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Camisinha Feminina

 

A epidemia de AIDS no Brasil está em processo de estabilização, embora em patamares elevados. Em 2003, foram diagnosticados 32.247 novos casos de AIDS no país (18,2 casos por 100 mil habitantes).

A tendência à estabilização da doença é observada apenas entre os homens. Em 2003, a incidência foi de 22,6 casos por 100 mil homens, menor do que a observada em 1998, de 26,3 por 100 mil homens.

Entretanto, observa-se ainda o crescimento da incidência de AIDS em mulheres, tendo sido observada a maior taxa de incidência em 2003: 14,0 casos por 100 mil mulheres. Em 2004, foram registrados 3.644 novos casos de AIDS em homens e 2.132 novos casos de AIDS em mulheres no país (Sistema Nacional de Agravos de Notificação - SINAN, www.aids.gov.br).

A AIDS vem atingindo de maneira crescente, os indivíduos com menor escolaridade, principalmente as mulheres (Sistema Nacional de Agravos de Notificação - SINAN, www.aids.gov.br).

A mortalidade por AIDS foi 2% maior em 2003 do que a registrada em 2002, com 11.276 óbitos. A taxa de mortalidade manteve tendência crescente entre as mulheres nas regiões Sul, Norte e Nordeste do país (Sistema Nacional de Agravos de Notificação - SINAN, www.aids.gov.br).

Os preservativos (masculino e feminino) são até o momento os únicos métodos de dupla proteção disponíveis. Método de dupla proteção significa proteção contra gravidez e DST (Doença sexualmente transmissível).

A estratégia de utilização da camisinha feminina como forma de prevenção às DST/AIDS é considerada de suma importância devido à expansão da epidemia entre as mulheres no país.

O aumento da incidência de AIDS entre as mulheres está relacionado à vulnerabilidade da mulher à doença, decorrente da violência sexual e da dificuldade de negociação do uso do preservativo masculino com o parceiro. Hoje, a cada três casos de AIDS no Brasil, um é feminino. Os casos estão concentrados nas mulheres com idade entre 20 e 49 anos, representando 83% dos casos femininos (Programa Nacional de DST e Aids).

O preservativo feminino tem sido objeto de controvérsias em relação a sua aceitação. Apesar de dados de estudos observacionais evidenciarem resultados bastante favoráveis ao uso do produto, obstáculos e tabus por parte dos profissionais de saúde e dos planejadores das políticas públicas têm sido considerados exagerados, prejudicando o maior uso do produto.

No entanto, a camisinha feminina, tanto para prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, como para contracepção, satisfaz a muitos que encontram no método um aliado, ainda que não o considerem ideal (Portugal, M.A.L - Tese de Doutorado apresentada à Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, 2003).

A camisinha feminina amplia o leque de opções preventivas disponíveis para o controle do mais importante modo de transmissão do HIV, o sexual.

PRESERVATIVO FEMININO

O único preservativo feminino disponível atualmente é fabricado pela Female Health Company (FHC). Aprovado em 1993 pela FDA (Food and Drug Administration - órgão que controla alimentos e medicamentos nos EUA), o preservativo da FHC tem o nome de Reality nos EUA e outros nomes em outros lugares, incluindo Femidom e Care Contraceptive Sheath.

A camisinha feminina é feita de poliuretano (mais resistente que o látex da camisinha masculina, mas que permite maior passagem do calor, dando maior sensibilidade), consistindo de bolsa lubrificada de 17 cm de comprimento, com uma extremidade fechada (interna) e outra aberta (externa). O produto tem dois anéis, sendo que o interno deve ser posicionado no fundo vaginal (anel flexível e removível), e funciona como âncora no órgão genital feminino, semelhante ao diafragma.

A extremidade aberta (anel externo semelhante ao interno, só que fixo) oferece proteção ao recobrir parte da vulva e da base do órgão genital masculino durante a penetração na relação sexual.

Como método anticoncepcional, a camisinha feminina tem uma eficácia em torno de 90% (ou seja, ela tem falha entre 3 e 12%, semelhante à camisinha masculina), e como proteção contra doenças sexualmente transmissíveis, eficácia de mais de 99%.

