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Bases do Tamar

CEARÁ

ALMOFALA - CEARÁ

A única base do TAMAR no Ceará está localizada na praia de Almofala, a 242 km de Fortaleza, no litoral Oeste do Estado. A base foi instalada em 1992 para proteger as tartarugas marinhas capturadas incidentalmente em currais de pesca, redes de espera para peixes e redes caçoeira para lagostas.

A espécie mais comum é a tartaruga-verde (Chelonia mydas), ou aruanã, como é conhecida na região, que busca essas águas para alimentação e desenvolvimento. Nos últimos anos tem-se verificado também a ocorrência das outras quatro espécies do litoral brasileiro.

Atualmente o TAMAR monitora 40 km de praias, nas comunidades de Torrões, Almofala, Farol e Volta do Rio, além dos locais de desembarque, vendas de peixes e mercados públicos.

O trabalho tem rendido resultados importantes para o conhecimento de aspectos bioecológicos das tartarugas marinhas. Indivíduos marcados no Ceará foram encontrados na Nicarágua e em Trinidad Tobago, iniciando-se a descoberta de rotas migratórias internacionais. (992)

Desenvolvimento comunitário e educação ambiental O sucesso da conservação das tartarugas marinhas dependeu, desde o início, do envolvimento da comunidade, através da educação ambiental e da geração de renda para os pescadores.

O programa de Educação Ambiental inclui módulos, definidos junto com os professores, sobre conservação ambiental e desenvolvimento de consciência crítica, além do Programa de Formação de Agentes Locais, que transforma jovens em ambientalistas em fiscais colaboradores.

Na geração de renda, destacam-se os Grupos de Rendeiras, Costureiras e Bordadeiras, que comercializam seus produtos na Central de Artesanato (CEART) e lojas TAMAR.

Para aumentar a oferta de pescado, o TAMAR apóia pesquisas de melhoramento das artes pesqueiras, coleta informações de produção nos currais de pesca, forma parcerias e fomenta reuniões de interesse comunitário entre instituições locais.

O Projeto ainda dá suporte financeiro ao Grupo de Idosos e algumas manifestações culturais e organiza festas de Natal, Dia das Mães e das Crianças. (991)

História

Almofala é uma importante comunidade pesqueira do Ceará, cheia de lendas e magia. A população, com cerca de 10 mil habitantes, é formada principalmente por descendentes dos índios Tremembé, que vivem da pesca artesanal.

Os currais de pesca são o destaque, juntamente com as redes de espera para peixes e lagostas. A pesca em currais de pesca é realizada principalmente de Janeiro a Julho, período em que os ventos alísios são mais fracos. Já a pesca com rede de espera é realizada durante todo o ano.

Antes do TAMAR se instalar, todas as tartarugas aprisionadas eram mortas e vendidas no mercado público. Para reverter essa situação o TAMAR iniciou os trabalhos, em 1992, literalmente batendo à porta dos pescadores, explicando por que as tartarugas marinhas estavam ameaçadas e a importância de preservar as espécies.

A mensagem foi entendida e hoje os pescadores ajudam a salvar e a manejar as tartarugas capturadas. (918)

RESERVA BIOLÓGICA DO ATOL DAS ROCAS - RIO GRANDE DO NORTE

O trabalho de proteção das tartarugas marinhas no Atol das Rocas é executado pela Base do TAMAR de Fernando de Noronha, em parceria com a direção da Reserva Biológica. As desovas ocorrem nas duas únicas e pequenas ilhas do Atol, entre dezembro e maio. Numa só temporada já foram contabilizados 990 ninhos da tartaruga-verde (Chelonia mydas).

A espécie também utiliza a região como área de alimentação, bem como a tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata). As águas cristalinas e abrigadas do interior do atol formam verdadeiras piscinas naturais, que facilitam o monitoramento através de mergulho.

