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Moçambique

 

Domínio colonial: 1891-1975

De 1894 a região conhecida como África Oriental Portuguesa tem uma forma claramente definida em mapas europeus.

Seus limites oeste e sul foram impostas por Portugal em 1891 em um tratado com o mais poderoso vizinho colonial , a Grã-Bretanha.

A fronteira norte, com África Oriental Alemã , foi um amigavelmente acordo em 1894.

Moçambique

A realidade no terreno não é de forma tão clara e conclusiva. Neste longo e variado território costeiro muitos chefes locais e do Estado estavam seguros, sobre as quais os Portugueses não podiam facilmente ganhar o controle.

A atividade portuguesa foi limitada à negociação e a coleta de tributos em vários enclaves costeiros, dos quais Lourenço Marques e Moçambique são os mais importantes.

Portugal comprometeu-se a uma sucessão de campanhas militares para tentar estender o domínio colonial do interior. Mas o seu principal método de explorar o potencial da região foi premiar grandes extensões de terra a empresas comerciais fretados para o efeito - ao longo das linhas de empresas de Rhodes na vizinha Rodésias.

A maior delas foi a Companhia de Moçambique, formada em 1891. Usando a população Africana como contrato de trabalho (na prática, diferindo pouco do trabalho forçado), a empresa desenvolveu minas e plantações de açúcar e copra.

Ele também construiu um sistema ferroviário de ligação com o território de Rhodes com Companhia Britânica da África do Sul para o oeste e com o protetorado britânico Central Africano para o noroeste.

Até o final da I Guerra Mundial, em que Portugal lutava do lado aliado, o controle colonial é estabelecido sobre toda a África Oriental Português. O território é dividida, no entanto, em duas partes. Um deles é uma colônia sob administração de Lisboa.

A outra é sob o domínio da empresa, com a Companhia de Moçambique controlando a Manica central e distritos de Sofala ao longo do Zambeze. Quando os estatutos da empresa terminaram, em 1942, estas regiões foram mescladas com a colônia.

Enquanto isso, houve grandes mudanças no governo de Portugal.

Em 1933 Salazar impõe uma ditadura de direita, que se autodenomina o Estado Novo.

Salazar, um imperialista comprometido, incentiva a imigração de milhares de colonos portugueses em Moçambique nos anos após a Segunda Guerra Mundial.

Com benefícios econômicos e os melhores empregos reservados para os colonos brancos, e com restrições punitivas impostas aos moçambicanos indígenas, a situação encontrava-se madura para uma campanha de guerrilha exigindo liberdade.

Esta surge em 1962, com a formação de um grupo marxista criado por exilados moçambicanos em Tanganica. Liderado por Eduardo Mondlane, que leva o nome da Frelimo - Frente de pé para Libertação de Moçambique (Frente de Libertação de Moçambique).

Frelimo começa a sua campanha no norte de Moçambique, em 1964, o lançamento de dez anos de uma luta amarga. A ditadura Português responde com um grande esforço militar, o envio de um grande número de tropas de Portugal.

Mas os movimentos de guerrilha são difíceis de suprimir (apesar do assassinato de Mondlane em 1969). Em 1974 controles da Frelimo de toda a parte norte da colônia e está se movendo para o sul.

O regime em Lisboa está, entretanto, respondendo de forma semelhante à insurreição em Angola e a Guiné Portuguesa. Esta política é um fator importante para provocar o golpe militar de 1974, que termina abruptamente com o Estado Novo de Salazar. Ele também traz mudanças imediatas na África Portuguesa.

O novo governo em Lisboa, estava inclinado a sustentar colapso de Portugal e agora oimpério ficava muito caro. Todas as colônias portuguesas na África estavam rapidamente admitindo a sua independência.

A Guiné Portuguesa foi o primeiro, em setembro de 1974. A África Oriental Portuguesa segue em Junho de 1975, tendo o novo nome de Moçambique.

A República de Cabo Verde é estabelecida em julho. E Angola, no meio de uma guerra civil, tornou-se independente em Novembro de 1975.

