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Mali

 

MALI, ENCONTRO DE CAMINHOS

No coração dos impérios da África Sahariana, ponto neurálgico de caminhos e encontros de caravanas trans-saharianas, se descobre a República de Mali.

O seu passado lendário deixa-se sentir em cada aldeia, surgindo entre a poeira do deserto ou nas fértis beiras dos rios. Este país, duas vezes maior que Espanha, tem paisagens extensos demais e diferentes, assim como um variado mosaico étnico difícil de unir em um só conceito.

Mali oferece ao viajante uma terra cheia de arte, história e cultura, donde o tempo parece haver-se detido. Ficaram para os mitos cidades como Tombuctú, Gao o Yenné, ancoradas à borda do deserto. Mali também acolhe às principais capitais do povo Dogão, possuidor de uma das culturas mais fascinantes da África.

O impressionante deserto propone ao visitante, a posibilidade de encontrar a paz e a justa medida das coisas e do próprio ser. Os Parques Nacionais apresentam uma vida animal selvagem que sobrevive às frequentes secas. No Parque Nacional de Bamako podem-se ver, também, animais típicos do continente como antílopes, búfalos, girafas e alguns leões.

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Passaporte em vigor, com validez mínima de 6 meses, visto e passagem de saída ou fundos suficientes. Para entrar no país é necessária vacina contra a febre amarela. Aconselhamos viajar com certidão internacional de vacinação

CLIMA

Clima subtropical mutante dependendo da zona. As temperaturas mais quentes são de março a maio e as chuvas chegam de junho a setembro. De dezembro a fevereiro sopla o Hamattan, vento procedente do Sáhara que vem cheio de areia e provoca a baixada das temperaturas.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

É bom levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, alguma prenda de abrigo, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra insetos.

IDIOMA

As línguas faladas são muito numerosas, à julgar pelas diferentes etnias que convivem no país. As mais numerosas são as do tipo mandé. A mais escutada é a bámbara, sobretudo no comércio. O francês é o idioma oficial. também fala-se ou malinke, kasonke, wasulunke, senufo, songhai e tamashek.

RELIGIÃO

A maioria da população é muçulmana (82%). Ao Islã seguem outras religiones tradicionais do tipo animista fetichista, somando um 33,42%. O resto são católicos (1,25%) e cristãos (0,32%).

ELETRICIDADE

A corrente elétrica é de 220 volts a 50 Hz.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é o Franco Maliense (XOF). Um XOF equivale a 100 céntimos. Não existem restrições para importar e nem exportar a moeda do país.

EMERGÊNCIA - SAÚDE - POLICIAMENTO

É imprescindível a vacina contra a febre amarela e muito recomendadas a profilaxe antimalária, a vacina contra a hepatitis A e o tétano. Recomenda-se não beber água da torneira e nem comer alimentos sem cuzinhar e ter uma especial precaução como o sol. É aconselhavel levar farmácia bem preparada e viajar com um seguro médico e de assistência. Também convém levar desinfetantes ou filtros para potavilizar a água.

CORREIOS E TELEFONIA

O serviço postal de envio de cartas é seguro, costuma chegar com não demasiada demora a seu destino; o envio de pacotes é mais difícil. Para chamar a Mali há que discar 00-223 mais número de assinante.

FOTOGRAFIA

Em aeroportos, instalações militares e lugares de segurança nacional está proibido fazer fotos. Algunas das etnias costumam pedir dinheiro por permitir ser fotografadas, como é o caso do povo Dogom. Há que ter em conta que às mulheres muçulmanas por questiões religiosas não gostam de ser fotografadas. É convenente levar material suficiente e também filtros e telémetros.

HORÁRIO COMERCIAL

Geralmente os bancos permanecem abertos de 8 da manhã às 12 do dia.

GORJETAS

Costuma-se destinar entre um 5 e um 10% em restaurantes. Outros serviços se cobrem com uma pequena quantidade.

TAXAS E IMPOSTOS

Existe uma taxa de aeroporto para os vôos internacionais. Também há uma taxa para os vôos nacionais.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Mali está situado na África Ocidental. Limita ao norte pela Mauritânia e Argélia, ao leste pelo Senegal, Guiné e Costa de Marfim; ao sul e ao oeste pelo Burkina Faso e Níger.

Ocupa uma superfície de 1.240.192 quilômetros quadrados dividida administrativamente em 17 regiões e o distrito da capital, Bamako.

