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Efeito Estufa

 

Globalmente, o efeito estufa parece ser o fator mais importante nesta mudança climática. Ele é responsável pelo aquecimento global e as mudanças climáticas.

Qual é a importância do efeito estufa?

O efeito estufa é nada de novo. Sem ele, a Terra seria de cerca de 330C mais frio do que é hoje, uma média de cerca de-200C. Seria como os nossos dias de inverno muito frio! A "onda de calor" poderia assegurar que a temperatura é um pouco acima do ponto de congelamento (0 ° C).

Temperatura para um dia de outono ou inverno caem a-400C ou-500C. Imagine as temperaturas recordes de frio!

Então, o que acontece com o efeito estufa?

Desde que os seres humanos habitam a Terra, a temperatura média não mudou muito. É certo que ele muda dependendo do dia e as estações do ano, mas o mundo temperatura média não é superior a 50 º C a partir da ponta da idade do gelo, há cerca de 20 000 anos.

De repente, de acordo com cientistas, a temperatura pode subir entre 10C e 3,50 C nos próximos 10-100 anos. Esta é uma mudança drástica em um tempo muito curto, e uma pergunta se a terra vai se adaptar rapidamente a estas mudanças! Esta mudança abrupta poderia ser devido a vários fatores.

Uma razão é o aumento das emissões de gases de efeito estufa lançados na atmosfera por seres humanos, e que não podemos fazer nada sobre isso!

Efeito Estufa

Quais são os gases de efeito estufa?

O dióxido de carbono (CO 2)
Óxidos de azoto (NXO)
Metano (CH 4) * O hexafluoreto de enxofre (SF 6)
Clorofluorcarbonos (CFC) O ozônio (O 3)
Hidrofluorocarbonetos (HFC) O vapor de água (H 2 O gás)
Perfluorocarbonetos (PFC)

Os gases produzidos pelo homem

Quem é responsável?

Somos todos responsáveis! Cabe a cada um de nós fazer a nossa parte para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Com uma certa perspectiva, é fácil ver que as nações industrializadas emitem tanto as emissões de gases de efeito estufa. No entanto, como nações começar a desenvolver a sua própria industrialização, as emissões vão aumentar dramaticamente.

O nível de emissões de gases de efeito estufa é que ele vai subir?

Durante o período glacial, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera caiu para 200 ppm. Este nível subiu para 280 ppm no início da revolução industrial. A temperatura também é elevado de 50C. Desde então, verificou-se um aumento de 30% (360 ppm).

No próximo século, espera-se que a concentração de dióxido de carbono na atmosfera dobrar! Concentração de metano também aumentou em 145% desde o início da revolução industrial e óxidos de nitrogênio aumentaram 15%. O que isso significa para o nosso clima? Essas mudanças trazem maiores flutuações?

Por que é muito mais quente AGORA?

Desde a revolução industrial (início do século, quando seus avós foram inventados televisão e carros), os seres humanos emitem quantidades crescentes de gases de efeito estufa no ar. A fonte mais comum desses gases é o combustível fóssil. Os combustíveis fósseis incluem gasolina para seu carro e de carvão para produzir eletricidade em usinas de energia. Geralmente, o dióxido de carbono (CO2) é produzido pela combustão dos combustíveis fósseis. CO2, assim como qualquer outro gás com efeito de estufa, sobe na atmosfera absorve o calor de radiação infravermelha e mantém perto do solo, aquecendo-nos e muito mais.

Por que é tão quente se preocupar? Ainda assim, amo o verão!

Um pouco de calor faz muito bem, mas muito de uma coisa boa pode causar um desastre! Se isso não é o suficiente de uma queda de temperatura de 50 º C para alcançar a ponta de uma era do gelo, imagine que um aumento de poucos graus pode fazer!

Se as previsões se tornem realidade, o Canadá poderia enfrentar:

Um aumento no nível do mar ao longo da costa
Mudanças de condições de solo e clima forçou uma mudança completa atividades agrícolas
Um maior número de inundações, como a que experiente em 1997 Manitoba
Precipitação aumentada em algumas áreas
Seca em outras regiões
Um aumento dos incêndios florestais
Deterioração da saúde humana devido ao aumento dos problemas respiratórios, a propagação da doença infectuous e estresse devido ao calor

E a lista continua. A mudança climática pode perturbar completamente sua vida. O que acontece depende da região onde você mora. Para evitar essas mudanças ocorrem tão rapidamente, todos nós devemos fazer nossa pequena parte!

Fonte: Portal São Francisco

Efeito Estufa

Como sabemos o clima é importante e necessário, pois ele influi no funcionamento do organismo humano, favorece ou dificulta a atividade agrícola e, e também influi na navegação marítima, nas atividades comerciais e na distribuição da Vida animal e vegetal da Terra, uma região geográfica qualquer, quase sempre, é fértil ou infértil, habitada ou deserta em função do clima .

O seu estudo está ajudando a humanidade a recuperar muitas áreas que até hoje tiveram reduzido aproveitamento com a ajuda das estações meteorológicas, utilizando aparelhos específicos como:

Termômetros: Determinam a temperatura
Barômetros:
Registram a pressão exercida pelo o ar sobre os corpos
Pluviômetros:
Medem a quantidade de chuvas caídas em uma localidade
Anemômetros:
Permitem avaliar a velocidade e a intensidade dos ventos

Sabemos que a interação entre os 20 km de atmosfera mais próximos da Terra e a camada superficial do planeta dá origem ao clima. Durante o dia, parte da energia solar é captada pela superfície terrestre e absorvida, outra parte é irradiada constantemente para a atmosfera (radiações infravermelhas) provocando um aquecimento.

O efeito estufa, os gases atmosféricos, especialmente o gás carbônico, funcionam como uma capa protetora que impede a dispersão total desse calor para o espaço exterior, evitando o resfriamento da Terra durante a noite. A emissão de gases tóxicos é o maior fator de poluição atmosférica influenciando direto nas mudanças climáticas.

Esses gases se encontram na combustão do petróleo e seus derivados e nas grandes cidades encontramos cerca de, 40% da poluição devido a queima de gasolina e óleo diesel principalmente nos veículos automotíveis sendo responsáveis pela emissão de monóxido e dióxido de carbono, óxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo e outros.

As indústrias também contribuem emitindo enxofre, chumbo e outros metais pesados, além de resíduos sólidos que ficam em suspensão na atmosfera, a oxigenação vai ficando precária trazendo distúrbios genéricos em toda a população mundial, pois altera a química da natureza provocando doenças graves como abalo do sistema nervoso, alergias, câncer distúrbios respiratórios e muito mais, assim, esses tendem a piorar no inverno, quando ocorre o fenômeno conhecido como (inversão térmica): uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera que vai ai aprisionando o ar mais quente, impedindo a dispersão dos poluentes.

Daí, forma-se o efeito estufa( o aquecimento prematuro da camada atmosférica ,destruindo a Camada de Ozônio, além de provocar chuvas ácidas alterando os nutrientes da Terra, contaminando de imediato as nossas águas, tanto (doce como salgada), alterando nossa vegetação, enfim todo o Planeta.

Concluindo ,a poluição atmosférica vem abalando o Sistema Natural da Terra. Sem o oxigênio e a alteração do buraco de ozônio ,fica difícil para o homem viver em condições climáticas mais favoráveis, por isso que a Natureza vem protestando em defesa própria basta observar as mudanças climáticas que estamos tendo atualmente no Mundo, onde já é observado com as catástrofes onde jas estações já nao são como eram antes. As geadas batem seus recordes, assim como as tempestades, furacões, terremotos etc., de grandes proporções, que vêm abalando a todos.

O carbono presente na atmosfera garante uma das condições básicas para a existência de vida no planeta: a temperatura. A Terra é aquecida pelas radiações infravermelhas emitidas pelo Sol até uma temperatura de 27º C. Essas radiações chegam à superfície e são refletidas para o espaço, o carbono forma uma redoma protetora que aprisiona parte dessas radiações infravermelhas e as reflete novamente para a superfície. Isso produz um aumento de 43ºC na temperatura média do planeta, mantendo-a em torno dos 16º C. Sem o carbono na atmosfera a superfície seria coberta de gelo.

O excesso de carbono, no entanto, tende a aprisionar radiações infravermelhas, produzindo o chamado efeito estufa: a elevação da temperatura média a ponto de reduzir ou acabar com as calotas de gelo que cobrem os pólos.

Os cientistas ainda não estão de acordo se o efeito estufa já está ocorrendo, mais preocupam-se com o aumento do dióxido de carbono na atmosfera a um ritmo médio de 1% ao ano. A queima da cobertura vegetal nos países subdesenvolvidos é responsável por 25% desse aumento. A maior fonte, no entanto, é a queima de combustíveis fósseis como o petróleo, principalmente nos países desenvolvidos.

O Japão é o que tem registrado maior crescimento: de 1985 a 1989, sua emissão de dióxido de carbono passa de 265 milhões de toneladas por ano para 299 milhões.

Pesquisas realizadas pela NASA mostram que a temperatura média do planeta já subiu 0,18ºC desde o início do século. Nos anos 80 fotos tiradas pelo satélite meteorológico Nimbus em um período de 15 anos registram a diminuição do perímetro de gelo em volta dos pólos.

Supondo o efeito estufa em ação os cientistas projetam um cenário de dilúvio: o aquecimento do ar aumenta a evaporação da água do mar, cria um maior volume de nuvens faz crescer o nível de chuvas e altera o regime dos ventos. Haveria chuvas intensas em áreas hoje desérticas, como no norte da África e o nordeste do Brasil, e faltaria água em regiões férteis como, o meio-Oeste dos EUA. O desgelo das calotas polares elevaria o nível do mar inundando ilhas e áreas costeiras. Holanda, Bangladesh, Miami, Rio de Janeiro e parte de New York, por exemplo, sumiriam do mapa. O aumento de temperatura global também provocaria a multiplicação de ervas daninhas e insetos e as transferências das pragas de clima quente - como a mosca tsé-tsé, que vive no centro da África - para regiões de clima frio. A absorção de excesso de dióxido de carbono faria a vegetação crescer mais rapidamente e retirar mais nutrientes do solo. Segundo essas projeções, as florestas temperadas só sobreviveriam no Canadá.

O ozônio concentra-se nas camadas superiores da atmosfera a 15Km da superfície e forma uma espécie de escudo com cerca de 30 Km de espessura, que protege o planeta dos raios ultravioleta do Sol. A redução da camada de ozônio aumenta a exposição aos raios ultravioleta do Sol e está associada ao crescimento de casos de câncer de pele e de doenças oculares, como a catarata.

Para os cientistas, o buraco existente na Antártida atrasa a chegada da primavera na região e provoca quebras na cadeia alimentar da fauna local. Pode contribuir para aumentar a temperatura e acelerar o desgelo das calotas polares.

O primeiro alerta sobre a redução da camada de ozônio é dada pela NASA, a partir de estudos feitos entre 1979 e 1986: o escudo vem perdendo espessura e apresenta um buraco de 31 milhões de quilômetros quadrados sobre a Antártida, área equivalente a 15% da superfície terrestre. Em fevereiro de 1992 a NASA, identifica um segundo buraco desta vez sobre o pólo Norte chegando as regiões próximas ao Círculo Polar Ártico. buraco existente na Antártida atrasa a chegada da primavera na região e provoca quebras na cadeia alimentar da fauna local.

Em 1987 os cientistas identificam o cloro presente nos compostos de clorofluorcarbono (CFC) como um dos poluentes responsáveis pela camada de ozônio. Ele é usado como propelente em vários tipos de sprays, em motores de aviões, circuitos de refrigeração, espuma de plástico, fôrmas e bandejas de plástico poroso, chipis de computadores e solventes utilizados pela indústria eletrônica. Com a vida útil de 75 anos, combina-se com o oxigênio, e compõem as moléculas de ozônio e forma o gás cloro. Os maiores produtores e consumidores de CFC, vivem no hemisfério Norte. Os países desenvolvidos fabricam, em média, 1Kg de CFC por pessoa ao ano. Em 1987 representantes de 57 países reunidos no Canadá assinam o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a reduzir a produção de CFC pela metade até 1999. Em junho de 1990 o acordo é ratificado pela ONU. Ele determina o fim gradativo da produção de CFC até 2010. Mais de 90 nações aderem ao acordo, inclusive o Brasil.

