
Um dos grandes problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, estima-se que a cada ano morrem seis mil pessoas de Tuberculose, o que equivale a 16 mortes por dia.
A data tem o objetivo de mobilizar e conscientizar toda a sociedade na luta contra a doença.
O Dia Mundial da Tuberculose foi lançado em 24 de março de 1982 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares.
A data foi uma homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do Bacilo de Koch, causador da Tuberculose, pelo médico Robert Koch.
No Brasil, são 50 milhões de infectados e cada infectado, se não tratado, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano.
Tosse, dor no peito, falta de apetite, emagrecimento, cansaço e febre baixa.
Esses são os sintomas da tuberculose, doença que ataca principalmente o pulmão.
A Tuberculose não pode ser detectada somente por um exame físico. Se confundida com uma gripe, por exemplo, vai evoluir durante 3 a 4 meses sem que a pessoa infectada saiba, ao mesmo tempo em que transmite a doença para outras pessoas.
Fonte: www.unimedvitoria.com.br

O Dia Mundial de Combate à Tuberculose ocorre anualmente em 24 de março.
Embora tenha cura, a doença ainda existe no Brasil, onde são
registrados cerca de seis mil óbitos por ano vítimas da enfermidade.
Cada paciente contaminado pode infectar entre 10 e 15 pessoas por ano.
Em Itu são registrados aproximadamente 45 casos de tuberculose
por ano e embora esse número não caracterize um quadro de epidemia,
a Secretaria Municipal de Saúde desenvolve um programa contínuo
para combater a doença. Desde janeiro deste ano, a fim de reforçar
o programa, foi implantado na cidade o tratamento supervisionado.
Esse tratamento é uma estratégia de ação, colocando
o remédio o mais próximo possível da casa do paciente
que, mensalmente, passa por avaliação de um especialista. O
tratamento é denominado supervisionado porque existe uma pessoa que
acompanha o paciente e verifica se ele está tomando a medicação
corretamente.
A vigilância pode ser feita por um profissional da Secretaria, que vai
à casa do paciente semanalmente; por um cuidador (alguém próximo
ao paciente, geralmente um de seus familiares); ou até mesmo um “padrinho”
(o assistente social da empresa onde ele trabalha, por exemplo).
Toda essa vigilância se faz necessária porque o tratamento tem
a duração de pelo menos seis meses e não deve ser interrompido.
A interrupção, mesmo diante de melhora no quadro do paciente,
acarretará o retorno da doença e numa condição
pior. “A intenção com o tratamento supervisionado é
diminuir cada vez mais os números de casos”, destaca o coordenador
do serviço de Tuberculose da Prefeitura de Itu, o
médico Alberto Silva.
A tuberculose é uma doença contagiosa grave, que pode até matar se não for bem tratada. É também infecciosa, transmissível, causada por uma bactéria conhecida como Bacilo de Koch.
A tuberculose pode causar lesões em qualquer parte
do organismo humano, mas tem preferência pelos pulmões.
Os sintomas da doença são: tosse persistente, emagrecimento,
dor no peito, dores no corpo, suores noturnos, falta de apetite, perda de
peso, cansaço fácil e febre baixa, geralmente à tarde.
Mas, somente a tosse com catarro por mais de três semanas já
deve ser um motivo para que a pessoa procure um serviço de saúde.
A transmissão ocorre por via aérea. Quando pacientes com tuberculose
tossem, espirram, falam, cantam ou escarram, os bacilos são lançados
ao ar onde podem permanecer por horas.
Fonte: www.itu.com.br