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Melancia

A melancia pertence à mesma família da abóbora e do melão. É uma planta rasteira, com folhas grandes e flores pequenas, de cor amarela. A fruta pode ser arredondada ou alongada, com tamanho vari'ável entre 25 e 75 cm. A casca é lisa, lustrosa, verde clara ou verde escura, com estrias de um verde mais forte no sentido do comprimento.

Melancia

A polpa da melancia é vermelha, com muitas sementes, achatadas e pretas. Há uma variedade de melancia, conhecida como melancia japonesa ou kodama, que tem poupa amarela.

Em geral, a melancia é consumida ao natural, como sobremesa, principalmente no verão. Sua polpa dá também um excelente suco e uma compota de sabor muito agradável.

É uma fruta altamente refrescante, ideal para ser consumida em épocas de muito calor. Tem propriedades hidratantes (contém certa de 90% de água). Além disso, possui também açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.

Uma melancia de boa qualidade tem casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. As manchas claras não são sinais de um produto de má qualidade. Para saber se está boa por dentro, bata com os nós dos dedos na casca. Se o som for oco, a melancia está boa.

També é possível saber se ela está boa, calando-a: corte um pedacinho e prove. Lembre-se que as melhores melancias são as que têm polpa bem vermelha e bastante suco.

Fora da geladeira, a melancia se conserva bem durante uma semana se guardada em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, deve ser conservada na geladeira, envolvida em plástico ou papel alumínio, para evitar que absorva o odor de outros alimentos.

Fonte: www.horti.com.br

Melancia

Nome popular: melancia
Nome científico: Citrullus vulgaris Schrad
Família botânica: Cucurbitaceae

Melancia
Hibrido Rubi

Melancia
Hibrida Safira

Melancia
Crimson Sweet

Melancia
Hibrido Onix

Melancia
Hibrido Diamante

Melancia

CARACTERÍSTICAS DA PLANTA

Planta de caule rasteiro e ramificado. Folhas ovais, divididas em 3 lobos, apresentando estruturas em espiral presas ao caule, denominadas "gavinhas" Flores
pequenas, de coloração amarelo-esverdeada.

FRUTO

Arredondado ou alongado, de casca lisa, verde ou rajada por manchas amareladas. Polpa abundante que varia de cor: branco-rósea, amarelada, avermelhada ou purpúrea, com as sementes avermelhadas ou pretas.

CULTIVO

Por sementes, em agosto nas regiões de inverno rigoroso, c em qualquer parte do ano nas demais regiões. Prefere solos sílico-argilosos, profundos e ricos em matéria orgânica. A colheita é feita cerca de 100 dias após plantio.

A melancia é fruta extraordinária e grande, talvez uma das maiores entre todas as frutas existentes. Para se ter uma idéia, em condições normais de produção, seu peso pode variar entre 10 e 20 Kg de pura água.

Provavelmente originária do norte da África, acredita-se que a melancia seja espécie conhecida e cultivada pelo homem há mais de 4 mil anos.

Cultura exigente de climas quentes ou temperado-quentes, hoje em dia a melancia é encontrada em todas as regiões tropicais do globo.

No Brasil, a fruta pode ser plantada por toda parte. E é! No volume e no valor econômico, a melancia está entre os dez primeiros lugares na lista das hortaliças comercializadas no mercado nacional.

Os principais pólos produtores de melancia no país estão no sul, onde os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo abarcam quase a metade de toda a produção e no nordeste, mais precisamente na Bahia e em Pernambuco, onde as áreas irrigadas do Vale do Rio São Francisco são responsáveis por cerca de um quarto do total produzido. Parte dessa produção destina-se à exportação, especialmente para alguns países da própria América do Sul.

Juntamente com o melão, a melancia é fruta da família das Cucurbitáceas, a mesma do pepino, da abóbora e do chuchu.

Em suas diferentes variedades - embora exista uma variedade cuja polpa é amarelada - as melancias têm, em geral, uma coloração que varia entre o branco-róseo e o vermelho forte. Qualquer que seja a variedade, em quase todos os casos, a melancia é completa e desordenadamente pontilhada por pequenas sementes chatas, negras e lisas, dispersas em meio à grande polpa.

Essa polpa é, também, bastante aquosa, sendo a proporção de água que encerra ainda superior à dos melões. Água pura!

Por esse motivo, a melancia é uma das frutas mais refrescantes existentes, ganhando ainda dos melões por ser menos indigesta do que eles.

A verdade, em situações de extremo calor, em meio ao sol do meio-dia do verão tropical, nada como uns bons nacos de uma melancia fresca para repor os líquidos perdidos pela transpiração. Sem sombra de dúvidas, esta é a melhor ocasião e maneira de saboreá-la.

Nas cidades do nordeste do Brasil e em algumas cidades mais quentes do sudeste, inclusive, é comum encontrar ambulantes vendendo pedaços já partidos de melancia e de outras frutas refrescantes, tais como o abacaxi para atenuar o calor dos passantes.

Aliás, por seu tamanho excessivo, uma única melancia inteira chega a ser aquisição exagerada para o consumo de uma família comum.

Assim, as melancias são normalmente vendidas, nos mercados e nas feiras brasileiras, já cortadas em pedaços, quartos ou metades.