As características desejáveis de um método de prevenção ideal são: eficácia, ausência de efeitos indesejáveis, conveniência e baixo custo. Apesar do da camisinha feminina não ser um método ideal, pode ser considerado um avanço na promoção da saúde. Sua disponibilização amplia as opções de métodos de barreira, podendo reduzir o número de relações sexuais desprotegidas, ainda que com significativas restrições de acesso (custo), de adaptação e de preferências pessoais (Portugal, M.A.L, 2003).

A camisinha feminina teve seu registro obtido no Brasil em 1997 junto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pela DKT do Brasil Produtos de Uso Pessoal Ltda. e encontra-se disponível no mercado brasileiro desde dezembro deste ano (Portugal, M.A.L, 2003).

ACEITABILIDADE E ACESSO

O preservativo feminino tem sido considerado como estimulador do diálogo entre os parceiros sexuais, nova alternativa de proteção para indivíduos em tratamentos de DST em geral e ferramenta de descoberta do corpo feminino por ambos os sexos.

Estudos de aceitabilidade deste produto identificam como aspectos favoráveis de seu uso:

Fortalecimento da autonomia feminina na opção pelo método contraceptivo e de proteção contra DST
Alto grau de proteção contra DST/AIDS quando usado corretamente
Maciez e conforto do produto
Alguns usuários relatam aumento do prazer com o uso da camisinha feminina, além de sua colocação não necessitar interromper a relação sexual (pois pode ser colocado até 8 horas antes da relação sexual), nem depender da ereção (Ministério da Saúde, 1999).

São considerados como pontos desfavoráveis para o seu uso:

Necessidade de prática e treinamento para inserção e uso
Visibilidade do produto ao parceiro, sendo o anel externo considerado esteticamente feio
Lubrificante excessivo. A literatura registra queixas de usuárias sobre o barulho e deslocamento durante o ato sexual
Custo elevado quando comparado à camisinha masculina (Ministério da Saúde, 1999).

O preservativo feminino é vendido em algumas farmácias no país, e custa de 3 vezes até 20 vezes mais que a camisinha masculina, variando muito o preço nas diferentes redes de farmácia, o que pode explicar o seu uso tão pouco freqüente. A camisinha feminina pode ser encontrada com preço variando de R$2,00 a R$ 15,00 cada.

O preservativo feminino é bastante conhecido, mas não "na prática". Embora a maioria das pessoas entrevistadas pelo MS/IBOPE, Brasil (2003), tenha ouvido falar da camisinha feminina (76,1%), apenas 1,5% das mulheres afirma tê-la usado alguma vez e 3,6% dos homens tiveram relação sexual com a mesma.

A camisinha feminina é conhecida, sobretudo, pelos pessoas com ensino médio ou superior (90,1% e 88,7%) e é desconhecida por mais de um terço da população brasileira que cursou até a 4ª série do ensino fundamental (37,3%) e por 2 a cada 10 pessoas que estudaram da 5ª a 8ª série do fundamental.

Também é significativa a diferença observada entre a taxa de conhecimento acerca do preservativo feminino nas diferentes regiões do país(MS/IBOPE, Brasil 2003).

O uso de preservativo na primeira relação sexual foi relatado por 26,4% dos casos. A maior parcela dos entrevistados iniciou sua vida sexual numa relação sexual sem camisinha (73,6%). O uso de preservativo na primeira relação sexual é algo mais freqüente entre os homens (29,3%) que entre as mulheres (23,1%) (MS/IBOPE, Brasil 2003).

Os motivos indicados para não usar preservativos estão distribuídos de forma parecida entre os brasileiros entrevistados: ter "confiança no parceiro" e "ser casado". Esses motivos são preocupantes pelo número crescente de casos de DST/AIDS em parceiros heterossexuais e mulheres monogâmicas (MS/IBOPE, Brasil 2003).

POLÍTICA DE DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DO PRESERVATIVO FEMININO NO BRASIL

A Coordenação Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde (CN DST/AIDS) optou em 1999 pela aquisição e distribuição direcionada de 2 milhões de unidades inicialmente, com cobertura geográfica de 19 estados da federação.