Apesar de a emissão de CFC ser maior no hemisfério Norte, é sobre o pólo Sul que surge o primeiro e mais extenso buraco na camada de ozônio. Isso acontece devido à circulação das massas de ar na atmosfera. Elas circulam em camadas sobrepostas - vão dos pólos para o Equador em baixa altitude, e retornam do Equador aos pólos mais elevadas - e são capazes de levar os poluentes a milhares de km de distância do seu local de origem. No inverno Antártico de abril a agosto, a região permanece no escuro e os ventos carregados de poluentes giram em círculo, atraindo massas de ar de outras partes da Terra. Em setembro e outubro, a luz do Sol retorna a região e estimula as reações químicas que destroem o ozônio. Forma-se o Buraco. Em novembro o ar que chega de outras regiões, permite uma recomposição parcial do Escudo de Ozônio. O Buraco diminui de tamanho mais não fecha completamente.

Também temos ainda as chuvas ácidas, que são a queima de carbono e de combustíveis fósseis e de poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob a forma de vapor de água.

O resultado são as chuvas ácidas: As águas das chuvas, assim como, a geadas, neve e neblina, ficam carregada de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície alteram a composição química do Solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.

Fonte: www.escolavesper.com.br

Efeito Estufa

A atmosfera da Terra é constituída de gases que permitem a passagem da radiação solar, e absorvem grande parte do calor (a radiação infravermelha térmica), emitido pela superfície aquecida da Terra.

Esta propriedade é conhecida como efeito estufa.

Graças a ela, a temperatura média da superfície do planeta mantém-se em cerca de 15°C. Sem o efeito estufa , a temperatura média da Terra seria de 18°C abaixo de zero, ou seja, ele é responsável por um aumento de 33°C. Portanto, é benefício ao planeta, pois cria condições para a existência de vida.

Quando se alerta para riscos relacionados com o efeito estufa, o que está em foco é a sua possível intensificação, causada pela ação do homem, e a consequência dessa intensificação para o clima da Terra.

A hipótese da intensificação do fenômeno é muito simples, do ponto de vista da física: quanto maior for a concentração de gases, maior será o aprisionamento do calor, e consequentemente mais alta a temperatura média do globo terrestre.

A maioria dos cientistas envolvidos em pesquisas climáticas, está convencida de que a intensificação do fenômeno em decorrência das ações e atividades humanas, provocará esse aquecimento. Uma minoria discorda disso e indaga em que medida esse aquecimento, caso esteja ocorrendo, se deve ao efeito estufa, intensificado pela ação do homem. Sem dúvida, que as descargas de gases na atmosfera por parte das indústrias e das frotas de veículos, contribuem para aumentar o problema, e naturalmente ainda continuarão a ser objeto de muita discussão entre os cientistas e a sociedade.

A causa fundamental de todas as situações meteorológicas na Terrra é o Sol e a sua posição em relação ao nosso planeta, não devendo entender-se por isto as variações estacionais que ocorrem ao mesmo tempo que a Terra progride na sua órbita anual.

A energia calorífica fornecida pelo Sol afeta diretamente a densidade do ar (o ar quente é mais leve do que o ar frio), provocando assim todos os gradientes de pressão importantes que causam o movimento do ar numa tentativa para minimizar a distribuição deles.

O movimento constante da atmosfera depende, assim, do balanço de energia, fator que temos de considerar sob dois aspectos: o balanço, ou "orçamento", entre a Terra e o espaço, porque este determina a temperatura média da atmosfera, e o balanço, ou "orçamento", no seio da atmosfera em si, porque este é a causa fundamental das condições meteorólgicas.

Consequências do efeito estufa

Uma das consequências que o aumento do efeito estufa irá causar é o crescimento da temperatura global da Terra, isto ainda não está provado mas existem fortes indícios de que este aumento da temperatura irá acontecer (ou está acontecendo), e se isso vier ocorrer poderá surgir na Terra uma série de fenômenos catastróficos, como eu irei explicar logo em seguida.

OBS: Estas previsões são as mais pessimístas e catastróficas possíveis, mas que nós não podemos deixar de lado.

SECA

Um dos efeitos do aquecimento global da Terra poderá ser a seca. Quando a temperatura aumentar, a água irá se aquecer rapidamente. Em alguns lugares, onde não chove muito normalmente, a vida vegetal acaba por depender de lagos e rios para sobreviver. E quando a temperatura aumentar, a água nesta área irá evaporar e a seca irá acontecer. A vida vegetal começará a morrer e consequentemente irá existir poucas plantas para retirar o dióxido de carbono do ar. Isto poderá fazer com que várias colheitas sejam destruídas e a fome ou a sede comecem a atacar as pessoas mais carentes. E não para por aí, poderá também fazer com que o efeito estufa se agrave mais ainda.

AUMENTO DO NÍVEL DO MAR

Enquanto em algumas áreas irá faltar água, outras irão ter água demais. Outro efeito do aquecimento global da Terra será o aumento no nível do mar. Quando se esquenta (acima dos 0 graus Celsius), é um fato que o gelo irá derreter. Se a temperatura da Terra aumentar nas regiões polares, grandes quantidades de gelo irão derreter, fazendo com que toda essa água vá direto para os oceanos.

Toneladas e mais toneladas de gelo ficarão derretidas se a Terra aquecer o suficiente para isso, o que irá causar um aumento drástico no nível do mar. Cidades costeiras ficarão submersas, destruindo assim muitos imóveis e estruturas, o que irá custar milhões para as companhias de seguro. E se todas essas pessoas que moravam nessas regiões que ficaram submersas mudarem de uma vez para o interior do continente; isso poderá acarretar em uma falta de espaço muito grande para poder alojar todos os que foram prejudicados por este aumento no nível do mar.

EXTREMO

Outro efeito do aquecimento global da Terra será o tempo que ficará ao seu extremo. Mudança na temperatura significa a mudança significativa do tempo em muitos lugares. Quanto mais o tempo fica quente mais características tropicais se estabelecem sobre o mesmo. O tempo começará a ficar cada vez mais violento; este aumento da temperatura irá intensificar os ventos, a chuva e as tempestades.

Alguns efeitos do aquecimeto global eu acabei não incluindo nesta página, e de fato eu apenas ilustrei três desses possíveis efeitos, mas isso não significa que só existam esses três. Existem outros fatos que poderão ocorrer como o aumento dos preços de produtos, mudança no valor das terras, o desaparecimento de colheitas inteiras... etc.

Muitos animais serão totalmente extintos, porque esta mudança no tempo está acontecendo muito rapidamente o que não havia ocorrido em nenhuma outra época. Animais encontrarão suas casas desaparecendo rapidamente quando as árvores não conseguirem mais sobreviver as mudanças de temperatura ou de humidade. Animais também se encontrarão em condições desfavoráveis à sobrevivência, novamente por causa da mudança na temperatura e na humidade.

Portanto você pode ver que existem muitas outras consequêcias que poderão ocorrer na Terra se a temperatura do globo continuar aumentando.

Fonte: www.geocities.com

Efeito Estufa

O efeito estufa é a forma que a Terra tem para manter sua temperatura constante. A atmosfera é altamente transparente à luz solar, porém cerca de 35% da radiação que recebemos vai ser refletida de novo para o espaço, ficando os outros 65% retidos na Terra.

Isto deve-se principalmente ao efeito sobre os raios infravermelhos de gases como o Dióxido de Carbono, Metano, Óxidos de Azoto e Ozônio presentes na atmosfera (totalizando menos de 1% desta), que vão reter esta radiação na Terra, permitindo-nos assistir ao efeito calorífico dos mesmos.

Efeito Estufa
Efeito Estufa

Nos últimos anos, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem aumentado cerca de 0,4% anualmente; este aumento se deve à utilização de petróleo, gás e carvão e à destruição das florestas tropicais. A concentração de outros gases que contribuem para o Efeito de Estufa, tais como o metano e os clorofluorcarbonetos também aumentaram rapidamente.

O efeito conjunto de tais substâncias pode vir a causar um aumento da temperatura global (Aquecimento Global) estimado entre 2 e 6 ºC nos próximos 100 anos.

Um aquecimento desta ordem de grandeza não só irá alterar os climas em nível mundial como também irá aumentar o nível médio das águas do mar em, pelo menos, 30 cm, o que poderá interferir na vida de milhões de pessoas habitando as áreas costeiras mais baixas.

Se a terra não fosse coberta por um manto de ar, a atmosfera, seria demasiado fria para a vida. As condições seriam hostis à vida, a qual de tão frágil que é, bastaria uma pequena diferença nas condições iniciais da sua formação, para que nós não pudessemos estar aqui discutindo-a.

O efeito estufa consiste, basicamente, na ação do dióxido de carbono e outros gases sobre os raios infravermelhos refletidos pela superfície da terra, reenviando-os para ela, mantendo assim uma temperatura estável no planeta.

Ao irradiarem a Terra, parte dos raios luminosos oriundos do Sol são absorvidos e transformados em calor, outros são refletidos para o espaço, mas só parte destes chega a deixar a Terra, em consequência da ação refletora que os chamados "Gases de efeito estufa" (dióxido de carbono, metano, clorofluorcarbonetos- CFCs- e óxidos de azoto) têm sobre tal radiação reenviando-a para a superfície terrestre na forma de raios infravermelhos.

Desde a época pré-histórica que o dióxido de carbono tem tido um papel determinante na regulação da temperatura global do planeta.

Com o aumento da utilização de combustíveis fósseis (Carvão, Petróleo e Gás Natural) a concentração de dióxido de carbono na atmosfera duplicou nos últimos cem anos.

Neste ritmo e com o abatimento massivo de florestas que se tem praticado (é nas plantas que o dióxido de carbono, através da fotossíntese, forma oxigênio e carbono, que é utilizado pela própria planta) o dióxido de carbono começará a proliferar levando, muito certamente, a um aumento da temperatura global, o que, mesmo tratando-se de poucos graus, levaria ao degelo das calotes polares e a grandes alterações a nível topográfico e ecológico do planeta.

Fonte: educar.sc.usp.br

Efeito Estufa

Introdução

Em uma estufa, a temperatura chega a ser mais alta que em seu exterior, devido aos materiais com que ela está construída, que permitem a entrada da energia solar e retardam sua saída, conservando-a em forma de energia calorífica. Algo semelhante ocorre na Terra, já que graças à presença de alguns gases atmosféricos conhecidos como gases de efeito estufa, este fenômeno se dá naturalmente e é conhecido como efeito estufa. De fato, o efeito estufa permite que a energia que chega à Terra possa ser retida por mais tempo e ser “reenviada” mais lentamente, o que contribui ao balanço energético do planeta. De fato, a temperatura média na Terra é de cerca de 15ºC e, caso a atmosfera não existisse, essa temperatura chegaria aos – 18ºC.

Aumento do efeito estufa

O efeito estufa ocorre porque a energia procedente do Sol é formada por ondas de alta frequência, que trespassam a atmosfera com facilidade (radiação ultravioleta e espectro visível) e a energia remitida para o exterior a partir da Terra, que é um corpo mais frio, encontra-se em forma de ondas de frequências mais baixas (infravermelha e um pouco de espectro visível), e é absorvida pelos gases de efeito estufa. Essa retenção de energia faz com que a temperatura terrestre se eleve mais. É importante destacar que, em condições normais, a quantidade de energia que chega à Terra é igual ao que nosso planeta emite. Do contrário, a temperatura do planeta aumentaria continuamente.

O problema do efeito estufa existente na atualidade é o que está ocasionando as mudanças climáticas. Isso se deve à presença de grandes concentrações de gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (Ch2) e os óxidos de nitrogênio (NO2), devido às atividades antropogênicas, as quais se calcula que suas concentrações aumentem 5% a cada ano. Alguns gases, além de ter um forte efeito como o gás de efeito estufa, provocam danos secundários como os clorofluorcarbonos (CFCs), que também destroem a camada de ozônio. De fato, 1 grama de CFC contribui com o efeito estufa 15.000 vezes mais que 1 grama de dióxido de carbono (CO2). Entretanto, a quantidade de CO2 é muito maior que a do restante dos gases.

