Para transportar toda a trupe do Circo, no começo eram usadas carroças puxadas a cavalo. Hoje modernos caminhões com carrocerias fechadas levam toda a parafernália necessária. Em chegando ao local onde ele se instalará, numa tarefa ordenada, todos trabalham. Em pouco tempo a lona é estendida, a montagem é feita e o espetáculo poderá começar. (Mar)


Infelizmente são raras as "mulheres" Palhaças. A mais popular, a primeira que se tem notícia, apareceu no começo do século e foi a Miss Loulou. (Mar)

Finda a temporada o Circo vai partir. A desmontagem é feita. Novos locais serão visitados; a alegria mudará de lugar... De qualquer maneira, o Circo continuará a ser a primeira escola de teatro, com uma farta gama de dramaturgia, de onde já saíram e continuarão a sair consagrados artistas. (brasilcult)
Bibliografia
Meillard, Louis: Le clown et les enfants
Pinaud, Marie: Le cirque
Publicação da FGV, 1988, n°3, março - O Correio
"O Circo, Arte Universal". Cartes Postales et Collection 1990/2
n°132 (Mar)
Marília Carqueja Vieira
Fonte: www.brasilcult.pro.br

Pode-se dizer que as artes circenses surgiram na China, onde foram descobertas pinturas de quase 5.000 anos em que aparecem acrobatas, contorcionistas e equilibristas. A acrobacia inclusive era uma forma de treinamento para os guerreiros de quem se exigia agilidade, flexibilidade e força. Com o tempo, a essas qualidades se somou a graça, a beleza e a harmonia.
Em 108 a.C. houve uma grande festa em homenagem a visitantes estrangeiros, que foram brindados com apresentações acrobáticas surpreendentes. A partir daí, o imperador decidiu que todos os anos seriam realizados espetáculos do gênero durante o Festival da Primeira Lua. Até hoje os aldeões praticam malabarismo com espigas de milho e brincam de saltar e equilibrar imensos vasos nos pés.

Nas pirâmides do Egito existem pinturas de malabaristas e paradistas. Nos grandes desfiles militares dos faraós se exibiam animais ferozes das terras conquistadas, caracterizando os primeiros domadores.
Na Índia, os números de contorção e saltos fazem parte dos milenares espetáculos sagrados, junto com danças, música e canto.