantagens políticas. Para Malaya fusão com Cingapura com sua grande população chinesa seria compensado pelas populações indígenas em grande parte dos Estados, na Bornéu .

Para Cingapura era um meio de acabar com status colonial, e para Sarawak , Brunei , E North Borneo seria avançar a data da independência. Havia também a vantagem de que o governo central existente no Kuala Lumpur Foi já federal em estrutura.

Grã-Bretanha também foi favorável à proposta. Em 1962, um malaio conjunta e britânicos comissão sob Senhor Cobbold concluiu, depois de testar a opinião pública, que a maioria das pessoas em Sarawak e Bornéu do Norte foram a favor da federação, e um referendo em Cingapura mostraram que uma maioria considerável para a fusão.

Brunei

Em Brunei, no entanto, o poder político passou nas eleições de Setembro de 1962 para o Partido Popular, que defendeu que antes da mudança para Malásia Foi feita deve haver a unificação dos três Bornéu territórios sob o sultão de Brunei como governante constitucional. Uma revolta dentro do partido tentou trazer este estado pela força, mas foi rapidamente reprimida.

Não obstante Brunei finalmente decidiu permanecer fora da federação, possivelmente porque, com sua população pequena e grandes riquezas na forma de petróleo que não estava disposto a compartilhar sua prosperidade. Além disso, o sultão de Brunei estado dentro da federação proposta foi posta em causa, e esta questão um peso político considerável contra a união.

A secessão de Cingapura

Malásia foi criada em setembro de 1963 com Tunku Abdul Rahman como primeiro-ministro, mas ambos dentro e fora da federação, nova alargada imediatamente entrou em dificuldades sérias.

Internamente, Cingapura , Segundo Malaya da população e mais de três quartos chinês na composição, ameaçou perturbar o equilíbrio comunal em que Malayan política e do governo, até então dependia. Cingapura S líderes envolveu-se na política da Península Malaia, Nomeadamente em 1964 eleições federais.

No ano seguinte, organizou a Convenção de Solidariedade da Malásia, e questionou a "posição especial" da comunidade malaia, defendendo uma política de 'Malásia Malásia ". Consequentemente Tunku Abdul Rahman exigiu que Cingapura deixar a federação, o que fez em agosto de 1965.

Ameaças externas

Externamente, a formação de Malásia levou o presidente Sukarno da Indonésia para anunciar em 1964 uma política de 'confrontação', que tentou (sem sucesso) para derrubar o novo estado por meios militares. Em 1966, após a derrubada de Sukarno, a guerrilha foi encerrado pela negociação.

A partir de 1966 os 11 estados na Península Malaia eram conhecidos como Malásia Ocidental, e Sabah e Sarawak como Leste da Malásia . O Filipinas contestou a soberania do leste da Malásia, em 1968, por meio de sua reivindicação em Sabah.

Contínuas tensões no interior da federação

Uma vez que a retirada de Cingapura eo fim do confronto, a história da Malásia tem sido dominado pela tentativa de construir um Estado-nação. Este enfrenta dois grandes problemas. O mais grave deles é a dificuldade em unir o país três principais comunidades étnicas, malaios, chineses e indianos, onde as diferenças de cultura e língua são ainda mais exacerbados por aqueles de nível socioeconômico. Das três comunidades os malaios têm dominado a vida política do país, enquanto os chineses e indianos manter a preponderância do poder econômico.

Em segundo lugar, o perigo sempre existiu que Sarawak e Sabah - separados como do resto Malásia por 650 mi da km/400 Mar da China Meridional - Pode separar-se da federação. Em 1972 foi decidido - principalmente como uma tentativa de minimizar as diferenças e, sem dúvida sugeridas pela analogia óbvia com o Oriente eo Paquistão Ocidental (o primeiro apenas ter se separaram como Bangladesh) - que a Malásia Ocidental deve ser renomeado península da Malásia e leste da Malásia simplesmente Sarawak e Sabah.

Distúrbios raciais e do estado de emergência

Estilo multirracial Tunku Abdul Rahman de governo foi bem sucedido até graves e generalizados anti-chineses motins eclodiram em maio de 1969. Estes motins, seguido de uma queda no apoio para os malaios Nacional Unidas Organização (UMNO) na eleição federal e eram indicativos de ressentimento malaio do sucesso econômico da comunidade de negócios chinesa.

