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Marmelo

 

Marmelo
Marmelo

A marmelo é uma fruta parecida com uma pêra que foi cultivada pela primeira vez no Oriente Médio.

Na verdade, a maçã proverbial oferecido a Adão por Eva pode realmente ser mais precisamente traduzido como um marmelo.

Esta fruta não pode ser comido como peras ou maçãs, com exceção dos menos cultivada abacaxi variedade, mas precisa ser cozido ou congelado para eliminar a sua acidez.

Uma vez maduro, o fruto amarelado ainda tem um exterior duro, muito parecido com um inverno de abóbora. As sementes podem ser venenoso em grandes quantidades, por isso muitas pessoas costumam descartá-las. O núcleo do marmelo é muito dura, mas usando uma faca afiada cederá que tanto o núcleo inutilizável e as sementes.

Embora o interior do marmeleiro é branco quando crus, cozinhar vai transformá-lo de um vermelho escuro.

Como maçãs, essa fruta contém uma grande quantidade de pectina , por isso é frequentemente usado para doces e geléias.

Marmelo
Marmelo

Origem

Esta árvore é oriunda da Ásia Ocidental e foi trazida para o Mediterrâneo há cerca de 4 mil anos. Foram os gregos que primeiro lhe atribuíram um significado mitológico. Passaram a usar a flor do marmeleiro como símbolo sagrado da deusa do amor, Afrodita(e). Alguns autores consideram que esta espécie teve a sua origem na cidade de Cydon situada na ilha de Creta na Grécia, tendo sido cultivado pelos gregos em 700 a. C. Actualmente ainda existem formas selvagens do marmeleiro nalgumas regiões do Sul da Grécia, Itália e França. Foi introduzido no continente americano pelos colonizadores portugueses e espanhóis.

Apresenta um bom desenvolvimento em solos de textura ligeira, férteis e com adequado poder de retenção de água. É muito tolerante ao encharcamento e asfixia radical, sendo utilizado como porta-enxerto devido a este facto. Apresenta sensibilidade ao calcário, sendo 8 % o limite máximo de tolerância. Adapta-se bem a climas temperados, sendo pouco exigente em horas de frio (90 a 500 horas), suportando bem os Invernos amenos. Nas fases de desenvolvimento vegetativo e de frutificação – o marmelo é o fruto produzido – é exigente em temperaturas altas e luminosidade acentuada.

Excessos de humidade na estação quente são prejudiciais por provocarem o aparecimento de doenças criptogâmicas. As geadas tardias e os ventos fortes (exposição Sul) prejudicam o crescimento dos ramos novos, a floração e a fecundação. As zonas de potencial expansão do marmeleiro são o Ribatejo e o Oeste, Centro e Sudoeste do Alentejo, Sul da Beira Litoral e, em menor escala, o distrito de Vila Real.

Árvore

Árvore européia e da mesma família da pereira, o marmeleiro (Pyrus cydonia) produz frutos para serem consumidos mais apropriadamente em geléias e doces.

Crus, têm sabor azedo e são indigestos.

100 gramas de polpa sem açúcar contêm 63 calorias, sendo ricas em proteínas, cálcio, fósforo e vitaminas A, B1, B2 e C, além de conterem mucilagens e substâncias que fortalecem os pulmões e estancam a diarréia.

Fruto: bom calibre e forma arredondada. A epiderme é de cor amarelo-limão com alguma pubescência esbranquiçada.

A polpa é amarelada, consistente, pouco adocicada, ácida e algo adstringente. É perfumado quando bem maduro.

Fonte: www.wisegeek.org/www.atribunanews.com.br

Marmelo

Marmelada-Nativa

Nome científico: Alibertia edulis (L. Rich.) A. Rich

Nome popular: marmeladinha; puruí; marmelada-macho

Família botânica: Rubiaceae

Origem: Região Amazônica, nas capoeiras e campos

Partes utilizadas: Polpa

Características da planta

Árvore de até 4 m de altura e copa com 3 m de diâmetro.

Folhas de coloração verde-intensa, brilhantes.

Flores brancas.

Fruto

Globoso com casca lisa, negra quando maduro.

Polpa comestível de coloração negra que envolve numerosas sementes.

Frutifica durante o ano inteiro e mais frequentemente de setembro a novembro.

Cultivo

Espécie silvestre, crescendo de forma espontânea.

A marmelada-nativa é fruta silvestre muito freqüente tanto na região amazônica como nas regiões de cerrado do Brasil. Na Amazônia, onde é também conhecida como puruí, ocorre nas capoeiras e nas áreas campestres.

