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Camada de Ozônio

A camada de ozônio é uma "capa" de gás que envolve a Terra e a protege de várias radiações, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer de pele.

Devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono , um gás que ao atingir a camada de ozônio destrói as moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera.

Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances do câncer.

Nas últimas décadas tentou-se evitar ao máximo a utilização do clorofluorcarbono e, mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, preocupando a população mundial.

As tentativas de se diminuir a produção do clorofluorcarbono , devido à dificuldade de se substituir esse gás, principalmente nos refrigeradores, fez com que o buraco continuasse aumentando, prejudicando cada vez mais a humanidade.

De qualquer forma, temos que evitar ao máximo a utilização desse gás, para que possamos garantir a sobrevivência de nossa espécie.

O buraco

A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio é a Antártida. Nessa região, principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio é misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenômeno deixa à mercê dos raios ultravioletas uma área de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da superfície do planeta.

Nas demais áreas do planeta, a diminuição da camada de ozônio também é sensível; de 3 a 7% do ozônio que a compunha já foi destruído pelo homem.

O que são os raios ultravioleta

Raios ultravioletas são ondas semelhantes a ondas luminosas, as quais se encontram exatamente acima do extremo violeta do espectro da luz visível.

A reação

As moléculas de clorofluorcarbono, passam intactas pela troposfera, que é a parte da atmosfera que vai da superfície até uma altitude média de 10.000 metros. Em seguida essas moléculas atingem a estratosfera, onde os raios ultravioletas do sol aparecem em maior quantidade.

Esses raios quebram as partículas de clorofluorcarbono liberando o átomo de cloro. Este átomo, então, rompe a molécula de ozônio, formando monóxido de cloro e oxigênio.

A reação tem continuidade e logo o átomo de cloro libera o de oxigênio que se liga a um átomo de oxigênio de outra molécula de ozônio, e o átomo de cloro passa a destruir outra molécula de ozônio, criando uma reação em cadeia.

Por outro lado, existe a reação que beneficia a camada de ozônio: Quando a luz solar atua sobre óxidos de nitrogênio, estes podem reagir liberando os átomos de oxigênio, que se combinam e produzem ozônio.

Estes óxidos de nitrogênio são produzidos continuamente pelos veículos automotores, resultado da queima de combustíveis fósseis. Infelizmente, a produção de clorofluorcarbono, mesmo sendo menor que a de óxidos de nitrogênio, consegue, devido à reação em cadeia já explicada, destruir um número bem maior de moléculas de ozônio que as produzidas pelos automóveis.

Porque na Antártida

Em todo o mundo as massas de ar circulam, sendo que um poluente lançado no Brasil pode atingir a Europa devido a correntes de convecção. Na Antártida, devido ao rigoroso inverno de seis meses, essa circulação de ar não ocorre e, assim, formam-se círculos de convecção exclusivos daquela área.

Os poluentes atraídos durante o verão permanecem na Antártida até a época de subirem para a estratosfera. Ao chegar o verão, os primeiros raios de sol quebram as moléculas de clorofluorcarbono encontradas nessa área, iniciando a reação.

Foi constatado que na atmosfera da Antártida, a concentração de monóxido de cloro é cem vezes maior que em qualquer outra parte do mundo.

No Brasil ainda há pouco com que se preocupar.

No Brasil, a camada de ozônio ainda não perdeu 5% do seu tamanho original, de acordo com os instrumentos medidores do Instituto de Pesquisas Espaciais. O instituto acompanha a movimentação do gás na atmosfera desde 1978 e até hoje não detectou nenhuma variação significante, provavelmente pela pouca produção de clorofluorcarbono no Brasil em comparação com os países de primeiro mundo.

No Brasil apenas 5% dos aerossóis utilizam clorofluorcarbono, já que uma mistura de butano e propano é significativamente mais barata, funcionando perfeitamente em substituição ao clorofluorcarbono.

Os males

A principal conseqüência da destruição da camada de ozônio será o grande aumento da incidência de câncer de pele, desde que os raios ultravioletas são mutagênicos.

Além disso, existe a hipótese segundo a qual a destruição da camada de ozônio pode causar desequilíbrio no clima, resultando no efeito estufa, o que causaria o descongelamento das geleiras polares e conseqüente inundação de muitos territórios que atualmente se encontram em condições de habitação.

De qualquer forma, a maior preocupação dos cientistas é mesmo com o câncer de pele, cuja incidência vem aumentando nos últimos vinte anos. Cada vez mais aconselha-se a evitar o sol nas horas em que esteja muito forte, assim como a utilização de filtros solares, únicas maneiras de se prevenir e de se proteger a pele.

Fonte: www.sitecurupira.com.br

Camada de Ozônio

Gases produzidos pelo homem podem destruir a camada de ozônio que filtra os raios nocivos UVB.

RISCO DE OCORRÊNCIA: a emissão de gases nocivos diminuiu desde a década de 90

Todo mundo sabe que acima de nossas cabeças existe uma grande quantidade de gases, a que damos o nome de atmosfera.

