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Malawi

 

História

Fundado em 1891, o protetorado Britânico da Niassalândia tornou-se a nação independente do Malawi em 1964.

Após três décadas de um regime de partido-único sob o governo do Presidente Hastings Kamuzu BANDA o país realizou eleições multipartidárias em 1994, sob uma constituição provisória que entrou em vigor no ano seguinte.

O atual Presidente Bingu wa Mutharika, eleito em Maio de 2004 após uma tentativa fracassada do presidente anterior para alterar a Constituição para permitir um outro mandato, lutou para afirmar a sua autoridade contra o seu antecessor e, posteriormente, iniciou seu próprio partido, o Partido Democrático Progressista (DPP) em 2005.

Como presidente, Mutharika tem supervisionado a melhora econômica mas por causa do impasse político no Legislativo, o seu partido minoritário tem sido incapaz de aprovar uma legislação significativa, e as medidas anti-corrupção foram paralisadas.

O crescimento da população, o aumento da pressão sobre as terras agrícolas, a corrupção, e a propagação do HIV/AIDS colocam problemas importantes para o Malawi. Mutharika foi reeleito para um segundo mandato em Maio de 2009.

Principais desenvolvimentos em 2011 incluem a expulsão do alto comissário britânico através de um cabo vazada percebido como crítica do presidente, a suspensão do apoio orçamental geral, devido a uma revisão negativa do FMI e preocupação com questões de governança, e os protestos em julho mais de dificuldades econômicas e as questões políticas que se tornou violento.

Malawi

Economia

O encravado Malawi enfileira entre os países mais densamente povoados e menos desenvolvidos do mundo.

A economia é predominantemente agrícola, com cerca de 80% da população vivendo em áreas rurais.

A agricultura, que se beneficiou de subsídios para fertilizantes desde 2006, é responsável por 33% do PIB e 90% das receitas de exportação.

O desempenho do setor do tabaco é a chave para o crescimento de curto prazo pois o tabaco é responsável por mais da metade das exportações.

A economia depende de fluxos substanciais da ajuda econômica do FMI, do Banco Mundial, e dos países doadores individuais.

Em 2006, o Malawi foi aprovado para a ajuda sob os Países Pobres Altamente Endividados (HIPC). Em Dezembro de 2007, os EUA elegeram o status do Malawi para receber apoio financeiro no âmbito da iniciativa do Millennium Challenge Corporation (MCC).

O governo enfrenta muitos desafios, incluindo o desenvolvimento de uma economia de mercado, melhoria das instalações educacionais, enfrentar os problemas ambientais, lidar com o problema crescente de HIV / AIDS, e satisfazer os doadores estrangeiros com a disciplina fiscal apertada.

Desde 2005, o governo do Presidente Mutharika exibiu a melhora da disciplina financeira sob a orientação do ministro das Finanças Goodall Gondwe e assinou a Redução da Pobreza e Crescimento de três anos no valor de US$ 56 milhões dólares com o FMI.

O governo anunciou projetos de infra-estrutura que poderiam render melhorias, como um novo oleoduto para um melhor acesso ao combustível, e o potencial de uma ligação fluvial através dos rios Moçambicanos para o oceano para melhores opções de transporte.

Desde 2009, no entanto, o Malawi sofreu alguns reveses, incluindo uma escassez geral de divisas, o que prejudicou sua capacidade para pagar as importações, e a escassez de combustível que dificultou o transporte e a produtividade.

O investimento caiu 23% em 2009, e continuou a declinar em 2010. O governo não foi capaz de enfrentar as barreiras ao investimento, com a energia não confiável, a falta de água, a pobre infra-estrutura de telecomunicações, e os altos custos dos serviços.

Os doadores, que forneceram uma média de 36% das receitas do governo nos 5 anos passados, suspendeu o apoio orçamental geral para o Malawi em 2011 devido a um valor negativo da questão de revisão do FMI e da governança.

Disputas - internacionais

Disputas com a Tanzânia ao longo da fronteira no Lago Niassa (Lago Malawi) eo rio sinuoso Songwe permanecem latentes.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Malawi

MALAUI, ÁGUA E MONTANHAS

Malaui é um belo país que extende-se ao longo de um formoso lago, o Lago Nyasa (chamado também Malaui), lago que além de dar nome ao país lhe proporciona uma grande riqueza, tanto em água, quanto em fauna e beleza.

Malaui é um país muito pitoresco com uma população assombrosamente amistosa.

Alfândega e Documentação

Passaporte em vigor.

Clima

Clima subtropical com temperaturas que variam dependendo da altitude da zona. A estação úmida vai de novembro a abril.

Equipamento de Viagem

Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, alguma roupa de abrigo, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.

Idioma

Os idiomas oficiais são o chichewa e inglês. Também fala-se chilemwe, chiyao e chitumbuka.

Eletricidade

A corrente elétrica é de 230/240 volts a 50 Hz.

Moeda e Câmbio

A moeda oficial é o Kwacha (MWK). Um MWK equivale a 100 tambalas. Não se pode exportar nem importar moeda do país por uma quantidade superior a 200 kwachas. Existe um mercado negro onde encontra-se os melhores câmbios, mas isto só é possível nas grandes cidades.

O único banco permanente ao norte de Mzuzu, é o Karonga. Muitas pequenas cidades têm sistemas de bancos ambulantes que abrem por horas ou dois dias na semana.

