Há anos, setecentos cientistas de mais de trinta paises reuniram-se em Hilton Head, na Carolina do Sul, EUA, para discutir um tema que está literalmente caindo sobre a cabeca de todos : a chuva.
Como se não bastasse provocar um rombo na camada de ozonio da alta atmosfera e ameacar o planeta de superaquecimento, a poluicao, nas suas diversas modalidades, tambem envenena a chuva -–algo tao benfazejo e essencial à vida como o proprio ar.
Em consequencia, 10 mil lagos na Suecia estao praticamente mortos. Na Noruega, outros 2 mil perderam seus peixes.
E na Alemanha, mais de 35% das florestas estao doentes. O Taj Mahal, um dos mais belos monumentos hindus, está perdendo a sua cor branca. E na Peninsula de Yucatán, ao sul do Mexico, a chuva está rapidamente destruindo obras da civilizacao maia, que floresceu ali pelo menos 1500 anos antes da chegada do homem branco.
No Brasil, a poluicao da chuva quase não é estudada. Isso não quer dizer que os aguaceiros que aqui desabam sejam sempre limpos. Há cerca de de 13 anos atrás, pesquisadores da Universidade Federal Fluminense constataram que a vegetacao da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, estava sendo afetada pela sujeira da chuva.
Outros estudos, realizados pela Universidade Federal de Vicoca, mostraram que a flora do Parque Florestal do Rio Doce, nas proximidades do Vale do Aco, tambem tinha sido atingida. Apesar disso, um dos pesquisadores da Cetesb afirmou que, "o problema não tem a gravidade que adquiriu em outros paises."
Como sempre, em todos os lugares onde a chuva está servindo de meio de transporte para a poluicao, os viloes da historia são as industrias e os veiculos que despejam no ar, todos os dias, toneladas de dioxido de enxofre e oxidos de nitrogenio. Esses gases reagem com o vapor de agua e outros compostos quimicos da atmosfera para formar o perigoso ácido sulfurico e o ácido nitrico. Apesar dos compostos serem perigosos, o problema da chuva acida é a degradacao do meio ambiente a longo prazo.
Alem de poluir rios e lagos e acabar com a flora e a fauna aquatica, a chuva acida se infiltra no solo liberando certos metais potencialmente tóxicos, como alumínio, chumbo e cadmio. Estes podem se introduzir na cadeia alimentar através de plantas e acabar prejudicando a saude do homem.
Ao contrario do que se imagina, mesmo nos locais mais limpos, como o Artico, a agua da chuva é levemente ácida, ou seja, tem pH 5,6. O pH mede o teor de ions positivos de hidrogenio de uma solucao ( por uma convencao, pH designa o universo do logaritmo da concentracao desses ions ). A tabela do pH vai do zero ao quatorze : quanto maior for a concentracao daqueles ions, menor sera o pH, logo, mais ácida a chuva.
Em várias cidades do oeste da Europa e do leste dos EUA, a chuva chegou a ter pH entre 2 e 3, ou seja, entre o do vinagre e o do suco de limao.
A diferenca é maior do que parece : uma chuva com pH 3 contém dez vezes mais hidrogenio do que outra com pH 4 e cem vezes mais do que outra com pH 5.
O conceito de chuva ácida vai mais além : a acidez é a ponta do iceberg. Como a manifestacao mais óbvia de que a chuva está poluida é o baixo pH, adota-se o nome chuva ácida para qualquer precipitacao com alto teor de poluentes.
Nesses ultimos anos, quando o homem parece acordar para os estragos que vem causando à natureza, a chuva ácida costuma ser citada – até com certo exagero – como uma especie de holocausto ecologico em forma liquida. Mas a ameaca é quase tao antiga quanto a propria Revolucao Industrial. A expressao foi usada originalmente no seculo passado, mais precisamente em 1872, quando o quimico ingles Robert Argus Smith analisou a qualidade do ar da cidade de Manchester. No seu livro Air and rain : the beginning of a chemical climatology ( Ar e chuva : os inicios de uma climatologia quimica ). Smith estabelece pela primeira vez uma ligacao entre o pH da chuva e a combustao do carvao naquele centro industrial.
Quase meio seculo depois, o biologo noruegues Knut Dahl reconhecia a relacao entre a acidez das chuvas e a morte de plantas e peixes em varios lagos de seu país.
