Existe, na natureza, um equilíbrio biológico entre todos os seres vivos. Neste sistema em equilíbrio os organismos produzem substâncias que são úteis para outros organismos e assim sucessivamente. A poluição vai existir toda vez que resíduos (sólidos, líquidos ou gasosos) produzidos por microorganismos, ou lançados pelo homem na natureza, forem superior à capacidade de absorção do meio ambiente, provocando alterações na sobrevivência das espécies. A poluição pode ser entendida, ainda, como qualquer alteração do equilíbrio ecológico existente.
A poluição é essencialmente produzida pelo homem e está diretamente relacionada com os processos de industrialização e a conseqüente urbanização da humanidade. Esses são os dois fatores contemporâneos que podem explicar claramente os atuais índices de poluição. Os agentes poluentes são os mais variáveis possíveis e são capazes de alterar a água, o solo, o ar, etc.
Poluição, é portanto, uma agressão à natureza, ao meio ambiente em que o homem vive. Os efeitos da poluição são hoje tão amplos que já existem inúmeras organizações de defesa do meio ambiente.
As fontes de emissão de poluentes primários e dos componentes secundários pode ser as mais variadas possíveis. A emissão de gases tóxicos por veículos automotores é a maior fonte de poluição atmosférica.
Nas cidades, esses veículos são responsáveis por 40% da poluição do ar, porque emitem gases como o monóxido e o dióxido de carbono, o óxido de nitrogênio, o dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo. As refinarias de petróleo, indústrias químicas e siderúrgicas, fábricas de papel e cimento emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, e diversos resíduos sólidos.
A identificação de uma fonte de poluição atmosférica, depende, antes de mais nada, dos padrões adotados para definir os agentes poluidores e seus efeitos sobre homens, animais, vegetais ou materiais outros, assim como dos critérios para medir os poluentes e seus efeitos.
Essas alterações provocam no homem distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso, e em órgãos vitais, e câncer. Em cidades muito poluídas, esses distúrbios agravam-se no inverno com a inversão térmica, quando uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera, aprisionando o ar quente e impedindo a dispersão dos poluentes.
Sem indicar a que nível estamos interessados a conversar a qualidade do ar, é impossível controlar as fontes de poluição. Outros fatores a considerar são de natureza social (pressão de grupos), ambientais (Sinergismos ou antagonismos) e mesmo pessoal como suscetibilidade de indivíduos ou grupos, e vários outros.
O homem, mergulhado na atmosfera que os cerca, faz passar por seus pulmões, em média, 12m3 de ar, por dia. Este ar mergulha no sistema respiratório, atingindo as regiões mais profundas, tomando contato com os alvéolos pulmonares, irrigando uma área de mais de 70m2. O ar deverá transportar o vital oxigênio, mas poderá também levar outros gases menos saudáveis, além de material particulado de tamanho suficiente para atingir os alvéolos, e destes serem removidos e levados para as regiões onde podem ser absorvidos, ou onde vão produzir ação irritante mais ou menos acentuada.
As defesas naturais do homem, contra as impurezas do ar, são muito precárias, entre elas podemos citar:
Secreção mucosa das vias aéreas superiores, que tende aglutinar as partículas sólidas e fixar gases e vapores
Cilhos que vão desde a traquéia até os brônquios com a finalidade de levar as partículas inaladas em direção a faringe
Movimento peristálticos bronquíolos, colaborando na eliminação de partículas
Forma peculiar das fossas nasais, fazendo com que as partículas de maior tamanho sejam precipitadas sobre a base da língua
Espasmos das cordas vocais e da musculatura brônquica, procurando evitar a penetração de impurezas nas partes mais profundas das vias aéreas
Reflexos de tosse e espirro, criando violentas correntes de ar com a finalidade de expulsar substâncias estranhas das vias aéreas.
A determinação da influência da poluição do ar na saúde humana e extremamente complexa e difícil. Exige uma avaliação quantitativa e qualitativa de um grande numero de fatores, tais como a concentração de poluente, duração da exposição, localização da sua atuação, efeitos sinergéticos ou antagônicos, tudo aliado à influência de fatores meteorológicos.
Salvo as exceções de casos graves específicos, não há prova científica de que a poluição atmosférica, seja capaz, por si só de causar doença.
