Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Planeta Mercúrio  Voltar

Mercúrio



Mercúrio teve o seu nome atribuído pelos romanos baseado no mensageiro dos deuses, de asas nos pés, porque parecia mover-se mais depressa do que qualquer outro planeta. É o planeta mais próximo do Sol, e o segundo mais pequeno do sistema solar. O seu diâmetro é 40% mais pequeno do que o da Terra e 40% maior do que o da Lua. É até mais pequeno do que Ganímedes, uma das luas de Júpiter e Titan uma lua de Saturno.

Se um explorador andasse pela superfície de Mercúrio, veria um mundo semelhante ao solo lunar. Os montes ondulados e cobertos de poeira foram erodidos pelo constante bombardeamento de meteoritos. Existem escarpas com vários quilómetros de altura e centenas de quilómetros do comprimento. A superfície está ponteada de crateras. O explorador notaria que o Sol parece duas vezes e meia maior do que na Terra; no entanto, o céu é sempre negro porque Mercúrio praticamente não tem atmosfera que seja suficiente para causar a dispersão da luz. Se o explorador olhasse fixamente para o espaço, veria duas estrelas brilhantes. Veria uma com tonalidade creme, Vênus, e a outra azul, a Terra.

Antes da Mariner 10, pouco era conhecido sobre Mercúrio por causa da dificuldade de o observar com os telescópios, da Terra. Na máxima distância, visto da Terra, está apenas a 28 graus do Sol. Por isso, só pode ser visto durante o dia ou imediatamente antes do nascer-do-Sol ou imediatamente depois do pôr-do-Sol. Quando observado ao amanhecer ou ao anoitecer, Mercúrio está tão baixo no horizonte, que a luz tem que passar através do equivalente a 10 vezes a camada da atmosfera terrestre que passaria se Mercúrio estivesse directamente por cima de nós.

Durante a década de 1880, Giovanni Schiaparelli criou um esquema onde mostrava algumas estruturas de Mercúrio. Ele concluiu que Mercúrio deveria estar "preso" ao Sol de modo a acompanhar o seu movimento, tal como a Lua está "presa" à Terra. Em 1962, radio-astrónomos estudaram as emissões rádio de Mercúrio e concluíram que o lado escuro é quente demais para estar preso, acompanhando o movimento. Era de esperar que fosse muito mais frio se estivesse sempre virado para o lado oposto ao Sol. Em 1965, Pettengill e Dyce calcularam o período de rotação de Mercúrio como sendo de 59 +/- 5 dias baseado em observações de radar. Mais tarde, em 1971, Goldstein melhorou o cálculo do período de rotação para 58.65 +/- 0.25 dias por meio de observações do radar. Após observações mais próximas obtidas pela Mariner 10, o período foi definido como sendo de 58.646 +- 0.005 dias.

Apesar de Mercúrio não estar preso ao Sol, o seu período de rotação está relacionado com o período orbital. Mercúrio roda uma vez e meia por cada órbita. Por causa desta relação de 3:2, um dia em Mercúrio (desde o nascer do Sol até ao nascer do Sol do dia seguinte) dura 176 dias terrestres, conforme se mostra no diagrama seguinte.

No passado distante de Mercúrio, o seu período de rotação deve ter sido menor. Os cientistas especularam que a rotação deve ter sido de cerca de 8 horas, mas ao longo de milhões de anos foi gradualmente retardando por influência do Sol. Um modelo deste processo mostra que este retardamento levaria 109 anos e deveria ter elevado a temperatura interior de 100 graus Kelvin.

Muitas das descobertas científicas sobre Mercúrio vêm da sonda espacial Mariner 10 que foi lançada em 3 de Novembro de 1973. Ela passou em 29 de Março de 1974 a uma distância de 705 quilómetros da superfície do planeta. Em 21 de Setembro de 1974 passou Mercúrio pela segunda vez e em 16 de Março de 1975 pela terceira vez. Durante estas visitas, foram obtidas mais de 2,700 fotografias, cobrindo 45% da superfície de Mercúrio. Até esta altura, os cientistas não suspeitavam que Mercúrio tinha um campo magnético. Eles pensavam que, por Mercúrio ser pequeno, o seu núcleo teria solidificado há muito tempo. A presença de um campo magnético indica que o planeta tem um núcleo de ferro que está pelo menos parcialmente fundido. Os campos magnéticos são gerados pela rotação de um núcleo condutivo fundido e este efeito é conhecido por efeito de dínamo.