Emergência, Saúde e Policiamento

É muito recomendável a vacina contra a febre amarela e a profilaxia antimálaria. É bom não beber água da torneira e nem comer alimentos sem cozinhar e ter especial precaução com o sol. É aconselhável levar farmávcia bem preparada e viajar com seguro médico e de assistência.

Correios e Telefonia

O escritório de correios na capital está em pleno centro, na rua "Kumuzu Procession", e abre nos dias da semana de 7.30 às 17.30 horas. Para chamar a Malaui deve discar 00-265 mais o número do assinante (não existem prefixos de cidades).

Fotografia

Em Malaui é difícil adquirir material fotográfico. É muito recomendável viajar com as provisões necessárias.

Horário Comercial

Os escritórios postais abrem de 7.30 às 17:30 horas., enquanto as lojas ficam abertas durante todo o dia.

Gorjetas

Como em quase todos os países da África, as gorjetas são esperadas pelos prestadores de serviços. Para muitos constitui um dos principais ingressos.

Taxas e Impostos

Taxa para saídas internacionais no aeroporto. Nos restaurantes e hotéis geralmente não incluem os impostos, que chegam a 20%.

Localização Geográfica

A República de Malaui ocupa uma superfície de 111.484 quilômetros quadrados no sudoeste do continente africano. Não tem saída para o mar, mas uma sexta parte do país está ocupada pelo lago Malaui ou Nyasa, lago que tem dado o nome ao país, primeiro Nyasalandia e depois Malawi. O lago tem uma longitude de 885 quilômetros e entre 80 e 160 quilômetros de largura.

Limita-se ao norte com Tanzânia, ao leste e ao sul com Moçambique e ao oeste com Zâmbia. O relevo compõe-se de uma série de planaltos separados por terras baixas.

As regiões altas mais importantes são os Montes Nkoude, com altitudes desde os 1830 aos 2135 metros; no noroeste o Monte Nyika com 2.438 metros, ao oeste do lago; Angoniland com altitudes de entre 1.525 e 1.830 metros.

Os cumes mais altos do país são os do Maciço de Mulanje, no sudeste, com um cume de 3.000 metros; as terras altas do rio Shire com cumes de mais de 2.100 metros; ao sul, apresenta um terreno ondulado.

O lago alimenta-se dos rios Rukuru, Dwangwa, Lilongwe e Bua. O rio Shire é o desaguamento do lago, atravessa o lago Malombe e se une ao Zambezi em Moçambique. Outro lago que faz parte do sistema hidrográfico de Malaui é o lago Chilva no sudeste do país.

Malaui é tropical por situação, mas sua elevada altitude modera notavelmente suas temperaturas e determina uma época de chuvas de novembro a abril. As temperaturas mínimas e máximas registradas na capital têm sido de 11 e 34 graus centígrados, respectivamente.

Flora e Fauna

Ao longo dos rios e junto ao Lago Nyasa, predominam as selvas pluviais; nas terras altas predominam os gigantescos baobabs e nas zonas mais elevadas da montanha abundam os bons pastos.

A superfície florestal representa quase 19% do solo, mas só é verdadeiro bosque nas zonas mais úmidas a cima dos 600 metros de altitude. No resto alterna o sotobosque e a savana. As márgens dos rios crescem numerosas árvores utilizadas como madeira.

O lago possui uma grande riqueza piscícola, mais de 200 espécies conhecidas das quais 80% são endêmicas do país. Também à beira do lago Malaui vivem os hipopótamos e crocodilos.

História

Chamado anteriormente Nyasalândia, Malaui foi protetorado britânico dentro da Federação da Rodésia e Nyasalândia até o 6 de julho de 1964.

Neste ano, após a dissolução da Federação da Rodésia, Nyasaland, principal promotor da separação, transformou-se em um Estado independente e passou denominar-se Malaui, nome que tinha antes da colonização e descoberta do Lago Nyasa por Livingstone. Em 1965 o lago é rebatizado com o nome de lago Malaui.

Colonização

No começo do século XVII, em 1616, teve seu primeiro contato com os brancos. Durante o século XVIII foram os missionários jesuitas os que estiveram ali e regressaram com suas histórias da viagem.

Em meados do século XIX Livingstone chega até as costas do lago. Anos mais tarde os missionários se estabeleceram e em 1883 os ingleses estabelecem um consulado para ajudar-lhes nos confrontos com os traficantes de escravos árabes.

Com Cecil Rhodes no poder, a Companhia Inglesa do Sul da África consegue em 1889 um prvilégio para explorar Nyasa, ficando dois anos depois configurada a influência inglesa.

Em 1892 proclamou-se o protetorado de Nyasa, após assinalar anteriormente os limites mediante acordos com portugueses e alemães. Em 1893 chama-se protetorado Inglês da África Central; em 1907 retorna ao nome anterior, Nyasalândia.

Na Primeira Guerra Mundial, Alemanha tenta a invasão mas é rejeitada pelas forças nativas. Entre 1920-1930 tenta-se unificar Quênia e Tanzânia com Malaui por considerá-las afins, mas sem sucesso nenhum. Após a Segunda Guerra Mundial, pensou-se faze-lo com Rodésia, e em 1953 logrou-se unindo Nyasalândia com a Rodésia em uma Federação desmanchada em 1963.

Independência

Em fevereiro de 1963, já com auto-governo com Hasting Banda à cabeça, enfrenta-se ao governo de Londres. Em maio de 1964 teve eleições para a Assembléia Nacional.

Em 6 de julho de 1964, data que eles mesmos tinham projetado para a independência, proclama-se a Independência perante a presença do Duque de Edimburgo. Banda manteve sólidamente o poder e em 1966 passou a ser presidente da República.