Os lagos saudaveis em toda a Escandinavia teriam um pH em torno de 7,0. Em muitos deles, esse valor baixou para 5,0. A acidez matou algas, planctons e insetos. Sem esta vida microscopica, as aguas adquiriram uma transparencia não natural. Depois, à medida que o pH abaixava, desapareceram os peixes, em especial salmoes e trutas. Enfim, os passaros, sem Ter o que comer, tambem sumiram.
Na primeira Conferencia Mundial do Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, em 1972, os suecos deram o alerta. Se a guerra quimica do homem contra a natureza continuasse, em cinquenta anos, calcularam eles, metade dos lagos de seu pais estariam mortos. Por ironia da sorte – ou mais exatamente devido ao complexo mecanismo do clima no planeta – , suecos e noruegueses estavam arcando com um desastre armado a mil quilometros de distancia, na industrializada Inglaterra.
As correntes de ar que se deslocavam do oceano para o continente carregavam a maior parte dos 5 milhoes de toneladas anuais de dioxido de enxofre expelidas pelas centrais eletricas movidas a carvao das Ilhas Britanicas.
Quando alcanca o sul da Noruega e o sudoeste da Suecia, a mistura poluida se precipita sob a forma de chuva. Calcula-se que algumas regioes da Suecia chegaram a ser contempladas todo ano com um presente grego : 2 gramas de ácido sulfurico por metro quadrado de chao.
A Peninsula Escandinava não foi a única premiada. As emissoes de dioxido de enxofre foram estimadas em 70 milhoes de toneladas anuais. Esses gases não respeitaram fronteiras : Alemanha, França, Republica Theca e Eslovaquia, a ex-URSS, Italia e Espanha tiveram sua cota de participacao no involuntario comércio internacional de poluicao. No Brasil, a termeletrica de Candiota, em Bage, RS, por queimar carvao de má qualidade, acidifica as chuvas que caem no Uruguai. Paradoxalmente, até as medidas antipoluentes adotadas na decada de 70 contribuiram para o mercado exportador de chuva ácida. Foi o que aconteceu, por exemplo, no Parque Nacional de Adirondack, uma extensa area verde nos EUA, com montanhas e lagos apraziveis, protegidos por uma rigorosa legislacao de defesa do meio ambiente.
Ninguem imaginaria que naquele paraiso terrestre houvesse qualquer sinal de poluicao. Mas em 1976 constatou-se que os peixes de mais da metade dos lagos de Adirondack haviam desaparecido. De onde veio o veneno que teria acabado com eles ? O autor do crime estava a cerca de 800 quilometros do Parque. Tratava-se do complexo siderurgico de Sudbury, em Ontario, no Canadá.
Para impedir que a poluicao prejudicasse as areas vizinhas, em Sudbury as chamines têm descomunais 400 metros de altura. Lancados às camadas mais altas da atmosfera, os gases venenosos são levados por ventos que sopram para o leste até encontrar a barreira dos Montes Apalaches e se precipitar como chuva ácida em pleno parque. Os americanos se queixaram, mas não puderam fazer papel de vítima inocente. Segundo pesquisas, o Canadá recebe dos EUA quatro vezes mais dioxido de enxofre e onze vezes mais óxido de nitrogenio do que envia para esse país.
As florestas da America do Norte não foram afetadas pela chuva ácida. Mas na Europa, os efeitos parecem devastadores. Na Alemanha, Suica, França e Austria, as arvores estao doentes, talvez porque o solo ou o tipo de vegetacao seja especialmente vulneravel à acidez. Na Alemanha, uma paisagem desoladora : pinheiros e abetos, antes grandiosos, apresentam folhagem amarelada, com manchas escuras que provam a falta de nutrientes ( calcio e magnésio ). As árvores mais afetadas já perderam a folhagem: os troncos nus estao cobertos de ramos finos, raquiticos e quebradiços.
Nas cidades, a corrosão dos monumentos, edificios e veiculos e de duas a dez vezes mais rapida do que no campo. Na região de Katowice, no sul da Polonia, por exemplo, os trens não podem correr a mais de 40 km/h devido à corrosão dos trilhos. Os gregos, por sua vez, estao lutando contra o tempo para contra-atacar a chuva ácida que aos poucos dissolve seus conhecidos monumentos históricos. Segundo alguns especialistas, alguns dos grandes templos como o Partenon, em Atenas, se deterioraram mais nesse último quarto de século do que em todos os 2400 anos anteriores. A poluição praticamente já apagou as delicadas frisas e figuras gravadas na entrada da construção.