Os critérios utilizados para caracterização da população-alvo compreenderam profissionais do sexo, mulheres que estão em situação de violência sexual e/ou doméstica, mulheres soropositivas e mulheres usuárias de drogas. A experiência da distribuição na rede pública de saúde é uma iniciativa única em sua dimensão e forma. Por se tratar de um produto caro, o acesso ao mesmo é restrito. A distribuição gratuita garante acesso a pessoas que não o teriam de outra forma.

O Brasil é o único país do mundo a distribuir o preservativo feminino, comprando 60% da produção mundial anual atual (Coordenação Nacional de DST/AIDS, 2003).

O Ministério da Saúde assinou contrato para compra de 4 milhões de preservativos femininos em 2005 e a expectativa é que as primeiras remessas comecem a ser distribuídas em dezembro. A última aquisição, referente aos anos de 2003 e 2004, também foi de 4 milhões de unidades. No biênio 2001/2002, quando foi iniciada a oferta do insumo, o quantitativo era de 2 milhões.

A camisinha feminina é distribuída nos serviços de saúde e nas organizações da sociedade civil que desenvolvem ações de prevenção de DST/AIDS.

Estima-se que 682 serviços governamentais ou não governamentais façam a entrega do insumo hoje no Brasil. Mulheres soropositivas, profissionais do sexo e usuárias de drogas ou parceiras de usuários de drogas têm prioridade na distribuição da camisinha feminina.

COMO COLOCAR A CAMISINHA FEMININA

A camisinha feminina pode ser inserida até 8 horas antes do sexo. Existe um anel flexível na extremidade fechada da mesma. Um anel ligeiramente maior está na extremidade aberta da mesma. O anel na extremidade fechada mantém o preservativo na posição correta no fundo do órgão genital femino , próximo ao colo do útero. O anel da extremidade aberta fica posicionado fora do órgão genital feminino.

Devem-se seguir as seguintes instruções para colocá-la corretamente:

1. Achar uma posição confortável que pode ser:

Deitada com as pernas dobradas e joelhos afastados
Agachada com joelhos separados
De pé com um dos pés em uma cadeira.

2. Segurar a camisinha com a extremidade aberta pendurada para baixo. Apertar o anel interno com o dedo polegar e o médio.

3. Segurando o anel interno apertado e junto, inserir o mesmo noórgão genital feminino, empurrando-o até ultrapassar o nível do osso do púbis.

Quando corretamente inserido, o anel externo ficará pendurado para baixo, fora do órgão genital feminino.

Durante a relação sexual, introduzir o órgão genital masculino no órgão genital feminino com a mão no interior do preservativo feminino. Se o preservativo parece estar grudando e se movendo com o órgão genital masculino em lugar de repousar no órgão genital feminino , parar e colocar lubrificante dentro do preservativo (próximo ao anel externo) ou no órgão genital masculino.

Para remover o preservativo feminino depois da relação:

1. Apertar e torcer o anel externo para manter o sêmen do lado de dentro da camisinha.
2.
Puxar suavemente o preservativo feminino para fora e jogá-lo no lixo.

Não utilizar os dois tipos de preservativo, feminino e masculino, ao mesmo tempo. Deve-se atentar para não rasgá-lo.

Cristiane Alves de Oliveira

Laudelino Marques Lopes

Fonte: www.cpdt.com.br

Camisinha Feminina

A camisinha feminina é uma bolsa feita de plástico macio (o poliuretano), que é mais fino que o látex do preservativo masculino.

Tem 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro, sendo bem mais larga que o masculino.

Também tem maior lubrificação. A parte fechada da bolsa contém um anel flexível e móvel que serve de guia para a colocação no fundo do órgão genital feminino. A borda do outro extremo termina num anel flexível que deve cobrir a vulva.

Recebe o líquido que o homem libera na relação sexual, impedindo a entrada do espermatozóide e evitando a transmissão de DST (doenças sexualmente transmissíveis), como a aids (síndrome da imunodeficiência adquirida). O custo é três vezes maior que o do preservativo masculino.

Como se usa a camisinha feminina?