A Mariner 10 mostrou que Mercúrio tem um campo magnético que é 1% mais forte que o da Terra. Este campo magnético está inclinado 7 graus em relação ao eixo de rotação de Mercúrio e produz uma magnetosfera à volta do planeta. A origem do campo magnético é desconhecida. Pode ser produzido pelo núcleo de ferro parcialmente líquido no interior do planeta. Outra origem do campo pode ser a magnetização remanescente das rochas férreas que foram magnetizadas quando o planeta tinha um campo magnético forte, durante a sua juventude. Quando o planeta arrefeceu e solidificou, a magnetização remanescente permaneceu.

Já antes da Mariner 10, sabia-se que Mercúrio tinha uma alta densidade. A sua densidade é de 5.44 g/cm3 que é comparável à densidade da Terra, de 5.52g/cm3. Num estado não comprimido a densidade de Mercúrio é 5.5 g/cm3 enquanto a da Terra é apenas 4.0 g/cm3. Esta alta densidade indica que o planeta é constituído por 60 a 70 por cento em peso de metal e 30 por cento em peso de silicatos. Isto dá um núcleo com um raio de 75% do raio do planeta e um volume do núcleo de 42% do volume do planeta.

Superfície de Mercúrio

As fotografias obtidas pela Mariner 10 mostram um mundo que parece a lua. Está crivado de crateras, contém bacias de anéis e muitas correntes de lava. As crateras variam em tamanho desde os 100 metros (a resolução de imagem mais pequena que se consegue obter pela Mariner 10) até 1,300 quilómetros e estão em vários estados de conservação. Algumas são recentes com arestas vivas e raios brilhantes. Outras estão altamente degradadas, com arestas que foram suavizadas pelo bombardeamento de meteoritos. A maior cratera em Mercúrio é a bacia Caloris Planitia. Uma bacia foi definida por Hartmann e Kuiper (1962) como uma "depressão circular larga com anéis concêntricos distintos e linhas radiais." Outros consideram cada cratera com mais de 200 quilómetros como uma bacia. A bacia Caloris tem 1,300 quilómetros de diâmetro, e provavelmente foi causada por um projéctil com uma dimensão de mais de 100 quilómetros. O impacto produziu uma elevação com anéis concêntricos com três quilómetros de altura e expeliu matéria pelo planeta até uma distância de 600 a 800 quilómetros. (Outro bom exemplo de uma bacia com anéis concêntricos é a região Valhalla em Callisto, uma lua de Júpiter.) As ondas sísmicas produzidas pelo impacto em Caloris concentraram-se no outro lado do planeta e provocaram uma zona de terreno caótico. Após o impacto, a cratera foi parcialmente cheia com lava.
Mercúrio está cheio de grandes penhascos ou escarpas que aparentemente se formaram quando Mercúrio arrefeceu e sofreu uma compressão de alguns quilómetros. Esta compressão produziu uma crusta enrugada com escarpas de quilómetros de altura e centenas de quilómetros de comprimento.

A maior parte da superfície de Mercúrio está coberta de planícies. Muitas delas são antigas e crivadas de crateras, mas algumas das planícies têm menos crateras. Os cientistas classificaram estas planícies como planícies intercrateras e planícies suaves. Planícies intercrateras estão menos saturadas de crateras que têm menos de 15 quilómetros de diâmetro. Estas planícies provavelmente foram formadas quando as correntes de lava cobriram os terrenos mais antigos. As planícies suaves são recentes com poucas crateras. Existem planícies suaves à volta da bacia Caloris. Em algumas áreas podem ser vistas pequenas porções de lava a preencher as crateras.