O caldo generoso e a polpa consistente da melancia são adocicados. Em geral, quanto mais madura a fruta, mais doce seu sabor. Porém, algumas vezes, este é insípido e sem graça e, então, só serve para alimentar os animais que nunca se fartam de comê-la.

Determinar se uma melancia está ou não está madura não é tarefa fácil. Sua casca, dura e espessa, não deixa transparecer o que há lá dentro. Um bom método é dar uns soquinhos com os nós dos dedos: se a fruta ainda estiver meio verde, o som sairá um pouco metálico. Do contrário, quanto mais surdo for o som que vier da fruta, mais madura ela estará.

A Horticeres revolucionou o mercado de melancias ao introduzir a Híbrida Rubi, em 1991. A uniformidade do fruto de peso médio elevado, casca listrada em tons de verde em contraste ao interior vermelho-rubi, e excelente sabor adocicado, não encontram concorrência. Mas o dinamismo do programa de melhoramentos busca novas e melhores cultivares.

A melancia forrageira (Citrullus lanatus cv. Citroides), também conhecida como melancia-de-cavalo, melancia do mato ou, melancia-de-porco, é originária da África e foi trazida para o Brasil pelos escravos. Aqui se adaptou às condições do Nordeste e se espalhou através de cruzamentos naturais com outros tipos de melancia.

A sua polpa é branca, consistente, com baixo teor de sacarose, daí não ter boa aceitação para o consumo humano.

Há muito tempo que a melancia forrageira vem sendo utilizada na alimentação animal por pequenos criadores do Nordeste. Recentemente, como conseqüência das últimas secas que castigaram a região, a sua utilização cresceu, com a intensificação dos plantios, principalmente na Bahia e em Pernambuco.

Em Sergipe, a Embrapa Tabuleiros Costeiros, unidade vinculada ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento, implantou, este ano, no Campo Experimental de Nossa Senhora das Dores, uma unidade demonstrativa com essa cultura, visando a sua divulgação entre os produtores e técnicos sergipanos. Para este fim, realizou, com o apoio da EMDAGRO, seis dias de campo com a participação de produtores de diversos municípios sergipanos. De maneira geral, a receptividade dos produtores foi muito boa, com os mesmos demonstrando interesse em adquirir sementes para o plantio no próximo inverno.

A melancia forrageira é um alimento considerado de boa qualidade. Estudos realizados pela Embrapa Semi-Árido, em Petrolina-PE., indicam que ela contém, em média, 90% de água e 10% de matéria seca, com 7 a 10% de proteína e é muito rica em sais minerais. A digestibilidade é da ordem de 60%.

SOLO E PLANTIO

De maneira geral, a melancia forrageira apresenta melhor desenvolvimento e maior produtividade em solos leves e de boa fertilidade. Não devem ser indicados solos sujeitos a encharcamento e salinos.

A melancia forrageira pode ser plantada solteira ou em consórcio com outras culturas. Solteira, o espaçamento pode ser de 3,0 x 2,0m e consorciada de 3,0 x 3,0m, entre linhas e covas, respectivamente. Em cada cova colocam-se de 3 a 4 sementes, com um consumo médio de 1,0 kg de sementes por hectare.

Por ser uma planta rústica e resistente às doenças, a melancia forrageira não apresenta dificuldades para ser cultivada. Necessita, apenas, ser limpa uma ou duas vezes durante o seu ciclo vegetativo, que é de cerca de 90 dias. A adubação é opcional, podendo ser feita com esterco produzido na própria fazenda, colocando-o na cova, antes do plantio.

PRODUTIVIDADE E CONSERVAÇÃO

A produtividade está relacionada com a fertilidade do solo e, principalmente, com a quantidade e distribuição das chuvas durante o seu ciclo produtivo. Dados da Embrapa Semi-Árido indicam que, em Pernambuco, com precipitações na faixa de 200 a 600 mm, a produtividade tem sido de 10 a 60 toneladas por hectare. Na fazenda Santa Maria, em Jeremoabo-BA, de nossa propriedade, tem-se obtido em torno de 30 t/ha em plantios efetuados nos dois últimos anos.

Os frutos da melancia forrageira são bastante resistentes às doenças causadas por fungos e bactérias que normalmente atacam os frutos das melancias comerciais. Deve-se evitar, porém, corte ou arranhão na superfície dos frutos.

A estocagem pode ser feita no campo, deixando as melancias no próprio local de plantio. Para evitar os danos causados por insetos do solo, é recomendável revirar as melancias das suas “camas” originais. Outra opção é guardar os frutos em galpões secos e ventilados, dispostos em camadas de 50 cm. Deve-se ter cuidado com os ratos, que podem estragar os frutos. Pode-se, também, estocar os frutos debaixo de árvores, próximo do local de plantio.

Recomenda-se o uso dos frutos no período seco imediatamente após a colheita.

USO DA MELANCIA FORRAGEIRA

A melancia pode ser fornecida picada em máquinas forrageiras, como a usada para a palma, ou picada no facão, a depender do número de animais a serem alimentados.

A melancia não deve ser fornecida aos animais como fonte única de alimento. Devido ao seu elevado teor de água (90%), os animais não conseguem atingir o consumo de matéria seca que necessitam. Assim, recomenda-se o fornecimento de melancia equivalente a 1/3 do consumo diário de matéria seca, ou seja, aproximadamente, 30 a 40 kg de melancia/dia, para cada animal adulto.

Fonte: www.todafruta.com.br

 

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