Podem-se diferençar duas zonas geográficas diferentes, que correspondem a área do Alto Senegal e Níger, na parte sudocidental, e à zona do norte, menos fértil, onde encontra-se o Adras dos Iforas, um maciço de 500 a 800 metros de altitude. Em geral a paisagem é plana, formada por planícies e planaltos; estas últimas extendem-se pelo sul e sudoeste, enquanto pelo norte o Sahel deixa passo ao deserto.

Os rios que banham o país são o Senegal e Níger, principalmente.

O clima é sub-tropical e podem-se distinguir três zonas: de novembro a fevereiro uma estação fresca pela influência do Hamattan, um vento do Sáhara, com temperaturas medias de 25 graus centígrados em Bamako. De março a junho as temperaturas são mais quentes; em junho começam as chuvas; a média é de 35 graus centígrados. De junho a outubro é a época de chuvas com médias de 30 graus e uma precipitação de 300-400 mm.

FLORA E FAUNA

Devido à variedade climática apreciam-se diferentes tipos de flora. No norte, o estepe predomina no Sahel, assim como estações desérticas e no sul a savana arbórea e os arbustos. Em alguns lugares, principalmente na beira dos rios, a vegetação é tão alta que impede ver as aldeias, sobretudo depois das chuvas. Antes da seca cresce deprisa o sorgo, o mijo, a chufas e o amenduim.

No Parque Nacional de Baule podem-se ver diferentes espécies de antílopes, búfalos, girafas, leões e panteiras. Há também outras reservas naturais como Badinko e Kongossombugu. Na zona de Bamako, que corresponde à savana, pode-se encontrar a típica fauna deste meio tal como olifantes, leões, leopardos, guepardos, hienas, e serpentes de grande tamanho. Nos desertos abundan, como é natural, os dromedários.

HISTÓRIA

Dominação Francesa

Até meados do século XIX o interesse da França baseiaba-se na trata de pretos, interesse partilhado pelos restantes países europeus. Em 1854 pensou-se na união do Alto Senegal com o Alto Níger e para 1876 os estabelecimentos da costa tinham-se extendido considerávelemente para o interior por meio de missões e campanhas militares. Durante este tempo os governos implicados assinaram acordos para fixar as fronteiras dos territórios nacionais e os de influência. Em 1895 agruparam-se as colônia s e os territórios sob um governador geral. Em 1900 terminaria a expansão francesa.

Durante a Segunda Guerra Mundial, após a ocupação do norte de África, em novembro de 1942, o governador geral assinou um acordo como o almirante Darlam firmando a integração da África Ocidental Francesa às Nações Unidas.

À partir de 1958 começou a demembração em diversos estados independentes unidos à Comunidade Francesa por ligações mais ou menos estreitas.

Independência

Até setembro de 1958, Mali formou parte da África Ocidental Francesa, data em que celebrou-se um referéndum para votar a independência. Uniu-se a Senegal, Dahomey e Volga para formar a Federação de Mali; Volta e Dahomey separaram–se cedo e em agosto de 1960 se separa também Senegal, ficando somente Mali e passando a denominar-se República de Mali. O primeiro presidente foi Modibo Keita. O seu intento de criar uma república popular socialista foi abortado pelo golpe militar no 1968.

No ano 1985, Monssa Traore é releito presidente, mandato que exerciu até ser derrocado em 1990. No ano seguinte, Konare aparece como o novo presidente de Mali, sendo o chefe de governo Ibrahima Boubacar, designado como tal no ano de 1994.

ARTE E CULTURA

Mali pertence à Região do Sahel Ocidental. Entre os numerosos povo s que habitam este enorme conglomerado cultural encontram-se os Bámbara, fazedores de estátuas que evocam a fertilidade, úteis domésticos, etc. Porém, sua principal fabricação são as máscaras. As manufaturas são de uma grande simplicidade, nelas predominam as formas cônicas, a máscara mais notavel é a denominada "Chi-Wara", utilizada em ritos que evocam a agricultura, pois é seu principal recurso.

Os Bámbara habitam no centro-oeste e sudeste.

O povo Dogom, situado na Falha de Bandiagara, utiliza um estilo mais esquemático e formalista. Suas estátuas são expresivas e caem no exagero de algumas partes do corpo como podem ser as caderas, peitos, boca, etc. As esculturas mais antigas são as "Telhem". Em suas máscaras costumam misturar elementos humanos e de animais. Destaca entre os diferentes tipos a máscara "Kanaga" de consideravel altitude; outra de ellas, muito mais alta, é a "Nyama". As máscaras são um símbolo de condição social. As que representam um rosto humano utilizam-se nos ritos de iniciação e nas danças.