A história da formação de Mercúrio é semelhante à da Terra. Há cerca de 4.5 biliões de anos formaram-se os planetas. Esta foi uma época de bombardeamento intenso sobre os planetas, que eram atingidos pela matéria e fragmentos da nebulosa de que foram formados. Logo no início desta formação, Mercúrio provavelmente ficou com um núcleo metálico denso e uma crusta de silicatos. Depois do intenso período de bombardeamento, correntes de lava percorreram o planeta e cobriram a crusta mais antiga. Por esta altura, já muitos dos fragmentos tinham desaparecido e Mercúrio entrou num período de bombardeamento mais ligeiro. Durante este período foram formadas as planícies intercrateras. Então Mercúrio arrefeceu. O núcleo contraiu-se o que por sua vez quebrou a crusta e produziu as escarpas. Durante o terceiro estágio, a lava correu pelas regiões mais baixas, produzindo as áreas mais planas. Durante o quarto estágio, bombardeamentos de micrometeoritos criaram uma superfície de poeira que é conhecida por regolito. Alguns meteoritos pouco maiores atingiram a superfície e produziram as crateras de raios luminosos. Além de colisões ocasionais de meteoritos, a superfície de Mercúrio já não é activa e permanece no mesmo estado de há milhões de anos.

Pode existir água em Mercúrio?

Podíamos supor que em Mercúrio não pode existir água em nenhuma forma. Tem pouquíssima atmosfera e é extremamente quente durante o dia, mas em 1991 cientistas em Caltech captaram ondas de rádio vindas de Mercúrio e descobriram algumas invulgarmente brilhantes vindas do polo norte. O brilho aparente do polo norte poderia ser explicado por gelo na superfície ou logo abaixo. Mas é possível haver gelo em Mercúrio? Devido à rotação de Mercúrio ser quase perpendicular ao plano orbital, o polo norte vê sempre o sol um pouco acima do horizonte. O interior das crateras nunca está exposto ao Sol e os cientistas suspeitam que está a uma temperatura inferior a -161 C. Esta temperatura congelante pode ter água provinda de evaporação do interior do planeta, ou gelo trazido para o planeta resultante de impacto de cometas. Estes depósitos de gelo podem ter sido cobertos com uma camada de pó e por isso mostram ainda os reflexos brilhantes no radar.

Estatísticas de Mercúrio

 Massa (kg) 3,303x1023 
 Massa (Terra = 1) 0,055271 
 Raio equatorial (km) 2 439,7 
 Raio equatorial (Terra = 1) 0,38252 
 Densidade média (gm/cm3) 5,42 
 Distância média ao Sol (km) 57 910 000 
 Distância média ao Sol (Terra = 1) 0,3871 
 Período de rotação (dias) 58,6462 
 Período orbital (dias) 87,969 
 Velocidade orbital média (km/seg) 47,88 
 Excentricidade orbital 0,2056 
 Inclinação do eixo (graus) 0,00 
 Inclinação orbital (graus) 7,004 
 Gravidade à superfície no equador(m/seg2) 2,78 
 Velocidade de escape no equador (km/seg) 4,25 
 Albedo geométrico visual 0,10 
 Magnitude (Vo) -1,9 
 Temperatura média à superfície 179°C 
 Temperatura máxima à superfície 427°C 
 Temperatura mínima à superfície -173°C 
 Composição atmosférica
Hélio
Sódio
Oxigênio
Outros