Na atual data o chefe de estado e de governo é Bakili Muluzi (desde 1994).

Arte e Cultura

As principais manifestações culturais de Malaui reduzem-se às expressões da etnia maioritária: os bantúes. Da época da colônia ficam poucos vestígios, e o país oferece mais natureza que "cultura", sem tirar o valor da grande capacidade criativa dos habitantes.

Gastronomia

A cozinha de Malaui baseia-se principalmente no peixe de água doce, já que o Lago Nyasa proporciona uma ampla variedade de bom peixe; tem-se contabilizado mais de 300 espécies nativas. A mandioca é um elemento essencial na comida de Malaui.

Em Lilongwe pode-se encontrar bons restaurantes para comer. Há também restaurantes que oferecem muito boa comida vegetariana da Índia.

Bebidas

Pode-se beber cerveja local, para alguns de qualidade não muito boa. Lembre-se de beber água só engarrafada. Encontrará as marcas das bebidas internacionais mais populares.

Compras

Como é um país produtor de madeiras preciosas como são o ébano e o cedro, o artesanato baseia-se principalmente em todo tipo de objetos realizados nestas madeiras nobres.

População e Costumes

Malaui está habitada por 9.609.000 habitantes, com uma densidade de 101,5 habitantes por quilômetro quadrado. A capital administrativa do país é Lilongwe com 395.500; Zomba é a capital legislativa com 43.250 habitantes. Politicamente está dividido o país em três regiões, 24 distritos e 3 subdistritos.

Quase na totalidade seus habitantes pertencem ao grupo bantu. Existe uma minoria européia e asiáticos, principalmente índios e paquistãos. Entre os grupos pretos mais predominantes encontram-se os yao, chewa, chipoka, tonga, ngonde e tumbuku. A maior parte da população pratica a religão católica, protestante e muçulmana, além de outras religiões tribais

A população em geral dedica-se ao cultivo do chá, tabaco, algodão e açúcar. Para o consumo produzem sorgo, milho, batatas e mandioca, esta última é a base da alimentação dos habitantes de Malaui. Os idiomas oficiais são o inglês e o chichewa; não oficiais há um grupo bastante importante de dialetos.

Entretenimento

Malaui oferece numerosas atividades relacionadas com o mundo do esporte e da aventura. O lago é uma excelente zona para praticar os esportes náuticos e também existe a possibilidade de praticar a pesca. Nas montanhas pode-se realizar todo tipo de esportes relacionados com o meio e, claro, a prática do trekking.

Conta também com cinco Parques Nacionais e cada um deles protegem certas espécies de animais e seus habitantes; e também estações naturais esplêndidas onde apreciar a vida selvagem e poder realizar uma boa reportagem fotográfica sobre a fauna e flora de Malaui.

Possui igualmente cidades de grande encanto onde passear e passar um período agradável. Na capital, os amantes do golfe podem realizar seu esporte favorito no Lilongwe GolfeClub.

Em algumas cidades há discotecas e bares.

Festividades

Celebram-se o dia de Ano Novo, 1 de Janeiro; dia da Independencia, 6 de Julho; Natal, 25 de Dezembro; e 31 de Dezembro. Além destas festas, também são feriados as festas islâmicas que variam dependendo do calendário lunar.

Transportes

Avião: O aeroporto Internacional Kamuzu encontra-se situado a 22 quilômetros da cidade. Air Malawi tem boas conexões dentro da África.

Barco: Uma agradável e popular maneira de ir de um lugar a outro de Malaui é faze-lo no vapor através do lago, com serviço apenas uma vez por semana. Nele são servidas comidas e quartos de primeira e segunda classe, e as passagem costumam ser vendidas um dia antes da chegada do barco.

Trem: Existe uma linha de ferro que liga Nsanje (ao sul) com Mchinji (na fronteira com Zâmbia), mas os trens são de qualidade muito pobre e lento sendo a segunda classe mais cara que o ônibus. Diariamente há serviço entre Blantyre e Chipoka.

Ônibus: Há uma boa rede de ônibus normais e expressos ligando as principais cidades, mas costumam ir bastante cheios. Os expressos são mais caros, mas muito mais rápidos, novos e limpos.

Carro: As estradas têm melhorado consideravelmente, e a principal autovia é a norte-sul para Karonga.

Fonte: www.rumbo.com.br

Malawi

Malawi, país localizado no sul da África, "está utilizando uma série de programas militares oferecidos pelos Estados Unidos para fortalecer sua jovem democracia e para aperfeiçoar a capacidade profissional do seu exército", diz Vicki Adair, Assessora de Relações Públicas na Embaixada dos Estados Unidos em Lilongwe.

"Os programas variam desde o treinamento militar tradicional até o fortalecimento das missões de manutenção de paz e a melhoria das relações com os meios de comunicação."

As atividades de envolvimento militar em tempo de paz, realizadas pelos Estados Unidos e Malawi, demonstram os benefícios que ambas as partes podem usufruir a partir dessas iniciativas, ela diz.

Malawi não é assunto dos noticiários internacionais com muita freqüência. Esse pequeno país do sul da África, que faz fronteira com Moçambique, Zâmbia e Tanzânia, nunca teve uma guerra civil nos seus 35 anos de independência.

E, ao contrário das forças armadas de algumas outras nações africanas, o exército de Malawi nunca tentou usurpar o poder de um governo civil. Na verdade, durante as primeiras eleições multipartidárias do país, em 1994, os militares permaneceram nos quartéis e apoiaram a transição do país, da ditadura para a democracia.