Ali, a solução de ácido sulfurico reage com o marmore transformando a superfície em gesso macio. Problema semelhante se suspeita que esteja ocorrendo com o Coliseu, em Roma. Às vezes, são falsos alarmes. Quando as esculturas dos doze profetas, obra em pedra-sabão do Aleijadinho, na cidade mineira de Congonhas do Campo, começaram a ser corroidas, afirmou-se que a culpada era também a chuva ácida. Dessa vez, parece que tudo não passou de um ataque de fungos. Melhor sorte não tiveram os monumentos no sul do Mexico. Um estudo mostrou que as esculturas e as ruínas maias estao sendo destruídas pela chuva ácida.
Na America do Sul, chuvas com pH medio 4,7 têm sido registradas tanto em regiões urbanas e industrializadas como em regiões remotas. Isso não quer dizer que a poluição esteja se espalhando. Por exemplo, estudos realizados na floresta amazônica mostraram que os valores do pH na região ( entre 4,5 e 4,7 ) estao próximos daqueles observados em áreas das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A explicação é natural. A chuva ácida provém da oxidação do sulfeto de hidrogenio, ou seja, a reação do sulfeto em contato com o oxigenio do ar, que se volatiliza nas regiões alagadas. Mas resulta principalmente da grande quantidade de ácidos organicos emitidos pela própria floresta.
Fonte: www.bio2000.hpg.ig.com.br
As industrias químicas e as centrais térmicas jogam na atmosfera produtos contaminadores, como os gases dióxido de enxofre e monóxido de nitrogênio os quais, com a ajuda do ozônio das camadas baixas da atmosfera, oxidam-se e, com a umidade da chuva, convertem-se em ácidos que se espalham pela terra, águas, árvores, plantações. O solo perde a fertilidade e os animais terrestres, aquáticos e aves, acostumados com ambientes limpos não se adaptam a esses terrenos que perdem sua vegetação natural
A maioria das chuvas é ligeiramente ácida por causa de uma pequena quantidade de dióxido de carbono dissolvido na própria atmosfera e tem um pH de 5,5. A chuva ácida tem um pH entre 5 e 2,2, e tem efeitos corrosivos para a maioria dos metais, o calcário e o papel. Pode cair a muitas centenas de milhas de onde se formou, quando se torna uma solução diluída de ácidos nítrico e sulfúrico. É letal à vida lacustre e prejudica as florestas e os solos. Também corrói edifícios e pode ser perigosa para a saúde dos seres humanos. O efeito é intensificado pelo fato de a chuva ácida liberar metais tóxicos, como cádmio e mercúrio, usualmente fixados no solo.

Inicialmente, é preciso lembrar que a água da chuva já é naturalmente ácida. Devido à uma pequena quantidade de dióxido de carbono (CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo a 5,6. Ela adquire assim um efeito corrosivo para a maioria dos metais, para o calcário e outras substâncias.
Quando não é natural, a chuva ácida é provocada principalmente por fábricas e carros que queimam combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Desta poluição um pouco se precipita, depositando-se sobre o solo, árvores, monumentos etc. Outra parte circula na atmosfera e se mistura com o vapor de água. Passa então a existir o risco da chuva ácida.
A chuva ácida pode ocorrer nas áreas sob influência da poluição produzida pelas indústrias de Cubatão, próximo à Serra do Mar.
Nesta região ocorre um fenômeno muito grave , a morte na floresta Atlântica que recobre a serra.
As árvores de maior porte morrem devido à poluição.
Os poluentes geram as chuvas ácidas, que causam a queda das folhas em algumas árvores. Abre-se uma clareira, e o Sol, antes bloqueado pela copa das árvores, agora incide diretamente sobre espécies mais sensíveis, matando-as.
A destruição assume uma gravidade significativa por causa do papel que as árvores possuem.
Elas fixam a camada de solo que reveste a serra do mar, impedindo o deslizamento desse terreno.
A morte das árvores e o apodrecimento das raízes é prejudicial ao ambiente da serra, pois pode causar em vários pontos verdadeiras avalanches de lama e pedras. Caso esse processo se torne freqüente, poderá causar entupimentos de rios (assoreamentos) e inundações.
Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente. Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são a Grã-Bretanha e a Alemanha.
A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provas antes de atuar. Um outro país, os Estados Unidos, acredita que sejam necessários mais pesquisas e debates antes de uma ação prática.

O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas tem se tornado casa vez mais sérios.