Os Peul habitam no Sahel e dedicam-se ao pastoreio, enquanto que os Somono, são povos pescadores que vivem em Mopti e Segoú, assim como os Bozo de Mopti.

Outras etnias de Mali são a Senufo, que habita no sul, as Saracollé, Malinké, nas regiões próximas à Mauritânia, a Bobo, na zona centro e sul oriental, a Songhay, a extender-se pela bazia do Níger entre Tombuctú e a fronteira, e os arabe-bereberes, representados pelos Moros, para o oeste, na fronteira com Mauritânia e os Tuareg, situados ao norte de Tombuctú.

A cultura e tradições, assim como as fazanhas de guerreros ou as vidas dos heróis são narradas pelo griot, uma espécie de trovador a recitar incansávelemente histórias e léndas populares.

Mali tem uma tradição musical ancestral. Os músicos ambulantes são muito bem vistos no país. Um dos mais conhecidos é Ali Farka Touré, representante por excelência do blues de Mali.

GASTRONOMIA

A cuzinha de Mali é deliciosa, se baseia principalmente na carne de camelo e no peixe de água doce, seco ou perparado em salgadura. O arroz é um prato básico na dieta dos habitantes de Mali que costuma acompanhar ao resto da comida, como por exemplo o arroz maflé, com molho de amenduim e temperos, engrudo de mijo, sorgo ou milho. Também come-se o frango com molho de amenduim. Outros alimentos típicamente africanos são os asados de porco e cordeiro, os filhos e a fruta em geral.

Desejand comer cuzinha internacional, na capital, Bamako, o em Mopti, há numerosos restaurantes que oferecem esta possibilidade. Em Yenné poderá experimentar o frango com banana frita no Chez Babá.

Há que beber água só emgarrafada e tomar cuidado ao comer os frutos ou ingerir sucos. Quanto à cerveja, a marca Cristal é muito boa.

COMPRAS

O que pode-se adquirir em Mali são objetos de artesanato fabricados com madeiras nobres ou jóias realizadas em ouro, prata e bronze. Os mais conhecidos são os tecidos manufaturados, máscaras das tribos bámbara, tellem, dogo e malinke, esculturas em madeira dura, estatuinhas e outros adornos.

Podem-se encontrar obras magníficas em alfareria, instrumentos musicais e objetos de calabaça. Também são muito apreciadas as portas das casas e paioles, se vendem por todas partes, sobretudo em Yenné e Mopti. Em Yenné também se trabalham as telas pintadas com terra e desenhos de geometria simbólica. Em Mopti, destacam os tecidos de algodão.

A cidade de Tombuctú é famosa pelo artesanato feito em metais como podem ser pratos e jóias. Também dedicam-se a fabricar estátuas de cera e objetos de palha. Abundam as peles e os fetiches de diversos tipos.

Cada cidade é conhecida pelo artesanato local, Gao pelos artigos de concha e prata; Segoú pela cestaria; e Mopti pelas mantas de lã e a olaria. São interessantes os trabalhos dos tuareg e os brincus das peules.

Mercados

Como em todos os países da África a pechincha é uma práctica obrigada. Entre os lugares mais animados está o Centro Artesanal de Bamako e o mercado em volta. Em Yenné, na segunda-feira se abre um dos mercados mais coloridos do continente. Mas é superado pelo de Bankás, uma aldeia à que chega-se após percorrer um longo caminho de areia. Filerias de mulheres vendem seus produtos e comestíveis. O mercado é além um ato social, de encontro e troca de conhecimentos. O mercado de Ogol, no distrito de Sangha, também reúne os povoados espalhados pela comarca. Celebra-se a cada cinco dias, periodo que coincide com a semana dogom.

POPULAÇÃO E COSTUMES

Mali conta com uma população de 9.945.000 de habitantes cuja maioria são muçulmanos. Mali é o ponto onde confluem as diferentes civilizações; além disso foi o berço dos grandes impérios medievais.

A maioria da gente vive ao sul do Níger. Por cima do rio espalham-se os diferentes rostos do deserto. As aldeias de Mali variam de aspeito segundo a etnia a habitá-las. As islamizadas são fechadas e labirínticas e extendem-se em torno à mesquita. Durante muitos séculos a cultura do Islã teve seu foco em Tombuctú.