Independência: a partir de 1975

A retirada colonial de Moçambique é exclusivamente uma questão de negociação entre Portugal e a Frelimo, o único movimento de resistência organizada.

Em setembro de 1974 um governo provisório foi posto em prática, composta de representantes de ambos os lados. Quando a Constituição eventual foi publicado, em junho de 1975, afirmava sem rodeios que o presidente Frelimo também seria presidente da nova nação, a ser conhecido como Moçambique.

A esta altura o presidente da Frelimo é Samora Machel, que assumiu a liderança após o assassinato de Mondlane, em 1969. A natureza de um estado de partido único marxista é feita inequivocamente clara quando os detalhes de montagem do povo são conhecidos. Ela teve 216 membros nomeados pela Frelimo.

O caráter do regime de entrada pede a saída rápida de quase todos os colonos portugueses, mas as políticas da Frelimo não são muito mais bem-vinda entre os camponeses africanos. A discriminação ao trabalho forçado e racial do colonialismo é agora substituído pelo pastoreio de camponeses em aldeias comunais em fazendas estatais coletivas.

Coletivismo comprova um fator economicamente desastroso, e os problemas de Frelimo são agravados pela hostilidade incessante dos regimes vizinhos brancos na África do Sul e Rodésia. Serviços de inteligência Rhodesian ajudar a definir-se em 1976 um movimento de guerrilha anti-Frelimo, Renamo - Resistência Nacional de pé para Moçcambicana (Resistência Nacional Moçambicana).

Uma campanha brutalmente violento pela Renamo em municípios rurais, combinado com invasões através da fronteira por rodesiano e as forças sul-africanas (por causa de Moçambique fornecer um refúgio seguro para Frente Patriótica e exilados ANC), quer dizer que, em meados da década de 1980 a Frelimo perdeu o controle de grande parte do país.

Em 1984, Frelimo trata de um acordo com a África do Sul. Sob os termos do Acordo de Nkomati, Frelimo não fornecerá mais um refúgio para o ANC e África do Sul irá terminar o seu apoio militar para a Renamo. No ano seguinte, Frelimo também reconhece o fracasso de sua política agrícola. Fazendas coletivas são desmantelados em um retorno à família com base em lotes de terra.

As atividades da Renamo são muito pouco reduzida pela retirada de apoio do Sul Africano. A violenta guerra civil continua, causando mais de um milhão de refugiados fugir do país - até que no final de 1980 a liderança Frelimo decide que a paz depende do fim do sistema rígido de Moçambique e de um regime de partido.

Em 1992, Frelimo como Renamo assinam um tratado de paz, com um plano acordado para as eleições que vão disputar Renamo como um partido político.

As eleições são realizadas em 1994. Vence Frelimo, mas a margem sobre Renamo é reduzida - especialmente em termos de assentos parlamentares.

O atual presidente é Frelimo, Joaquim Chissano (ele conseguiu Machel em 1986). Ele ganha 53% dos votos na eleição presidencial, ao contrário de 34% para Afonso Dhlakama, líder da Renamo. No parlamento Frelimo tem 129 lugares contra 112 de Renamo.

Durante os anos seguintes, não há reclamação tanto de Renamo que é dado menos papel no processo político e garante seus apoio existentes, mas Afonso Dhlakama está convencido de que não haverá nenhum retorno para a ação militar.

Enquanto isso, a comunidade internacional está agora muito mais dispostos a oferecer ajuda para a nação recentemente democrática.

Em 1995, Moçambique torna-se membro da Comunidade Britânica. Este é o primeiro exemplo de uma nação ser admitida que não tenha sido anteriormente uma colônia britânica.

A exceção é feita por causa das ligações extremamente estreitas com os outros países da comunidade pela qual Moçambique é cercado - África do Sul, Suazilândia, Zimbabwe, Zâmbia, Malawi e Tanzânia.

Em 1999, a frágil economia de Moçambique sofre com enchentes devastadoras, prendendo pessoas em árvores durante dias a fio. No entanto, quando as águas baixam a perda de vida é menor do que o esperado, e a relativa estabilidade política de Moçambique sobrevive à crise.