Principais gases de efeito estufa:

Dióxido de carbono. Este gás é liberado de maneira natural do interior da Terra, do processo de respiração, da transformação dos solos, da combustão de compostos com carbono e da evaporação oceânica. Por outro lado, ele se dissolve nos oceanos e é consumido na fotossíntese. Desde o século XIX, a concentração atmosférica de CO2 e outros gases de efeito estufa aumentou constantemente devido à atividade humana, como a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e os processos industriais.
Metano. Gás produzido principalmente por processos anaeróbicos, como os cultivos de arroz ou a digestão animal, a queima de biomassa e de combustíveis fósseis. É destruído na troposfera ao reagir com radicais –OH e com o monóxido de carbono (CO). Da mesma forma que o CO2, suas concentrações aumentam pela ação antropogênica direta e indireta, duplicando-se nos últimos 10 anos.
Óxido nitroso. Gás produzido mediante processos biológicos em oceanos, solos e florestas chuvosas, e também por atividades humanas como combustão industrial, produção de náilon e ácido nítrico, práticas agrícolas, automóveis com conversores catalíticos de três vias e pela queima de biomassa. É destruído pela energia lumínica na parte superior da atmosfera. Atualmente, a quantidade de NO2 tem um aumento de 0.25% anual.
Clorofluorcarbonos (CFCs). Compostos de longa vida que contêm carbono e halogênios (cloro, bromo e flúor). Foram produzidos pelo homem para serem usados em refrigeradores e, posteriormente, como propulsores para aerosóis e na fabricação de espuma plástica. Degradam-se pela ação dos UV e liberam átomos livres de halogênios que destroem o ozônio.
Vapor de água. O vapor de água é um constituinte vital da atmosfera e se encontra em uma proporção de 1% em volume. Pela sua abundância, é o gás de efeito estufa de maior importância, já que tem um papel essencial no balanço energético atmosférico.

Efeito Estufa e as Mudanças Climáticas

Estimaaumentado cerca de 0.6ºC nos últimos 130 anos. Os estudos mais recentes sugerem que, por causa da intensa -se que a temperatura terrestre tenha emissão de gases de média da Terra de algumas decimais de grau. Por isso, um ponto importante no efeito estufa, está ocorrendo um aumento na temperatura Protocolo de Kyoto é o compromisso das nações em reduzir as emissões de gases de efeito estufa à atmosfera, situação que abriu uma grande controvérsia política e econômicaindustrializados são responsáveis por 80% de tais emissões. Por esta razão, as nações em desenvolvimento exigem que , já que os países estes países reduzam seus processos industriais e freiem assim o efeito estufa. Entretanto, solicitam que lhes seja permitido o próprio desenvolvimento industrial, e que os parâmetros para restringir suas emissões sejam menos restritos.

Atualmentequantidade de emissões que as acordadas no Protocolo, esta pode , acordos foram obtidos, como o fato de que se uma nação produz uma menor vender esse nação que haja excedido seu limite, situação que ajuda a manter uma emissão limite em níveis globais.“espaço” à uma

Também foi acordado que seria reduzida a emissão de seis gases de efeito estufa: o dióxido de enxofre, o óxido nitroso, o metano, os hidrofluorcarbonos, perfluorcarbonatos e o hexafloreto de enxofre, sendo estes três últimos de produção industrial.

Fontes de informação

ECHARRI, Luis. Livro eletrônico - Ciencias de la tierra y del medio ambiente. Escuela Superior de Ingenieros de San Sebastián, Universidad de Navarra. Navarra, España. http://www.esi.unav.es/Asignaturas/Ecologia/Hipertexto/00General/IndiceGral.html
EDITORIAL OCÉANO. El mundo de la ecología. Editorial Océano, España, 2001.
UNESCO. En la Antártida, el horizonte se oscurece. United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO), 1999. http://www.unesco.org/courier/1999_05/sp/planete/txt1.htm

Fonte: www.micromacro.tv

Efeito Estufa

O efeito estufa tem colaborado com o aumento da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Pesquisadores do clima afirmam que, num futuro próximo, o aumento da temperatura provocado pelo efeito estufa poderá ocasionar o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Como consequência, muitas cidades litorâneas poderão desaparecer do mapa.

O efeito estufa é gerado pela derrubada de florestas e pela queimada das mesmas, pois são elas que regulam a temperatura, os ventos e o nível de chuvas em diversas regiões. Como as florestas estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção.

Um outro fator que está gerando o efeito estufa é o lançamento de gases poluentes na atmosfera, principalmente os que resultam da queima de combustíveis fósseis. A queima do óleo diesel e da gasolina nos grandes centros urbanos tem colaborado para o efeito estufa. O dióxido de carbono (gás carbônico) e o monóxido de carbono ficam concentrados em determinadas regiões da atmosfera formando uma camada que bloqueia a dissipação do calor.

Outros gases que contribuem para este processo são: metano, xido nitroso e óxidos de nitrogênio. Esta camada de poluentes, tão visível nas grandes cidades, funciona como um isolante térmico do planeta Terra. O calor fica retido nas camadas mais baixas da atmosfera trazendo graves problemas ao planeta.

Pesquisadores do meio ambiente já estão prevendo os problemas futuros que poderão atingir nosso planeta caso esta situação persista. Muitos ecossistemas poderão ser atingidos e espécies vegetais e animais poderão ser extintos. Derretimento de geleiras e alagamento de ilhas e regiões litorâneas. Tufões, furacões, maremotos e enchentes poderão ocorrer com mais intensidade. Estas alterações climáticas poderão influenciar negativamente na produção agrícola de vários países, reduzindo a quantidade de alimentos em nosso planeta. A elevação da temperatura nos mares poderia ocasionar o desvio de curso de correntes marítimas, ocasionando a extinção de vários animais marinhos e diminuir a quantidade de peixes nos mares.

Preocupados com estes problemas, organismos internacionais, ONGs (Organizações Não Governamentais) e governos de diversos países já estão tomando medidas para reduzir a poluição ambiental e a emissão de gases na atmosfera. O Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, prevê a redução de gases poluentes para os próximos anos. Porém, países como os Estados Unidos tem dificultado o avanço destes acordos. Os EUA alegam que a redução da emissão de gases poluentes poderia dificultar o avanço das indústrias no país.

Em dezembro de 2007, outro evento importante aconteceu na cidade de Bali. Representantes de centenas de países começaram a definir medidas para a redução da emissão de gases poluentes. São medidas que deverão ser tomadas pelos países após 2012.

Murilo De Santi Martins

Fonte: www.ondaverdefm.com.br

Efeito Estufa

Efeito Estufa e a BIODIVERSIDADE

Normalmente o termo efeito estufa é utilizado com uma conotação negativa, indicando que algo de errado está acontecendo com a atmosfera. No entanto, a vida na terra só é possível por causa desse efeito. Para se ter uma idéia da importância do efeito estufa, pode-se comparar a Terra e a Lua. Enquanto a camada de ar que envolve a Terra se mantém entre extremos aproximados de -10ºC e 50ºC, a Lua, que até onde sabemos não possui seres vivos, apresenta extremos de -150ºC a noite e 100ºC na superfície exposta ao Sol. Estas diferenças existem a despeito do fato de que ambos os corpos celestes se encontrarem mesma distância do sol. Estas diferenças existem porque a terra possui uma camada de gases capazes de absorver parte da radiação emitida pelo Sol. De toda a radiação que chega à Terra, apenas a luz visível e parte das ondas de rádio atingem a superfície da terra sem interferência, enquanto a luz ultravioleta é absorvida na estratosfera, provocando seu aquecimento. A energia absorvida faz com que as moléculas de certos gases vibrem, promovendo produção de calor o qual em parte acaba sendo reemitido para o espaço e em parte é responsável pela manutenção dos sistemas vivos na superfície terrestre. Este é o efeito estufa benéfico, sem o qual a vida na Terra seria impossível.

Por outro lado, quando se fala do lado mau do efeito estufa quer-se dizer que o aumento artificial, e desproporcionalmente rápido na concentração de certos gases que provocam este efeito (como o CFC, óxido nítrico, ozônio e o CO2, por exemplo) vem provocando um aumento de temperatura da atmosfera. Isto pode provocar mudanças climáticas significativas para a manutenção da vida como a conhecemos. De acordo com simulações de computador, alterações de temperatura que para nós são relativamente pequenas (p.ex. 1 ou 2 graus centígrados a mais na média mundial) poderão produzir alterações climáticas drásticas, devido principalmente à possibilidade de descongelamento de parte da água que se encontra em forma de gelo nos pólos. A presença de maior proporção de água líquida na atmosfera não somente aumentaria os níveis de água nos oceanos, mas também faria com que os regimes de chuvas de várias regiões se alterassem. Paralelamente, os próprios efeitos do aumento de temperatura fariam com que os movimentos de massas de ar também se alterassem e inclusive influenciassem os regimes de chuvas.

Este cenário de mudanças climáticas já ocorreu diversas vezes em nosso planeta e dados obtidos a partir de registros fósseis, indicam que houve grandes mudanças no conjunto de seres vivos do planeta (ou seja, na biodiversidade).

Os maiores focos de diversidade biológica em nosso planeta encontram-se nas regiões costeiras e nas regiões que abrigam florestas tropicais.

A biodiversidade marinha e costeira forma um conjunto mais amplo de biomas do planeta, cobrindo cerca de 71% da superfície terrestre. As regiões costeiras estão entre os ecossistemas naturais mais produtivos (estuários, lagunas, recifes de coral etc). A diversidade biológica marinha é comparável às florestas tropicais terrestres. Alguns autores inclusive comparam os biomas marinhos com o terrestre dizendo que o primeiro é equivalente a uma floresta tropical submersa.

Em um cenário onde o aumento nos gases do efeito estufa provoquem de mudanças ambientais muito rápidas, o aquecimento das águas degradaria os ecossistemas marinhos, afetando diversas espécies de diferentes formas. As alterações nos níveis do mar com uma frequência mais rápida do que muitos dos biomas poderiam suportar, provocariam estresse em muitos dos organismos sensíveis à temperatura, tais como os corais, causando a morte e favorecendo o estabelecimento de doenças. Com a perda dos corais por exemplo, várias comunidades que vivem a eles associadas e/ou deles dependem e incluem um grande número de espécies animais e vegetais, correriam o risco de desaparecer, Isto porque não teriam tempo para se adaptar às novas condições climáticas. O efeito estufa gerado por atividade humana pode levar à perda de espécies e portanto diminuição da biodiversidade.

No caso das florestas tropicais, e efeito seria muito similar, mas por vias distintas. No ambiente terrestre, uma das alterações mais importantes seria na distribuição da água na superfície, determinada pelos movimentos de massa de ar. Há previsões que indicam aumentos de temperatura na Região Amazônica da ordem de 3 a 8ºC associadas com uma diminuição significativa na precipitação. Essas previsões sugerem que algumas regiões da Amazônia poderiam apresentar clima similar ao de um deserto. Como nos ecossitemas marinhos, se no ambiente terrestre as mudanças forem excessivamente rápidas, várias espécies não conseguiriam migrar com rapidez suficiente para encontrar um ambiente adequado para sua adaptação. Essas espécies correm, portanto, o risco de desaparecer, o que novamente significa perda de diversidade biológica. Alguns autores acreditam que os efeitos mais drásticos nas florestas seriam sobre as árvores, pois muitas apresentam ciclo de vida longo e estão muito bem adaptadas. Espécies com essas características, não teriam tempo de encontrar um novo habitat.

Assim, o principal mecanismo de perda de diversidade biológica seria a perda de habitats gerada pelo desaparecimento de certas espécies e consequentemente de várias das espécies associadas à primeira.

Considerando a biodiversidade como um conjunto de genomas que gera designes distintos, a perda de espécies significa a perda irrecuperável de designes não somente de espécies, mas também de associações de espécies em níveis de complexidade mais altos, como ecossistemas e comunidades.

Com a perda das árvores, que são os principais organismos captadores de carbono no planeta, mais CO2 ficaria livre na atmosfera, aumentando ainda mais a temperatura e piorando o problema.

Como o mesmo raciocínio é válido para o ambiente marinho, bem como para biomas em regiões temperadas do planeta, a perda de organismos fotossintetizantes levaria à sobra de CO2.

Isso o que levaria a mais mudanças climáticas e a partir de certo ponto, o sistema pode entrar em um ciclo irreversível de perda de diversidade biológica. Assim, somente algumas espécies mais flexíveis com relação à adaptação, permaneceriam no sistema.

Vale lembrar que tudo isso ainda é bastante especulativo, pois ainda não conhecemos o suficiente sobre os mecanismos de adaptação de mais de 95% das espécies de nosso planeta.

O que sabemos hoje é muito pouco perto do que há para saber sobre a biodiversidade e por isso as previsões correntes poderiam estar erradas tanto para o lado positivo quanto para o negativo. Se as previsões estiverem certas, não haverá tempo hábil para conhecermos o necessário sobre a biodiversidade até cerca de 2050, quando a concentração de CO2 será o dobro da de hoje. Assim, não parece sábio arriscar e continuar produzindo gases do efeito estufa.