Suas principais funções são:

1. Presença do oxigênio

2. Sem o invólucro gasoso todo o calor irradiado pelo Sol se dissiparia no espaço exterior

3. Graças a sua composição, a atmosfera filtra as radiações ionizantes, em uma região chamada de ionosfera, as ondas ultravioletas, na região da estratosfera, que contém Ozônio (20 a 35Km de altura)

4. Desintegra meteoritos pelo atrito

5. Por efeito de convecção é mantido o equilíbrio térmico na superfície terrestre.

6. É a pressão atmosférica que mantém nosso sangue no interior do corpo em perfeito equilíbrio com a pressão interna. Camada de ozônio, Camada de ozônio, Camada de ozônio, Camada de ozônio, UVA, UVA, UVA, UVB, UVC, UVC

A atmosfera da Terra é formada por diversas camadas de diferentes densidades de gases, sendo os gases mais abundantes o Nitrogênio (78%), Oxigênio (21%) , Argônio (0,9%) e o Gás Carbônico (0,03%).

O gás mais importante para nós sem dúvida é o oxigênio, fundamental para os nossos processos bioquímicos que nos mantém vivos. Porém existem organismos na face da Terra que não precisam de oxigênio para sobreviver. São os chamados seres Anaeróbicos, que utilizam agentes oxidantes como o sulfato e o nitrato para obter energia.

Camadas da atmosfera da Terra
Camadas da atmosfera da Terra

Mas existe um parente próximo do oxigênio que esta presente na atmosfera e também é de extrema importância para todos os seres vivos. É o gás ozônio (O3 – lembrando que oxigênio é O2) que ocupa principalmente uma faixa entre 20 e 35 Km de altitude, em uma região conhecida como estratosfera.

Ele absorve uma porção da radiação ultravioleta que vem do Sol e é nociva aos seres vivos, chamada ultravioleta-B (UVB).Camada de ozônio, Camada de ozônio, Camada de ozônio, Camada de ozônio, UVA, UVA, UVA, UVB, UVC, UVC

O Sol emite 3 tipos de radiações: ultravioleta (UVA, UVB e UVC), luz visível e infravermelho.

O Sol emite os raios UVB nocivos aos seres vivos
O Sol emite os raios UVB nocivos aos seres vivos

A radiação ultravioleta-A compõe de 90 a 95% da energia ultravioleta do espectro solar. Não causa queimaduras na pele (bronzeamento), mas causa o envelhecimento precose.

A radiação ultravioleta-B representa uma ínfima parte da radiação solar, mas o seu estrago é grande. Ela é a grande responsável pelo bronzeamento e aparecimento de câncer, principalmente o de pele. Você utiliza protetor solar para bloquear os raios UVB que passam pela camada de oxônio. Agora imagine: a camada de ozônio filtra quase toda a radiação UVB, deixa passar só um pouco, e mesmo assim o numero de pessoas com câncer de pele aumenta sempre! Imagine se não existir camada de ozônio? Ninguém mais vai poder sair no sol!

A radiação ultravioleta-C fica completamente retida na camada de ozônio e não oferece perigo para seres humanos.

As ondas ultravioletas são uma forma de radiação excitante, que faz com que elétrons se desloquem para órbitas mais afastadas do núcleo. Existe ainda a radiação ionizante, que converte átomos em íons pois são capazes de arrancar elétrons dos átomos. Raios Cósmicos (Raio Y), Raios Gama (veja matéria sobre o assunto) e Raios X são exemplos de radiações ionizantes. Na atmosfera, a 4º camada de baixo para cima, que se estende de 80 a 400Km de altura esta a chamada Ionosfera, região recheada de íons que sofreram ação de radiações ionizantes, evitando que estes perigosos raios atinjam a superfície da Terra.Radiação eletromagnética, Radiação eletromagnética, Radiação eletromagnética, Radiação eletromagnética, Camada de Ozônio, Camada de Ozônio, UVA, UVA, UVB UVC, UVC, UVC

Então, como já vimos a radiação ionizante fica retida na camada da atmosfera terrestre chamada de ionosfera, evitando perigo para os seres vivos. A UVB fica retida na camada de ozônio.

Mas, em 1928, pesquisadores da General Motors inventaram um gás que combinava cloro, flúor e carbono. Chamado de CFC, ele logo ganhou aplicações na indústria de refrigeradores e sprays e se disseminou pelo mundo.

Foi só entre as décadas de 70 e 80 que os pesquisadores descobriram que todo o gás emitido desde então havia se espalhado pela atmosfera e estava destruindo a camada de ozônio. A descoberta, em 1985, de um enorme buraco sobre a Antártida fez a comunidade internacional se mexer. Em 1988, no protocolo de Montreal, o CFC foi finalmente banido.

Camada de Ozônio

Camada de Ozônio

Em setembro de 1981, o buraco no ozônio era ainda bem pequeno (repare a cor azul-claro sobre a Antártica). Doze anos depois, em 1993, a situação era nitidamente mais grave. Apesar das restrições ao uso de clorofluorcarbonos em todo o mundo, em setembro de 2000 o buraco atingiu seu maior tamanho. Toda a mancha azul-escura e azul-clara é o buraco na camada de ozônio, equivalente a mais de três vezes a área do Brasil. Os pontos azuis-escuros, marcados com as setas, representam as áreas em que a concentração de ozônio está bem abaixo de 150 Dobson, nível de altíssimo perigo para os seres vivos. O problema é tão sério que o filtro solar da Terra ganhou uma data especial: 16 de setembro é Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.

Atualmente, o buraco continua a crescer, mas o futuro já não é tão sombrio. “Ganhamos uma enorme batalha”, diz Volker Kirchhoff, chefe do laboratório de ozônio do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Mas a guerra ainda não esta vencida. “O CFC foi substituído por substâncias que também afetam a camada de ozônio. O que fizemos foi dar mais um prazo à humanidade”, diz o professor.

Fonte: www.sobrenatural.org

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