Nesses locais, as tartarugas podem ser capturadas com relativa facilidade em diferentes estágios de vida, inclusive indivíduos machos, que normalmente não sobem às praias, possibilitando a coleta de dados para estudos sobre a biologia dessas espécies.

Primeiro e único

Rocas é a primeira unidade de conservação marinha criada no Brasil, tendo sido transformada em Reserva Biológica em 1979 pelo Governo federal. É também o único atol e a segunda mais importante área de reprodução da tartaruga-verde (Chelonia mydas) no Atlântico Sul.

O Atol das Rocas fica a 144 milhas náuticas de Natal-RN e a 80 milhas náuticas do Arquipélago de Fernando de Noronha. Possui 7,2 km² de superfície e 3,2 km de diâmetro. É formado por um recife semicircular, composto por esqueletos calcáreos de algas, corais e moluscos. A área da Reserva é de 360 km², incluindo o Atol e toda a área marinha em volta, até a profundidade média de mil metros.

FERNANDO DE NORONHA - PERNAMBUCO

O arquipélago de Fernando de Noronha, composto por 20 ilhas e ilhotas, já foi chamado de “Esmeralda do Atlântico”. Abriga uma das principais bases do TAMAR, destacando-se pelas excelentes condições para pesquisas sobre o comportamento das tartarugas marinhas e, devido ao grande fluxo turístico, como estratégico para educação ambiental.

É sitio reprodutivo da tartaruga-verde ou aruanã (Chelonia mydas), que desova entre janeiro e junho, e área de alimentação de juvenis das tartarugas de-pente (Eretmochelys imbricata) e verde.

As praias apresentam características propícias para um monitoramento diário. A Praia do Leão concentra 80% das ocorrências. As demais desovas acontecem ao longo do mar de dentro entre a praia do Sancho e Boldró.

O Centro de Visitantes, inaugurado em 1996, possui anfiteatro, loja, café, espaço para exposições, quiosque com CD-ROM, escritório, além do trabalho dos guias-mirins. Todas as noites acontecem palestras sobre o TAMAR, o Parque e outros temas marinhos.

Monitoramento de juvenis

Além do monitoramento de fêmeas durante o período reprodutivo, o TAMAR mantém um programa de estudo de tartarugas juvenis (Chelonia mydas e Eretmochelys imbricata), que utilizam o arquipélago como área de alimentação. Essa atividade é realizada durante o ano todo, através de mergulho livre, autônomo ou rebocado.

Fernando de Noronha caracteriza-se por apresentar uma atividade de estudo das tartarugas jovens através do mergulho. Nesta base são realizados trabalhos de captura, marcação, biometria e estudos, envolvendo história natural e ecologia.

A transparência da água possibilita observar comportamentos diversos das tartarugas marinhas. Em longos períodos de observação e registro de imagens, no ambiente natural, são coletadas informações preciosas, que ajudam a compreender melhor a vida desses animais.

História

Noronha foi descoberto em 1503, tendo sido ocupado por portugueses, ingleses, franceses e holandeses. Também já serviu como colônia correcional, base para os americanos durante a 2ª Guerra Mundial e presídio político.

Nos registros históricos, constam “bandos de tartarugas na ilha e no mar”, situação bem diferente da atual. O meio ambiente foi bastante prejudicado durante os séculos de ocupação, quando comer ovos e carne de tartaruga marinha era hábito comum. Como resultado desse passado predatório, Noronha abriga hoje a menor população de tartarugas-verdes entre as ilhas oceânicas brasileiras.

As atividades do TAMAR se iniciaram em 1984, quando o arquipélago ainda era Território Federal administrado pela Aeronáutica. Em 1986, o Governo do Território doou 70 hectares ao TAMAR, que então construiu uma casa pequena na Praia do Sueste, com alojamento e escritório. Em 1988, por decreto presidencial, através do IBAMA, o Arquipélago se transforma no segundo Parque Nacional Marinho do país.

Serviço - A loja funciona diariamente, de 9h às 22h.