Malawi é um entre sete países africanos -- e o único no sul da África -- que no momento estão participando do treinamento da African Crisis Response Initiative [Iniciativa para Reação a Crises na África] (ACRI).

Esse programa tem como objetivo melhorar a atual capacidade que as tropas africanas têm de se posicionar como tropas de manutenção de paz e de reagir às crises humanitárias, sob a égide de uma coalizão multinacional ou uma organização regional, sub-regional, ou internacional. Elementos do U.S. Third Special Forces Group (Airborne) [Terceiro Grupo de Forças Especiais (Aerotransportadas) dos Estados Unidos], baseado em Fort Bragg, Carolina do Norte, estão trabalhando em conjunto com elementos terceirizados, incluindo peritos em informática, para conduzir uma série de exercícios no nível de batalhão, para os soldados de cada país participante.

Usando treinamento de campo e exercícios feitos com o auxílio de computadores, o objetivo é estabelecer um currículo padrão de manutenção de paz, baseado nas normas das Nações Unidas, mas que seja adequado às necessidades de cada país em particular. Malawi participou de um treinamento inicial da ACRI em 1997; o seu terceiro exercício subseqüente está programado para janeiro de 2000.

As experiências de Malawi com a manutenção da paz são anteriores à sua participação na ACRI. Malawi enviou observadores e tropas a Ruanda e defendeu uma passagem vital para o comércio, o Corredor de Nacala, durante a prolongada guerra civil de Moçambique, país limítrofe, na década de 1980 e no início da década de 1990.

Essas duas experiências contribuíram para que o exército se conscientizasse da importância do treinamento em missões de manutenção de paz, assistência humanitária e resolução de conflitos.

O comandante do exército de Malawi, general-de-exército J.G. Chimbayo, acredita que a ACRI está ajudando a aperfeiçoar as habilidades das suas tropas.

"Embora o treinamento em missões de manutenção de paz já fizesse parte do nosso currículo há anos", ele diz, "nós nos beneficiamos dos exercícios práticos da ACRI, como a prática de lidar com distúrbios civis, o auxílio humanitário e o uso de negociações. O nosso próprio exército não tem tido condições de conduzir tais exercícios devido a restrições de ordem financeira".

Os soldados de Malawi foram elogiados durante uma série de exercícios regionais de manutenção de paz. Durante o Exercício Garça Azul, na África do Sul, na primavera de 1999, o general-de-exército Chimbayo observou suas tropas, treinadas pela ACRI, em ação, e mais tarde disse, "foi gratificante ver meus soldados prestando sua contribuição com igualdade, e talvez até mais do que isso, entre os militares de várias forças de defesa". O treinamento também está sendo útil fora da África. Atualmente, Malawi tem um observador treinado pela ACRI em Kosovo.

A ACRI talvez seja o mais conhecido programa de treinamento entre forças armadas, implementado em Malawi, e originário dos Estados Unidos, mas não é o único.

Desde 1994, o programa Joint Combined Exchange Training [Intercâmbio de Treinamento Conjunto Combinado] (JCET) vem executando pequenos exercícios de intercâmbio, em nível de unidade, entre unidades das Forças Especiais dos Estados Unidos e o Exército de Malawi.

Os JCETs em Malawi incluem treinamento de infantaria leve e de manuseio de armamentos, um curso de atualização de mestres de salto, para tropas pára-quedistas e treinamento em montanhismo, patrulhamento em postos de controle, navegação terrestre e remoção de minas terrestres, bem como a utilização de habilidades militares em tempo de paz.

Um dos primeiros programas de JCET ofereceu um tipo de treinamento particularmente útil para os participantes africanos:ensinar os guardas dos parques nacionais as melhores maneiras de detectar e deter os caçadores ilegais de animais de grande porte, cuja caça é proibida por lei.

A maior parte dos oficiais superiores do exército participaram de programas de International Military Education and Training (IMET) [Formação e Treinamento Militar Internacional] que oferecem treinamento tanto em Malawi quanto nos Estados Unidos.

O general-de-exército Chimbayo, por exemplo, é ex-aluno do Command and General Staff Officers Course [Curso de Comando e Estado-Maior] em Fort Leavenworth, Kansas.

Os programas IMET deste ano, de acordo com a subchefe da missão da Embaixada dos Estados Unidos Márcia Bernicat, terão, como ênfase, a capacidade de planejamento e gerenciamento de recursos e fortalecerão, mais ainda, as relações entre o meio civil e o meio militar, e o império da lei.

Verbas do IMET serão usadas para arcar com os custos de um Seminário Regional de Gerenciamento de Recursos Integrados de Saúde, que ajudará Malawi a desenvolver maneiras de utilizar, da melhor maneira possível, os seus limitados recursos de saúde na luta contra o vírus HIV e a AIDS.

A propagação dessa doença é um dos maiores desafios enfrentados por Malawi atualmente; estima-se que haja uma taxa de infecção de aproximadamente 16 por cento entre a população adulta do país. O programa IMET permitirá que o Exército de Malawi tenha um importante papel no confronto com esse desafio.

Um dos mais recentes programas na grande variedade de tipos de treinamento patrocinados pelas forças armadas americanas em Malawi trata da necessidade de fortalecer as relações entre o meio civil e o meio militar, e o império da lei.

O programa é conduzido pelo Defense Institute of International Legal Studies (DIILS) [Instituto Internacional de Direito Aplicado à Defesa] como parte do Expanded International Military Education and Training Program [Programa Internacional Expandido de Formação e Treinamento Militar] (E-IMET).