1 - Abra a embalagem na altura da seta(lado direito, no alto).
2 -
Para colocar a camisinha, encontre uma posição confortável. Pode ser em pé com um dos pés em cima de uma cadeira; sentada com os joelhos afastados; agachada ou deitada.
3 -
Segure a camisinha com a argola externa pendurada para baixo.
4
- Aperte a argola interna e introduza no órgão genital feminino.
5 -
Com o dedo indicador empurre a camisinha tão fundo quando possível. A camisinha deve cobrir o colo do útero e recobrir o órgão genital feminino.
6
- A argola externa tem que ficar para fora doórgão genital feminino uns 3 cm. Não estranhe, é assim mesmo. A parte para fora é para aumentar a proteção. Durante a penetração, órgão genital masculino e órgão genital feminino se alargam e ajustam melhor a camisinha.
7 -
Até que você e o seu parceiro tenham segurança, com a mão, guie o órgão genital masculino dele para dentro de seu órgão genital feminino. Com o vaivém do órgão genital masculino é normal que a camisinha se movimente. Se você sentir que a argola externa está sendo puxada para dentro, segure-a ou coloque mais lubrificante.
8 - Terminada a relação, retire a camisinha apertando a argola externa e dê uma "torcida" para manter o esperma no interior da camisinha. Puxe-a para fora delicadamente.
A mesma camisinha não pode ser usada novamente, jogue-a no lixo.

Caso você tenha dúvidas, procure um médico no serviço de saúde mais próximo de sua casa.

Existem algumas outras informações sobre a camisinha feminina que se deve saber:

A camisinha feminina é macia, transparente, resistente, e deve ser usada em todas as relações sexuais.

Para que ela funcione é preciso que você a coloque corretamente e tome alguns cuidados:

Guarde a camisinha feminina em lugar fresco
A camisinha com a data de validade vencida, não deve ser usada
Abra a embalagem somente quando você for usar
Tome cuidado para não estragar a camisinha feminina. Se isto acontecer jogue-a no lixo e use outra
Nunca use a camisinha feminina junto à camisinha masculina. Na relação, use uma ou outra. Se usar as duas ao mesmo tempo, o atrito pode causar o risco de rompimento
A camisinha feminina sai da fábrica lubrificada, mas você pode, se desejar, adicionar uma gota de lubrificante extra no fundo da camisinha ou na argola exterior. Outra dica é colocar o lubrificante diretamente no órgão genital masculino. O lubrificante deve ser sempre a base d`água.
A camisinha feminina é descartável, ela tem que ser jogada fora ao final da relação sexual.

A camisinha feminina, como a masculina, é o único método de prevenção eficaz no controle da transmissão sexual das DST e aids, e age também como contraceptivo, isto é, evitando a gravidez.

Fonte: www.sitemedico.com.br

Camisinha Feminina

Você conhece a camisinha feminina?

A camisinha feminina é um produto novo, que chegou ao Brasil há poucos anos. Ela é pouco conhecida, e são ainda poucos os serviços de saúde que têm essa camisinha.

Veja como colocá-la:

Dobre o anel interno. (Figura 1)
Introduza a camisinha feminina no órgão genital feminino e empurre tão fundo quanto possível. (Figura 2)
Verifique se ela está bem acomodada. (Figura 3)
O anel externo fica para fora. Essa sobra é importante para garantir a segurança da camisinha pois, durante a relação, órgão genital masculino e órgão genital feminino aumentam de tamanho e a camisinha se ajusta melhor. (Figura 4)
Depois de ser usada ela deve ser jogada fora.

Camisinha Feminina

Cuidados:

Observe se a embalagem não está furada.
Verifique a data de validade.
A camisinha feminina não pode ser usada com a masculina, porque uma camisinha roçando na outra aumenta o risco de haver rompimento.

Fonte: www.inca.gov.b

Camisinha Feminina

Entre tantos métodos anticoncepcionais, a Camisinha Feminina muito usada nas relações sexuais, depois é claro da Camisinha Masculina. Só não é tão mais usado pela complicação na hora de colocar.