Marcos S. Buckeridge

Fonte: wwww.felix.ib.usp.br

Efeito Estufa

Quando se queima óleo, carvão ou madeira, liberamos dióxido de carbono na atmosfera. Esse dióxido de carbono extra cria um "cobertor" ao redor da Terra.

A maior parte da radiação de ondas curtas do Sol podem atravessar a camada.

Mas a maioria das radiações de ondas longas da Terra não consegue escapar, fazendo com que a Terra fique cada vez mais quente. Isso é chamado de "efeito estufa" e causa aquecimento global.

As áreas verdes são essenciais para o equilíbrio ecológico e para a saúde humana.

A importância do verde é maior nas grandes cidades, onde há grande concentração de poluentes.

O oxigênio liberado pelas plantas funciona como um diluidor dos poluentes.

Assim, quanto mais parques e praças, menos poluído será o ar que respiramos.

Globalmente, uma das consequências da diminuição do verde é o efeito estufa - o aquecimento da Terra, que poderá trazer efeitos desastrosos se não for contido a tempo.

Fonte: www.trabalhoescolar.hpg2.ig.com.br

Efeito Estufa

Efeito Estufa e o Aquecimento Global

O aquecimento global é o aumento da temperatura terrestre (não só numa zona específica, mas em todo o planeta) e tem vindo a preocupar a comunidade científica cada vez mais. Pensa-se que é devido ao uso de combustíveis fósseis e outros processos a nível industrial, que levam à acumulação na atmosfera de gases propícios ao Efeito de Estufa, tais como o Dióxido de Carbono, o Metano, o Óxido de Azoto e os CFCs.

Já há muitas décadas que se sabe da capacidade que o Dióxido de Carbono tem para reter a radiação infravermelha do Sol na atmosfera, estabilizando assim a temperatura terrestre por meio do Efeito de Estufa, mas, ao que parece, isto em nada preocupou a humanidade que continuou a produzir enormes quantidades deste e outros gases de Efeito de Estufa.

A questão que se põe é se os elevados índices de Dióxido de Carbono que se têm vindo a medir desde o passado século, e estão com tendência para aumentar, podem vir a provocar um aumento na temperatura terrestres suficiente para trazer consequências graves à escala global, pondo em risco a sobrevivência dos seus habitantes.

Na realidade desde 1850 temos vindo a assistir a um aumento gradual da temperatura global, algo que pode também ser causado pela flutuação natural desta grandeza. Tais flutuações têm vindo a ocorrer naturalmente durante várias dezenas de milhões de anos ou, por vezes, mais bruscamente, em décadas. Estes fenômenos naturais bastante complexos e imprevísiveis podem ser a explicação para as alterações climáticas que a Terra tem vindo a sofrer, mas também é possível (e talvez mais provável) que estas mudanças estejam a ser provocadas pelo aumento do Efeito de Estufa devido à atividade humana.

Para se poder compreender plenamente a causa deste aumento da temperatura média do planeta foi necessário fazer estudos exaustivos da variabilidade natural do clima. Mudanças, como as estações do ano, às quais estamos perfeitamente habituados. Não é motivo de preocupação o clima aquecer durante o Verão porque se está a passar exatamente o contrário no hemisfério oposto, mantendo a temperatura global em equilibrio. Da mesma forma também não é motivo de preocupação um Verão mais quente do que o anterior porque provavelmente o Verão seguinte será novamente mais fresco.

As causas destas flutuações naturais são imensas: desde erupções vulcânicas que provocam variações locais até a variações à escala global causadas por fenômenos regulares como o "El Niño" (um aquecimento que se verifica nas águas do Pacífico todos os 3 a 5 anos afetando o clima de todo o mundo temporariamente).

As idades do gelo que têm vindo a dominar o planeta desde há dois milhões de anos, durando dezenas de milhares de anos, terão sido devidas a alterações significativas nas calotes polares levadas a cabo por flutuações na intensidade da radiação solar e variações na distância entre a Terra e o Sol. Contundo durante os períodos interglaciais sempre se deram algumas mudanças climáticas menos abruptas, mas significativas, causadas provavelmente por rápidas mudanças na circulação oceânica. Mas no período interglacial que estamos a atravessar não se têm verificado quaisquer oscilações como as indiciadas para períodos interglaciais anteriores, tendo este período de estabilidade funcionando como uma "janela" que permitiu o florescimento da civilização humana.

Na realidade as oscilações anuais da temperatura que se têm verificado neste século estão bastante próximo das verificadas no século passado e, tendo os séculos XVI e XVII sindo invulgarmente frios (numa escala de tempo bem mais curta do que engloba idades do gelo), o clima pode estar ainda a recuperar dessa variação. Desta forma os cientistas não podem afirmar que o aumento de temperatura global esteja de alguma forma relacionado com um aumento do Efeito de Estufa, mas, no caso dos seus modelos para o próximo século estarem corretos, os motivos para preocupação serão muitos.

Segundo as medições da temperatura para épocas anteriores a 1860 (desde quando se tem vindo a fazer o registo das temperaturas registadas em várias áreas de globo), que puderam ser feitas a partir dos aneís de árvores, de sedimentos em lagos e nos gelos, o aumento de 2 a 6 ºC que se preve para os próximos 100 anos seria maior do que qualquer aumento de temperatura alguma vez registado desde o aparecimento da civilização humana na Terra. Torna-se assim quase certo que o aumento da temperatura que estamos a enfrentar é causado pelo Homem e não se trata de um fénomeno natural.

No caso de não se tomarem medidas drásticas de forma a controlar a emissão de gases de Efeito de Estufa é quase certo que teremos que enfrentar um aumento da temperatura global que continuará idefinidamente e cujos efeitos serão piores do que quaisquer efeitos de provocados por fluctuações naturais, o que quer dizer que iremos provavelmente assistir às maiores catástrofes naturais (agora causadas indiretamente pelo Homem) alguma vez registadas no planeta.

A criação de legislação mais apropriada sobre a emissão dos gases de Efeito de Estufa é de certa forma impedida por também existirem fontes de Dióxido de Carbono naturais (o qual manteve a temperatura terreste estável desde idades pré-históricas), o que torna também o estudo deste fénomeno ainda mais complexo.

A acrescentar a esta complexidade temos ainda a impossibilidade de comparar diretamente este aquecimento global com passadas mudanças de clima devido velocidade com que tudo está a acontecer. As analogias mais próximas que se podem estabelecer são com mudanças provocadas por alterações abruptas na circulação oceânica ou com o drástico arrefecimento global que levou à exitinção dos dinossáurios. O que existe em comum entre todas estas mudanças de clima são extinções em massa por todo o planeta tanto a nível da fauna como da flora. Esta analogia vem reforçar os modelos estabelecidos em que se prevê que tanto os eco-sistemas naturais como as comunidades humanas mais dependentes do clima venham a ser fortemente pressionados e postos em perigo.

A eminência de uma mudança tão drástrica como a alteração da temperatura global do planeta trás consigo perigos que deviam estar a preocupar muito mais os governos em fazer diminuir as taxas de emissão dos gases de Efeito de Estufa para a atmosfera, pelo menos ao nível das atividades industriais e nos automóveis particulares, encarando o problema com o nível de seriedade que este merece.

Fonte: ptsoft.net

Efeito Estufa

Conceito

A temperatura média global do ar na superfície da Terra, excluindo a Antártica é de aproximadamente 15ºC. Sem o fenômeno natural do efeito estufa, seria inferior em 30ºC (MCT & BNDES, 1999). Esse fenômeno apresentado pela atmosfera do planeta Terra é a capacidade de reter parte do calor emitido pela superfície do planeta de volta para o espaço.

A atmosfera é constituída por uma mistura de gases, predominantemente nitrogênio (N 2 ) e oxigênio (O 2 ), perfazendo em conjunto 99%.Vários outros gases encontram-se presentes em pequenas quantidades e constituem os conhecidos “gases de efeito estufa”, como o dióxido de carbono (CO 2 ),ozônio (O 3 ), metano (CH 4 ) e óxido nitroso (N 2 O), juntamente com o vapor d'água (H 2 O).

Os gases de efeito estufa na atmosfera agem como a cobertura de uma estufa de vidro sobre o planeta, permitindo a passagem da radiação solar, mas evitando a liberação da radiação infravermelha emitida pela Terra.

Esses gases recebem tal denominação por apresentarem a propriedade de reter o calor, da mesma forma que os vidros de um carro fechado ou revestimento de uma estufa sob a incidência do sol.

O dióxido de carbono, metano e óxido nitroso são os principais gases de efeito estufa. Atenção maior tem sido dedicada ao dióxido de carbono, uma vez que o volume de suas emissões para a atmosfera representa algo em torno de 60% do total das emissões de gases de efeito estufa.

A Terra emite para o espaço a mesma proporção de energia que recebe de radiação solar. A radiação incidente atravessa as diversas camadas da atmosfera e seu retorno ocorre na forma de radiações térmicas de maior comprimento de onda ou calor, que são absorvidas pelos gases.

Somando-se às emissões naturais, as atividades realizadas pelo homem (antrópicas), provocam emissões adicionais de gases de efeito estufa. O desenvolvimento econômico e social iniciado com a Revolução Industrial que hoje se observa, contribui proporcionalmente para o aumento da concentração desses gases na atmosfera.

A consequência disso é o aumento da capacidade de absorção de energia pela atmosfera, culminando no aquecimento global do planeta.

Fonte: www.dlambiental.com.br

Efeito Estufa

Mudança climática global e o Brasil

Pode parecer estranho, mas o efeito estufa é uma coisa boa. Há um efeito estufa natural, sem o qual a vida como conhecemos seria impossível. A energia solar aquece a superfície da Terra, a qual difunde, por sua vez, energia através da atmosfera para o espaço. Dessa forma, há um equilíbrio entre a radiação que entra e a que sai da atmosfera.

Efeito estufa é o nome dado ao processo pelo qual gases da parte baixa da atmosfera, tais como o dióxido de carbono, o metano e o vapor d`água são aquecidos pela radiação liberada pela superfície da Terra. A atmosfera então irradia o calor de volta para o solo – acrescentando mais calor àquele que a Terra já recebe do Sol. Na verdade, o solo é aquecido mais pela atmosfera do que diretamente pelos raios de sol.  Sem o efeito estufa natural, a temperatura média da Terra seria cerca de 34 graus Celsius mais fria do que é hoje.

Efeito Estufa

A atmosfera equilibra a temperatura do planeta

É o aumento do efeito estufa, também chamado de aquecimento global, que a maioria dos cientistas acredita que está alterando o clima do planeta. A concentração de gases que provocam efeito estufa na atmosfera está aumentando devido às atividades de uma população humana em crescimento como a queima de combustíveis fósseis (carvão, gasolina e gás natural) para a produção de energia, e também devido expansão da agricultura e ao desmatamento. O aumento na concentração desses gases eleva a quantidade de radiação presa próxima à superfície do planeta.

Hoje, a maioria dos cientistas acredita que as atividades humanas exerceram um efeito sobre o clima do mundo e que estas atividades terão mais influência climática no futuro. Contudo, alguns aspectos científicos do tema ainda estão sendo discutidos, tais como o quanto exatamente o clima vai mudar e os impactos que essas mudanças terão sobre as diferentes partes do mundo.

Influências Humanas

Há cerca de 200 anos, a Revolução Industrial inaugurou uma  era em que os humanos dependem de combustíveis fósseis para fazer funcionar as máquinas usadas na indústria e no dia-a-dia. Desde então, o consumo das fontes de dióxido de carbono aumentou continuadamente, principalmente por causa da atividade industrial e do desmatamento. A população também só aumentou.

Uma parte do dióxido de carbono liberado na atmosfera é absorvido pelas plantas ou dissolvido nos oceanos: as florestas e os mares funcionam como os “ralos” de carbono. Mas a atividade humana vem emitindo dióxido de carbono mais rápido do que dá para absorver naturalmente.

Atividade humana aumenta emissão de gases de efeito estufa

Os cientistas têm medido seguidamente a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera nos últimos 40 anos. Durante esse período, a concentração do gás aumentou  cerca de 15%.Os registros dos níveis de carbono mais antigos, retirados de dentro de bolhas de ar presas nas geleiras da Antártida, se estendem ao longo de centenas de milhares de anos e mostram que os níveis de dióxido de carbono estão 31% mais altos do que antes da Revolução

Industrial – e isso significa mais altos do que já estiveram nos últimos 20 milhões de anos.