42% 
42% 
15% 
1% 

Fonte: www.if.ufrgs.br

Mercúrio

raio equatorial = 2439 km
massa = 3,30E23 kg = 0,0553 massas terrestres = 1/6023600 massas solares
densidade = 5,4 g/cm^3
período de rotação = 58,6 d
inclinação do equador = 0,0°
achatamento = 0
temperatura = 615 - 130 K
albedo geométrico = 0,106
magnitude absoluta = -0,42
número de satélites conhecidos = 0
Mercurio é o planeta mais próximo do Sol. A excentricidade de sua órbita é 0,21, isto é, sua distância ao Sol varia de 0,31 a 0,47 AU. Isto faz com que a temperatura superficial varie bastante.
Seu tamanho é pequeno se comparado ao Sol, resultando uma baixa gravidade em Mercúrio; sua proximidade ao Sol resulta em altas temperaturas, razões que contribuem para uma falta de atmosfera. Isto por sua vez faz com que a temperatura caia rapidamente após o por do Sol. A duração do dia é de 176 dias terrestres, maior que para qualquer outro planeta. O eixo de rotação é perpendicular ao plano da órbita, é possível que em regiões próximas aos polos a temperatura seja moderada.
Antes da década de 60 acreditava-se que Mercúrio apresentava sempre a mesma face virada para o Sol, mas medições realizadas indicaram que a temperatura do lado 'escuro' era de cerca de 100K, se Mercúrio apresentasse a mesma face virada para o Sol esta deveria ser igual a zero K. O periodo de rotação foi estabelecido através de radar.
Mercúrio faz uma revolução em torno do Sol a cada 88 dias, o período de rotação é 2/3 disto, fazendo que no periélio a mesma face de Mercúrio esteja voltada para a Terra, já que em 6 meses ele realiza duas translações e consequentemente 3 rotações em torno de seu eixo.
Mercúrio é mais fácil de ser observado na primavera e no outono, mas detalhes de sua superfície se apresentam obscuros. Mercúrio está sempre próximo ao Sol, sua elongação máxima é de apenas 28°, o que dificulta as observações. Mercúrio se apresenta similar a uma estrela brilhante próxima ao horizonte, no por ou nascer do Sol. Quando está mais próximo da Terra, o lado voltado para a Terra não é iluminado pelo Sol.
No final do século 19 forma desenhados os primeiros mapas de Mercúrio, mas os melhores dados foram obtidos em 1974 e 75 quando a sonda Mariner 10 passou por Mercúrio três vezes, mas o mesmo lado de Mercúrio estava iluminado a cada sobrevôo. Ainda não temos informações sobre o outro lado. A Mariner 10 revelou que a superfície de Mercúrio é similar a da Lua, coberta por crateras, a maioria destas é antiga, o que indica a ausência de vulcanismo ou movimento de placas tectônicas.
O único dado relevante obtido que permite estudar o interior de Mercúrio é sobre o campo gravitacional, que permitiu determinar sua massa e densidade. De acordo com modelos teóricos sua estrutura interna é similar a da Terra, ou seja, ele é similar com a Terra internamente e com a Lua externamente. Mercúrio tem um campo magnético fraco, cerca de 1% do terrestre.

Fonte: www.geocities.com

Mercúrio

Com 4878 quilômetros de diâmetro (0,382 vezes o da Terra), é o menor planeta do sistema solar. Mas também, é o mais rápido e o mais próximo do sol, do qual dista quase 59 milhões de quilômetros. Mercúrio não tem satélites e sua distância até a Terra é de 91 700 000 km (mínima) ou 218 900 000 km (máxima). A atmosfera nesse planeta é bastante rarefeita, contendo Sódio e Potássio.

Movimento

A rotação (movimento em torno de si) do Mercúrio se faz em 58 dias e meio, o que representa exatamente dois terços do tempo que leva para dar uma volta em torno do Sol (88 dias). Esse fenômeno curioso é de natureza semelhante ao que se passa com a Lua, cujo período de rotação é igual ao de revolução em torno da Terra.

Atmosfera e superfície

A atmosfera reduz-se a um fluxo modesto de gases leves (hidrogênio, hélio), fornecidos permanentemente pelo vento solar e de gases inertes (argônio, neônio), provenientes provavelmente da expulsão de gases do solo sob a ação de minerais radioativos. A superfície está cheia de crateras, e vigoram variações consideráveis de temperatura (cerca de 600ºC) entre o dia e a noite.