Fonte: www.portalsaofrancisco.com.br

Moçambique

Moçambique, Praias Formosas

É um dos países mais pobres do mundo, mas sua população e generosa e aberta.

Além, possui as melhores praias da costa leste da África, e embora tendo em conta suas circunstâncias pode parecer um lugar para aventureiros, a verdade é que vale a pena o tempo e o esforço que se faça para conhece-la.

Localização Geográfica

A República de Moçambique ocupa um área de 799.380 quilômetros quadrados que se repartem em 10 províncias e a capital, subdivididos em 112 distritos.

Limita-se ao norte com Tanzânia e ao noroeste, em parte, com Malawi e Zâmbia; ao oeste com Zimbabuê e África do Sul; e Suazilândia ao sul; ao leste com o oceano Índico. todo o território está dentro do hemisfério sul, atravessado em sua parte meridional pelo Trópico de Capricórnio.

Ocupa a planície maior da África, quase mais da metade do território está a menos de 230 m a nível do mar. O terreno mais elevado encontra-se na fronteira com Zimbabuê, Zâmbia e Malawi.

A costa extende-se de norte a sul, ao longo de 2.470 km são costas muito acidentadas.

No sul está a Baia de Delagoa; ao norte desta a costa descreve uma curva saliente até Punta Burra Falsa, e dali, em direção nordeste, até a Baia de Mokambo.

Daqui até Cabo Delgado, no extremo norte, na desembocadura do Roviema há pequenos cabos e calas.

O sistema hidrográfico é importante; destaca o Zambeze, no centro, e o Limpopo, no sul. O clima é tropical ao norte e subtropical ao sul.

Flora e Fauna

Existem seis classes de palmeiras, entre elas a do coqueiro e datilera; a primeira, na costa; e a segunda, nos rios e zonas pântanosas. Outras árvores próprias de sua flora são os cedros, palos de rosa, ébanos, mangles, baobabs, acácias e bambus. Também há várias espécies de arbustos.

A fauna está constituida por leopardos, leões, hienas, chacais, ginetas, mangostas, elefantes, rinoceronte branco e preto, hipopótamos, javalis, zebras, búfalos, antílopes e várias classes de macacos.

Entre os répteis encontra-se o crocodilo, lagartos, pitones, etc. Possui além, uma esplêndida variedade de aves.

História

Dados Históricos

Foi uma província portuguesa da África Oriental. Os árabes chegaram, em seu avanço pela costa oriental, até Sofala, e ali permaneceram até finais do século XVI. Em 1498, Vasco de Gama, em sua viagem à Índia, fez um escala no que hoje é a cidade de Moçambique.

Os árabes não viram bem esta escala e atacaram Vasco de Gama. Em 1502 regressou a Sofal e ao ver que tinha minas de ouro, informou a seu país, provocando em 1505 a chegada de seis navios procedentes de Portugal.

Em 1507 os portugueses ocupam o porto de Moçambique. A o longo da segunda metade do século XVI, se estabelecem os jesuitas, que foram expulsos em 1759.

Durante o século XVII os holandeses tentaram várias vezes tomar o porto, mas não o conseguiram. Até o século XIX houve comércio de escravos que levavam para o Brasil; em 1878 se aboliu a escravidão em Moçambique.

Em 1891 chegou-se a um acordo de limites com os ingleses, e depois com os alemães.

Em 1919 o Tratado de Versalles cedeu o triângulo de Kionga a Moçambique. Em 1914 tinha-se concedido uma autonomia parcial que em 1920 foi sancionada. É em 1951 quando converte-se em província de ultramar.

A resistência colonial começa em 1962 com a formação de Frelino, a Frente de Liberação de Moçambique. Em 1975 consegue a independência.

Arte e Cultura

Ainda ficam alguns restos das construções coloniais portuguesas. Na capital estão sendo recuperados alguns cenários onde realizam-se esporadicamente diversos espetáculos.

