Fabricação de Pastilhas de UO2

Após o processo de mistura (homogeneização) com U3O8, o pó de UO2 é transportado para uma prensa rotativa automática

[1], onde são produzidas pastilhas. Nesta fase do processo são chamadas de "pastilhas verdes"

[2]. As "pastilhas verdes", ainda relativamente frágeis, são encaminhados ao forno de sinterização

[3], sob temperatura de 1750° C, em processo semelhante ao da fabricação de cerâmicas, onde adquirem resistência (ou endurecimento) necessária às condições de operação a que serão submetidas dentro de um reator de uma usina nuclear. As pastilhas sinterizadas

[4] passam, ainda, por uma etapa de retificação

[5] para ajuste fino das dimensões. Após a retificação todas as pastilhas sinterizadas são verificadas através de medição a laser

[6], que rejeita aquelas cuja circunferência estiver fora dos padrões adequados. As pastilhas sinterizadas aprovadas são acondicionadas em caixas

[7] e armazenadas adequadamente num depósito existente dentro da FCN Pastilhas. Os equipamentos são mantidos sob ventilação/exaustão

[8] controladas, visando a manutenção da boa qualidade do ar no interior da fábrica.

Fonte: www.inb.com.br