Outros gases do efeito estufa também têm seus níveis elevados: a quantidade de metano mais do que dobrou e o óxido nítroso aumentou mais de 17%.

Além desses aumentos de concentração, os humanos ainda acrescentaram à atmosfera gases de efeito estufa que não existiam até o século XX, como os clorofluorcarbonos (CFCs). Nós estamos mudando a atmosfera mais rápido do que nunca.

Mudanças climáticas observadas

Em todo o planeta, tanto a terra quanto os oceanos esquentaram, mas as mudanças de temperatura variam de região para região. Os registros mostram que a Terra está cerca de 0,6ºC mais quente do que há um século, com a maior parte do aquecimento tendo acontecido nos últimos 40 anos. Todos os dez anos mais quentes da história foram registrados nos últimos 12 anos, segundo a agência meteorológica da ONU. 

No Brasil, a temperatura média anual aumentou em mais de 0,5ºC durante o século XX. O ano mais quente registrado até hoje foi 1998. Esse aquecimento aconteceu em todas as estações, embora seja um pouco mais acentuado nos meses de junho a agosto.

Os cientistas já checaram cuidadosamente as medições para garantir que erros ou outras influências como o crescimento das cidades não tenha afetado os resultados. Além disso, outros tipos de registros além das temperaturas atmosféricas, obtidos em muitos lugares, mostram que as temperaturas vêm mudando por um tempo mais longo. Por exemplo, a camada superficial dos oceanos esquentou, e o aquecimento se observa também pelo derretimento das geleiras, pela temperatura das camadas mais altas da crosta terrestre, pelo crescimento dos corais, dos sedimentos do fundo do mar e pelo crescimento das camadas internas dos troncos das árvores.

Esses registros adicionais mostram que o século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Os dados reforçam os registros das temperaturas, mostrando que os anos 90 foram a década mais quente do milênio no mundo todo, inclusive no Brasil. 

Bem como aumentos de temperatura, muitos outros aspectos do clima vêm mudando. Alguns países tiveram chuvas mais fortes, enquanto outros sofreram secas.

Há pouca evidência de mudança de regime de chuvas no Brasil, embora um leve aumento no volume tenha ocorrido no último século. Um dado que reforça essa observação é que na bacia do Rio Paraná, que cobre um milhão de quilômetros quadrados e inclui São Paulo e Brasília, foi percebido um aumento de 15% no fluxo de água nas décadas mais recentes.

Em muitas partes do mundo, houve uma redução do tempo de congelamento de lagos e rios e um aumento de ondas de calor. Geleiras do topo das montanhas encolheram, a espessura do gelo do Ártico no final do verão foi reduzida em 40% e os níveis do mar aumentaram entre 10 e 20 cm. Essas mudanças condizem com as mudanças climáticas e os cientistas acreditam que vão continuar sendo observadas no futuro, mas não é possível dizer com certeza que todas elas acontecem por causa do aumento do efeito estufa.

Geleira Muir, no Alaska, derreteu de agosto de 1941 (esq.) a agosto de 2004 (dir.). Foto: NSIDC/WDC for Glaciology, Boulder, compiler. 2002, updated 2006. Online glacier photograph database.

Às mudanças que resultam do aumento da concentração de gases do efeito estufa se acrescentam ainda as flutuações naturais de ano para ano. Entre as influências externas no clima figuram flutuações na quantidade de energia emitida pelo Sol – por exemplo, devido às manchas solares -, e oscilações na órbita terrestre, chamadas ciclos de Milankovitch. Estas oscilações afetam a distância entre a Terra e o Sol, e em consequência a quantidade de energia solar que atinge a Terra, bem como o ângulo da superfície da Terra em relação aos raios solares, o que influencia a distribuição da energia do Sol.

Existem ainda muitas influências internas no clima, incluindo o efeito refrescante dos vulcões - que emitem partículas lá para o alto da atmosfera, e essas partículas refletem a luz do sol para fora da Terra -, as mudanças na capacidade de refletir luz da superfície graças à presença ou ausência de gelo, as variações nas correntes oceânicas, a deriva continental e outras mudanças geológicas, e as variações naturais nos gases de efeito estufa. O aquecimento devido às atividades humanas se superpõe ou é amenizado por essas variações naturais

Numa escala de tempo mais longa, a terra já foi mais quente e mais fria do que hoje, o período Cretáceo (de 120 a 65 milhões de anos atrás) era 5 a 7ºC mais quente do que hoje e as concentrações de dióxido de carbono muito mais elevadas. Um resfriamento aconteceu no Período Terciário até o Quaternário (2,5 milhões de anos atrás). Houve eras glaciais e períodos mais quentes se revezando a cada 100 mil anos aproximadamente ao longo do último milhão de anos. Os últimos 11.500 anos foram relativamente quentes com épocas curtas de frio como a Pequena Era do Gelo na Idade Média, que trouxe temperaturas mais frias para a Europa e causou migração da Islândia e da Groenlândia.

Durante milhares de anos, o clima mudou o comportamento humano, mas hoje os homens estão alterando o comportamento do clima. Registros longos mostram que embora as temperaturas variem naturalmente entre as eras glaciais e os períodos mais quentes, não há precedente de um aumento tão rápido na temperatura como tem acontecido nos últimos cem anos.

Mudanças climáticas previstas

Eventos extremos são previstos

Se as atividades humanas mantiverem a emissão dos gases do efeito estufa como ocorre atualmente, os níveis de dióxido de carbono vão com certeza dobrar em relação aos níveis anteriores era industrial até o final do século XXI. É possível que os níveis de dióxido de carbono possam atingir o triplo da concentração pré-industrial. No entanto, estão sendo feitos esforços para reduzir as emissões em muitos países. Se nós reduzirmos as emissões de gases ao nível em que estavam em 1990, a concentração de dióxido de carbono da atmosfera ainda vai aumentar até chegar ao dobro do nível pré-industrial. Para garantir que não haja mais aumentos nos níveis de dióxido de carbono da atmosfera, precisamos reduzir rapidamente as emissões a 60 ou 70% dos níveis atuais.

Essa grande redução é improvável, então provavelmente as mudanças no clima serão sentidas ao longo do próximo século. Os cientistas usam programas de computador que funcionam em poderosos supercomputadores para prever como será o clima no futuro. Os programas criam um modelo global, tridimensional, baseado nas leis da física sobre como a atmosfera, a terra e os oceanos se comportam. Os especialistas simulam primeiro o clima atual para validar a eficácia do modelo, então aumentam as quantidades de gases na atmosfera e simulam o clima novamente.

Uma duplicação da concentração de dióxido de carbono, esperada para antes do fim deste século, aumentaria a temperatura global de 1,4 a 5,8ºC no mundo todo e de 1 a 4ºC no Brasil. O aquecimento varia por região, mas o aquecimento no Nordeste seria maior do que no Sudeste, e o maior de todos aconteceria na Amazônia. O aquecimento também varia por estação do ano, com os períodos mais chuvosos, de dezembro a fevereiro, esquentando entre 1 e 4ºC e a estação mais seca, de junho a agosto, ficando entre 2 e 6ºC mais quente.

O aquecimento ao longo dos próximos cem anos vai provavelmente ser maior do que qualquer mudança de temperatura dos últimos 10 mil anos, ou seja, desde o início da civilização. Também é previsto que o nível de dióxido de carbono vai continuar a aumentar depois do ano 2100, e que a temperatura global vai aumentar ainda mais.

Não está claro como o aquecimento global vai mudar outros aspectos do clima no mundo. De um modo geral, o regime de chuvas deve aumentar mas a evaporação também aumentará, tornando os solos mais secos. Os estados do sul do Brasil provavelmente se tornarão mais úmidos, com o estado do Rio Grande do Sul possivelmente tendo um aumento de 5 a 20% nas precipitações. No entanto, a Amazônia pode se tornar mais seca, particularmente nos meses de março até maio, quando diminuição de chuvas de 5 a 20 % são previstas.

Os cientistas preveem ainda um grande número de eventos extremos, como temporais, enchentes, ondas de calor e secas. No fim do século, acredita-se que o nível do mar terá aumentado entre 9 e 88 cm acima dos níveis atuais. O nível dos oceanos aumenta porque a água se expande quando esquenta (como a maior parte dos materiais), e vai continuar a aumentar por séculos, porque os oceanos retêm o calor por muito tempo. O derretimento das geleiras eleva ainda mais o nível das águas.

Essas previsões são baseadas no pressuposto de que as mudanças no clima vão ocorrer gradativamente. No entanto, existem preocupações a respeito de que mudanças repentinas e drásticas possam vir a ocorrer, como aconteceram no passado, por causa de mudanças inesperadas nas correntes oceânicas, da liberação de gás durante o derretimento dos solos congelados, ou um colapso da cobertura de gelo na Antártida ocidental.

Impactos sobre o Brasil e o resto do mundo

Desmatamento afeta capacidade regeneradora das florestas

Alguns graus de aquecimento podem não parecer um problema muito sério, mas seus efeitos são perigosos. A seca pode afetar negativamente as espécies de árvores, incluindo alguns dos habitats mais ameaçados, como as áreas periodicamente inundadas da floresta amazônica, que contêm um grande número de espécies, como o macaco uacari e o recém-descoberto macaco-de-cheiro negro, nenhum dos quais é encontrado em mais nenhum outro  lugar do mundo.

Grandes extensões da Amazônia podem se tornar suscetíveis a incêndios devido a temperaturas mais altas e menos chuvas. Algumas espécies de árvores podem ser ameaçadas pelo crescimento aumentado de trepadeiras, alimentado pelas maiores concentrações de dióxido de carbono. O aumento no fluxo dos rios no Pantanal levará a enchentes mais frequentes, ameaçando os habitats de 700 espécies de aves e 70 espécies de mamíferos.

Em outras regiões da Terra, a elevação da temperatura vai aumentar o número de mortes relacionadas ao calor. A expansão de doenças infecciosas, como a malária, é esperada, à medida que insetos vetores poderão se mover em direção a regiões hoje muito frias para eles. Solos mais secos tornam mais difícil a produção de alimentos, alterando a distribuição atual do plantio de grãos, com populações de algumas áreas correndo maior risco de enfrentar fome. Há também um aumento no risco de pestes e pragas. Alterações no curso dos rios podem reduzir a quantidade disponível de água doce. Pequenos aumentos no nível dos mares aumentam o risco de grandes ondas que podem inundar áreas litorâneas baixas, causando a perda de pequenas ilhas e mangues. As florestas tropicais e savanas podem perecer, e muitas plantas e animais incapazes de se adaptar s modificações rápidas no clima podem se extinguir.

As sociedades precisam se adaptar a esses impactos negativos, mas pode também haver mudanças positivas em várias regiões. Por exemplo, o crescimento de florestas pode aumentar devido à elevação da concentração de dióxido de carbono, e algumas áreas podem ser beneficiadas em termos de turismo ou agricultura com as temperaturas mais altas, menos gelo, etc.

Se as mudanças climáticas que vivemos no final do século XX resultaram das atividades humanas, é provável que elas continuem a ocorrer neste século devido à longa duração dos gases do efeito estufa. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (cuja sigla em inglês é IPCC) é um grupo formado por mais de dois mil especialistas de todo o mundo, que aconselha os governos sobre os mais recentes avanços científicos no setor. Suas advertências levaram os governos a reconhecer a mudança climática como uma ameaça grave e a concordar em estabilizar a concentração dos gases do efeito estufa em níveis que evitariam uma interferência perigosa no clima mundial.

Cidadãos pressionam governos por providências

A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças no Clima é uma série de acordos internacionais aprovada na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio em 1992. Nele, os países se comprometem a estabilizar as concentrações de gases do efeito estufa. Em Kyoto, no Japão, em 1997, propôs-se um protocolo exigindo que os países reduzam suas emissões, como um primeiro passo para estabilizar as concentrações de gases do efeito estufa na atmosfera. Embora muitas nações industrializadas tenham se comprometido a diminuir suas emissões, outros países,  como os Estados Unidos, precisam ainda ratificar o protocolo para que este entre em vigor.