Trata-se de espécie arbórea de pequeno porte, cujo fruto, do tamanho de uma romã, quando maduro tem a casca e a polpa de coloração negra. De sabor adocicado, a marmelada-nativa pode ser consumida in natura ou utilizada no preparo de doces e, especialmente, de geléia. Com as sementes torradas e moídas - cada fruto guarda de 10 a 30 sementes - as populações regionais de parcos recursos preparam uma bebida que substitui o café.

Marmelada, marmeladinha, marmelada-nativa, marmelada-do-campo, marmelada-macho, mar-melada-de-cachorro ou marmelada-de-bezerro: ao contrário do que pode parecer, esta planta não tem qualquer semelhança botânica com aquela que produz o marmelo. Dizem, apenas, que o sabor das várias marmeladas nativas do Brasil lembra o sabor do gostoso doce de marmelo ou marmelada.

De acordo com Eurico Teixeira, o padre Aires de Casal, tratando das árvores fruteiras de Goiás, já fazia referência às várias marmeleiras que ali conhecera. Em seus escritos destaca uma delas, cujos frutos tinham o tamanho e a forma de laranjas, sendo, porem, ' enegrados" quando maduros. Segundo ele, a polpa daquelas frutas teria um sabor "agridoce e desenfastiante", lembrando a marmelada e que, por esse motivo, elas eram conhecidas pelo mesmo nome.

Essa descrição coincide com a da marmelada-nativa do cerrado que, ao que parece, já era conhecida e utilizada desde o tempo dos primeiros viajantes que desvendaram esta terra.

Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br

Marmelo

Marmelo
Marmelo

Planta de porte médio (3 a 6 metros) de folhas caducas, tronco tortuoso e copa arredondada. Seus frutos são normalmente amarelos quando maduros e bastante aromáticos. iente da floresta amazônica brasileira.

O marmelo

O marmelo é uma árvore de muitos galhos, folhas duras e cor verde escura. A flores são grandes e brancas ou rosadas.

O fruto, o marmelo, tem cor dourada, formato arredondado ou parecido a uma pêra e tamanho de um limão doce.

O marmelo é uma fruta ácida (mesmo depois de cozida), de perfume forte, mas agradável, e de polpa dura.

Geralmente, o marmelo não é consumido ao natural. No entanto, é uma fruta ótima para fazer doces em pasta (marmelada) ou geléia, xaropes e licores.

O marmelo cru é uma boa fonte de vitamina C, mas, durante o cozimento, se perde grande parte dessa vitamina. Também contém vitaminas do complexo B e alguns sais minerais. Além disso, auxilia no bom funcionamento do aparelho digestivo.

Embora não seja muito comum, é possível encontrar marmelo em algumas feiras livres. Ao comprar, escolha os frutos maiores, mais pesados e de formato regular, sem sinais de picadas de insetos ou manchas esverdeadas.

O marmelo maduro se conserva muito bem fora da geladeira durante 6 ou 7 dias.

Variedades

São os cultivares Portugal e Maça são os mais produtivos.

Utilização

O marmelo pode ser consumido ao natural ou industrializado na forma de compotas, sucos geléias e marmelada. A planta é usada como porta-enxerto de marmeleiro e de pereiras.

O marmeleiro, no Brasil, é consumido quase que exclusivamente na forma industrializada, e os frutos são importados do Uruguai e Argentina.

Propriedades

Adstringente, nutriente, anti-hemorrágica, antiespasmódica, antiinflamatória, antiálgica, cicatrizante, emoliente, depurativa, antiemética.

Indicações

Combate disenteria, uremia, equimoses, edemas traumáticos, nevralgias faciais, hemoptise, vômitos persistentes, afecções febris, hemorróidas.

Ajuda a tratar de:

Diarréias
Enterites
Problemas digestivos
Perturbações intestinais
Indicado na dieta dos convalescentes

Marmelada

Ingredientes:

1 kg de Marmelos
1 kg de Açúcar

Modo de Preparo:

Descasque os marmelos, corte-os em cubos e leve para ferver com o açúcar.
Deixe apurar bem e processe a mistura.
Distribua a mistura em tigelas forradas com papel vegetal e deixe secar. Para guardar a marmelada, cubra a tigela com papel vegetal.

Sugestão: Sirva acompanhada com pães ou biscoitos/www.santaluzia.com.br.

Fonte: www.todafruta.com.br/www.horti.com.br

Marmelo

Marmelo
Marmelo

Melhores cultivares: portugal e smyrna.
Época de plantio: transplante: junho - julho.
Espaçamento: 5 x 3m.
Mudas necessárias:
650/ ha.
Combate à erosão:
plantio em linhas de nível, terraços, patamares, banquetas , capinas em ruas alternadas.