As animistas e as mais ou menos cristãs, mantém seus habitáculos espalhados à sombra dos baobabs, árvores muito aproveitadas mesmo.

Em Mali habitam diversas etnias e grupos humanos. Entre os povos que vivem neste país encontram-se os bereberes que ocupam a região sahariana, principalmente mouros, na fronteira com Mauritania, e os tuareg no centro. São povo s nômades dedicados ao gado, principalmente à cria de ovelhas, camelos e cabras.

Os Peul dedicam-se à ganaderia bovina e são sahelianos. Os Somono e Bozo praticam a pesca e os Bámbara, o grupo maioriáario, Sarakole e Bobo, entre outros, dedicam-se à agricultura.

Os dogom de Mali conservam uma identidade alheia a qualquer fronteira. Este povo, formado por uns 260.000 membros, extende-se em torno à Falha de Bandiágara, uma rocha arenisca, e é uma comunidade auto-suficiente. Têm língua própria e uma religião tradicional animista conservada desde faz séculos. O chefe, hogão, e os anciãos reúnem-se durante os conselhos na toguna ou casa da palavra, uma estrutura, escorada sobre oito esteios esculpidos, de construção totalmente rústica. Cada sessenta anos tem lugar um revezamento geracional, um novo ciclo que traz consigo dez dias de festa, é o Sigui. Cada aldeia importante organiza o seu próprio. Os iniciados, chamados olubaru são jóvens adolescentes que perpetuaraõ as tradições de sus antepassados. Os últimos Sigui aconteceram durante os anos setenta.

No vale do Níger, um mosaico de mistério envolve às aldeias depinduradas do planalto. Nelas desfilam danças de máscaras, ritos de iniciação, reuniões nas casas da palavra, culto aos mortos, fetichismo, magia, senderos proibidos e bosques sagrados. Secredos e tabúes de um povo, cujo universo cheio de símbolos está perto de desaparecer pelas invasões ocidentais.

A esperanza de vida em Mali é de uns 45 anos, o número de pessoas por médico é de 22.130. A alfabetização de adultos atinge um 10%.

ENTRETENIMENTO

Um dos entretenimentos em Mali apreciados pelos os amantes da natureza é a prática dos esportes de montanha; conta com excelentes zonas para esta práctica.

Há várias rotas marcadas para percorrer o país fazendo trekking. Em numerosos lugares pode-se praticar, também, o piraguismo e a pesca.

FESTIVIDADES

São dias festivos 1 e 20 de janeiro (Ano Novo e Dia do Exército), o 1 e 25 de maio (Dia do Trabalho e Dia da África), o 22 de setembro é o Dia da Independência, o 19 de novembro se comemora o Aniversário da Revolução, e o 25 de dezembro, Natal, sem esquecer as festas muçulmanas que variam sua data respeito ao calendário ocidental.

TRANSPORTES

Avião

O aeroporto internacional encontra-se a 15 quilômetros do centro da cidade, é o de Senou. Desde aqui as linhas aéreas de Mali, Air Mali, unem os principais pontos nacionais.

Trem

Únicamente há uma linha de ferro que pertence ao trem Dakar-Níger; sua extensão é de 646 quilômetros e une as cidades de Kayes, Bamako e Kulikoro.

Barco

Há serviços que unem Kulikoro e Gao, e a capital com Kankam (Guiné) utilizando como rede fluvial o Níger.

Carro

A rede viária é bastante extensa, uns 18.000 quilômetros de estrada dos que algo mais de uma terceira parte são praticaveis todo o ano.

Transporte Público

Em Bamako há serviço de táxi e ônibus urbanos. Os táxis estão agrupados em coperativas que estabelecem o preço do quilômetro.

Fonte: www.rumbo.com.br

Mali

"Mali oferece ao viajante uma terra cheia de arte, história e cultura, de onde o tempo parece haver-se detido"

Mali
Mali

O Mali é um país africano limitado a oeste e norte pela Mauritânia, a norte pela Argélia, a leste pelo Níger, a sul pelo Burkina Faso, pela Costa do Marfim e pela Guiné e a oeste pelo Senegal.

Capital: Burrice Bamako.