Simon Torok

Fonte: www.invivo.fiocruz.br

Efeito Estufa

Na verdade, efeito estufa é um mecanismo natural que a Terra desenvolveu, utilizando-se da sua Atmosfera, cujos principais gases que causam este fenômeno são o carbônico ou dióxido de carbono (CO2), metano ou gás natural (Ch2) e óxido nitroso (N2O), dentre outros. O efeito estufa consiste em impedir o retorno ao Espaço Sideral do calor emitido pelo Sol durante o dia, conservando assim, energia, para os períodos noturnos do planeta. Assim, o calor que a Terra recebe durante o dia, mantém a temperatura de certa forma elevada durante o a noite, mantendo uma amplitude térmica moderada. Planetas como Vênus e Marte, por exemplo, não possuem estes mecanismos, e podem atingir temperaturas muito elevadas durante o dia, acima de 300ºC e muito reduzidas durante a noite, menos de 150ºC.

Assim, o efeito estufa é um dos principais mecanismos que a Terra desenvolveu para dar condições a manutenção da vida. No entanto, a emissão desenfreada de gases (principalmente CO2 e Ch2), acentuam os reflexos do efeito estufa, aumentando a temperatura global e, dessa maneira, modificando as condições ambientais conhecidas nos tempos de hoje através do derretimentos das calotas polares, aumento do nível médio dos mares, estações do ano desestabilizadas, dentre outras consequências climáticas.

Por outro lado, a nossa Camada de Ozônio, é uma faixa da Atmosfera, cujo principal gás é o ozônio (O3), a principal função desta camada para o Meio Ambiente é o bloqueio dos raios Ultra-Violeta (UV) emitidos pelo Sol durante o dia. Estes raios solares podem trazer sérios danos aos seres vivos, principalmente aos humanos, como o câncer de pele.

O principal acusador da eliminação progressiva da Camada de Ozônio é um gás chamado de CFC (clorofluorcarboneto), presente em aparelhos de ar-condicionado, refrigeradores, e em alguns aerossóis. Este gás ao ser emitido na Atmosfera, concentra-se nos pólos do Planeta, e reage com o O3 existente da camada, eliminando-o e criando “buracos” que possibilitam a entrada dos raios UV.

Países próximos aos Pólos como a Austrália, Chile, Noruega e Islândia, desenvolveram políticas que evitam o contato da população com os raios solares.

Enfim, efeito estufa é um mecanismo atmosférico natural para manter a temperatura da Terra, e que a humanidade intensificou e agora traz sérios danos ao Planeta. E a Camada de Ozônio é uma parte da Atmosfera que protege a Terra dos raios UV do Sol, e que os seres humanos gradativamente vêm eliminando-a.

Fonte: greenpeace.blogtvbrasil.com.br

Efeito Estufa

O efeito estufa é um fenômeno natural: o sol manda radiações para a atmosfera do nosso planeta, que fica aquecido. E a terra manda de volta essa irradiação, ou seja, devolve o calor para o ar. Mas os chamados gases-estufa absorvem e prendem uma boa parte do calor.

E o que são os gases-estufa?

Eles são gases que funcionam como o vidro de uma estufa: deixam passar a luz do sol, mas não deixam o calor sair.

Os principais gases desse tipo são: vapor de água; gás carbônico (CO2, o mesmo gás liberado pela nossa respiração); metano (Ch2); ozônio (O3); e os compostos de cloro-flúor-carbono (CFCS) fabricados pelo homem (eles estão em alguns desodorantes, inseticidas, tintas e todos os tipos de sprays).

O aumento desses gases na atmosfera faz com que mais calor seja absorvido. Isso não é ruim, pois o calor mantém uma temperatura que permite a vida no planeta. Se não fosse por isso, teríamos que sobreviver em temperaturas muito baixas. Mas seria perigoso se existisse uma grande quantidade desses gases, porque o calor não conseguiria escapar e a temperatura da Terra aumentaria demais.

O que aumenta a quantidade desses gases?

As indústrias
As queimadas nas florestas
A poluição provocada pela grande quantidade de veículos

O que acontece quando a temperatura da Terra sobe muito?

Os fenômenos climáticos - como as mudanças de estação, chuvas e secas - se tornam mais intensos. Ou seja, os lugares mais úmidos ficam cada vez mais úmidos e os secos mais secos.

Queimadas nas florestas e em outros ambientes provocam mudanças nos ecossistemas. Isso prejudica muitas espécies e algumas até podem ser extintas, por não conseguirem se adaptar.

O problema da água. Hoje em dia, já é necessário economizá-la, pois no futuro pode haver menos chuva e os desertos podem aumentar.

Em algumas regiões, há problemas com as plantações, pela falta de água e pelo calor.

Com muito calor, as grandes geleiras se derretem e o nível do mar aumenta, o que pode causar outros desastres, como as enchentes.

As doenças se espalham por mais regiões.

O que você pode fazer para ajudar

Ande a pé ou de bicicleta, quando for possível, pois os carros jogam muitos gases na atmosfera.
A reciclagem também é muito importante. Separe o lixo.
Desligue os eletrodomésticos que não estiver usando.
Peça para os seus pais escolherem os aparelhos que consomem menos energia.

Fonte: www.plenarinho.gov.br

Efeito Estufa

Durante o dia , parte da energia solar é captada pela superfície da Terra e absorvida, outra parte é irradiada para a atmosfera. Os gases naturais que existem na atmosfera funcionam como uma capa protetora que impede a dispersão total desse calor para o espaço exterior, evitando que durante o período nocturno se perca calor. E como tal, o planeta permanece quente.

O processo que cria o efeito estufa é natural e é responsável pelo aquecimento do planeta.

Certos gases, como o dióxido de carbono, criam uma espécie de telhado, como o de uma estufa, sobre a Terra - daí o nome do fenômeno -, deixando a luz do Sol entrar e não deixando o calor sair.

Se não existisse efeito de estufa, a temperatura da superfície terrestre seria, em média, cerca de 34ºC mais fria do que é hoje.

O efeito de estufa gerado pela natureza é, portanto, não apenas benéfico, mas imprescindível para a manutenção da vida sobre a Terra. Se a composição dos gases raros for alterada, para mais ou para menos, o equilíbrio térmico da Terra sofrerá conjuntamente.

Como se explica o fenômeno?

O clima tem evoluído aos longo dos tempos, sendo a sua evolução natural, no entanto nos últimos tempos o Homem é o grande responsável uma vez que a população mundial tem vindo a aumentar e consequentemente, registou-se um aumento de 25 % de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Este aumento deve-se especialmente à combustão de combustíveis fósseis, há desflorestação, ao número crescente de indústrias e ao consumismo desmesurado.

O efeito estufa provoca um desequilíbrio no sistema natural da Terra pelo que é urgente se reduzirem as emissões dos gases prejudiciais e propor alternativas.

Quais as principais fontes dos gases com efeito de estufa?

Os gases responsáveis pelo aquecimento global da Terra, encontram-se na combustão de combustíveis fósseis, como o petróleo e seus derivados, e nas cidades cerca de 40 % deve-se à queima de gasolina e de óleo a diesel, fato que se traduz pelo número de veículos automóveis que aí circulam.

Os veículos automóveis são responsáveis pela libertação de monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO2), óxidos de azoto (NOx), dióxido de enxofre (SO2), derivados de chumbo e hidrocarbonetos.

As indústrias também são responsáveis por este fenômeno uma vez que emitem enxofre, chumbo e outros materiais pesados, bem como resíduos sólidos que ficam suspensos no ar, por sua vez a concentração de oxigénio vai sendo cada vez menor o que vai provocar doenças graves no sistema nervoso, cancro, problemas respiratórios.

Quanto à agricultura, as substâncias são originadas a partir do cultivo de arroz, agricultura, queima de resíduos agrícolas e de florestas, entre outras fontes.

A incineração de resíduos e a deposição de resíduos sólidos nas terras constituem outras fontes de gases com efeito de estufa.

A ação do ser humano na natureza tem feito aumentar a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, através de uma queima intensa e descontrolada de combustíveis fósseis e do desflorestamento. A derrubada de árvores provoca o aumento da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera pela queima e também por decomposição natural. Além disso, as árvores aspiram dióxido de carbono e produzem oxigénio. Uma menor quantidade de árvores significa também menos dióxido de carbono sendo absorvido.

Efeitos provocados por este fenômeno

Meio Ambiente

As consequências do efeito de estufa serão sentidas tanto a nível global como a nível regional, afetando um pouco por toda parte os vários países.

O aquecimento global poderá levar à ocorrência de variações climáticas tais como: alteração na precipitação, subida do nível dos oceanos (degelos), ondas de calor. Assim é natural registar-se um aumento de situações de cheias que consequentemente irá aumentar os índices de mortalidade no planeta Terra.

Uma profunda alteração do clima terá uma influência desastrosa nas sociedades afetando a produção agrícola e as reservas de água, dando origem a alterações econômicas e sociais.

A maior parte dos gases de estufa têm fontes naturais , além das fontes antropogénicas, contudo existem potentes mecanismos naturais para removê-los da atmosfera. Porém, o contínuo crescimento das concentrações destes gases na atmosfera dão origem a que , mais gases sejam emitidos do que removidos em cada ano.

Tem havido um aumento considerável de 25% de CO2 na atmosfera. Os níveis de CO2 variam consoante a estação, sendo esta variação mais pronunciada no hemisfério norte, visto que apresenta uma maior superfície terrestre, do que no hemisfério sul. Este fato ocorre devido às interações que ocorrem entre a vegetação e a atmosfera.

Saúde

De acordo com alguns cientistas, um aumento consecutivo da temperatura à superfície da Terra, provoca uma alteração climática o que leva a um aumento de ondas de calor, cheias e consequentemente do aumento no número de doenças infecciosas através da proliferação de pestes.

Um caso bastante atual refere-se ao fenômeno do El Niño, um aumento de temperatura no sistema oceânico, que deu origem a uma onda quente por todo o mundo.

Como resultado direto, verificou-se uma deslocação dos mosquitos responsáveis pela propagação da malária e febre amarela para regiões temperadas a altitudes mais elevadas, atacando os grupos de pessoas mais vulneráveis da sociedade.

A variação climática irá provavelmente aumentar a frequência de dias de intenso calor, o que representa um aumento do número de mortes.

Fonte: www.rudzerhost.com

Efeito Estufa

EFEITO ESTUFA E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBAL

1. Introdução

Os termos mudanças climáticas e aquecimento global já começam a fazer parte do vocabulário diário da sociedade brasileira. Ouvimos falar em como a temperatura do planeta está aumentando e das consequências catastróficas para a vida de todos nós. Neste ano, com a ocorrência de furacões de grande intensidade como o “Wilma”, e secas como a da Amazônia, a pergunta cada vez mais frequente é se as mudanças serão catastróficas e quando elas irão ocorrer, ou se na verdade já estão ocorrendo.

Contudo, tais informações geralmente chegam até nós sem uma sequência lógica que nos permita realmente compreender como se dá o processo de mudança climática e quais os seus efeitos.

O objetivo desse texto é oferecer informações básicas a respeito dos chamados gases causadores de efeito estufa e sobre os aspectos científicos e políticos relacionados àquestão das mudanças climáticas.

2. O que é o efeito estufa

A atmosfera, a camada de ar que envolve o planeta Terra, é constituída por vários gases. Os principais são o Nitrogênio (N2) e o Oxigênio (O2) que, juntos, compõem cerca de 99% da atmosfera. Vários outros gases encontram-se presentes em pequenas quantidades e, naturalmente, constituem os conhecidos “gases de efeito estufa” como o dióxido de carbono (CO2), ozônio (O3), metano (Ch2) e o óxido nitroso (N2O), juntamente com o vapor d’água (H2O).

Esses gases recebem tal denominação por apresentarem a propriedade de reter o calor, da mesma forma que os vidros de um carro fechado ou o revestimento de uma estufa para cultivo de plantas. O dióxido de carbono, metano e o óxido nitroso são os contribuintes gasosos da atmosfera que mais têm sido discutidos.

No entanto, atenção prioritária tem sido dedicada ao dióxido de carbono, uma vez que o volume de suas emissões para a atmosfera representa algo em torno de 55% do total das emissões de gases de efeito estufa e seu tempo de permanência na atmosfera estender-se pelo menos 10 décadas. O efeito estufa é um fenômeno natural. O vapor d’água e o dióxido de carbono têm a propriedade de permitir que as ondas eletromagnéticas que chegam do sol atravessem a atmosfera e aqueçam a superfície terrestre. Contudo, esta mesma camada dificulta a saída da radiação infravermelha emitida pela Terra. Isso impede que ocorra uma perda demasiada de calor irradiado para o espaço, especialmente à noite, mantendo, assim, a Terra aquecida. Esse fenômeno acontece há milhões de anos e é necessário, pois sem ele a temperatura média da Terra seria 33º C mais baixa e a vida no planeta, tal como conhecemos, não seria possível.

