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Medicina Veterinária

A importância da medicina diagnóstica veterinária A história da medicina veterinária é estreitamente ligada ao desenvolvimento da medicina humana. O exercício da "ars veterinária" confunde-se com os primórdios da civilização humana e sua antiguidade pode ser referenciada a partir do próprio processo de domesticação dos animais. O "Papiro de Kahoun", encontrado no Egito em 1890, descreve fatos relacionados à arte de curar animais ocorridos a 4000 anos a.C.

Evidências da medicina animal também foram encontradas em outras civilizações antigas, como aquelas dos Hindus, Babilônios, Hebreus, Árabes, Romanos e Gregos.

E é da antiga Grécia que surge Hipócrates, o "Pai da Medicina" ou o "Pai das Profissões da Saúde". Ele foi o primeiro a usar a palavra diagnóstico, que significa discernimento, formada do prefixo dia, através de, em meio de, + gnosis, conhecimento. Diagnóstico, portanto, é discernir pelo conhecimento.

Inicialmente, o médico só dispunha de seus sentidos para exame do paciente. "O exame clínico", ensinava Hipócrates, "deve começar pelas coisas mais importantes e mais facilmente reconhecíveis. Verificar as semelhanças e as diferenças com o estado de saúde.

Observar tudo que se pode ver, ouvir, tocar, sentir, tudo que se pode reconhecer pelos nossos meios de conhecimento".

A instrumentalização da Medicina teve início no século XIX com a invenção do estetoscópio por René Laennec em 18l6. Nas décadas vindouras vieram novos avanços, como o inicio do uso da termometria e medição da pressão arterial.

O aperfeiçoamento do microscópio, por sua vez, deu nascimento à microbiologia, permitindo identificar os agentes causadores de muitas doenças. A microscopia trouxe ainda a revelação da estrutura celular dos seres vivos e a identificação das alterações patológicas dos tecidos produzidos pelas doenças.

A tecnologia médica propriamente dita só se desenvolveu no decorrer do século XX, com o diagnóstico por imagens, endoscopia, métodos gráficos, exames de laboratório e provas funcionais.

Essa crescente seqüência de avanços trouxe uma maior segurança aos profissionais médicos e médicos veterinários e também um auxilio importante para tomada de decisões fundamentais quanto à conduta e ao tratamento clínico, pela possibilidade de apoio diagnóstico imenso que os diversos setores trouxeram, como o Laboratório Clínico.

A contribuição do Laboratório ao diagnóstico clínico é imensa, desde a hematologia, à bioquímica, imunologia, provas funcionais, etc. A cada dia, novos exames e novas técnicas de alta sensibilidade vão sendo acrescentados aos recursos auxiliares do diagnóstico clínico.

Esse suporte diagnóstico auxiliou também a abolir praticamente cirurgias exploratórias e a diminuir consideravelmente as chamadas terapêuticas de prova, possibilitando ainda maior troca de experiências e difusão de conhecimentos, fato que contribuiu e contribui muito para o avanço da medicina e medicina veterinária como um todo.

As vantagens além das já anteriormente citadas somam-se a uma maior sobrevida animal pelo aumento da porcentagem de cura dos pacientes e outros fatores fundamentais que foram incrementados como o papel preventivo e diagnóstico precoce de doenças.

Mas cabe refletirmos e ressaltarmos que o futuro das áreas diagnósticas, em constante crescimento, não deve substituir a boa prática clínica. O médico veterinário deve ter em mente que os exames complementares devem ser solicitados após um cuidadoso exame clínico do paciente e a formulação clara da ou das hipóteses diagnósticas.

O importante é saber quando utilizar os recursos diagnósticos e ter uma noção clara das suas indicações e suas limitações, em cada caso em particular. A partir daí, o diagnóstico laboratorial pode exercer seu papel com excelência, agindo como parceiro do Médico Veterinário Clínico na solução dos diferentes casos que surgem na prática diária de nossa profissão.

O auxílio para uma acertada decisão na escolha dos recursos diagnósticos há de vir pelo crescente estudo e avanço individual do profissional e um fator tão fundamental quanto, que é a escolha do Laboratório parceiro. Este deve primar pela qualidade acima de tudo, contando com um corpo de profissionais aptos a exercer as diferentes atividades técnicas e auxiliar corretamente o clínico veterinário na solicitação e esclarecimento de eventuais dúvidas.

A medicina veterinária diagnóstica, como todas as áreas de conhecimento humano, está em crescente evolução e negar seu uso e conseqüentes benefícios é manter-se no passado. É dever do profissional consciente acompanhar o crescimento de sua profissão, atualizando-se, conhecendo e utilizando-se das novas ferramentas de trabalho para o avanço coletivo da classe médica veterinária, usufruindo dos benefícios que tais avanços possibilitam no divino e necessário papel de protetores e mantenedores da saúde animal.

Leonardo Razera Stencel
Gabriel Arantes Zanin

Fonte: www.bionostic.com.br

Medicina Veterinária

Desde 2005, o Brasil é dono da segunda maior indústria de insumos para saúde animal do mundo. Nos últimos dez anos, o crescimento do setor chegou perto de 240%, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Saúde Animal (Sindan) e do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa).

E, em 2008, o faturamento deve ultrapassar a casa dos 3 bilhões de reais, graças, em boa parte, ao aumento da exportação de produtos veterinários, como medicamentos e rações. Outro segmento que vai muito bem é o de pets ou animais de companhia, que cresceu por volta de 18% no ano passado. Com um mercado tão aquecido, sobram vagas para os graduados em Medicina Veterinária, principalmente os especializados em produção e controle sanitário de animais de grande porte, como bois e vacas.