Os efeitos sobre a saúde do homem podem ser avaliados em quatro níveis:
Ausência de efeitos biológicos apreciáveis pelos métodos atuais de investigação
Irritação dos órgãos sensoriais
Efeitos adversos sobre função biológica, podendo chegar a doenças crônicas
Doença aguda e "morte"
A poluição das águas tem sido um problema para a nossa sociedade, e é tempo de por fim a todo o custo este assunto. Nestes últimos anos o governo tem tentado ensibilizar a opinião pública para esta situação que tem vindo a agravar-se devido há falta de fundos. Também as indústrias, que cada vez fazem mais poluição sem qualquer medida proteccionista contribuem fortemente para o problema sem qualquer multa por parte do Governo.
Nós neste trabalho vamos falar nas formas de poluição aquática no mundo e e no Brasil. Também vamos falar dos poluentes da água e os seus perigos para a sociedade. Durante um longo período de tempo, a introdução dos poluentes nos oceanos poderá conduzir a uma acumulação de substâncias tóxicas, a longo prazo, disseminando mortandade e contaminação de seres vivos do oceano.
Uma vez chegado a isto, não há hipótese de voltar atrás mas não vamos deixar que isto se alastre para causas muito piores do que aquelas que já existem por isso contamos com a colaboração de toda a sociedade e começar a sensibilizar a sociedade escolar, ou seja, mais os alunos que serão o futuro de amanha para não continuarem a poluir como os nossos antepassados poluíram.
A maior parte dos poluentes atmosféricos reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas, contaminando, pela absorção do solo, os lençóis subterrâneos. Nas cidades e regiões agrícolas são lançados diariamente cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que poluem rios, lagos, lençóis subterrâneos e áreas de mananciais.
Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nos rios, além do lixo dos centros industriais e urbanos localizados no litoral. O excesso de material orgânico no mar leva à proliferação descontrolada de microrganismos, que acabam por formar as chamadas "marés vermelhas" - que matam peixes e deixam os frutos do mar impróprios para o consumo do homem. Anualmente 1 milhão de toneladas de óleo se espalham pela superfície dos oceanos, formando uma camada compacta que demora para ser absorvida.
Desde há muito que os peritos marinhos e aquáticos argumentam que todos os novos compostos introduzidos no nosso mar e rios deveriam ser considerados potencialmente letais.
Eis um testemunho desses peritos:
"No dia seguinte navegávamos sob vento fraco através de um oceano onde a água límpida estava cheia de massas flutuantes e negras de alcatrão, aparentemente sem fim...
O Atlântico já não era azul, mas sim cinzento esverdeado e opaco, coberto de coágulos de petróleo que variavam de tamanho, desde a cabeça de um alfinete até às dimensões de uma sanduíche. No meio do lixo, flutuavam garrafas de plástico.
Poderíamos estar num sujo porto citadino... Tornou-se claro para nós que a humanidade estava realmente a poluir a sua mais vital nascente, o indispensável filtro do nosso planeta, o oceano."
Parte da poluição é muito visível: rios espumosos, um brilho oleoso à superfície de um lago, cursos de água atulhados de lixo doméstico (como é o caso do nosso rio Douro). Mas grande parte é invisível. Lagos afetados pelas chuvas ácidas podem ainda parecer muito bonitos mas sem vida.
Infelizmente a agressão ao nosso ambiente aquático não acaba aqui. Nos mares, lagos e rios existe uma enorme diversidade de espécies diferentes muitas das quais fornecem à humanidade muita comida nutritiva. Não existiam ameaças a esta fonte de alimentos antes do séc. XIX.
Quando navios maiores e técnicas piscatórias mais eficientes, começaram a provocar um sério desgaste nas populações reprodutoras. Desde a baleia de oceano até ao mais pequeno crustáceo de água doce tem sido dizimado pelo Homem.
A difusão de lixo marítimo de pólo a pólo torna necessária uma vigilância internacional.
Os navios que derramam impunemente petróleo e poluentes químicos na água dos oceanos. Mas embora as descargas e derrames de petróleo no alto mar tenham efeitos locais importantes, estas águas encontram-se livres dos piores efeitos da poluição.
As principais áreas de preocupação são as que se encontram próximo de terra e de aglomerados humanos. É aqui que a poluição se concentra, é também aqui que se encontra a maioria de vida marinha, nas plataformas continentais.