Com uma antiga história de ricos reinos africanos, entre os quais o famoso Império Gana, o Mali foi ocupado pelos franceses em finais do século XIX, tendo-se tornado parte do "Sudão Francês" em 1890, com um governador estacionado em Kayes. Em 1958, o território tornou-se autônomo, mas fazendo ainda parte da "Comunidade Francesa" e alcançou a independência a 22 de Setembro de 1960.

Diversão

Um dos entretenimentos em Mali apreciados pelos os amantes da natureza é a prática dos esportes de montanha; conta com excelentes zonas para esta práctica.

Há várias rotas marcadas para percorrer o país fazendo trekking. Em numerosos lugares pode-se praticar, também, o piraguismo e a pesca.

Transporte

O aeroporto internacional encontra-se a 15 quilômetros do centro da cidade, é o de Senou. Desde aqui as linhas aéreas de Mali, Air Mali, unem os principais pontos nacionais. A rede viária é bastante extensa, uns 18.000 quilômetros de estrada dos que algo mais de uma terceira parte são praticaveis todo o ano.

Em Bamako há serviço de táxi e ônibus urbanos. Os táxis estão agrupados em coperativas que estabelecem o preço do quilômetro.

Dinheiro

O Franco CFA é a moeda corrente oficial de 14 países: Camarões, Costa do Marfim, Burkina Faso, Gabão, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Benim, Congo, Mali, República Centro Africana, Togo, Níger e Senegal.

O cambio de moeda pode-se realizar tanto nos bancos como nos escritórios de cambio situados em aeroportos, estações, hotéis e em numerosos lugares.Os principais cartões de crédito como American Express, Visa, Mastercard ou Dinners Club, aceita-se nos principais hotéis, centros comerciais e restaurantes de luxo.

Clima

Clima subtropical mutante dependendo da zona. As temperaturas mais quentes são de março a maio e as chuvas chegam de junho a setembro. De dezembro a fevereiro sopla o Hamattan, vento procedente do Sáhara que vem cheio de areia e provoca a baixada das temperaturas.

Idioma

As línguas faladas são muito numerosas, à julgar pelas diferentes etnias que convivem no país. As mais numerosas são as do tipo mandé. A mais escutada é a bámbara, sobretudo no comércio. O francês é o idioma oficial. também fala-se ou malinke, kasonke, wasulunke, senufo, songhai e tamashek.

Fonte: www.souturista.com.br

Mali

Nome oficial: República do Mali (République du Mali).

Nacionalidade: Malinesa.

Data nacional: 22 de setembro (Independência).

Capital: Bamaco.

Cidades principais: Bamaco (809.552) (1996); Ségou (88.000), Mopti (75.000), Sikasso (74.000), Gao (55.000) (1987).

Idioma: francês (oficial), línguas regionais (principais: bambara, fulani, sonrai, tamacheque, soninquê e dogão).

Religião: islamismo 90%, crenças tradicionais 9%, cristianismo 1% (1995).

GEOGRAFIA

Localização: noroeste da África.
Hora local: + 3h.
Área: 1.240.142 km2.
Clima: tropical (maior parte) e árido tropical (N).
Área de floresta: 116 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 11,2 milhões (2000), sendo bambaras 50%, fulanis 17%, voltas 12%, chongais 6%, tuaregues, dogões, peules, bozos e outros 15% (1996).
Densidade: 9,03 hab./km2.
População urbana: 29% (1998).
População rural: 71% (1998).
Crescimento demográfico: 2,4% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 6,6 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 52/55 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 118 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 59,7% (2000).
IDH (0-1): 0,380 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República, com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 8 regiões e 1 distrito.
Principais partidos: Aliança pela Democracia no Mali - Africano pela Solidariedade e Justiça (Adema); pelo Renascimento Nacional (Parena).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 147 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1992.

ECONOMIA

Moeda: franco CFA.
PIB: US$ 2,7 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 47% (1998).
PIB indústria: 17% (1998).
PIB serviços: 36% (1998).
Crescimento do PIB: 3,7% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 250 (1998).
Força de trabalho: 5 milhões (1998).
Agricultura: algodão em pluma, milhete, sorgo, arroz.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 99,6 mil t (1997).
Mineração: fosforito, ouro, prata, sal.
Indústria: bebidas (cerveja), tabaco, materiais de construção, alimentícia, beneficiamento de algodão.
Exportações: US$ 590 milhões (1998).
Importações: US$ 750 milhões (1998).
Parceiros comerciais: França, Costa do Marfim, China.

DEFESA

Efetivo total: 7,4 mil (1998).
Gastos: US$ 52 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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