O estado de emergência foi declarado nacional, e para os próximos 21 meses, o país foi governado por um Conselho Nacional de Operações, que estabeleceu o regime civil-militar conjunta. Durante este período, o governo alterou a Lei de Sedição de 1948, efetivamente limitar o debate sobre questões comuns. Para o fim de 1970, Tun Abdul Ruzak, vice-primeiro-ministro e chefe do Conselho Nacional de Operações, assumiu como primeiro-ministro de Tunku Abdul Rahman.

A restauração da democracia

Após a restauração do regime parlamentar em fevereiro de 1971 Abdul Ruzak, em um esforço para ampliar a política de consenso na Malásia, expandiu sua Coligação Aliança para uma Frente Nacional 10 partidos, incluindo os partidos de oposição anteriores em suas fileiras.

Este obteve uma vitória retumbante nas eleições gerais de 1974, conquistando 135 das 154 cadeiras do Parlamento. Em 1976, o poder passou rapidamente e sem problemas para Datuk Hussein Onn, que se tornou Malásia Ministro terceiro 's principal após a súbita morte de Abdul Razak.

A política pró-malaio

O resultado mais significativo dos acontecimentos de Maio de 1969 foi uma tentativa, anunciada no plano de cinco anos (1971-1975), para reestruturar a sociedade da Malásia. O objetivo era aumentar o percentual de etnia malaia empresas de propriedade de 4% para 30%, em 1990, e para estender o uso de pró-malaio (Bumiputra) sistemas de ação afirmativa de cotas para acesso à universidade e ao emprego empresa. A expansão econômica, esperava-se, seria de grande facilitar este processo redistributivo e ao mesmo tempo oferecer a oportunidade de eliminar a pobreza entre todos os malaios.

O programa criado malaio avanço, no entanto, o descontentamento chinesa e indiana considerável. Este, por sua vez contribuiu para o ressurgimento de um movimento guerrilheiro comunista em uma escala pelo menos equivalente ao que, no final da emergência 1948-1960.

Relações com a comunidade chinesa deteriorou ainda mais no final da década, como resultado da recusa do governo federal para acolher os refugiados vietnamitas. Houve também um renascimento do Islã fundamentalista entre malaios no oeste e norte.

Relações internacionais na década de 1970

As relações externas de Malásia sofreu uma mudança significativa na década de 1970. Durante os anos 1960 Malásia envolveu-se em alianças regionais de um fortemente pró-ocidental, de caráter anti-comunista, como a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). No entanto, depois de 1970 Malásia progressivamente modificado sua política em direção a um alinhamento menos rigorosa.

Em 1974, após dois anos de negociações, Malásia estabeleceu relações diplomáticas com China , Embora o problema de 220.000 apátrida residente permanentemente em chinês Malásia permaneceu sem solução. Em termos de segurança, Malásia , Juntamente com outros membros da ASEAN, tornou-se cada vez mais dependentes de amizades estabelecidas com o EUA e China . Estreitos laços econômicos foram desenvolvidos com Japão e joint ventures incentivado.

A partir da década de 1970 as relações com outras potências comunistas e nações islâmicas também melhorou.

Desenvolvimentos na década de 1980

Dr Mahathir bin Mohamed se tornou o novo líder da UMNO e primeiro-ministro em 1981 e adotou uma estratégia mais estritamente islâmico malaio e do que seus antecessores. Ele também lançou um ambicioso programa de industrialização, buscando emular Japão .

Ele foi reeleito em 1982 e 1986, mas encontrou oposição de seus parceiros de coalizão da Malásia Associação Chinesa. Havia também entre cristãos e muçulmanos em conflito Sabah , E crescimento econômico mais lento, como resultado da queda na lata mundo, borracha e óleo de palma preços.

Em 1987, na sequência do agravamento malaio-chinesas relações, Mahathir ordenou a prisão de mais de 100 ativistas da oposição, incluindo o Partido de Ação Democrática (DAP) é líder Lim Kit Siang, e um aperto da censura da imprensa. Estes movimentos precipitou um racha na UMNO, com o ex-primeiro-ministro e ex-Rahman comércio e indústria ministro Razaleigh Hamzah deixando para formar um agrupamento novo partido multirracial, Semangat '46. Em 1988 um reconstituído UMNO Baru (Nova UMNO) foi criado por Mahathir.