O lixo da sociedade tornou-se uma praga para a vida marinha. As tartarugas marinhas e as baleias ingerem sacos de plástico, que tomam por medusas, provocando-lhe a morte por asfixia. Uma vez, encontrou-se um cachalote com 50 sacos de plásticos entalados na garganta. As aves marinhas ingerem pequenas bolas de polietileno que flutuam à superfície do mar; as aves sentem-se fartas e isso impede-as de se alimentarem adequadamente. Não conseguem engordar e, assim, a sua aptidão para sobreviverem é reduzida.
Nas ilhas Aleutas, no Pacífico Norte, a população de focas tem diminuído 10%, não devido à caça ou à diminuição das reservas de peixes, mas por serem apanhadas por precintas plásticos de embalagem e por tiras plásticas que mantêm unidas as latas de bebidas. Anualmente, um milhão e meio de quilômetros de redes de pesca, de "nylon" (conhecidas por "a cortina da morte"), são lançadas ao mar e cerca de 100 quilômetros de rede acabem por perder-se. Essas "redes - fantasmas" continuam a pescar, sem governo. Capturam e provocam o afogamento de tartarugas marinhas, focas, aves marinhas, golfinhos e baleias. A partir de finais de 1988, deverá ter entrado em vigor um tratado internacional que tornará ilegal o despejo de matérias plásticas ou redes de "nylon" no mar.
A poluição das águas fluviais são, hoje, constantemente agredidas pelo excesso de poluentes derramados e despejados destas águas.
Os constantes despejos de esgotos das fábricas e dos centros urbanos estão carregados de substâncias que podem constituir causa séria de poluição como por exemplo: ovos de parasitas, fungos, bactérias, e vírus que ocasionam doenças como tifo, tuberculose, hepatite e cólera. A poluição marinha se dá principalmente pelo derramamento de petróleo em caso de vazamentos e acidentes com petroleiros.
Esgotos pluviais e escoamento urbano - Escoamento de superfícies impermeáveis incluindo ruas, edifícios e outras áreas pavimentadas para esgotos ou tubos antes de descarregarem para águas superficiais.
Industrial - Fábricas de polpa e de papel, fábricas de químicos, fábricas de têxteis, fábricas de produtos alimentares...
Agrícola - Excesso de fertilizantes que vão filtrar-se no solo e poluir os lençóis de água subterrâneos e por sua vez os rios ou ribeiros onde estes vão dar.
Extração de recursos Minas... - Modificações hidrológicas Canalizações, construção de barragens...
A poluição térmica decorre do lançamento, nos rios, da água aquecida usada no processo de refrigeração de refinarias, siderúrgicas e usinas termoelétricas. Para os seres vivos, os efeitos da temperatura dizem respeito à aceleração do metabolismo, ou seja, das atividades químicas que ocorrem nas células. A aceleração do metabolismo provoca aumento da necessidade de oxigênio e, por conseguinte, na aceleração do ritmo respiratório. Por outro lado, tais necessidades respiratórias ficam comprometidas, porque a hemoglobina tem pouca afinidade com o oxigênio aquecido. Combinada e reforçada com outras formas de poluição ela pode empobrecer o ambiente de forma imprevisível.
Outrora, pensava-se que as substâncias residuais despejadas no mar se diluiriam e desapareceriam para sempre. Porém, essas substâncias permanecem, em movimento, no mar. As correntes deslocam os desperdícios de um lado para o outro, concentrado-os aqui e diluindo-os ali. As correntes ascendentes, nas áreas onde a água fria das profundezas sobe à superfície, podem trazer à luz resíduos perigosos, enterrados em locais que se pensava serem seguros.
O litoral brasileiro nos últimos anos, vem sendo constantemente agredido pelo homem. Um dos maiores problemas é a poluição pelo derramamento de petróleo a partir de navios petroleiros ou, mesmo, devido a acidente com estes navios ou com oleodutos litorâneos.
Os litorais de São Paulo e Rio de Janeiro são os mais agredidos por esse tipo de poluição, dada a grande concentração demográfica e industrial nestes estados, exigindo-se grandes desembarques de petróleo nesta área, principalmente no terminal marítimo da Petrobrás em São Sebastião (SP). O vazamento de petróleo no mar implica no aparecimento da chamada "maré negra", que mata os peixes de toda a região poluída e escurece toda a areia da praia afetada.