Adubação por planta

Plantio, na cova

20kg de esterco de curral
1kg de fosfato natural
150g de cloreto de potássio
500g de calcário magnesiano

Plantio cobertura

200g de Nitrocálcio, em quatro parcelas

No pomar em formação: 40 a 60g de cada um dos nutrientes - N, P2O5 e K2O - por ano de idade; no pomar adulto

Após a colheita

5Kg de esterco de galinha
1kg de superfosfato e 400g de cloreto de potássio

No pomar adulto, na vegetação:

Três a quatro aplicações de 400 a 500g de sulfato de amônio.

Tratos culturais: Capinas, podas tratamentos fitossanitários.

Irrigação

Aconselhável nas estiagens da primavera.

Combate à moléstias e pragas:

No inverno: calda sufocálcica
Na vegetação: calda bordalesa ou similares
Pulgões: Metassystox
Mosca-das-frutas: Fenthion ou Dimethoate
Época de colheita: fevereiro
Produção normal: frutos: 12 a 15tha

Observações: é indispensável o combate à entomosporiose. Cultura permanente

Fonte: www.agrov.com

Marmelo

Marmelo
Marmelo

Este fruto não se come cru. É consumido cozido, em compotas, marmelada e geleia.

Eficaz contra as diarreias, a insuficiência hepática e a falta de apetite, o marmelo é rico em próvitamina A e em vitamina C. É um alimento adstringente que dá mais fir­meza à musculatura intestinal.

A infusão das suas flores acalma a tosse e favorece o sono. Rico em vitaminas A e B, o marmelo é aconselhado aos doentes brônquicos e nas diarreias.

Constituintes químicos

Acúcares, ácido tartárico, ácido tânico, amigdalina, mucilagem, pectina, propectina, proteína, sais minerais (fósforo, cálcio, ferro), taninos, vitamina C e vitaminas do complexo A e B.

Indicações

Queimaduras, inflamação de garganta, diarreias, cólicas, convalescênça, edema traumático, nevralgia facial, fissura na pele, etc..

Modo de usar

Chá das folhas: diarreia, cólica, convalescênça; cataplasma das folhas trituradas: edema traumático, nevralgia facial, fissura na pele, queimadura; inflamação de garganta: frutos com pele e sementes e água açucarada. Cozinha-se e coa-se. Conservar em vidro. Usar uma colher com um pouco de água morna para fazer gargarejos.

Fonte: www.oamigodopovo.com

Marmelo

A história do marmelo

Marmelo
Marmelo

Uma fruta que, no século passado, foi muito usada para fazer a famosa marmelada. Hoje, o doce já não é tão consumido e a fruta quase desapareceu.

A cidade de Delfim Moreira, no sul de Minas Gerais, com apenas oito mil habitantes, já foi a maior produtora do marmelo.

Toda a economia girava em torno da produção da fruta e das fábricas de doces.

O marmelo é uma fruta típica da Ásia. Foi levada para o sul de Minas em meados do século 18 e se adaptou muito bem ao clima frio da Serra da Mantiqueira.

O repórter Marcelo Ferri nos contou que, na década de 80, Delfim Moreira era responsável por 80% da produção nacional da fruta.

Havia dois milhões de pés em produção; as safras que chegavam a 13 mil toneladas.
Nos terrenos íngrimes, as frutas eram transportadas por animais.

Com a queda no consumo da marmelada (doce feito com marmelo e açúcar), o marmelo começou a ser importado de outros países da América Latina.

Hoje, na cidade, há poucas lavouras. São apenas três hectares de marmelo que produzem nos meses de janeiro e fevereiro cerca de 20 toneladas da fruta.

Composição nutricional comum do fruto do marmelo

(por 100g porção comestível).

Calorias 39 Kcal
Água 83,11%
Proteína 0,42 g
Carboidrato 8,3 g
Minerais 0,44 g
Potássio 201 mg
Fósforo 21,4 mg
Cálcio 11 mg
Ferro 0,7 mg
Vitamina B1 0,02 mg
Vitamina B2 0,03 mg
Vitamina C 15-20 mg
Ácido málico 3 a 3,5 mg
Pectina Bruta 0,63 %

O destaque para os frutos de marmelo é a alta quantidade de pectina, o que vem a facilitar a confecção de marmeladas e geléias.

Vale ressaltar que as folhas do marmeleiro contêm cerca de 11% de tanino.

O consumo de marmelos é aconselhável para o bom funcionamento do aparelho digestivo.

