Alô, Alô (Carmen Miranda),
Madureira, chorou de dor,
Quando a voz do destino,
Obedecendo ao divino,
A sua estrela chamou.
Gente modesta,
Gente boa do subúrbio,
Que só comete distúrbio,
Se alguém os menosprezar,
Aquela gente,
Que mora na Zona Norte,
Até hoje, chora a morte,
Da estrela do lugar.