Além do petróleo, algumas indústrias químicas localizadas no litoral costumam despejar seus detritos no mar, poluindo as praias e causando grande mortalidade da fauna marinha. Outro sério problema enfrentado pelo litoral brasileiro é o despejo de dejetos, fazendo com que muitas praias se tornem um grande esgoto a céu aberto.
Desde o início da era atômica, as centenas de experiências com material nuclear têm jogado quantidades enormes de resíduos radioativos na atmosfera. As orrentes de ar, por sua vez, se encarregam de distribuir este material para todas as regiões da Terra. Com o tempo, a suspensão é trazida para o solo e para os oceanos, onde será absorvida e incorporada pelos seres vivos.
Além da liberação direta de material radioativo, existe o grave problema do lixo atômico, produzido pelas usinas nucleares, que apresenta uma série de dificuldades em seu armazenamento.
O estrôncio-90 radioativo liberado por vazamentos ou explosões nucleares pode causar sérios problemas quando assimilado. Uma vez na corrente sangüínea, ele é confundido com o cálcio (ver a distribuição ambos na tabela periódica) e absorvido pelo tecido ósseo, onde será fixado. Agora fazendo parte dos ossos, ele emite sua radiação e acabará por provocar sérias mutações cancerígenas nos tecidos formadores de sangue encontrados na medula óssea.
IODO 131
PLUTÔNIO 239
ESTRÔNCIO 90
URÂNIO
COBALTO
CÁLCIO
Nos anos 50, este tipo de energia se apresentava como a solução energética ideal para a humanidade. Porém, depois de vários acidentes, entre os quais o da usina Chernobyl (Ucrânia) na década de 80, passou a ser muito questionada a sua utilização. Os riscos de explosão e contaminação são grandes, o que torna temerária sua utilização.
Vários países, como os EUA, a Inglaterra, o Japão, a Rússia e outros, utilizaram usinas termonucleares. Porém, outros, como a Suécia, a Noruega e Alemanha, têm desativado seus programas nucleares e até mesmo desmontando usinas.
O programa nuclear brasileiro, desde sua implantação, foi muito questionado, por vários motivos.
Atualmente, o Brasil têm uma usina termonuclear em funcionamento em Angra dos Reis (RJ). Desde o início da era atômica, as centenas de experiências com material nuclear têm jogado quantidades enormes de resíduos radioativos na atmosfera.
As correntes de ar, por sua vez, se encarregam de distribuir este material para todas as regiões da Terra. Com o tempo, a suspensão é trazida para o solo e para os oceanos, onde será absorvida e incorporada pelos seres vivos.
Fonte: www.infocefet.hpg.ig.com.br
A atmosfera do planeta é uma excepção na medida em que é dos raros recursos naturais que é compartilhado pelo mundo inteiro. Pelo que os efeitos negativos sobre esta são globalmente sentidos.
Tendo em conta que os problemas que advêm da atmosfera representam perigo para os organismos têm-se vindo a desenvolver estudos sobre o efeito estufa e a consequente destruição da camada de ozono, para além de provocar as chuvas ácidas, fenómenos estes que contribuem grandemente para a poluição atmosférica.
A poluição do ar é a principal responsável pelo efeito estufa e está por detrás de inúmeros problemas ambientais.
Para se agir adequadamente contra a poluição atmosférica é necessário:

Definir as fontes poluentes
Definir a qualidade do ar
Analisar os valores limite
Definir a qualidade do ar
Observar a evolução da qualidade do ar
Planear ações que promovam melhor qualidade do ar, tais como: reordenar atividades socio-económicas, localizar fontes poluentes, alterar o percurso rodoviário e reduzir as emissões de poluentes atmosféricos.
Fonte: www.rudzerhost.com
Os padrões de qualidade do ar definem legalmente o limite máximo para a concentração de um poluente na atmosfera, que garanta a proteção da saúde e do meio ambiente. Os padrões de qualidade do ar são baseados em estudos científicos dos efeitos produzidos por poluentes específicos e são fixados em níveis que possam propiciar uma margem de segurança adequada.
Os padrões nacionais foram estabelecidos pelo IBAMA - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e aprovados pelo CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente, por meio da Resolução CONAMA 03/90.
São estabelecidos dois tipos de padrões de qualidade do ar: os primários e os secundários.