Os cientistas descobriram que a poluição do ar causada pela combustão de combustíveis fósseis é a maior causa da chuva ácida. Os componentes principais da poluição do ar que provocam a chuva ácida são o dióxido de enxofre ( SO2) e os óxidos nítricos. A chuva ácida forma-se normalmente à elevadas altitudes nas nuvens, onde o dióxido de enxofre e os óxidos nítricos reagem com a água, oxigênio e oxidantes.
Esta mistura forma uma solução de ácido nítrico e sulfúrico. A luz solar aumenta a frequência destas reações. A água da chuva, a neve, o nevoeiro e outras formas de precipitação, contem as soluções de ácido nítrico e sulfúrico que caem na terra sob a forma de chuva ácida. Porém, a chuva ácida não é a causa de toda a acidez que cai na terra. Cerca de metade da acidez na atmosfera cai para a terra sob forma de gases e partículas secas.
O vento transporta estas partículas ácidas e gases para os edifícios, carros, lares e árvores. Esses gases e partículas são por vezes lavados das árvores e outras superfícies pelas tempestades.
Quando isso acontece, a água proveniente da chuva junta esses ácidos à chuva ácida tornando a combinação ainda mais ácida.
Inicialmente, é preciso lembrar que a água já é naturalmente ácida. Devido á uma pequena quantidade de dióxido de carbono ( CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo a 5,6. Ela adquire assim um efeito corrosivo para a maioria do metais, para o calcário e outras substâncias.
Quando não é natural, a chuva ácida é provocada principalmente por fábricas e carros que queimam combustíveis fósseis, como carvão e o petróleo. Desta poluição um pouco se precipita, depositando-se sobre o solo, árvores, monumentos , etc. Outra parte circula na atmosfera e se mistura com o vapor da água. Passa então a existir o risco da chuva ácida.
A chuva ácida é retida pelas nuvens e pode viajar até 500 km por dia, dependendo da direção e força do vento. Devido à sua composição, estas chuvas alteram a composição química do solo, provocam e envenenamento dos cursos de água, fauna e flora, atingindo a cadeia alimentar, sendo ainda responsáveis pela corrosão de metais, rochas e edifícios.
Saúde: a chuva libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

Prédios, casas, arquitetura: a chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc...


Lagos: os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados, perdendo toda a sua vida.
Desmatamentos: a chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Isso pode destruir uma floresta.

Agricultura: a chuva afeta plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruida mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.
A chuva ácida pode ocorrer nas áreas sob influência da poluição produzida pelas indústrias de Cubatão, próximo à Serra do Mar. Nesta região ocorre um fenômeno muito grave, a morte na floresta Atlântica que recobre a serre. As árvores de maios porte morrem devido à poluição.
Os poluentes geram as chuvas ácidas, que causam a queda das folhas em algumas árvores.
A morte das árvores e o apodrecimento das raízes é prejudicial ao ambiente da serra, pois pode causar em vários pontos verdadeiras avalanches de lama e pedras. Caso esse processo se torne frequente, poderá causar entupimento de rios (assoreamento) e inundações.
Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente.
Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são Grã- Bretanha e a Alemanha.
A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provasantes de atuar.
Um outro país, os Estados Unidos, acredita que sejam necessários mais pesquisas e debates antes de uma ação prática. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva.
Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos.
Nos EUA, onde as usinas termoelétricas são responsáveis por quase 65% do dióxido de enxofre lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maiores que os solos vizinhos, de menor altitude, e cem vezes maior que das regiões onde há esse tipo de poluição.
Conservar energia. Hoje em dia o carvão, o petróleo e o gás natural são utilizados para suprir 75 % dos gastos com energia. Nós podemos cortar estes gastos pela metade e ter um alto nível de vida. Eis algumas sugestões para economizar energia:
Transporte coletivo: diminuindo-se o número de carros e a quantidade de poluentes também diminui.
Utilização do metrô: por ser elétrico polui menos do que carros.
Utilizar fontes de energia menos poluentes: energia geotérmica, energia das marés, energia eólica, energia nuclear (embora cause preocupação para as pessoas, em relação à possíveis acidentes e para onde levar o lixo nuclear).
Purificação dos escapamentos dos veículos, utilizar gasolina sem chumbo e adaptar um conversor catalítico. Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.
As chuvas ácidas tem trazido conseqüências muito nefastas para o nosso Planeta. É preciso estar preparado, conhecer e encontrar soluções quer a nível individual quer comunitário e que os governantes tomem decisões políticas urgentes.
Fonte: geocities.yahoo.com.br