O Centro de Visitantes é "aberto", conjugado com uma praça temática. Os visitantes podem circular livremente, em qualquer dia e horário. O auditório é aberto todos os dias às 20h, para apresentação de vídeos e palestras.

SERGIPE

O litoral de Sergipe possui a maior concentração de desovas da tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) no Brasil. Também são registradas, em menores proporções, desovas das tartarugas cabeçuda (Caretta caretta), pente (Eretmochelys imbricata) e verde (Chelonia mydas).

As bases de Pirambu, Abais e Ponta dos Mangues protegem, juntas, 125 km dos 163 km de praias sergipanas e protegem mais de 2.500 desovas/ano e cerca de 135 mil filhotes.

O Oceanário de Aracaju e o Centro de Educação Ambiental da Reserva Biológica de Santa Isabel recebem cerca de 170 mil visitantes/ano, sendo 17 mil atendimentos especiais através do Programa de Visitas Orientadas (PVO).

PIRAMBU - BASE (MÃE) SERGIPE

Pirambu foi a primeira base do TAMAR instalada no Brasil, em 1982. Sede da Coordenação Regional de Sergipe monitora 56 km de praias de reprodução e alimentação das tartarugas marinhas.

Quase 1200 desovas são registradas nas praias de Pirambu a cada temporada. Cerca de 80% delas são da tartaruga-oliva, a menor entre as tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, com comprimento curvilíneo de casco entre 70 e 74 cm.

A área de estudo da base está inserida na Reserva Biológica de Santa Isabel. Única Unidade de Conservação nesta categoria no Estado, foi criada em outubro de 1988 para proteger importantes classes de animais e vegetais, especialmente aves e tartarugas marinhas, que ocorrem na região.

Os 45 km de praias e 2766 ha da Rebio de Santa Isabel são formados por importantes e delicados ecossistemas costeiros, compostos por cordões de dunas móveis e fixas, manguezais, lagoas temporárias e permanentes de grande beleza. (928)

Centro de Educação Ambiental

O Centro de Educação Ambiental da Reserva Biológica de Santa Isabel, inaugurado em 1992, possui 20 mil m² de área. Recebe em média 120 mil visitantes/ano e, através do Programa de Visitas Orientadas (PVO), atende entre quatro e cinco mil estudantes/ano.

O Centro possui cercado de incubação de ovos; quatro tanques com exemplares vivos de tartarugas marinhas em diversas fases de desenvolvimento; sala de palestras e projeção de filmes; ante-sala com um aquário marinho e seis aquários com peixes de água doce, representantes das espécies do entorno da Reserva; estacionamento e stand de divulgação das atividades culturais desenvolvidas com as comunidades do entorno; demais materiais educativos. (697)

Peixe grande

Pirambu é município de Sergipe desde l965 e fica a 80 km de Aracaju. Continua tendo sua economia

baseada na pesca de arrasto de camarão, atividade que absorve boa parte da mão-de-obra masculina e envolve também grande quantidade de mulheres, que trabalham no beneficiamento do pescado.

A palavra Pirambu é de origem tupi-guarani e significa “peixe grande”. Era também o nome com que os índios da tribo do cacique Japaratuba chamavam essa região, pois a visitam freqüentemente para pescar peixes grandes de diversas espécies, como mero, arraia, tubarão, etc. Curiosamente, a mesma palavra é atualmente usada pelos sergipanos para designar um pequeno peixe marinho, de no máximo 2 kg, conhecido no Espírito Santo e Rio de Janeiro como “sargo-de-beiço”. (750)

De petisco a símbolo de conservação

Houve um tempo em que violão, caipirinha e ovo de tartaruga eram inseparáveis. Os ovos eram coletados por tartarugueiros – como na época eram conhecidas as pessoas que hoje protegem as tartarugas – e vendidos nas barracas de praia, bares e restaurantes de Sergipe. Pirambu se destacava como principal fornecedora e consumidora dos ovos de tartaruga.