A Camisinha Masculina é fácil e rápida. Não atrapalha a relação ou algo do tipo. Já a Camisinha Feminina precisa ser introduzida no órgão genital femininoe “encaixada” nas trompas. Normalmente quem faz isso é o ginecologista.

A mulher ou o homem também consegue, mas já é algo mais complicado. É um preservativo normalmente usado quando a mulher quer dar mais prazer ao homem, pois muitos deles reclamam da Camisinha Masculina.

Em hipótese alguma as duas podem ser usadas juntas. Ou é a Camisinha Feminina ou a Masculina. O atrito entre as duas pode ocasionar um rompimento de ambas. Cuide-se, independente do preservativo. Mas use!

Fonte: www.sempretops.com

Camisinha Feminina

O que é, e como é a camisinha feminina?

Camisinha feminina é uma “bolsa” feita de um plástico macio, o poliuretano, que é um material mais fino que o látex do preservativo masculino. Essa bolsa recebe o líquido que o homem libera na relação sexual, impedindo o contato direto dos espermatozóides com o canal vaginal e com o colo do útero da mulher, evitando assim a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, a transmissão do HIV, e prevenindo a gravidez não planejada.

A bolsa tem 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro, sendo, portanto, bem mais larga que o preservativo masculino. Tem, porém, maior lubrificação.

Na extremidade fechada existe um anel flexível e móvel que serve de guia para a colocação da camisinha no fundo do órgão reprodutor feminino. A borda do outro extremo termina em outro anel flexível, que vai cobrir a vulva (parte externa do órgão reprodutor feminino).

Como usar a camisinha feminina

Para colocar a camisinha feminina encontre uma posição confortável. Pode ser em pé com um pé em cima de uma cadeira; sentada com os joelhos afastados; agachada ou deitada.

Camisinha Feminina

Segure a camisinha com o anel externo pendurado para baixo.

Camisinha Feminina

Aperte o anel interno e introduza no órgão genital feminino; com o dedo indicador, empurre a camisinha o mais fundo possível (a camisinha deve cobrir o colo do útero).

Camisinha Feminina

O anel externo deve ficar uns 3 cm para fora do órgão genital feminino – não estranhe, pois essa parte que fica para fora serve para aumentar a proteção (durante a penetração, órgão genital masculino e órgão genital feminino se alargam e e então a camisinha se ajusta melhor).

Camisinha Feminina

Até que você e o seu parceiro tenham segurança, guie o órgão reprodutor masculino dele com a sua mão para dentro do seu órgão reprodutor feminino.

Com o vaivém do órgão reprodutor masculino, é normal que a camisinha se movimente. Se você sentir que o anel externo está sendo puxado para dentro, segure-o ou coloque mais lubrificante; uma vez terminada a relação, retire a camisinha apertando o anel externo; torça a extremidade externa da bolsa para garantir a manutenção do esperma no interior da camisinha; puxe-a para fora delicadamente.

Cuidados necessários ao usar a camisinha feminina

Usar a camisinha feminina desde o começo do contato entre o órgão reprodutor masculino e o órgão reprodutor feminino.
Transar uma única vez com cada camisinha feminina. Usar a camisinha feminina mais de uma vez não previne contra as DST e gravidez.
Guardar a camisinha feminina em locais frescos e secos.
Nunca abra a camisinha feminina com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la.

Fonte: bvsms.saude.gov.br

Camisinha Feminina

A camisinha feminina ainda não é tão popular quanto se esperava, mas se você está curioso, afim de usar mas está com vergonha de fazer feio na hora “H” por não saber como manusear, calma… a maioria das pessoas não faz nem idéia de como funciona – tanto os homens quanto as mulheres.

Nunca conheci uma mulher que carregasse uma camisinha feminina na bolsa, mesmo poeque ela é cara – talvez o maior motivo de sua falta de popularidade, mas também há o fator vergonha de ir comprar um produto desses na farmácia.

Na prática, a camisinha feminina tem a mesma função da camisinha masculina: prevenir a pessoa do contágio de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez indesejada.

Muito semelhante à camisinha masculina, a camisinha feminina é um pouco mais larga e possui um aro em cada extremidade. O lado fechado serve para fixar dentro do órgão genital feminino corretamente.