Somando-se ao processo natural, as atividades do homem, também denominadas antrópicas, estão resultando em contribuições adicionais de gases de efeito estufa, acentuando a concentração dos mesmos na atmosfera e, consequentemente, ampliando a capacidade de absorção de energia que naturalmente já possuem.

Reservatórios naturais e sumidouros que têm a propriedade de absorver o CO2 do ar são também afetados por ação antrópica, como as queimadas e os desmatamentos.

3. Mudança climática global e aquecimento global

Quando falamos em mudança climática e em aquecimento global, estamos nos referindo ao incremento, além do nível normal, da capacidade da atmosfera em reter calor. Isso vem acontecendo devido a um progressivo aumento na concentração dos gases de efeito estufa na atmosfera nos últimos 100 anos. Tal aumento tem sido provocado pelas atividades do homem que produzem emissões excessivas destes gases. Esse aumento no efeito estufa poderá ter consequências sérias para a vida na Terra no futuro próximo. Entre os gases do efeito estufa que estão aumentando de concentração, o dióxido de carbono (CO2), metano e o óxido nitroso são os mais importantes. Devido à quantidade com que é emitido, o CO2 é o gás que tem maior contribuição para o aquecimento global.

Embora o clima tenha sempre variado de modo natural, resultados de pesquisas e simulações sofisticadas vêm sinalizando evidências de que as emissões excessivas de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso podem provocar mudança permanente e irreversível no clima, imprimindo novos padrões no regime de ventos, pluviosidade e circulação dos oceanos.

Têm sido observados indícios de ocorrências de temperaturas médias mais elevadas, assim como o aumento na sua oscilação. Nos últimos 70 anos, registrou-se um aumento médio de 0,6º C na temperatura da superfície do globo.

Vale citar que os níveis de CO2 aumentaram em volume de 280 partes por milhão no período que antecede à Revolução Industrial para quase 360 partes por milhão nos dias de hoje.

4. Os organismos internacionais que realizam as pesquisas sobre mudanças climáticas e seus efeitos.

Em 1988, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA (United Nations Environment Programme – UNEP) e a Organização Mundial de Meteorologia – OMM (World Meteorological Organization – WMO) constituíram o IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change / Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima). O IPCC é reconhecido como a maior autoridade mundial em questões climáticas. Seu papel é o de analisar as informações científicas, técnicas e sócio-econômicas relevantes para o entendimento do processo de mudança climática e seus efeitos.

5. Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática

Depois de fazer uma primeira avaliação da situação climática em 1990, o IPCC recomendou a criação de uma Convenção que estabelecesse a base para cooperação internacional sobre as questões técnicas e políticas relacionadas ao aquecimento global. Assim, se iniciou um processo de consulta e negociações que resultou, em 9 de maio de 1992, em Nova York, na finalização do texto da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (United Nations Framework Convention on Climate Change – UNFCCC), antes mesmo da Conferência Internacional sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que aconteceu no Rio de Janeiro em 1992, quando foi aberta à assinatura. A UNFCCC foi assinada e ratificada por 175 países.

6. Conferência das Partes

Com a entrada em vigor da Convenção do Clima em 1994, representantes dos países signatários da UNFCCC passaram a se reunir anualmente para discutir o progresso de sua implementação. Esses encontros são chamados de Conferências das Partes (COPs). Neste caso, Parte é o mesmo que país e a COP constitui o órgão supremo da Convenção. O processo de negociação de metas e prazos específicos para a redução de emissões de gases para os países desenvolvidos (conhecidos como países do Anexo 1) teve início já na COP-1 em 1995, em Berlim, Alemanha; ocasião em que foi proposta a constituição de um protocolo e decisões sobre o acompanhamento das obrigações da Convenção. Este processo de negociação culminou na COP-3 com a adoção do Protocolo de Quioto, em 1997, o qual estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para alguns países.

7. Os contribuintes do efeito estufa

O nível de emissão mundial de dióxido de carbono em 1990, segundo o IPCC, era de 7,4 bilhões de toneladas / ano, das quais 6,0 bilhões provenientes do setor de energia, 1,2 bilhão como resultado de queimadas e derrubadas de florestas (mudanças no uso da terra) e 0,2 bilhão da produção de cimento. Esses valores, entretanto, não contam com o reconhecimento amplo da comunidade científica.
Historicamente, os países industrializados têm sido responsáveis pela maior parte das emissões globais de gases de efeito estufa. Contudo, na atualidade, vários países em desenvolvimento, entre eles China, Índia e Brasil também se encontram entre os grandes emissores. No entanto, numa base per capita, os países em desenvolvimento continuam tendo emissões consideravelmente mais baixas do que os países industrializados.

8. A contribuição do Brasil para as mudanças climáticas

Estima-se que, em 1998, O Brasil tinha emitido, pelo menos 285 milhões de toneladas de carbono, das quais cerca de 85 milhões resultaram da queima de combustíveis fósseis (71% do uso de combustíveis líquidos e 15,6% da queima de carvão mineral, 4% de gás natural). Esse número é relativamente baixo quando comparado às emissões provenientes de queima de combustíveis fósseis de outros países. A maior parte das emissões do Brasil (2/3) vem de atividades de uso da terra, tais como o desmatamento e as queimadas. Atualmente, as emissões brasileiras representam cerca de 3% das emissões globais.

Ivan Souza Moraes

REFERÊNCAS BIBLIOGRAFICAS

BRASIL, Ministério da Ciência e Tecnologia. efeito estufa e a Convenção sobre Mudança do Clima, Cartilha. Brasília: 1999.
IPAM. Perguntas e Respostas sobre Mudanças Climáticas. Belém: Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, 2002.

Fonte: www.planosdiretores.com.br

Efeito Estufa

O efeito estufa é um fenômeno natural, ele mantém a Terra aquecida ao impedir que os raios solares sejam refletidos para os espaço e que o planeta perca seu calor, sem ele a Terra teria temperaturas medias abaixo de 10ºC negativos. O que vem ocorrendo e o aumento do efeito estufa causado pelas intensas atividades humanas, sendo a principal delas a liberação de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera. Ele é um dos gases que naturalmente contribuem para a o efeito estufa normal do planeta, mas que agora com seu aumento na atmosfera pode intensificar esse efeito, levando a uma aquecimento maior do planeta.

A principal fonte de liberação de CO2 é a queima de combustíveis fosseis (combustíveis derivados do petróleo, como a gasolina; carvão e gás natural). Outros gases liberados pelo homem também aumentam o efeito estufa, são eles o Metano, CFC e outros.

A maior parte da radiação de ondas curtas do Sol podem atravessar a camada de CO2 (em azul na figura). Mas a maioria das radiações de ondas longas da Terra não consegue escapar, fazendo com que a Terra fique cada vez mais quente.

Consequências do Aquecimento do Planeta

Derretimento das calotas polares, isso acarretara um aumento no nível dos oceanos, o que causara inundações em cidades litorâneas.

Mudança nos regimes de chuvas, poderá chover menos em determinadas regiões e mais em outras.

Doenças que hoje são tipicamente de regiões tropicais como a malária e a febre amarela poderão atingir regiões que hoje não são encontradas.

A agricultura será seriamente afetada, isto porque a agricultura depende muito do clima, com a mudança deste regiões que hoje são propicia para a pratica da agricultura poderão se tornar áridas.

Aquecimento das Grandes Cidades, as cidades geralmente apresentam temperaturas mais altas do que as áreas menos habitadas, com o aumento do efeito estufa essas temperaturas vão subir mais do que são hoje, o que poderá afetar a saúde da população.

Falta de Energias, países como o Brasil que tem na energia hidrelétrica sua maior fonte de energia poderão sofre com a falta de chuvas, o que acarretará menos águas nos reservatórios.

Extinção de espécies animais e vegetais, que hoje são restritos a determinados ecossistemas que poderão desaparecer com o aquecimento.

Desertificação, terras que hoje são campos ou florestas poderão virar desertos.

Grandes Incêndios, com o aquecimento da terra os grandes incêndios florestais vão se tornar cada vez mais comuns, e seu combate também vai se tornar mais difícil.

As regiões baixas serão devastadas se continuarem o aquecimento do nível do mar. Essa previsão de computador mostra o efeito de um aumento de 3 m no nível do mar na Flórida, Estados Unidos, o que poderia acontecer em 100 anos.

Essas são apenas algumas previsões dos cientista, elas podem parecer pessimistas mas são muito prováveis e algumas já estão acontecendo. Para evita-las é preciso que a humanidade respeite os limites do planeta e reduza a liberação de gases na atmosfera. Isso não quer dizer que será preciso abandonar os automóveis e o conforto proporcionado pelo progresso tecnológico. É totalmente viável a construção de automóveis que utilizam combustíveis menos poluentes, instalação de filtros nas industrias que reduzam a liberação de gases, os governos dos países mais ricos que hoje são os que mais poluem o planeta devem investir e incentivar a pesquisa de tecnologia ecológicas.

Cabe as industrias reduzir a poluição, ao governantes fiscalizar e punir os que desrespeitam as leis e população cobrar dos governante ações que protejam o planeta, só assim estaremos assegurando o futuro de nosso filhos e das demais espécies que habitam a Terra.

Fonte: geocities.yahoo.com.br

Efeito Estufa

Efeito Estufa é um fenômeno natural causado pelo acumulo de gases na atmosfera, principalmente vapor d’água e dióxido de carbono, que provocam a retenção do calor na superfície da Terra. Os gases funcionam como uma redoma, que mantém a temperatura da terra em torno de 16° C.

Sem eles, o sol não conseguiria aquecer a Terra o suficiente para que ela fosse habitável, pois a temperatura média do planeta estaria em torno de 17 ºC negativos e a superfície seria coberta de gelo.

O fenômeno se intensifica com o excesso de emissões de gases poluentes, como o dióxido de carbono (CO2), resultante da queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e derivados), florestas e pastagens; o metano (Ch2), produzido pela decomposição da matéria orgânica; o óxido nitroso (N2O), gerado pela atividade das bactérias no solo, e compostos de clorofluorcarbono (CFC), utilizados em embalagens de plástico, refrigeradores, aerossóis e outros produtos. Estes são os chamados gases estufa.

O Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas estima que a temperatura global média tenha subido em 0,6°C no século 20, e pode elevar-se em mais 1°C até 2030. Até 2090, a projeção indica aumento de até 4°C, caso medidas de prevenção não sejam tomadas.

Um das consequências do superaquecimento do planeta seria o aumento do nível dos oceanos devido ao derretimento das geleiras.

Se o problema se agravar, o nível do oceano pode subir cerca de um metro, inundando costeiras e fazendo desaparecer as ilhas.

O aumento da temperatura do ar também modificaria o regime dos ventos e aumentaria a evaporação da água, criando mais nuvens e chuvas. Projeções para meados do século XXI indicam a possibilidade de chuvas intensas em áreas hoje desérticas e falta de água em regiões atualmente férteis.

Fonte: www.carbonobrasil.com

Efeito Estufa

Efeito Estufa é o nome dado à retenção de calor na Terra causada pela concentração de gases de diversos tipos. A intensificação desse fenômeno ocorre com a emissão de alguns poluentes e é responsável pelo aumento da temperatura média do planeta, o que pode causar sérios problemas ambientais.

Os gases estufa (que impedem a dispersão dos raios solares) de maior concentração na Terra são o dióxido de carbono (CO2), o metano (Ch2), o óxido nitroso (N2O) e compostos de clorofluorcarbono (CFC). A maioria deles é proveniente da queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e derivados), florestas e pastagens.

O mecanismo de retenção de calor na Terra é semelhante ao de uma estufa de plantas com teto de vidro, permitindo que a energia luminosa penetre na atmosfera e impedindo que a radiação proveniente da superfície aquecida do planeta se dissipe.

A maioria dos gases causadores do efeito estufa também é gerada naturalmente na atmosfera terrestre e sem eles não haveria vida no planeta. O metano, por exemplo, é produzido na decomposição de matéria animal e vegetal.

O ritmo acelerado de industrialização e poluição, porém, aumentou a quantidade desses gases e afetou o equilíbrio ecológico. O simples crescimento demográfico, junto com o aumento do número de animais criados para alimentação e a decomposição dos dejetos orgânicos produzido são outra causa do problema.

O desmatamento de florestas também é um fator agravante, uma vez que as árvores absorvem dióxido de carbono.