Características físicas

» Diâmetro Equatorial - 4878 km
» Achatamento - 0
» Massa em relação à Terra - 0,055
» Densidade média - 5,44
» Período de Rotação Sideral - 58d 15h 38mim.
» Inclinação do equador em relação à órbita - 0º
» Albedo - 0,055

Características orbitais

» Raio da órbita - 58 000 000 km ou 0,3871 U.A.
» Distância máxima do Sol - 69 700 000 km
» Distância mínima do Sol - 45 900 000 km
» Excentricidade - 0,206
» Inclinação sobre a eclíptica - 7º00'
» Período de revolução sideral - 87,969d
» Velocidade orbital média - 44,89 km/s

Fonte: www.webciencia.com

Mercúrio

Mercúrio é o planeta mais próximo ao Sol, orbitando a uma distância média de cerca de 58 milhões de quilômetros. Por ser o planeta mais próximo ao Sol, Mercúrio desloca-se mais rapidamente do que todos os outros planetas, viajando com velocidade média de aproximadamente 48 quilômetros por segundo e completando sua órbita em 88 dias. Mercúrio é muito pequeno (somente Plutão é menor) e rochoso. A maior parte de sua superfície foi pesadamente perfurada pelo impacto de meteoritos, embora existam regiões pouco acidentadas esparsamente perfuradadas.

A Bacia do Calor é a maior cratera, medindo cerca de 1 500 quilômetros de diâmetro. Acredita-se que ela tenha se formado quando uma rocha do tamanho de um asteróide chocou-se com o planeta e foi cercada por anéis concêntricos de montanhas provocados pelo impacto. A superfície também tem muitas cristas (chamadas rupes) que talvez tenham sido formadas quando o núcleo quente do jovem planeta resfriou-se e se contraiu, há cerca de quatro bilhões de anos, deformando a superfície do planeta nesse processo. O planeta gira ao redor do seu eixo muito lentamente, levando aproximadamente 59 dias terrestres para completar uma rotação. Como resultado, o dia solar (intervalo entre um nascer do sol e o seguinte) em Mercúrio dura cerca de 176 dias terrestres - duas vezes mais longo que os 88 dias do ano mercuriano. Mercúrio apresenta termperaturas superficiais extremas que oscilam de um máximo de 430ºC no lado iluminado pelo Sol a -170ºC no lado escuro. Ao cair da noite, a temperatura desce muito rapidamente porque quase não existe atmosfera no planeta. Ela compreende somente uma reduzida quantidade de hélio e hidrogênio capturados do vento solar e mais alguns traços de outros gases.

Mercúrio na mitologia

Na mitologia romana, Mercúrio era o deus do mercado e do comércio, da ciência e da astronomia, dos ladrões, viajantes e vagabundos, da esperteza e da eloqüência. O mensageiro dos deuses, era representado na arte como um jovem homem com asas no chapéu e nas sandálias. Na mitologia grega era identificado como Hermes.

Ficha Técnica

Diâmetro Equatorial: 4.880 km

Distância média do Sol: 57.900.000 km

Período de Translação (Ano): 88 dias terrestres

Período de Rotação (dia): 59 dias terrestres

Inclinação de sua órbita em relação à eclíptica: 7°

Inclinação de seu eixo de rotação em relação ao eixo eclíptico: quase 0°

Excentricidade de sua órbita: 0,206

Temperatura superficial: máxima 427° C, mínima: -183° C

Principais componentes atmosféricos: não possui atmosfera mensurável

Densidade: 5,44 g/cm3 (agua: 1 g/cm3)

Gravidade: 0,37 G (1 G = 9,8 m/s2)

Satélites: não tem.

Fonte: orbita.starmedia.com

Mercúrio


Planeta Mercúrio

Mercúrio é o planeta mais perto do Sol. A sua distância a partir do Sol é aproximadamente de 58 milhões de Km com um diâmetro de 4,875 Km.

Mercúrio completa a sua órbita à volta do Sol em 88 dias e tem um período de rotação de 58,7 dias, ou seja, dois terços do seu período de translacção.

Mercúrio contém uma fina atmosfera com sódio e potássio. Mercúrio tem temperaturas que vão desde 430º C, na face virada para o Sol, aos -180º C no lado escuro. Existem vestígios de vastos lençóis de gelo nas regiões polares do planeta.

A força da gravidade do planeta é de um terço em relação à superfície da Terra, tendo em conta que é um pouco maior que a Lua que só tem um sexto da gravidade.

Fonte: www.ptsoft.net
voltar 123456avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal