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Camada de Ozônio

A camada de ozônio é uma região da atmosfera, onde se acumula 1 parte de ozônio para cada 1 milhão de partes de oxigênio.

Ela possui 30 mil metros de espessura.

Função

Sua importância é que a camada forma uma barreira a terra, bloqueando a penetração das radiações ultra-violetas do sol. Sem a camada de ozônio não seria possível a vida na terra , pois ela retem 95% das radiações ultravioletas.

Ultravioleta

Raio gerado pelo sol, mais agressivo que o raio infra vermelho, em dias de muito sol em dias de muito sol provoca queimaduras e provavelmente são os causadores dos vários tipos de câncer de pele existentes nos humanos.

Cálculos da academia de ciências dos Estados Unidos estimam que com a diminuição de 1% da camada de ozônio, 10 mil novos casos de câncer de pele ocorrerão nos Estados Unidos.

Camada de Ozônio

O que é ozônio

O ozônio é uma forma de oxigênio em que a molécula é constituída de três átomos (O3 ) no lugar de dois (O2 ) do oxigênio normal.

Camada de Ozônio

Buraco na camada de ozônio

Buraco na camada de ozônio é um termo popular usado para definir uma área em que o ozônio se encontra em menos concentração que o esperado. O buraco na camada de ozônio é um grande problema para a humanidade atualmente. Desde a década dos anos 80 vem sida constatada uma queda da concentração do ozônio sobre a Antártica, em uma área de 60% da concentração normal. Recentemente foram encontradas novas áreas com baixa concentração de ozônio, agora também no hemisfério norte.

Camada de Ozônio

Conseqüências do buraco

Quanto menos ozônio houver na estratosfera, maior será a incidência de radiações ultravioleta sobre a terra. Como essas radiações são extremamente nocivas para o tecido cutâneo humano, uma grave conseqüência de seu aumento é a maior incidência dos vários tipos de câncer de pele, entre eles o carcinoma de células basais, ou basocelular e o melanoma. Cálculos da academia de ciências do EUA estimam que a diminuição de 1% da camada de ozônio pode gerar 10 mil novos casos de câncer de pele só nos americanos.

Na Grã-bretanha uma pesquisa provou que o aumento das radiações ultravioletas eleva a ocorrência dos casos de catarata e de outros. O excesso de UVs afeta a fotossíntese, processo pelo qual os vegetais fabricam o oxigênio e alimento a partir do dióxido de carbono e da água do ambiente.

Com isso a planta demora a crescer, tem folhas pequenas, suas sementes perdem qualidade e ela fica mais exposta ao ataque das pragas; como resultado ocorre redução das safras agrícolas.

É possível ainda que as Uvs destruam o filoplâncton, grande responsável pela produção de oxigênio do mundo e alimento de muitas espécies marítima; e por fim as radiações poderiam modificar a distribuição térmica e a circulação do ar no planeta, e a decorrência desse conjunto de alterações seria reações e aceleração de alguns processos metabólicos e de decomposição que produzem metado, monóxido e dióxido de carbono, o que poderia agravar o efeito estufa.

Monóxido de nitrogênio

A formação de monóxido de nitrogênio na estratosfera se deve principalmente a circulação de aviões supersônicos, que trafegam na região, ou próximo a ela. Dados constatados indicam que 1 hora de vôo pode gerar uma tonelada de monóxido de nitrogênio.

Clorofluorcarbonos

Os fluorcarbonos (fc) consistem de uma classe de compostos muito diversificada que em sua estrutura contem átomos de carbono e flúor. Essa classe também abriga os compostos que comprovadamente tem uma ação danosa a camada de ozônio, os principais são os clorofluorcarbonos (CFCs) tipo 11, 12, 113, 114, e 115 e os bromoclorofluorcarbonos (BrCFCs) tipos halon 1301, halon 1211 e halon 2402.

Os CFCs são utilizados em aerossóis pressurizados nos quais atuam como prepelentes, em compressores pela industria de refrigeração, em processo de expansão de espumas e na limpeza de aparelhos eletrônicos. Os BrCFCs são usados principalmente em extintores de incêndio.

A industria tem muitos motivos para usar esses gases: eles são baratos, tem baixíssima toxidade, não são inflamáveis nem corrosíveis e possuem certa estabilidade química na baixa atmosfera. E essa ultima característica que permite aos CFCs subirem intactos até a estratosfera , onde reagem com as moléculas de ozônio.

A destruição da camada de ozônio ocorre quando os CFCs chegando a estratosfera intactos se quebram em varias partículas liberando o átomo de cloro, ele por sua vez rompe a molécula de ozônio formando monóxido de cloro e oxigênio.

O cloro libera o oxigênio que se liga a outro átomo de oxigênio e o átomo de cloro passa a destruir a outra molécula de ozônio; formando uma reação em cadeia.

Os CFCs são apontados como os principais redutores da camada de ozônio. Em paises como no Brasil e EUA esse gases já são proibidos em aerossóis. Nesses casos eles estão sendo trocados pelo propaso ou pelo butano. O problema é encontrar alternativas de substituição em industrias como a de refrigeração, (geladeira, aparelhos de ar-condicionado e congeladores) de espuma plástica (isopor) e outras...

Conseqüências do buraco

Quanto menos ozônio houver na estratosfera, maior será a incidência de radiações ultravioleta sobre a terra. Como essas radiações são extremamente nocivas para o tecido cutâneo humano, uma grave conseqüência de seu aumento é a maior incidência dos vários tipos de câncer de pele, entre eles o carcinoma de células basais, ou basocelular e o melanoma. Cálculos da academia de ciências do EUA estimam que a diminuição de 1% da camada de ozônio pode gerar 10 mil novos casos de câncer de pele só nos americanos.

Na Grã-bretanha uma pesquisa provou que o aumento das radiações ultravioletas eleva a ocorrência dos casos de catarata e de outros. O excesso de UVs afeta a fotossíntese, processo pelo qual os vegetais fabricam o oxigênio e alimento a partir do dióxido de carbono e da água do ambiente. Com isso a planta demora a crescer, tem folhas pequenas, suas sementes perdem qualidade e ela fica mais exposta ao ataque das pragas; como resultado ocorre redução das safras agrícolas. É possível ainda que as Uvs destruam o filoplâncton, grande responsável pela produção de oxigênio do mundo e alimento de muitas espécies marítima; e por fim as radiações poderiam modificar a distribuição térmica e a circulação do ar no planeta, e a decorrência desse conjunto de alterações seria reações e aceleração de alguns processos metabólicos e de decomposição que produzem metado, monóxido e dióxido de carbono, o que poderia agravar o efeito estufa.

Antártida

A Antártida é a região mais afetada pela destruição da camada de ozônio, principalmente no mês de setembro no qual metade da concentração de ozônio é sugada da atmosfera deixando uma área de 31 milhões quilômetros quadrados a mercê dos raios ultravioletas.

Isso acontece na Antártida porque o ar de lá , devido ao rigoroso inverno, não circula pelo mundo , como o ar dos outros lugares. Foi constatado que na Antártida a concentração de monóxido de cloro é 100 vezes maior do que em qualquer parte do mundo.

A figura abaixo mostra a variação do buraco na Antártida ano a ano, de 1979 até 1992. Observa-se um crescimento contínuo durante a década de 80, com ligeira redução de suas dimensões nos anos de 1986 e 1988. A partir de 1989, porém, o buraco não se reduz mais

Camada de Ozônio
Camada de Ozônio

Fonte: cadeozio.cjb.net

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