Esse programa tem como objetivo proporcionar programas especiais de formação para países estrangeiros nas áreas de direito militar, sistemas de justiça criminal, o império da lei e a relação entre a lei e as operações militares disciplinadas.

As informações do país hospedeiro sobre o conteúdo dos cursos são uma parte integrante do programa DIILS. Representantes das forças armadas e do governo de Malawi visitaram os Estados Unidos para ajudar a planejar o primeiro seminário.

Os seminários realizados em março e em setembro de 1999, em Malawi, se concentraram nas relações entre civis e militares, justiça militar, as forças armadas e os meios de comunicação e direitos humanos, usando técnicas de resolução de problemas em grupo e discussões, para estimular o diálogo entre civis e militares.

O curso de setembro também incluiu uma sessão sobre as mulheres nas forças armadas, uma inovação com a qual Malawi contribuiu para o currículo do DIILS, ao se preparar para receber a primeira turma de mulheres que se alistaram no exército.

Embora a maioria dos participantes do primeiro seminário fossem militares, havia mais civis entre os alunos do segundo curso, como o líder do Parlamento, juízes de tribunais superiores e outras autoridades governamentais, membros da comunidade de direitos humanos e dos meios de comunicação.

Além desses seminários no país, o DIILS proporcionou treinamento no exterior para o único assessor jurídico do Exército de Malawi, e tem planos de proporcionar uma viagem de estudos aos Estados Unidos, para um grupo de membros selecionados do recém-formado Comitê Parlamentar de Defesa.

O grupo visitará o Congresso dos Estados Unidos para aprender mais a respeito da relação entre os militares e o governo eleito dos Estados Unidos.

A tenente da marinha dos Estados Unidos Sandra Jamison, coordenadora de cursos do DIILS para os programas com Malawi, admira a repercussão local dos cursos. Os participantes, ela diz, "têm-se mostrado muito entusiasmados, atentos e envolvidos, durante os seminários do DIILS. Freqüentemente citamos Malawi como um excelente exemplo de cooperação entre militares e civis".

Essa cooperação é particularmente importante no que diz respeito aos meios de comunicação, que freqüentemente podem influenciar a percepção que o público tem das forças armadas. Em comparação com muitos países africanos, as forças armadas de Malawi têm um relacionamento de trabalho relativamente bom com a imprensa.

O coronel Roderick Chimowa, assessor de relações públicas do Ministério da Defesa, admite que as relações nem sempre foram tão cordiais. "No passado, eles (os jornalistas) tendiam a escrever qualquer coisa que pensassem a respeito do exército, pois não havia um canal aberto para eles, para o fornecimento de informações.

Mas hoje este canal existe, e somos capazes de conversar livremente com os órgãos de comunicação e trocar idéias. Quando eles não têm certeza a respeito do que está acontecendo, nós os encorajamos a nos procurarem, e atualmente eles fazem isso em muitos casos."

No entanto, alguns membros da mídia não demonstram muito entusiasmo. "As forças armadas estão se abrindo conosco", diz Martines Namingha, editor do The Chronicle, um dos jornais de Malawi, "mas nem tanto quanto gostaríamos, ou quanto esperávamos".

Ele acrescenta que é preciso haver mais diálogo entre os militares e a mídia, uma opinião compartilhada por outras pessoas da mídia. Um editorial de jornal durante o último seminário do DIILS, escrito por um participante, aplaudia a continuidade dos esforços da imprensa e do exército no sentido de melhorar suas comunicações entre si.

Esta é uma área que continuará sendo um dos pontos a serem enfocados no treinamento. A próxima sessão do DIILS em Malawi está programada para março de 2000.

As atividades de envolvimento militar em tempo de paz realizadas pelos Estados Unidos e Malawi refletem os benefícios para ambas as partes que podem resultar dessas iniciativas.

Os Estados Unidos reforçam, de modo geral, as suas relações com as nações amigas, e países como Malawi, com orçamentos de defesa limitados, porém com uma experiência significativa, têm condições de receber tanto o treinamento militar de que necessitam quanto a assistência em uma série de problemas específicos.

Fonte: usinfo.state.gov

Malawi

Nome Oficial: MALAWI
Área: 118 844 km²
População: 15.447.500 habitantes.
Capital: Lilongwe
Principais cidades: Blantyre, Lilongwe
Moeda: Malawi kwacha
Dia Nacional: 06 de julho - Dia da Independência em 1964

História

Niassalândia, o nome colonial do Malawi, é principalmente o resultado da ação de missionários protestantes, que, depois de viajar Livingstone (1859), tentaram impedir a devastação do comércio de escravos.

A criação de grandes estações norte de Livingstone (1875), ao sul de Blantyre foi para neutralizar a ação dos empreiteiros.

O Reino Unido da pouca preocupação diretamente colonizar a África Central, missionários provocou a criação da Empresa de Lagos Africano para promover o "comércio legítimo".

Missões protestantes pressão levou à criação do "Protetorado da África Central" (1891), que se tornou o Niassalândia em 1907, mas sem acesso ao mar e sem riqueza mineral, o país era muito baixo.

Não deve incentivar a criação de plantações europeus, utilizando mão de obra local e abundantes migrantes suficientes de Moçambique ou fazer uma reserva para os países de trabalhadores de mineração? Ele nunca escolhe entre estas duas políticas, mas a migração de trabalhadores para as minas da Rodésia e da África do Sul, importantes ao longo da primeira metade do século, são amplificados no momento da Central Africano Federação, que conheceu tanto Rodésia e Niassalândia (1953). Esta fusão foi um fracasso e, como a Zâmbia, Niassalândia ganhou a independência em 1964, tomando o nome de Malawi.