A vantagem da camisinha feminina em relação à tradicional é que a mulher poderá colocá-la até 8 horas antes da relação sexual, evitando assim aquela “quebra” quando as coisas estão esquentando.

A camisinha feminina já vem lubrificada e, se colocada adequadamente, não machuca nem atrapalha na hora da relação.

Lembre-se, usar apenas 1 vez cada camisinha, reutilizá-la não previne de doenças e nem de filhos. Mesmo se a camisinha, por algum motivo, sair durante a relação sexual, é preciso colocar uma nova.

Fonte: www.gestantes.net

Camisinha Feminina

O preservativo feminino também serve para se prevenir contra a aids, hepatites virais e outras doenças sexualmente transmissíveis. Assim como a opção masculina, também evita uma gravidez não desejada.

Por ficar dentro do canal vaginal, a camisinha feminina não pode ser usada ao mesmo tempo em que a masculina. É feita de poliuretano, um material mais fino que o látex da camisinha que envolve o órgão genital masculino . É, também, mais lubrificada.

A camisinha feminina é como se fosse uma “bolsa” de 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro e possui dois anéis flexíveis. Um é móvel e fica na extremidade fechada, servindo de guia para a colocação da camisinha no fundo do órgão genital feminino. O segundo, na outra ponta, é aberto e cobre a vulva (parte externa do órgão genital feminino).

Cuidados com o preservativo

Para não estourar, a camisinha merece cuidados especiais
Armazenar afastado do calor, observando-se a integridade da embalagem e prazo de validade
Não usar com o preservativo masculino
Ao contrário do preservativo masculino, o feminino pode ser colocado até oito horas antes da relação e retirado com tranqüilidade após a relação, de preferência antes de a mulher levantar-se, para evitar que o esperma escorra do interior do preservativo
Já vem lubrificado; no entanto, se for preciso, devem ser usados lubrificantes de base oleosa fina na parte interna
Para colocá-lo corretamente, a mulher deve encontrar uma posição confortável (em pé com um dos pés em cima de uma cadeira, sentada com os joelhos afastados, agachada ou deitada).

Uso correto

O anel móvel deve ser apertado e introduzido no órgão genital feminino. Com o dedo indicador ele deve ser empurrado o mais profundamente possível para alcançar o colo do útero; a argola fixa (externa) deve ficar aproximadamente 3 cm para fora do órgão genital feminino; durante a penetração o órgão genital masculino deve ser guiado para o centro do anel externo.
Com o vaivém do órgão genital masculino, é normal que a camisinha se movimente. Se o anel externo estiver sendo puxado para dentro, é necessário segurá-lo ou colocar mais lubrificante.
Uma vez terminada a relação sexual, a camisinha deve ser retirada apertando o anel externo. É preciso torcer a extremidade externa da bolsa para garantir a manutenção do esperma no interior da camisinha. Depois, basta puxar o preservativo para fora delicadamente. E a cada nova relação deve-se usar um novo preservativo.

Por que usar a camisinha

A camisinha é o método mais eficaz para se prevenir contra muitas doenças sexualmente transmissíveis, como a aids, alguns tipos de hepatites e a sífilis, por exemplo. Além disso, evita uma gravidez não planejada. Por isso, use camisinha sempre.

Mas o preservativo não deve ser uma opção somente para quem não se infectou com o HIV. Além de evitar a transmissão de outras doenças, que podem...

Camisinha feminina

O preservativo feminino também serve para se prevenir contra a aids, hepatites virais e outras doenças sexualmente transmissíveis. Assim como a opção masculina, também evita uma gravidez não desejada. Por ficar dentro do canal vaginal, a camisinha feminina não pode ser usada ao mesmo tempo em que a masculina.

É feita de poliuretano, um material mais fino que o látex da camisinha que envolve o órgão genital masculino

Fonte: www.aids.gov.br

Camisinha Feminina

Ainda pouco popular no Brasil, a camisinha feminina é feita de poliuretano. Este material, além de ser anti-alérgico, é mais resistente que o latex da camisinha masculina, e, ao mesmo tempo, por permitir uma maior passagem do calor, oferece maior sensibilidade.