São padrões primários de qualidade do ar as concentrações de poluentes que, ultrapassadas, poderão afetar a saúde da população. Podem ser entendidos como níveis máximos toleráveis de concentração de poluentes atmosféricos, constituindo-se em metas de curto e médio prazo.
São padrões secundários de qualidade do ar as concentrações de poluentes atmosféricos abaixo das quais se prevê o mínimo efeito adverso sobre o bem estar da população, assim como o mínimo dano à fauna e à flora, aos materiais e ao meio ambiente em geral. Podem ser entendidos como níveis desejados de concentração de poluentes, constituindo-se em meta de longo prazo.
O objetivo do estabelecimento de padrões secundários é criar uma base para uma política de prevenção da degradação da qualidade do ar.
Devem ser aplicados às áreas de preservação (por exemplo: parques nacionais, áreas de proteção ambiental, estâncias turísticas, etc.). Não se aplicam, pelo menos a curto prazo, a áreas de desenvolvimento, onde devem ser aplicados os padrões primários. Como prevê a própria Resolução CONAMA n.º 03/90, a aplicação diferenciada de padrões primários e secundários requer que o território nacional seja dividido em classes I, II e III conforme o uso pretendido. A mesma resolução prevê ainda que enquanto não for estabelecida a classificação das áreas os padrões aplicáveis serão os primários.
Os parâmetros regulamentados são os seguintes : partículas totais em suspensão, fumaça, partículas inaláveis, dióxido de enxofre, monóxido de carbono, ozônio e dióxido de nitrogênio.
Os padrões nacionais de qualidade do ar são apresentados na tabela a seguir:
| Poluente | Tempo de Amostragem |
Padrão Primário µg/m³ |
Padrão Secundário µg/m³ |
Método de Medição |
|---|---|---|---|---|
| partículas totais em suspensão |
24 horas1 MGA2 |
240 80 |
150 60 |
amostrador de grandes volumes |
| partículas inaláveis | 24 horas1 MAA3 |
150 50 |
150 50 |
separação inercial/filtração |
| fumaça | 24 horas1 MAA3 |
150 60 |
100 40 |
refletância |
| dióxido de enxofre | 24 horas1 MAA3 |
365 80 |
100 40 |
pararosanilina |
| dióxido de nitrogênio | 1 hora1 MAA3 |
320 100 |
190 100 |
quimiluminescência |
| monóxido de carbono | 1 hora1 8 horas1 |
40.000 35 ppm 10.000 9 ppm |
40.000 35 ppm 10.000 9 ppm |
infravermelho não dispersivo |
| ozônio | 1 hora1 | 160 | 160 | quimiluminescência |
1 - Não deve ser excedido mais que uma vez ao ano.
2 - Média geométrica anual.
3 - Média aritmética anual.
A mesma resolução estabelece ainda os critérios para episódios agudos de poluição do ar. A declaração dos estados de Atenção, Alerta e Emergência requer, além dos níveis de concentração atingidos, a previsão de condições meteorológicas desfavoráveis à dispersão dos poluentes.
A Legislação Estadual (DE 8468 de 08/09/76) também estabelece padrões de qualidade do ar e critérios para episódios agudos de poluição do ar, mas abrange um número menor de parâmetros. Os parâmetros fumaça, partículas inaláveis e dióxido de nitrogênio não têm padrões e critérios estabelecidos na Legislação Estadual. Os parâmetros comuns às legislações federal e estadual têm os mesmos padrões e critérios, com exceção dos critérios de episódio para ozônio. Neste caso a Legislação Estadual é mais rigorosa para o nível de atenção (200 µg/m3).
| Parâmetros | Atenção | Alerta | Emergência |
|---|---|---|---|
| partículas totais em suspensão (µg/m3) - 24h |
375 | 625 | 875 |
| partículas inaláveis (µg/m3) - 24h |
250 | 420 | 500 |
| fumaça (µg/m3) - 24h |
250 | 420 | 500 |
| dióxido de enxofre (µg/m3) - 24h |
800 | 1.600 | 2.100 |
| SO2 X PTS (µg/m3)(µg/m3) - 24h |
65.000 | 261.000 | 393.000 |
| dióxido de nitrogênio (µg/m3) - 1h |
1.130 | 2.260 | 3.000 |
| monóxido de carbono (ppm) - 8h |
15 | 30 | 40 |
| ozônio (µg/m3) 1h |
400* | 800 | 1.000 |
* O nível de atenção é declarado pela CETESB com base na Legislação Estadual que é mais restritiva (200 µg/m3).