O país desde a independência há trinta anos, o país viveu sob o regime do Dr. Hastings Kamuzu Banda (1906-1997), voltou em 1958 a partir de um longo exílio em Londres para estabelecer a Niassalândia Congresso Africano, o instrumento de dominação Centro povoada por Chewa, os agricultores e os comerciantes prósperos experientes.

Banda tornou-se presidente vitalício em 1971, estabelece uma combinação de autoritarismo e tradicionalismo-neo "ordem moral", mascarando o comercialismo crescente de uma minoria e do reforço do controlo policial. Sua política externa, em contradição com a dos seus vizinhos, foi marcada por relações cordiais com o regime do apartheid Sul-Africano.

Usar um longo reinado também leva a um aumento dos protestos contra um velho monarca cada vez mais isolado como seu exército não descansou em seu golpe tentações.

Os partidos políticos foram legalizados em junho de 1993, uma anistia para os exilados e depois da abolição da presidência para a vida, as eleições no ano seguinte, levou ao poder a Frente Unida Democrática e seu líder, Elson Bakili Muluzi.

Mas isso não levou a grandes mudanças de um país estreitamente monitorados pelo FMI e cuja produção pode ser menos disponível para exportação, dada a elevada taxa de crescimento da população.

Geografia

Malawi, uma ex-colônia britânica de Niassalândia, é um país localizado entre a Zâmbia, Tanzânia e Moçambique. Poucos grande (118.484 km2), está entre os países mais populosos da África e tem recursos limitados, principalmente agrícolas.

A forma alongada do país (cerca de 900 km de norte a sul, por uma largura máxima de 160 km) e da presença do lago de mesmo nome, que ocupa um quarto de sua superfície, mas não controla, exceto no sul, Cisjordânia, enfatizar as suas valas filiação África e lagos.

Malawi ocupa o extremo sul do Rift do Leste Africano, formado a partir do terciário. Duas escarpas de fronteira rota depressão norte-sul 500 m de altitude, estendendo-se ao sul do lago Malawi, vala, a menos de 1.000 m, marcado por blocos levantadas (Mlanje, 3.000 m) e lagos permite rio Shire ingressar no Zambeze, não sem que atravessa desfiladeiros profundos através dos montes.

Upland fragmentada Sudeste, onde localmente chegar a 2700 m, são a noroeste contínua no planalto Nyika, a uma altitude de mais moderado centro-oeste (raramente mais de 1500 m). A altura da abertura Bordieres declive suave para o oeste para a Zâmbia, a leste de forma mais acentuada a Moçambique.

População

Estimada em 10,7 milhões, para uma densidade média de 97 h./km2 a população crescendo a um ritmo rápido, é desigualmente distribuída pelo território. Há uma oposição fundamental entre o Norte pouco povoada (menos de 40 h./km²), o centro em vez densamente ocupada e uniformemente com densidade entre 75 e 150 h/Km² em torno de Lilongwe, e do sul, onde as densidades são contrastados com concentrações muito elevadas (mais de 150 h. / km2) das montanhas.

História desempenha um grande papel na explicação esses contrastes: o norte foi severamente afetada pelo tráfico, de frente para Zanzibar. No centro, Chewa, descendentes do Império Maravi (século XII) beneficiou de 1835 para a proteção de seus conquistadores, os guerreiros Ngoni. No Sul, as densidades foram aumentados pela migração nas plantações e vindo, desde a época colonial, os refugiados de Moçambique.

Apesar de sua baixa taxa de urbanização, o Malawi tem três "capitais", agrupados no sul e centro de Blantyre, a maior cidade (331.588 hrs.), Perdeu seus deveres políticos em favor de Lilongwe, a capital, recentemente construído países em Chichewa (350 mil horas). Zomba, perto de Blantyre, tem apenas 53 mil habitantes, mas desempenha o papel do centro intelectual.

Economia

O Malawi é um país taxa de urbanização agrícola e rural é apenas 10,8% ea agricultura é responsável por 90% das exportações, garantindo alimentos. North sabe pouco mais de subsistência, baseada na queima de florestas para produzir milho, sorgo, milho e dedo.

Ela exporta uma mão-d? Trabalho relativamente qualificada, graças à importância das escolas missionárias. Sul foram criados plantações europeias produtoras de tabaco, chá, cana de açúcar, algodão, tungue, sua produção é removido pelas estradas de ferro que levam aos portos moçambicanos da Beira e Nacala.

No centro, os países Chewa, a agricultura é um mercado pequeno, incluindo produtoras de tabaco e algodão.

Política econômica, muito liberais, plantações favorecidas: eles forneceram um terço das exportações em 1960, a meados dos anos 1970. Uma minoria de camponeses ricos, especialmente Chewa, perto do regime (mais de 20% da população rural), por outro lado, recebeu assessoria técnica e crédito.

Se criação é de pouca importância, por causa da tripanossomíase, é ativo nos lagos de pesca. Perspectivas industriais são muito limitados agro-indústrias da América Central e do Sul, lidando produtos de exportação, adicionar algumas plantas de bens de consumo (cervejarias, fábricas têxteis).