Nessa época, não havia o hábito de matar as fêmeas para consumo da carne ou confecção de adornos com o casco, mas praticamente todas as desovas eram coletadas, a ponto de a população local já não ver, há muito, o nascimento de filhotes. A situação começou a mudar a partir de 1982, com a criação da base de Pirambu.

Logo que a base foi criada, todas as desovas precisavam ser transferidas para cercados de incubação para não serem danificadas. Hoje, cerca de 60% das desovas já podem permanecer nos locais de origem (in situ), graças ao grande envolvimento dos pescadores e da comunidade no trabalho de conservação das tartarugas marinhas. (992)

PONTA DOS MANGUES SERGIPE

Responsável pelo monitoramento de 36 km de praias, fica no extremo norte da Reserva Biológica de Santa Isabel, em Sergipe. Local de grande beleza natural, o ecossistema da região é formado por dunas e manguezais.

É uma área com intensa atividade reprodutiva da tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) ou, como é chamada na região, tartaruga-pequena. Embora em menor proporção, há ocorrências também das tartarugas cabeçuda (Caretta caretta), de pente (Eretmochelys imbricata) e verde (Chelonia mydas). A Base é responsável pela proteção de mais de 800 desovas/temporada.

Ponta dos Mangues tornou-se independente da Base de Pirambu a partir de 1989, quando as atividades de monitoramento das praias e registro das ocorrências reprodutivas passaram a ser feitas separadamente.

Ostreicultura

A comunidade vive basicamente da pesca de subsistência e do cultivo de coco e mandioca. Mas desde 1997 o Projeto TAMAR, em parceria com a Cooperativa Mista de Trabalhadores Conservadores da Natureza (CONATURA) programa uma nova alternativa econômica e pesqueira que não oferece riscos de capturas de tartarugas marinhas e beneficia diretamente as famílias de pescadores locais.

Atualmente, a coleta de sementes de ostras em ambiente natural é a uma das principais atividades na região. As sementes são comercializadas para vários centros de pesquisas em Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão e Paraíba. Estão sendo realizados vários experimentos em cultivo, manejo, seleção de área, coleta de sementes e análises para o monitoramento ambiental, para viabilizar o cultivo da ostra do mangue Crassostrea rhizophorae.

ABAÍS SERGIPE

A base de pesquisa do Abaís está localizada no litoral Sul de Sergipe e inserida na APA Estadual do Litoral Sul. Monitora 36 km de praias, desde a Foz do Rio Real, ao Sul, até o Rio Vasa Barris, ao Norte, importantes áreas de reprodução de quatro espécies de tartarugas marinhas.

Nas praias de Boa Viagem, Abais e Caueira registra-se intensa atividade reprodutiva das espécies (Lepidochelys olivacea) e (Caretta caretta) e, em menor proporção, das espécies (Eretmochelys imbricata) e (Chelonia mydas). As praias não têm pedras ou costões, facilitando o monitoramento e a localização de cerca de 600 desovas/temporada.

Em Abaís, as casas dos moradores estão dispersas ao longo da rodovia e distantes do mar, sem a formação de vila ou povoado. Na base não há água encanada, nem energia elétrica. O acesso é possível somente com carro tracionado, durante a maré baixa. A região é composta de dunas fixas e móveis e de lagoas temporárias e permanentes, formando um cenário de incrível beleza. (981)

Isolamento e ameaças

O isolamento característico da região aumenta o envolvimento com as atividades de campo e torna mais rico o contato diário com os tartarugueiros. Por outro lado, a região sofre com a especulação imobiliária, que potencializa as ameaças às tartarugas marinhas, especialmente através das construções irregulares, com descaracterização do ambiente costeiro e conseqüente utilização de iluminação artificial.

Há ainda a pesca de arrasto de camarão na área de arrebentação, acarretando considerável número de capturas incidentais e conseqüente mortalidade de tartarugas, principalmente da espécie oliva.