É difícil prever a escala e os efeitos do aquecimento global provocado pelo efeito estufa, e há debates e estudos científicos ainda em andamento.

Segundo estimativas do Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas, a temperatura média global subido em 0,6°C no século 20, e pode elevar-se em mais 1°C até 2030. Até 2090, a projeção indica aumento de até 4°C, caso medidas de prevenção não sejam tomadas.

Uma das as consequências mais graves do efeito estufa é o derretimento de das camadas de gelo polares, que já vem sendo detectado. Caso esse problema se agrave, o nível do oceano pode subir cerca de um metro, inundando regiões densamente povoadas próximas aos deltas dos rios e fazendo desaparecer as ilhas e terrenos costeiros de baixa altitude.

Outro problema seria o superaquecimento da região equatorial e a alteração das zonas climáticas em seus limites de latitude, o que provocaria desertificação e afetaria áreas produtoras de alimentos.

Já há indícios de que algumas das alterações climáticas previstas por cientistas, como grandes inundações e secas, estejam começando a ocorrer. Pesquisas recentes sugerem que as temperaturas médias não se alteram necessariamente de forma gradual e contínua, podendo ocorrer "saltos" repentinos após períodos de estabilidade.

Vários tipos de solução vêm sendo propostas por cientistas e organizações ambientais.

Alguns são favoráveis à limitação do crescimento da indústria, do consumo e da população.

Outros defendem medidas técnicas de combate às causas do efeito estufa ou de combate aos efeitos do aquecimento global, como por exemplo dispositivos para impedir que os gases poluentes emitidos industrialmente entrem na atmosfera: plantio maciço de árvores; sistemas de escoamento de águas etc.

A principal inicativa internacional para tentar minimizar o problema é o Protocolo de Kyoto, um tratado assinado em 1997 que estabelece metas de redução na emissão dos gases estufa.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

Efeito Estufa

O efeito estufa E O AQUECIMENTO GLOBAL

Com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Kioto, no Japão, de 1o a 10 de dezembro do ano passado, um assunto ganhou as páginas dos jornais em todo o mundo: o efeito estufa. Atual pesadelo dos cientistas da área ambiental, o fenômeno é motivo de muita controvérsia devido às previsões catastróficas que compõem o cenário do planeta, caso se mantenham os níveis atuais de poluição.

Assim, se as emissões de poluentes para a atmosfera não forem controladas, o aquecimento global poderá provocar mudanças climáticas em várias partes do planeta, com efeitos imprevisíveis para o meio ambiente e para a economia mundial. Muitos dos modelos matemáticos idealizados pelos cientistas prevêem possíveis danos causados por essa emissão descontrolada de gases. Cenários pessimistas sobre os efeitos do aquecimento global foram traçados para diversas regiões do planeta pelos 2500 cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU.

São eles:

América Latina: a floresta Amazônica poderá ser devastada pelo calor e pela seca, agravando as queimadas. Piora nas condições de vida nas cidades, com a redução da qualidade do ar, aumento do calor e maior frequência de cheias.
África:
será a maior vítima do aquecimento global, que deve piorar o processo de desertificação __ o deserto do Saara se estenderá em direção ao Norte, alcançando o Mediterrâneo. O delta do Rio Nilo irá desaparecer.
Antártica e Ártico:
os pólos serão os primeiros a sentir o aumento da temperatura, levando a um grande degelo. As geleiras do Ártico se derreterão, provocando o desaparecimento da calota polar do Norte.
América do Norte:
as áreas de produção de trigo americanas se deslocarão para o Norte, beneficiando-as com o aumento das áreas para agricultura, enquanto violentas tempestades e furacões ameaçarão o Sul. As florestas do Canadá poderão ser devastadas pelo calor e pela seca.
Europa:
as áreas permanentemente geladas das regiões árticas e da Groenlândia se fundirão, provocando o afundamento do terreno. Sofrerá retração das geleiras e secas. As praias do Mediterrâneo serão inundadas.
Ásia:
as florestas russas poderão ser devastadas pelo calor e pela seca e as áreas de produção de trigo se deslocarão para o norte. A falta de água se agravará no Oriente Médio. Um terço do território de Bangladesh será inundado pelo mar.
Mudanças significativas ocorrerão nas regiões temperadas, com diminuição da tundra e das florestas temperadas.
Oceania:
a Austrália sofrerá secas mas a Nova Zelândia deverá ser beneficiada com aumento das áreas para agricultura.
Países insulares tropicais:
Ilhas do Caribe e do Pacífico podem virtualmente desaparecer com a elevação do nível do mar. Aquelas com maior risco são as ilhas Bahamas, Maldivas e Marshall.

Por que a Terra esquenta?

1 - A maior parte da energia solar chega até o solo terrestre, enquanto parte do calor transmitido pelo Sol é refletido para o espaço pelas camadas exteriores da atmosfera.
2 - A Terra, assim aquecida, devolve ao espaço, através da radiação infravermelha, parte da energia recebida. No entanto, a maior porção deste calor fica aprisionada na atmosfera terrestre, graças ao vapor de água e a uma mistura de gases, em especial o dióxido de carbono (CO2).

O resultado deste ciclo é efeito estufa natural, que mantém a temperatura global em torno de 15,5 oC e faz da Terra um planeta habitável __ não fosse este aprisionamento de calor, a Terra seria um planeta frio e sem vida, como Marte. Ao longo deste século, entretanto, a atividade humana despejou enormes quantidades de dióxido de carbono e metano na atmosfera, elevando a temperatura da Terra, segundo os cientistas, em cerca de 0,46 oC desde 1900.

Questões sobre o aquecimento global

À medida que os cientistas tentam compreender melhor os mecanismos responsáveis pelas mudanças climáticas, vão surgindo provas de que a maior parte dos últimos 10 mil anos __ considerados benignos e de estabilidade vital para a ascenção da civilização __ foi caracterizada, de fato, por períodos de aquecimento, resfriamento, secas e enchentes bem mais extremos do que presenciamos no século XX.

Há milhares de anos, a Europa experimentou um período de aquecimento que incentivou o desenvolvimento das videiras na região da Bretanha e possibilitou a colonização da Groenlândia pelos escandinavos. A hoje denominada Califórnia enfrentava séculos de seca e sol escaldante, enquanto algumas das primeiras civilizações sul-americanas desapareceram devido ao calor. Apenas alguns séculos depois, no que se convencionou chamar de pequena era glacial, um frio intenso tomou conta de boa parte do mundo, criando geleiras, congelando as colheitas européias e espalhando a fome. Variações naturais como essas suscitam questões importantes no debate científico sobre o aquecimento global. Até que ponto tal acontecimento é um fenômeno da natureza e até que ponto está sendo provocado pelas emissões de gases industriais que retêm o calor na atmosfera? Como as flutuações climáticas naturais vão modificar e interagir com as alterações provocadas pelo homem?

No fim do século XIX, a temperatura voltou a subir cerca de 0,46 oC, a partir da pequena era glacial, sugerindo que o planeta esteja no início de um longo ciclo de aquecimento natural. Existe, atualmente, uma quase total concordância dos cientistas quanto à relação direta entre concentração de gases poluentes na atmosfera e efeito estufa.

O pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Richard Lindzen, entretanto, é o dono da voz que se eleva em clara dissidência contra as previsões de que a atividade humana está alterando seriamente a atmosfera. Lindzen afirma que não há evidência de que as emissões de gases industriais possam causar um aumento na temperatura mundial, opinião que o transformou no inimigo número 1 dos ambientalistas. Respeitado pelo brilhantismo de sua carreira __ que o fez ser eleito, aos 37 anos, para a Academia Nacional de Ciências dos EUA __, Lindzen critica as simulações de computador que, segundo ele, não refletem a variabilidade natural de forma consistente. Suas previsões de futuras mudanças passam pela determinação do nível de vapor de água nas camadas mais altas da atmosfera, já que é um gás que existe em grande quantidade e que retêm muito calor.

Ninguém sabe, entretanto, quanto desse aquecimento detectado pode ser atribuído aos gases, nem que parcela deve caber às flutuações climáticas naturais.

Os Maiores Poluidores

PAÍSES Toneladas de CO2
emitidos (em milhões/ano)
Porcentagem das
emissões globais
1 - EUA 5.229 22,70%
2 - China 3.007 13,07%
3 - Rússia 1.548 6,73%
4 - Japão 1.151 5,00%
5 - Alemanha 884 3,84%
6 - Índia 803 3,49%
7 - Reino Unido 565 2,46%
8 - Canadá 471 2,05%
9 - Ucrânia 431 1,87%
10 - Itália 424 1,84%
11 - França 362 1,57%
12 - Coréia do Sul 353 1,53%
13 - Polônia 336 1,46%
14 - México 327 1,42%
15 - África do Sul 320 1,39%
16 - Brasil 287 1,25%

O Protocolo de Kioto

Polêmicas a parte, delegações de 150 países estiveram na conferência de Kioto em busca de um acordo que permita reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa, amenizando suas consequências.

O consenso esbarrou em um fator igualmente poderoso: o econômico. Países ricos e pobres sentaram-se à mesa de negociação procurando garantir seu crescimento e ao mesmo tempo evitar que a Terra sofra graves modificações ambientais.

O acordo global para proteger o mundo das consequências do efeito estufa ficou pronto após 11 dias de discussões. O Protocolo de Kioto prevê uma redução global nos próximos 15 anos de 5,2% das emissões dos principais gases poluentes, em relação ao nível registrado em 1990, através de “cotas de emissão de carbono”. A redução será feita apenas por países industrializados, em cotas diferenciadas de até 8%.

Para ter valor legal, o documento precisará ser ratificado pelos congressos de pelo menos 55 países até março do ano que vem, mas o senado americano já se pronunciou contra o acordo. Países da União Européia e ambientalistas, defensores de cortes maiores, duvidam que o protocolo traga mudanças significativas no combate ao aquecimento global. Resta saber se haverá, com a ratificação do Protocolo, como obrigar os países industrializados a cumprir seus compromissos.

Marcelo Szpilman

Fonte: www.institutoaqualung.com.br

Efeito Estufa

O efeito estufa nada mais é do que o aumento natural da temperatura da atmosfera global. Os gases que são capazes de reter o calor do sol na troposfera terrestre são chamados gases estufa (CO2 e Ch2). Eles formam uma capa protetora que impede que o calor absorvido da irradiação solar escape para o espaço exterior, mantendo uma situação de equilíbrio térmico sobre o planeta, durante o dia e a noite. A Lua, por exemplo, não possui efeito estufa, por isso as temperaturas ficam em torno de 100ºC durante o dia e -150ºC, durante a noite. Devido a este fenômeno natural a temperatura da Terra é hoje 4ºC acima do que era na última idade do gelo (que ocorreu cerca de 13 mil anos atrás).

Já sabemos que a Terra tem 4,5 bilhões de anos, nesse período já passamos por diversas idades do gelo que foram intercaladas por períodos mais quentes, como por exemplo, o que vivemos atualmente. A ação do ser humano tem feito aumentar a quantidade dos gases estufas. A grande concentração de gás carbônico presente na atmosfera em função de processos industriais vem acarretando um aumento significativo na temperatura média da atmosfera.

Reconhece-se hoje, que, desde 1860 (ano da Revolução Industrial nos países desenvolvidos da Europa e América do Norte), o responsável pelo aumento na temperatura da troposfera terrestre em cerca de 2/3 a 1 oC é o efeito estufa. A quantidade de CO2 na atmosfera nesta época era de 270 ppm (mg/L) e hoje é de aproximadamente 360 ppm, ou seja, um aumento de 33%.

A queima de combustíveis fósseis e a queima das florestas contribui para aumentar a quantidade de gás carbônico existente no ar (Atlas do Meio Ambiente do Brasil, 1996).

O efeito estufa pode trazer consequências positivas ou negativas dependendo das regiões.

São exemplos de consequências positivas: distribuição mais abundante e favorável das chuvas ou ainda atenuação nas temperaturas em invernos rigorosos.

Como exemplos de consequências negativas podemos citar: o derretimento das calotas polares que acarreta o alagamento de regiões costeiras do globo, em algumas regiões poderiam acarretar longos períodos de secas, devastações por grandes enchentes repercutindo negativamente na produção de alimentos, extinção de espécies, ocorrências de epidemias de doenças transmitidas por insetos, etc. No México, em 1996, observou-se que em determinadas altitudes cerca de 50% das espécies de borboletas haviam desaparecido, forçadas a migrar para regiões mais frias.

Fonte: www.uenf.br

Efeito Estufa

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