Fonte: www.afrique-planete.com

Malawi

Nome completo: A República do Malawi
População: 15,4 milhões (ONU, 2011)
Capital: Lilongwe
Área: 118.484 km ² (45.747 milhas quadradas)
Principais idiomas: Inglês, Chichewa (tanto a oficial)
Grandes religiões: Cristianismo, Islã
Expectativa de vida: 55 anos (homens), 55 anos (mulheres) (ONU)
Unidade monetária: 1 Kwacha malawiana (MK) = 100 Tambala
Principais exportações: tabaco, chá, açúcar, algodão
RNB per capita: EUA $ 340 (Banco Mundial, 2011)
Domínio da Internet:. Mw
Código de discagem internacional: 265

Perfil

Malawi, um país predominantemente agrícola, está a fazer esforços para superar décadas de subdesenvolvimento e da mais recente impacto de um crescente problema do HIV-Aids.

Durante os primeiros 30 anos de independência em que foi executado pelo autoritário e quixotesco presidente Hastings Kamuzu Banda, mas as instituições democráticas têm tomado um firme desde que ele deixou o poder, em meados da década de 1990.

Depois que o presidente Banda perdeu a eleição presidencial democrática primeiro, em 1994, seu sucessor, Bakili Muluzi, estabeleceu uma forma muito mais aberta do governo. Pobreza, a corrupção ea alta taxa de HIV-Aids continua a entravar o desenvolvimento e fomentou o descontentamento com as novas autoridades.

Malawi
Lago Malawi é importante para a pesca, bem como o transporte

A maioria dos malawianos dependem da agricultura de subsistência, mas a situação é precária oferta de alimentos eo país é propenso a desastres naturais de ambos os extremos - a seca de fortes chuvas - colocando-o em constante necessidade de milhares de toneladas de ajuda alimentar a cada ano.

Malawi tem sido instado por organismos financeiros mundiais para liberar sua economia, e tem que privatizou muitas deficitárias corporações estatais.

Desde 2007, o país fez um progresso real em termos de crescimento econômico, como parte de programas instituídos pelo governo do presidente Mutharika em 2005. Saúde, educação e condições ambientais melhoraram, e Malawi começou a afastar-se da dependência de ajuda externa.

Seu principal recurso único natural, terras agrícolas está sob forte pressão de rápido crescimento populacional, embora o programa do governo de subsídios para os fertilizantes aumentou drasticamente saída nos últimos anos, tornando Malawi um exportador líquido de alimentos.

Dezenas de milhares de malawianos morrem de Aids todos os anos. Depois de anos de silêncio, as autoridades falaram sobre a crise. Um programa para combater o HIV-Aids, foi lançado em 2004, com o Presidente Muluzi revelando que seu irmão havia morrido da doença.

Uma cronologia dos principais eventos:

1480 - tribos Bantu unir vários pequenos estados políticos para formar a Confederação Maravi que no seu auge inclui grande parte da atual Zâmbia e Moçambique, além do moderno Estado de Malawi.

Século 17 - Português exploradores chegam a partir da costa leste do atual Moçambique.

1790-1860 - O comércio de escravo aumenta dramaticamente.

1850 - exploração missionário escocês David Livingstone da região abre o caminho para os missionários, aventureiros europeus, comerciantes.

1878 - Livingstonia Central Empresa Missão Africano da Escócia começa a trabalhar para desenvolver uma rota rio em África Central para permitir o comércio.

1891 - Grã-Bretanha estabelece a Niassalândia e Distrito Protetorado.

1893 - Nome é alterado para o Protetorado britânico Central Africano. Colonos brancos europeus são oferecidas terras para plantações de café a preços muito baixos. Incentivos fiscais vigor africanos para trabalhar nessas plantações por vários meses por ano, muitas vezes em condições difíceis.

1907 - British Central Africano Protetorado torna Niassalândia.

1915 - O reverendo John Chilembwe lidera uma revolta contra o domínio britânico, matando os gerentes brancos de uma propriedade particularmente brutal e exibindo a cabeça de um fora de sua igreja. Ele é morto pela polícia dentro de dias.

1944 - Nacionalistas estabelecem o Africano Niassalândia Congresso.

1953 23 de outubro - Apesar da forte oposição do Congresso Africano Niassalândia e brancos ativistas liberais, Grã-Bretanha Niassalândia combina com a Federação do Norte e Rodésia do Sul (atual Zâmbia e Zimbabwe, respectivamente).

1958 - Dr. Hastings Kamuzu Banda ", o messias negro", denuncia a federação e retornos de os EUA eo Reino Unido, onde ele estuda, para liderar a Niassalândia Congresso Africano.

1959 - Violentos confrontos entre os partidários do Congresso e as autoridades coloniais levar à proibição da organização. Muitos líderes, incluindo Banda, são presos e um estado de emergência é declarado.

Partido do Congresso do Malawi é fundada como um sucessor para o Africano Niassalândia Congresso.

1960 - Banda é libertado da prisão Gwelo e assiste palestras em Londres com o governo britânico sobre a reforma constitucional.

1961 - Eleições detidos para uma nova Assembléia Legislativa. Malawi Banda Partido do Congresso vence 94% dos votos.

1963 - O território é concedido auto-governo como Nyasaland e Banda é nomeado primeiro-ministro.

Independência

1964 06 de julho - Niassalândia declara independência como Malawi.

1966 06 de julho - Banda torna-se presidente da República do Malawi. A Constituição estabelece um estado de partido único. Movimentos de oposição são suprimidas e os seus líderes estão presos. Governos estrangeiros e organizações levantam preocupações sobre os direitos humanos.