O índice de qualidade do ar é uma ferramenta matemática desenvolvida para simplificar o processo de divulgação da qualidade do ar. Esse índice é utilizado desde 1981, e foi criado usando como base uma longa experiência desenvolvida no Canadá e EUA.
Os parâmetros contemplados pela estrutura do índice da CETESB, são:
Dióxido de enxofre (SO2)
Partículas totais em suspensão (PTS)
Partículas inaláveis (MP10)
Fumaça (FMC)
Monóxido de carbono (CO)
Ozônio (O3)
Dióxido de nitrogênio (NO2)
Para cada poluente medido é calculado um índice. Através do índice obtido ar recebe uma qualificação, que é uma espécie de nota, feita conforme apresentado na tabela abaixo:
| Qualidade | Índice | MP10 (µg/m3) |
O3 (µg/m3) |
CO (ppm) |
NO2 (µg/m3) |
SO2 (µg/m3) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Boa | 0 - 50 | 0 - 50 | 0 - 80 | 0 - 4,5 | 0 - 100 | 0 - 80 |
| Regular | 51 - 100 | 50 - 150 | 80 - 160 | 4,5 - 9 | 100 - 320 | 80 - 365 |
| Inadequada | 101 - 199 | 150 - 250 | 160 - 200 | 9 - 15 | 320 - 1130 | 365 - 800 |
| Má | 200 - 299 | 250 - 420 | 200 - 800 | 15 - 30 | 1130 - 2260 | 800 - 1600 |
| Péssima | >299 | >420 | >800 | >30 | >2260 | >1600 |
Para efeito de divulgação utiliza-se o índice mais elevado, isto é, a qualidade do ar de uma estação é determinada pelo pior caso.
Esta qualificação do ar está associada com efeitos sobre à saúde, independentemente do poluente em questão, conforme tabela abaixo:
| Qualidade | Índice | Significado |
|---|---|---|
| Boa | 0 - 50 | Praticamente não há riscos à saúde. |
| Regular | 51 - 100 | Pessoas de grupos sensíveis (crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas), podem apresentar sintomas como tosse seca e cansaço. A população, em geral, não é afetada. |
| Inadequada | 101 - 199 | Toda a população pode apresentar sintomas como tosse seca, cansaço, ardor nos olhos, nariz e garganta. Pessoas de grupos sensíveis (crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas), podem apresentar efeitos mais sérios na saúde. |
| Má | 200 - 299 | Toda a população pode apresentar agravamento dos sintomas como tosse seca, cansaço, ardor nos olhos, nariz e garganta e ainda apresentar falta de ar e respiração ofegante. Efeitos ainda mais graves à saúde de grupos sensíveis (crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas). |
| Péssima | >299 | Toda a população pode apresentar sérios riscos de manifestações de doenças respiratórias e cardiovasculares. Aumento de mortes prematuras em pessoas de grupos sensíveis. |
Individualmente, cada poluente apresenta diferentes efeitos sobre a saúde da população para faixas de concentração distintas, identificados por estudos epidemiológicos desenvolvidos dentro e fora do país. Tais efeitos sobre a saúde requerem medidas de prevenção a serem adotadas pela população afetada.
Problemas decorrentes da baixa umidade do ar e da alta concentração de poluentes.
No inverno, freqüentemente ocorrem dias com baixa umidade do ar e alta concentração de poluentes. Nessas condições, é comum ocorrerem complicações respiratórias devido ao ressecamento das mucosas, provocando sangramento pelo nariz, ressecamento da pele e irritação dos olhos.
Quando a umidade relativa do ar estiver entre 20 e 30%, é melhor evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas; umidificar o ambiente através de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água, umidificação de jardins etc; sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol ou em áreas arborizadas.
Se a umidade estiver entre 20 e 12%, é recomendável suspender exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas; evitar aglomerações em ambientes fechados; e seguir as orientações anteriores.
Mas, se a umidade for menor do que 12% é preciso interromper qualquer atividade ao ar livre entre 10 e 16 horas; determinar a suspensão de atividades que exijam aglomerações de pessoas em recintos fechados; manter umidificados os ambientes internos, principalmente quartos de crianças, hospitais etc.
Além dessas medidas é recomendável usar colírio de soro fisiológico ou água boricada para os olhos e narinas e beber muita água.