Na chamada Ilha de Moçambique pode-se ver mesquitas, igrejas, palácios e edifícios coloniais portugueses dos séculos XVII e XVIII e outras construções que têm sobrevivido ao passar do tempo e ao passar de um ciclone caido no ano de 1994.

Locais Turísticos

Maputo

É a capital de Moçambique. Foi uma bela cidade evidentemente tempos atrás, pois tem sido vítima da guerra civil acontecida durante dezessete anos, embora segue sendo e possua todas as acomodidades.

Vale a pena visitar o Museu da Revolução, situado na avenida 24 de julho, mas realmente se necessita de um guia, a menos que se entenda o português. Na avenida 25 de setembro, encontra-se o animado e corista mercado municipal, onde pode-se comprar frutas, verduras e cestaria.

Aos sábados pela manhã celebra-se um mercadinho de artesanato no pequeno parque que há ao lado da avenida Samora Machel, por volta da esquina do Café Continental. Também celebra-se diariamente, desde as 5 da manhã, um mercado de peixe, justo depois de passar o club de mini-golfe.

A recentemente restaurada estação de trens, com uma cúpula de cobre, é também interessante. Ideal para divertir-se é a Costa do Sol, um centro turístico muito animado situado a 5 quilômetros da cidade; outro bom lugar para visitar é a Ilha de Inhaca. Pode-se incluir um dia de viagem em transbordador às Ilhas de Xefina, a praia de Macaneta e uma viagem em barco pelo rio Incomati e uma visita a Marrachene.

Beira

Este é um dos portos mais importantes de Moçambique e o terminal do oleoduto e linha de ferrocarril de Zimbabuê e Malaui. Há pouco que ver em Beira, mas sem lugar a dúvidas, vale a pena estar percorrendo-a durante algum tempo. É uma cidade encantadora de ambiente tranquilo e fechado pela praia de Harare.

O porto é um bom lugar para ver. Beira é também um lugar com boas praias. A alguns quilômetros ao norte da cidade, 6 quilômetros, encontra-se um dos melhores lugares de banho, Macuti.

Chimoio

É uma cidade comercial que encontra-se no corredor de Beira. Pela sua situação estratégica nesta estrada escapou-se durante a guerra civil.

Manica

É uma cidade fronteriça com Zimbabuê, na estrada de Beira para Harare. Há dois hotéis nas aproximidades das ruas principais.

Maxixe e Inhambane

Maxixe é uma pequena cidade costeira na que não há muito que ver, mas podemos dar um passeio em barca desde o malecóm até a vila de Inhambane. Também há alguns transbordadores que viajam até às 19 horas.

Há uma excelente praia, Praia do Tofu, 12 quilômetros ao sul de Inhambane e de fácil acesso.

Isa Moçambique

Se tiver a oportunidade é uma visita obrigatória. Trata-se de uma fascinante cidade-ilha cheia de mesquitas, igrejas, palácios e edifícios coloniais portugueses dos séculos XVII e XVIII. Se gosta destas antigas relíquias de atmosferas perdidas não deve perder, mas tendo em conta que em 1994 um ciclone fez bastantes destroços na localidade.

Nampula

É a maior cidade ao norte do Moçambique. A represa em torno da cidade é muito popular aos domingos; há um bar e uma discoteca. Pega-se trens daqui até Cuamba, perto da fronteira com Malaui.

Quelimane

É uma das maiores localidades do norte de Moçambique, e a mais importante ao norte do Rio Zambezi. Como a ponte sobre o Zambezi a Caia ainda não tem sido reconstruido, não há conexões por estrada como o sul. Chega-se em avião ou em barco.

Tete

Muita gente passa por Tete quando viaja de ônibus, mas poucos param para ver os arredores. A povoação está cortada em dois pelo Rio Zambezi, e a ponte sobre o mesmo oferece uma boa vista.

Vilanculos

Esta pequena vila pesqueira está convertendo-se em destino popular de viajantes. tem boas praias e as cinco ilhas do Arquipélago de Bazaruto, situadas perto da costa, são facilmente acessíveis e oferecem uma grande paisagem. A cidade está a 20 quilômetros da estrada principal.