1971 - Banda é eleito presidente vitalício.

1975 - Lilongwe substitui Zomba como capital.

1978 - Primeiras eleições desde a independência. Todos os candidatos potenciais devem pertencer ao Partido do Congresso do Malawi e ser aprovado pela Banda. Ele exclui muitos deles, submetendo-os a um teste de Inglês.

1980 - Vários ministros e políticos são mortos ou acusado de traição. Banda remodela seus ministros regularmente, evitar o surgimento de um rival político.

1992 - Os bispos católicos condenar publicamente Banda, provocando manifestações. Muitos países doadores suspender a ajuda sobre o registro do Malawi direitos humanos.

1993 - Presidente Banda fica gravemente doente.

Os eleitores em um referendo rejeitar o estado de partido único, abrindo o caminho para membros de outros partidos do que o Congresso Malawi Festa de funções.

Muluzi eleito

1994 - Eleições presidenciais e municipais: Bakili Muluzi, líder da Frente Democrática Unida, é eleito presidente. Ele imediatamente liberta presos políticos e restabelece a liberdade de expressão.

Banda anuncia sua aposentadoria da política.

1997 - Banda morre no hospital na África do Sul, onde ele está sendo tratado de uma pneumonia.

1999 - O Presidente Muluzi é reeleito para um segundo e último mandato de cinco anos.

2000 - Banco Mundial diz que vai cancelar 50% da dívida externa do Malawi.

2002 - Seca provoca culturas a falhar toda a África Austral. Governo é acusado de agravamento da crise por má administração e corrupção, incluindo a venda de reservas de grãos nacionais antes de a seca.

Setembro de 2002 - Linha ferroviária que liga centro de Malawi e Moçambique porto de Nacala reabre depois de quase 20 anos, dando acesso ao Oceano Índico.

2004 Maio - Bingu wa Mutharika vitórias presidência.

Governo diz que vai fornecer gratuitamente medicamentos anti-virais para os doentes de Aids.

De janeiro de 2005 - Três funcionários UDF são acusados de traição após levar armas para uma reunião com o Presidente Mutharika. O presidente mais tarde perdoa o trio.

Lutas Mutharika

Fevereiro de 2005 - Presidente Mutharika demite-se do UDF sobre o que ele diz é a sua hostilidade à sua campanha anti-corrupção. Ele forma o Partido Democrático Progressista (DPP).

Junho de 2005 - Presidente Mutharika sobrevive a um movimento de impeachment apoiado pela UDF. O presidente do Parlamento morre depois de desmaiar durante as trocas irritado com o movimento.

Novembro de 2005 - Ministro da Agricultura diz que cinco milhões de pessoas precisam de ajuda alimentar como o Malawi carrega o peso de más colheitas e uma seca regional.

Abril de 2006 - Vice-Presidente Cassim Chilumpha é preso e acusado de traição.

Julho de 2006 - Ex-presidente Bakili Muluzi é preso por corrupção.

De outubro de 2006 - A controvérsia como cantora americana Madonna é dado direitos temporários de adotar um bebê do Malauí.

Maio de 2007 - Malawi começa a exportar 400 mil toneladas de milho para o Zimbabwe, depois de produzir um excedente em 2006.

2008 Janeiro - Malawi termina relações diplomáticas com Taiwan, a mudança fidelidade a China.

2008 Maio - Várias figuras da oposição e ex-chefes de segurança são presos depois de o presidente Mutharika acusa seu antecessor, Bakili Muluzi, de conspirar para depô-lo.

Mutharika reeleito

2009 Maio - Presidente Mutharika ganha segundo mandato na eleição.

2010 Maio - Um casal gay é condenado e preso por violar leis anti-homossexualismo, o que provocou condenação internacional. Os dois homens recebem um perdão presidencial e liberado.

2010 Agosto - Nova bandeira nacional introduzido em meio à controvérsia. Primeiras eleições locais em uma década novamente adiado.

2010 Outubro - linha diplomática com Moçambique sobre um novo canal de ligação com o litoral Malawi Moçambique. Moçambique impounds barcaça primeiro a usar nova rota.

2010 novembro - Protestos contra um projeto de lei definindo a idade de aposentadoria, entre 55 e 60, maior do que a expectativa de vida média.

2011 Março - Presidente Mutharika partes raivas oposição, chamando os membros de seu Partido Democrata Progressista em um comício de espancar aqueles que o insultou.

2011 Maio - Malawi expulsa alto comissário britânico através de um cabo vazou diplomática em que o enviado descreve Presidente Mutharika como cada vez mais autocrático.

2011 Julho - protestos contra o governo deixam 19 pessoas mortas. Grã-Bretanha suspende toda a ajuda ao Malawi, acusando o governo de má gestão da economia e não para defender os direitos humanos.

2012 Abril - Presidente Mutharika morre, é sucedido por Joyce Banda vice-presidente. No mês seguinte, ela desvaloriza a moeda kwacha por um terceiro para satisfazer exigências do Fundo Monetário Internacional para restaurar financiamento. Isso leva o pânico de bens básicos.

2012 Outubro - Malawi pede a União Africano para intervir em uma disputa de fronteira com a Tanzânia sobre o Lago Malawi, que é potencialmente rica em petróleo e gás. Malawi contesta alegação da Tanzânia para a metade do lago.

2012 novembro - leis que criminalizam as relações homossexuais estão suspensos até uma decisão sobre a possibilidade de derrubar a proibição, de acordo com o ministro da Justiça Ralph Kasambara.

Fonte: news.bbc.co.uk

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