Fonte: www.cetesb.sp.gov.br
Ar é uma mistura de gases. Voçê respira o ar que também é importante para as plantas e os animais. O Ar tem 78 porcento de nitrogênio e 21 porcento de oxigenio. O argônio, dióxido de carbono e outros gases completam o restante de 1 porcento do Ar.
O Ambiente é a combinação de todas as condições que afetam a vida diária. O Ambiente afeta o crescimento, o desenvolvimento e a sobrevivência da todas as espécies vivas.
A Poluição do ar é uma mistura perigosa de gases residuais, poeira e outras pequenas partículas formadas na atmosfera.
A poluição do Ar tem muitas origens: os carros, os caminhões, os trens, os barcos os aviões e as indústrias são fontes de Poluição do Ar.
A poluição do ar pode fazer com que o ar que voçê respira o torne doente. Quando voçê respira ar poluido, as partículas presentes com frequencia podem se depositar no seu pulmão. A Poluição do ar pode provocar dor de cabeça ou irritar a sua garganta e pode também fazer os seus olhos lacrimejarem e irrita-los.
A Poluição do ar causa muitos prejuízos às plantações e os animais também podem ficar doentes por causa dela.
A atmosferera é a massa de ar que rodeia a Terra, incluido o ar que voçê respira. A atmosfera é como um envólucro que envolve o nosso planeta e possui varias camadas. Uma delas é a camada de ozonio.
Combustão é o processo de queima de uma fonte combustível como a medeira, carvão, óleo ou gasolina. A combustão ocorre nos motores e produz energia.
Os combustíveis fosseis incluem os derivados do petróleo - gasolina e óleo diesel e óleos combsutível, o gas narural e o carvão mineral.Eles são chamados de combustíveis fosseis porque são derivados dos remanescentes da plnatas e animais antigos. Quando um combustível fossil é queimado ele libera energia e também provoca e meissão de gases poluentes.
Um contaminante é uma particula que suja o ar. É sinônimo de poluente.
Dióxido de Carbono é um gas incolor e inodoro formado durante a respiração e na combustão Dióxido de Carbono é um componente normal e importante da composição do Ar. Quando voçê exala é expelido dióxido de carbono gerado pelo sue metabolismo. O ser humano não aproveita o dióxido de carbono, mas as plantas necessitam do dióxido de carbono para o seu crescimento. Os motores e os processos de combustão tambem geram dióxido de carbono. O dióxido de carbono é responsável pelo efeito estufa.
Ecologia é a ciência preocupada com as relações entre os seres vivos e o seu ambiente.
Por exemplo, um ecologista: uma pessoa que estuda ecologia -- pode analisar como a agua da praia esta poluida ou com a poluição doa r pode afetar a reprodução dos passaros.
Eletricidade é um tipo de energia capaz de locomover um carro sem emitir poluentes, mas isto nao signigica que não seja gerada poluicao do ar. Os carros eletrico de hoje em dia estão limitados a capacidade da sua bateria e são muito caros. Os carros elétricos podem vir a ser um meio dos carros trafegarem sem gerar poluição.
Emissiao é a liberação ou lancamento de contaminantes ou poluentes no ar. As Emissões são provenientes dos motores de veículos e das chaminés de fabricas.
É a Agencia Federal de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. No Brasil o seu equivalente é o IBAMA
Etanol é um produto derivado da cana de acúcar mas também pode ser obtido de cereais. O Etanol é um excelente combustivel automotivo e emite poucos poluentes. O Etanol é utilizado como combustivel no Brasil sob a forma hidratada e também é adicionado a gasolina.
Exaustão é a emissão de poluentes dso carros, caminhões, trens, aviões e barrcos. Existem mais de 550 milhões de veiculos na terra, o suficiente para envolver a Terra mais de 40 vezes. A exaustão de todos estes veículos polui o ar e aumenta o nível de ozonio ao nível od solo.
Uma floresta tropical é uma área onde ocorre muita chuva. As florestas tropicais sao umidas e quentes e abrigam diversos tipos de animais a plantas. Na realiadade as florestas tropicais abrigam mais da metade de todas as espécies de plantas e animais da Terra. As florestas tropicais estão localiazadas proximo ao Equador na America do Sul, America Central, Asia e Africa. A maior floresta tropical é a Amazônia.