"Aqui no Brasil, o aspecto sanitário dos nossos rebanhos sempre foi uma barreira para entrarmos em outros mercados. Por isso, o veterinário é tão importante, pois o sucesso do setor exportador de carne depende, em boa medida, do trabalho dele", diz o médico-veterinário João Nilson Pinto de Barros, diretor da Biogen Tecnologia em Reprodução, empresa de São José do Rio Preto (SP) especializada em reprodução de grandes animais. Além de cuidar da saúde dos bichos, o veterinário é responsável pelo controle da fabricação de produtos de origem animal.

Ele dá assistência clínica e cirúrgica a animais domésticos e silvestres e cuida da alimentação e da reprodução de rebanhos.

Na indústria alimentícia, inspeciona os processos de beneficiamento e manipulação das matérias-primas, com o objetivo de evitar a transmissão de doenças para o homem. Pode atuar, ainda, na área de vendas de alimentos, medicamentos, vacinas e de outros artigos para animais.

O mercado de trabalho

Desde 2005, o Brasil é dono da segunda maior indústria de insumos para saúde animal do mundo. Nos últimos dez anos, o crescimento do setor chegou perto de 240%, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Saúde Animal (Sindan) e do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa).

E, em 2008, o faturamento deve ultrapassar a casa dos 3 bilhões de reais, graças, em boa parte, ao aumento da exportação de produtos veterinários, como medicamentos e rações. Outro segmento que vai muito bem é o de pets ou animais de companhia, que cresceu por volta de 18% no ano passado.

Com um mercado tão aquecido, sobram vagas para os graduados em Medicina Veterinária, principalmente os especializados em produção e controle sanitário de animais de grande porte, como bois e vacas. "Aqui no Brasil, o aspecto sanitário dos nossos rebanhos sempre foi uma barreira para entrarmos em outros mercados.

Por isso, o veterinário é tão importante, pois o sucesso do setor exportador de carne depende, em boa medida, do trabalho dele", diz o médico-veterinário João Nilson Pinto de Barros, diretor da Biogen Tecnologia em Reprodução, empresa de São José do Rio Preto (SP) especializada em reprodução de grandes animais. Além de cuidar da saúde dos bichos, o veterinário é responsável pelo controle da fabricação de produtos de origem animal.

Ele dá assistência clínica e cirúrgica a animais domésticos e silvestres e cuida da alimentação e da reprodução de rebanhos. Na indústria alimentícia, inspeciona os processos de beneficiamento e manipulação das matérias-primas, com o objetivo de evitar a transmissão de doenças para o homem. Pode atuar, ainda, na área de vendas de alimentos, medicamentos, vacinas e de outros artigos para animais.

O curso

Desde 2005, o Brasil é dono da segunda maior indústria de insumos para saúde animal do mundo. Nos últimos dez anos, o crescimento do setor chegou perto de 240%, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Saúde Animal (Sindan) e do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa).

E, em 2008, o faturamento deve ultrapassar a casa dos 3 bilhões de reais, graças, em boa parte, ao aumento da exportação de produtos veterinários, como medicamentos e rações. Outro segmento que vai muito bem é o de pets ou animais de companhia, que cresceu por volta de 18% no ano passado.

Com um mercado tão aquecido, sobram vagas para os graduados em Medicina Veterinária, principalmente os especializados em produção e controle sanitário de animais de grande porte, como bois e vacas. "Aqui no Brasil, o aspecto sanitário dos nossos rebanhos sempre foi uma barreira para entrarmos em outros mercados.

Por isso, o veterinário é tão importante, pois o sucesso do setor exportador de carne depende, em boa medida, do trabalho dele", diz o médico-veterinário João Nilson Pinto de Barros, diretor da Biogen Tecnologia em Reprodução, empresa de São José do Rio Preto (SP) especializada em reprodução de grandes animais. Além de cuidar da saúde dos bichos, o veterinário é responsável pelo controle da fabricação de produtos de origem animal.

Ele dá assistência clínica e cirúrgica a animais domésticos e silvestres e cuida da alimentação e da reprodução de rebanhos. Na indústria alimentícia, inspeciona os processos de beneficiamento e manipulação das matérias-primas, com o objetivo de evitar a transmissão de doenças para o homem. Pode atuar, ainda, na área de vendas de alimentos, medicamentos, vacinas e de outros artigos para animais.

O que você pode fazer

Clínica e cirurgia de animais de pequeno porte

Prestar atendimento clínico e cirúrgico a animais domésticos.

Indústria de produtos para animais

Acompanhar a produção e a comercialização de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos. Cuidar do marketing dos produtos e prestar assistência técnica ao cliente.

Indústria de produtos de origem animal

Fiscalizar estabelecimentos que produzam, vendam ou exportem produtos de origem animal.

Manejo e conservação de espécies

Estudar animais silvestres em cativeiro ou em seu hábitat, cuidando de sua reprodução e preservação. Implantar e administrar projetos ecológicos e em reservas naturais.

Produção e sanidade animal

Controlar a saúde de rebanhos. Prevenir e controlar doenças e infecções em propriedades rurais.

Tecnologia de produção animal

Melhorar a qualidade dos rebanhos em propriedades rurais e em viveiros. Desenvolver técnicas e métodos de aperfeiçoamento genético, alimentação e reprodução.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

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