A ilha mais interessante para visitar é Benguerra, na que pode-se acampar em Gabriel's, único lugar com alojamento barato. pode-se alugar pequenas embarcações.

Gastronomia

Podemos desfrutar de deliciosos peixes e mariscos. Um lugar onde podemos desfrutar as delícias da zona (além da comida indiana) é o Restaurante Taj Mahal, em Maputo.

Entre as especialidades do país deve distinguir em goat water, o prato nacional a base de carne de cabra, rum, verduras frescas, cebola, farinha de trigo e tomilho, Se é possível pode-se degustar de ancas de rã e outros pratos preparados com frango e marisco.

Bebidas

Devido às guerras, o desabastecimento é a nota predominante. Encontrará algo de rum e outros licores. Recorde-se de beber somente água engarrafada.

Compras

Podemos adquirir belo artesanato em madeiras, artigos de couro, variada cesteria e belas máscaras e talha de madeira.

População e Costumes

A população é de 18.165.0000 habitantes composta de pretos, brancos, mulatos, indianos e chineses; a população negra pertence em sua maioria aos bantúes com mistura de árabes, malgaches, comoranos e hindus. Ao norte do rio Zambeze vivem os makua, que constituem 47% da população total, são em sua maioria muçulmanos. Ao sul, no vale do grande rio estão os nyanja; na zona meridional os batonga e ao norte os caranga.

A capital é Maputo com uma população de 931.591 habitantes. O idioma oficial é o português, embora fala-se vários dialetos bantúes.

Entretenimento

O lugar mais popular é o clube de mini-golfe na Costa do Sol. O complexo conta com restaurante, club, bares, discoteca, etc. Todo ele sem esquecermos que estamos no país da costa leste da África que tem as melhores praias. Em determinados lugares pode-se praticar diversos esportes náuticos. Debe assinalar que as conseqüências das guerras têm deixado certa insegurança enquanto viagem.

Festividades

São dias festivos oficiais o 1 de janeiro Ano Novo, 3 de fevereiro, Dia dos Heróis; 7 de abril, Dia da Mulher; 1 de maio Dia do Trabalho, 25 de junho, Dia da Independência; 7 de setembro, Dia da Vitória; 25 de setembro e 25 e 26 de dezembro Natal. Também celebram-se algumas festas cristãs como Semana Santa, o Dia de Todos os Santos e outras nas que se honra à Virgem Maria.

Transportes

Avião: O aeroporto encontra-se a 3 km do centro da cidade. As linhas aéreas de Moçambique, LAM, unem os pontos de rotas internas. A principal linha opera entre Beira, Nampula, Bemba e Tete. Infelizmente os vôos são frequentemente atrasados ou cancelados.

Ônibus: Ao sul do rio Zambezi tem diariamente ônibus que ligam as populações mais importantes. No sul do país são muito confortáveis; são linhas modernas que unem todos os pontos do país.

Carro: Devido à falta de manutenção durante a guerra, as estradas no país estão geralmente em más condições, a exceção da estrada de Tete e a que liga Beira com a fronteira de Zimbabwe.

Fonte: www.rumbo.com.br

Moçambique

História

O tempo colonial

Moçambique foi uma colónia portuguesa até 1974. Portugal pouco fez para desenvolver os recursos humanos Moçambicanos, até ao ponto em que somente 3% da população tinha acesso à educação.

Nos anos 1960, movimentos de independência emergiram na África Austral. A FRELIMO, a Frente de Libertação de Moçambique, foi criada em 1962 por Eduardo Mondlane, e a luta armada pela libertação começou em 1964, Depois de 10 anos de guerra de libertação e do fim do regime ditatorial em Portugal, foi acordado em cessar-fogo em Lusaka, em 1974.

No dia 25 de Junho de 1975, Moçambique foi declarado uma república independente e Samora Machel da FRELIMO foi declarado o seu primeiro presidente.

Independência

Na economia colonial, o papel de Moçambique era providenciar matéria prima para a indústria Portuguesa, em particular o algodão. Depois da independência, a maior parte dos Portugueses abandonaram Moçambique de um dia para o outro e deixaram o país com poucos Moçambicanos bem formados.