A camisinha feminina mede 16 centímetros e tem uma espécie de anel em cada extremidade. A sua função é a mesma que a masculina. Como método anti-concepcional, a camisinha feminina tem uma eficácia de 90%, e como proteção contra doenças sexualmente transmissíveis, mais de 99%.

Recomenda-se o uso de um lubrificante à base de água.

Como colocar: Ajoelhada, deitada ou sentada, dobre o anel menor da camisinha com os dedos e introduza a camisinha até que o anel esteja bem junto do osso púbico (5,5 centímetros do canal vaginal). Para fora do órgão genital feminino ficam cerca de 4 centímetros da camisinha, mais o anel externo, que deve cobrir os lábios vaginais.

Sua colocação lembra a do diafragma e dos absorventes internos.

Fonte: www.bahiaemfoco.com

Camisinha Feminina

É uma bolsa de plástico fino, transparente, macio e resistente, com dois anéis, sendo um preso na borda e o outro móvel (que não deve ser removido) dentro da bolsa.

Camisinha Feminina

Quais as chances de que a camisinha feminina falhe?

A taxa de falha varia de 5 a 21%, ou seja, de cada 100 (cem) mulheres, que usam a camisinha feminina durante o período de 1 (um) ano, de 5 (cinco) a 21 (vinte e um) podem engravidar.

Como funciona?

A camisinha feminina impede o contato da órgão genital feminino com o órgão genital masculino nas relações sexuais genitais, impedindo assim que os espermatózoides entrem em contato com a órgão genital feminino. Ela também impede a troca de secreções nas relações sexuais, genital (órgão genital feminino e órgão genital masculino) e oral (órgão genital feminino boca), prevenindo também as DST/HIV-Aids.

Como se usa?

Camisinha Feminina

A camisinha feminina deve ser usada em todas as relações sexuais, antes de ter qualquer contato da órgão genital feminino com o órgão genital masculino ou a boca, mesmo durante a menstruação, e pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual.

Para abrir a camisinha feminina é super fácil, não precisa muito esforço, ela vem com uma setinha azul indicando um picote, para facilitar a abertura, ou seja, não precisa de unha, faca, tesoura, facão.

Camisinha Feminina

Segurando com os dedos, o anel que fica dentro da camisinha feminina deve ficar em forma de “8”.

Em uma posição em que a mulher se sinta confortável, ela deve introduzir o anel.

Camisinha Feminina

A mulher deve ajeitar a camisinha, introduzindo o dedo dentro dela, para verificar se ela não está torcida, o que pode dificultar a entrada do órgão genital masculino.

O anel de fora da camisinha deve cobrir então a entrada da órgão genital feminino e a vulva (parte externa do genital da mulher). O homem poderá então introduzir o órgão genital masculino na órgão genital feminino, tomando cuidado para que este entre por dentro da camisinha.

Camisinha Feminina

Após o homem ejacular, ele deve tirar o órgão genital masculino de dentro da mulher e a camisinha feminina deve ser retirada imediatamente.

Camisinha Feminina

Para retirar é só dar uma leve torcida na camisinha para evitar que o esperma vaze.Agora é só embrulhar em papel higiênico e jogar no lixo, pois jogar na privada pode entupir e na rua é falta de educação e higiene!!!

A camisinha feminina pode fazer mal para saúde?

Algumas pessoas podem apresentar alergia ao lubrificante, podendo causar coceira e/ou vermelhidão.

Quais os efeitos não anticonceptivos?

Ela oferece dupla proteção, prevenindo tanto as DST como uma gravidez não planejada.

Diminui a incidência de: complicações causadas pelas DST, como infecção no aparelho sexual, dor na parte baixa da barriga, possivelmente câncer de colo uterino e infertilidade nos homens e mulheres.

Camisinha Feminina

IMPORTANTÍSSIMO

Não existem condições médicas que restrinjam o uso da camisinha feminina.
Entretanto, é fundamental conhecer a forma correta de usá-la; para isso, é importante procurar orientação em um serviço de saúde !

Fonte: www.adolescencia.org.br

Camisinha Feminina

 

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