O primeiro-ministro também anunciou um relaxamento da política econômica que favoreceu 1971 malaios étnicos - propriedade de capital malaio tendo alcançado apenas 18% em 1987 - como parte de um programa de "unidade malaio" mais consensual.

Desenvolvimentos na década de 1990

Na eleição de 1990 em geral, a coalizão de primeiro-ministro Mahathir bin Mohamed decisão capturou 127 dos 180 assentos da Assembleia Nacional.

Semangat '46 perdeu cinco de seus 12 assentos. No entanto, Islâmica (PAS) e seus aliados chineses (DAP) do partido entrevistados bem localmente. A política econômica pró-malaio expirou em dezembro de 1990 e foi substituído por um novo programa, o "nova política de desenvolvimento", que era menos discriminatória contra os não-malaios e teve como objetivo alcançar um aumento de oito vezes (7% ao ano) na renda nacional por o ano de 2020. O crescimento do PIB na década de 1980 em média de 8% ao ano.

Mahathir bin Mohamed foi reeleito presidente da UMNO Baru em 1993. Durante 1994, ele suspendeu temporariamente todos os contratos comerciais novas com o Reino Unido após alegações na imprensa britânica de um acordo de ajuda-por-armas entre os dois países em 1988.

Na eleição de 1995 em geral, UMNO Baru aumentou sua maioria, garantindo a sua maior vitória desde a independência em 1957. Em Maio de 1996 o fosso de oito anos dentro UMNO foi curada quando Razaleigh Hamzah levou seu partido '46 Semangat volta para o rebanho UMNO.

Os problemas ambientais

No verão de 1997 a fumaça de incêndios florestais em vastas Sumatra e Bornéu severamente afetados Malásia , Causando riscos à saúde, problemas de transporte, e as dificuldades industriais. Em Sarawak um estado de emergência foi imposto em setembro.

A névoa se acreditava ter contribuído para a colisão no final de setembro de dois navios de carga no Estreito de Malaca , Resultando na morte de 29 tripulantes. O problema continuou até 1998, fazendo com que (em Fevereiro) $ 300 milhões de danos ao turismo, indústrias e saúde.

Crise econômica

Após uma década de crescimento espetacular, Malásia entrou em uma forte recessão, com a economia encolhendo 5% no primeiro semestre de 1998.

Em fevereiro de 1998, para atenuar o impacto da crise econômica regional, foi anunciado que as leis raciais que Bumiputra favorecidas empresas malaias seria relaxado. Em março, em resposta à crise financeira asiática, foi anunciado que 17 mil de Malásia 'S 1 milhão de trabalhadores estrangeiros (principalmente imigrantes ilegais de Indonésia ) Seria imediatamente repatriado e que um 200 mil ainda também ir atrás de Agosto de 1998.

Em junho de 1998 o primeiro-ministro Mahathir bin Mohamed trazido de volta para o armário, como econômico overlord, um aliado próximo, Daim Zainuddin.

Isso reduziu a influência de Anwar Ibrahim, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, um conservador econômico com ambições de liderança. Controles cambiais foram introduzidas.

Anwar Ibrahim escândalo

Em agosto de 1998, Anwar Ibrahim foi demitido em meio a acusações sobre sua vida pessoal e suposta corrupção. Ele liderou os protestos anti-governo em Kuala Lumpur e foi preso em setembro de 1998. Em novembro de 1998 Zainur Zakaria, o advogado de defesa Anwar Ibrahim, foi preso por três meses por desacato ao tribunal depois de reclamar de uma conspiração de alto nível contra seu cliente, mas foi mais tarde tolerados na pendência de um recurso.

Em dezembro, com o julgamento de seu marido continuar, mulher de Anwar Ibrahim, Wan Azizah Wan Ismail, formou um grupo de nova oposição, o Movimento para a Justiça Social. No início de janeiro de 1999, Malásia Chefe 's da polícia, Abdul Rahim Noor, pediu demissão dizendo que ele assumiu total responsabilidade por danos sofridos pelo vice-ministro ex-primeiro.

Ibrahim, que estava no tribunal de frente para sexo e acusações de corrupção, em seguida, virou o jogo sobre seus acusadores através da emissão de um mandado de indemnização contra a polícia que o prendeu. Noor foi mais tarde - em abril de 1999 - indiciado sob a acusação de agredir Ibrahim.

No entanto, Ibrahim foi a julgamento pela segunda vez em junho de 1999, acusado de sodomia. Isso causou tumultos oposição generalizada em setembro, e 13 políticos de oposição foram presos. Em agosto de 2000, Ibrahim foi condenado a nove anos de prisão em oito, tendo sido considerado culpado de sodomia, embora ele sempre insistiu que ele foi vítima de uma conspiração feita por Mahathir bin Mohamed.

A sentença foi dada, além de sua pena de seis anos por corrupção, que recebeu em abril de 1999. Grupos de direitos humanos e muitos governos estrangeiros expressaram indignação com a sentença.

O primeiro-ministro Mahathir Mohamad, em novembro de 1999 convocou eleições gerais em um anúncio repentino que pit Ásia Líder do longo-serving é contra um movimento crescente para a reforma política. Embora o recém oposição unida Frente Alternativa, que pela primeira vez foi liderado por um muçulmano, Fadzil Noor, dobrou o número de assentos e ganhou o controle de duas assembléias estaduais, a decisão Mahathir bin Mohamed coalizão Frente Nacional manteve o poder. No entanto, um grupo de monitoramento eleitoral sugeriu que houve interferência com boletins de voto.

Fonte: www.city.com.my

Malásia

Nome oficial: Federação da Malásia (Persekutuan Tanah Malaysia).
Nacionalidade: malaia.
Data nacional 31 de agosto (Dia da Pátria).
Capital da Malásia: Kuala Lumpur.
Cidades principais: Kuala Lampur (1.145.342), Ipoh (382.853), Johor Baharu (328.436), Petaling Jaya (254.350) (1991).
Idioma: malaio (oficial), chinês, tâmil, ibã.
Religião: islamismo 52,9%, budismo 17,3%, crenças populares chinesas 11,6%, hinduísmo 7%, cristianismo 6,4%, outras 4,8% (1980).

Geografia

Localização: sudeste da Ásia. 
Hora local: +11h. 
Área: 329.758 km2. 
Clima: equatorial. 
Área de floresta: 155 mil km2 (1995).

População

Total: 22,2 milhões (2000), sendo malaios 59%, chineses 32%, indianos 9% (1996). 
Densidade: 67,32 hab./km2. 
População urbana: 56% (1998). 
População rural: 44% (1998).
Crescimento demográfico: 2% ao ano (1995-2000). 
Fecundidade: 3,18 filhos por mulher (1995-2000). 
Expectativa de vida M/F: 70/74 anos (1995-2000). 
Mortalidade infantil: 11 por mil nascimento (1995-2000). 
Analfabetismo: 12,5% (2000). 
IDH (0-1): 0,772 (1998).

Política

Forma de governo: Monarquia parlamentarista. 
Divisão administrativa: 13 regiões subdivididas em distritos 
Principais partidos: coalizão Frente Nacional (BN) (Organização Unida Malaia Nacional-Baru, Associação Malaia Chinesa, entre outros), Ação Democrática (DAP), Sabah Unido (PBS), Islâmico da Malásia (PAS), da Justiça Nacional (PKN). 
Legislativo: bicameral - Senado, com 70 membros (40 indicados pelo rei, 26 eleitos pelas legislaturas estaduais e 4 pelos territórios federais); Casa dos Representantes, com 193 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos. 
Constituição em vigor: 1957.

Economia

Moeda: ringgit malaio. 
PIB: US$ 72,5 bilhões (1998). 
PIB agropecuária: 13% (1998). 
PIB indústria: 44% (1998). 
PIB serviços: 43% (1998). 
Crescimento do PIB: 7,4% ao ano (1990-1998). 
Renda per capita: US$ 3.670 (1998). 
Força de trabalho: 9 milhões (1998). 
Agricultura: arroz, fruto de palma, látex, cacau, coco, palmito. 
Pecuária: bovinos, caprinos, suínos, aves. 
Pesca: 1,3 milhão t (1997). 
Mineração: petróleo, gás natural, estanho. 
Indústria: produtos eletroeletrônicos (domésticos), alimentícia, petroquímica (borracha e plástico), química, madeireira, extração e refino de petróleo, metalúrgica, equipamentos de transporte. 
Exportações: US$ 73,3 bilhões (1998). 
Importações: US$ 58,3 bilhões (1998). 
Principais parceiros comerciais: Japão, EUA, Cingapura, Coréia do Sul, Taiwan (Formosa).

Defesa

Efetivo total: 110 mil (1998). 
Gastos: US$ 3,2 bilhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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