A Floresta Tropical é muito importante para a atmosfera terrestre. Milhoes de plantas removem o dióxiodo de carbono da atomsfera. Os Ecologistas estimam que as Florestas Tropicais produzem cerca de 40 porcento do oxigênio terrestre. As Florestas Tropicais ajudam a manter o balanco de gase no ar e tambem a manter a temperatura da Terra.
Uma fonte é a origem ou causa de alguma coisa. Aqui fonte se refere a causa da poluição como veículos, fabricas ou chaminés.
A fumaça é resultante de combustão incomplete e é emitida pelas indístrias e veículos.
Fumos são particulas no ar que que voce pode cheirar e em alguns casos ver. Os fumos são foramados quando gases condensam no ar e ocorrem reações químicas.
O Gas Natural é um recurso natural relativamente abundante e amplamente utilizado. O Gas Natural pode ser usado em estado gasoso - comprimido e na forma líquida. As duas formas geram uma menor emissão de poleunets do que a gasolina. Peolo fato de garar menor poluição o gas natural tem sido utilizado com combustível em onibus metropolitanos de alguma cidades.
Gasolina é o termo geral para um combustível que é utilizado emm um motor de combustão. A Gasolina é derivada do petróleo, que é uma fonte de combustível fossil e é utilizado na maioria dos carros.
Gasolina aditivada é uma formulação da gasolina comum que causa melhor desempenho no veículo e menor poluição. A gasolina aditivada pode conter ethanol para melhorar a octanagem e reduzir a emissão de poluentes.
Metanol, ou "alcool de madeira", é derivado do carvão e da madeira. É um combustível de alta performance e emite baixos níveis de poluentes toxicos. Metanol é utilizado como combustível em veículos de corrida devido as suas características e aspectos de segurança.
Monóxido de Carbono é um gas incolor, inodoro e venenoso produzido pela combustão incompleta de madeira, carvão, óleo e gasolina. Carros e caminhões emitem Monóxido de Carbono. Respirar muito monóxido de carbono pode torná-lo muito doente.
Neblina é a condensação de vapor de água em gotículas formando massas semelhantes a nuvens próximo ao solo.
Nitrogenio é um gas incolor e inodoro presente na atmosfera. O Nitrogênio é um elemento natural e compõe 78 por cento do ar que vocâ respira.
Oxigênio é um gas incolor e inodoro de f'ormula quimica O2 e é essencial a vida. O Oxigênio é um elemento natural e ocorre em 21 por cento em volume no ar que respiramos. O corpo humanao utiliza o ar para o metabolismo.
Ozonio é um gas com odor característico, incololor . O Ozonio é bom e mau. Nas camadas elevadas da atmosfera o ozonio é importante porque filtra os raios ultravioletas. Ao nível do solo o ozonio é perigoso porque forma poluntes toxicos reagndo com outros gases da atmosfera poluida.
A Camada de ozonio é uma das camadas superioresa da atmosfera. Ela reflete a perigosa radiação solar e permite que os raios beneficos atinjam a superfície do solo. A camada de ozonio evita que certos raios ultravioletas de curto comprimento de onda possam prejudicar a saude das pessoas plantas e animais.
O Ozonio tambem existe ao nível do solo, mas a sua ocorrencia não é natural. Ele é decorrente da reação de gases formados na combutão. O ozonio pode fazer mal a saude e tambem pode afetar a saude das plantas e animais. O Ozonio é um dos principais contaminates das grandes cidades.
O padrão de emissão é a maio quantidade de um determinado poluente que pode ser legalmendfe lancado no ar de uma única fonte. No Brasil os padrões de emissão são estabelecidos pelo Ibama ou pelos Órgão Estaduais de Controle.
Um poluente é uma partícula que contamina o ar. Contaminante é um sinonimo.
Propano é um componente do GLP - Gás Liquefeito de Petróleo que é o combustível; utilizado nos fogões. Existem tambem veículos movidos a GLP que geram uma poluição menor que os veículos movidos a gasolina.
Respiração é o ato de respirar . Quando voce inala ou exala o ar, ocorre a respiração.
Smog é um termo que combina as palavras inglesas "smoke" e "fog" ( fumaça e neblina).O Smog ocorre quando a poluição ocorre em combinação com gotículas de vapor de água. O Smog é ruím para a saúde e pode tornar as pessoas doentes.
Fonte: www.ecologica.com.br