As orlas de acesso às praias de Abais e Caueira também representam uma ameaça aos filhotes devido à incidência de iluminação que os desorienta no trajeto praia-mar. Todas as desovas destas áreas são transferidas para o cercado de incubação. As desovas de áreas mais próximas à base permanecem in situ, tornando possível o desenvolvimento embrionário dos filhotes sem interferência humana. (987)

OCEANÁRIO DE ARACAJU - A gigante da Atalaia - SERGIPE

O Oceanário de Aracaju é o primeiro do Nordeste e o quinto do Brasil (os demais estão no estado de São Paulo). Instalado na praia da Atalaia, a 500m do mar, tem área construída de 1.700 m², na forma de uma gigante tartaruga. A capacidade é para 300 pessoas e a cobertura é toda em eucalipto e piaçava.

Possui 18 aquários (cinco de água doce e 13 de água salgada) e quatro tanques, que totalizam 290 mil litros. Expõe cerca de 80 espécies, todas nativas dos ambientes marinho e estuarino de Sergipe e da ictiofauna (peixes) do Rio São Francisco.

Logo na entrada, na cabeça da tartaruga, fica o grande aquário oceânico, com 150 mil litros, abrigando cerca de 30 espécies, incluindo arraias, tubarões, moréias, xaréus, caranhas, vermelhos e meros. Possui também a réplica da parte submersa de uma plataforma petrolífera, estrutura existente no litoral sergipano, que é produtor de petróleo.

Existem ainda quatro tanques sendo: um tanque onde os visitantes têm a oportunidade de tocar em várias espécies de invertebrados, crustáceos, moluscos e peixes, sempre com a orientação de um monitor; dois tanques com espécies de tartarugas marinhas e um tanque com tubarões, onde o visitante poderá observar de perto o comportamento da espécie, bem como em horários determinados auxiliar o monitor na alimentação dos animais.

Na área externa há estrutura própria para quarentena dos animais, visando a pesquisa e estudo das condições de cada um antes da transferência para os aquários, além de tratamento dos que ficarem doentes.

Área de Lazer

Embelezando o entorno do prédio, o Oceanário de Aracaju foi contemplado com a revitalização da Orla da Atalaia, promovida pelo Governo do Estado de Sergipe, ganhando três belíssimos espelhos d´água, com pontes, calçadão, ciclovia, espaço para esportes aquáticos, criando um complexo de lazer com mais de 60.000 m², ideal para o descanso e a contemplação da natureza.

A área externa conta ainda com estacionamento para 200 veículos, bar, posto de auto- atendimento do Banco do Brasil e Loja para venda de produtos Tamar. Possui ainda rampas de acesso e banheiros para portadores de necessidades especiais.

O anfiteatro tem 40 lugares e conta com equipamentos para projeção de vídeo, sistema de som com música ambiente relativa ao tema, painéis informativos e réplica de ambiente de mangue.

Uma curiosidade é um fóssil de alga calcária, proveniente de um sítio arqueológico de Rosário do Catete, com mais de 110 milhões de anos – período em que os continentes americano e africano eram interligados.

IMAGENS DO FUNDO DO MAR AO VIVO

O atrativo especial, desenvolvido em parceria com a Petrobras, é a magnífica visão do fundo do mar, em tempo real, a partir de câmeras submarinas instaladas numa plataforma de petróleo localizada bem em frente ao Oceanário, cerca de 10 km mar adentro e a 12 m de profundidade.

As imagens são projetadas em tela plasma de 42”, combinadas com vídeos informativos sobre serviços, educação e preservação ambiental.

Serviço

O Oceanário funciona de terça à sexta-feira, das 14 às 20 horas. Sábados, domingos e feriados, ele abre das 9 às 21 horas. Na alta estação, funciona em horário especial e possui preços diferenciados para estudantes, idosos e grupos de turistas de receptivos.

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