Fonte: maisvoce.globo.com

Marmelo

Marmelo
Marmelo

Pomo ácido que contém vitaminas A, B1, B2, e C, água e pectinas. Segundo pesquisas medicinais possui características adstringentes, constipantes e fortifica o aparelho digestivo.

Dicas

Os frutos são dourados quando maduros e com forte aroma. A casca é áspera e pilosa, e a polpa é dura, adstringente e muito ácida.

Os frutos não são em geral, comidos ao natural, mas nos países tropicais, onde as variedades são possuem casca áspera, eles podem ser comidos crus.

Curiosidades

O marmelo entrou com força na categoria dos doces devido ao fruto natural possuir sabor azedo e polpa dura.

Valor Nutricional

Porção de 100g
Quantidade por porção
Valor energético 68 Kcal
Carboidratos 12,3 g
Proteínas 2,0 g
Gorduras Totais 2,1 g
Gorduras Saturadas 0g
Gorduras trans 0g
Fibra Alimentar 1,1 g
Sódio 2 mg

Fonte: www.hortifruti.com.br

Marmelo

História da marmelada

Marmelo
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Marmelo

A marmelada é um doce típico e popular em diversas regiões do Brasil. O que muita gente não sabe é a origem dessa delícia. Dizem que a receita tradicional foi trazida de Portugal por escravas alforriadas. Muito antes disso, já fazia imenso sucesso na Península Ibérica que, por sua vez, herdou tal conhecimento dos domínios árabes.

Para entender toda a história, proponho um olhar mais aguçado sobre o açúcar.

A palavra “açúcar” vem do sânscrito “sankhara”, que significa areia e originou todas as outras versões nas línguas indo-européias: “sukkar” em árabe, “saccharum” em latim, “zucchero” em italiano, “sugar” em inglês, “zucker” em alemão…

Não se conhece direito a origem desse produto. Alguns dizem que é da Nova Guiné, outros afirmam que é da Ásia. Certo mesmo é que foram os chineses que fizeram as primeiras experiências para transformar o caldo da cana em açúcar sólido. Os persas desenvolveram novas técnicas de produção e espalharam esse conhecimento por todo o Oriente Médio, que tinha solo adequado para o plantio.

Alexandre o Grande introduziu o pó doce na Europa, onde se tornou artigo de luxo, reservado aos nobres e ao uso medicinal. Com terra fértil e determinação, os árabes transformaram a matéria-prima em riqueza, exportando-a para toda a Europa pelos portos venezianos. Esses pagavam caro pela mercadoria e regulavam o seu uso.

Enquanto no Oriente havia açúcar em abundância, o sal era escasso. Na falta deste, o açúcar virou condimento de todas as horas. Nessa época surgiram geléias e compotas. E também a deliciosa marmelada, que depois da invasão árabe nos reinos espanhol e português, se transformou em sobremesa e marca cultural da Península.

Não há nada mais espanhol do que servir membrillo com queijo, depois de uma boa comilança. Assim é chamada a marmelada em castelhano. Madri ainda conserva, no centro da cidade, uma loja dedicada à produção artesanal da iguaria. É cortada na hora e vendida por peso. Doce na medida certa, desmancha na boca. A fama é tão grande que atrai gente de todo o mundo.

Juliana Aguia

Fonte: www.malaguetacomunicacao.com.br

Marmelo

Marmelo
Marmelo

Marmelo
Marmelo

Demasiado ácido, o marmelo é raramente consumido ao natural.

Trazido ao Brasil no século XVI, foi muito cultivado até as primeiras décadas do século XX, para fabricação de marmelada.

Marmelo é o fruto do marmeleiro (Cydonia oblonga), árvore da família das rosáceas - a mesma da pêra, da maçã e do pêssego, nativa da região dos mares Cáspio e Negro.

Começou a ser cultivado na antiga Pérsia, de onde se disseminou pelo Mediterrâneo.

O marmeleiro cresce cerca de quatro metros, com numerosos galhos finos que se projetam da base, e perde as folhas no inverno, quando entra em repouso ou dormência. Suas flores são brancas, amareladas ou róseas.

Os frutos, semelhantes à pêra, chegam a ter 12cm de diâmetro.

O marmeleiro se propaga por estacas ou, para acelerar a produção, por enxertos, e é usado como cavalo ou porta-enxerto para a propagação da nêspera e da pêra.

Começa a frutificar a partir do quarto ano, e os frutos são colhidos em janeiro/fevereiro ou, nos lugares mais frios, até março.

Requer poda de formação, para adquirir ainda novo uma forma de taça, e podas anuais de limpeza, em julho/agosto, para a remoção de ramos secos, fracos e atacados por pragas.

Fonte: biomania.com

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