Politicamente, Moçambique adoptou um sistema socialista de partido único (FRELIMO), com uma orientação Marxista-Leninista.

Economicamente, optou pela nacionalização da terra e empresas privadas e deu enfoque ao desenvolvimento dos sistemas de saúde e educação do país, levando a um decréscimo da taxa de analfabetismo da população adulta de 97% para 70% durante os anos seguintes.

O conflito armado e o processo de paz

Nos últimos anos da década de 1970, iniciou-se uma guerra civil com a FRELIMO de um lado e a RENAMO, a Resistência Nacional de Moçambique, de um outro lado. A guerra devastou o país em termos de desenvolvimento humano e económico.

Em 1984, Moçambique candidatou-se a membro do FMI e Banco Mundial e iniciaram-se negociações sobre a reestruturação económica que, eventualmente, levaram à introdução do Programa de Ajustamento Económica e economia de mercado em 1987.

Em 1990, uma nova constituição foi adoptada, o que permitiu a introdução de um sistema democrático multipartidário.

Finalmente em 1992, um acordo geral de paz foi assinado em Roma entre os líderes da FRELIMO, Joaquim Chissano, e da RENAMO, Afonso Dhlakama.

Das primeiras eleições democráticas de sempre de Moçambique foram realizadas em 1994 e Joaquim Chissano foi eleito presidente. Desde 1994, a reconciliação entre a FRELIMO e a RENAMO assim como a reconstrução do país destruído pela guerra têm estado na agenda.

Para este propósito, Moçambique recebeu um grande apoio de agências de desenvolvimento internacional e teve lugar um considerável desenvolvimento económico, em particular e nos arredores de Maputo.

Moçambique hoje considera-se como um dos poucos países Africanos que conseguiu manter e consolidar uma paz e reconciliação interna.

Geografia

Moçambique estende-se ao longo da costa Sudeste Africana entre a República da África do Sul e a Tanzânia, numa distância de aproximadamente 2 500 km. Faz fronteira com a República da África do Sul, Swazilândia, Zâmbia, Malawi e Tanzânia. A sua área total é de 799.380 km².

O clima é sub-tropical até tropical (de sul para norte) , com uma estação chuvosa, quente e húmida de Novembro a Abril, e uma estação seca e fresca de Maio a Outubro.

A parte Sul sofre de secas cíclicas. Vários rios cruzam o país no seu percurso para o Oceano Índico, em particular o grande Zambeze, assim como os Rios Limpopo, Rovuma e Save.

Em termos de área, Moçambique pode ser aproximadamente dividido numa planície costeira até 200 km de largura e num planalto montanhoso a Noroeste, nas fronteiras com países vizinhos do interior.

Terra fértil é encontrada ao longo das bacias dos rios e no planalto, ao passo que a maior parte do Sul e da costa é arenosa com pouca fertilidade.

Povo e Cultura

Moçambique possui uma rica tradição cultural de arte, cozinha, música e dança. Isto reflete a diversidade da história e valores familiares Moçambicanos que em conjunto criam as identidades do Moçambique moderno.

Moçambique possui uma longa tradição de coexistência de diferentes raças, grupos étnicos e religiosos. Ao contrário de muitos outros lugares no mundo, a diversidade cultural e religiosa raramente tem sido uma razão para conflitos em Moçambique. Por conseguinte, a guerra civil não foi um conflito entre grupos étnicos com tal.

Os diferentes grupos étnicos estão espalhados ao longo do país de acordo com o mapa (Mozambique – Ethnic Groups, p.17, Mozambique En Politisk og oekonomisk oversigt ).

Os maiores grupos são os Macua–Lomwe no Norte e os Tonga no Sul que correspondem respectivamente a 37% e 23% do total da população.

Em termos de grupos religiosos, um inquérito de 1995 dá-nos o quadro seguinte: Religiões tradicionais Africanas - 1,9%; Católicos - 24,1%; Protestantes - 21,5%; Muçulmanos - 19,7%; e outros 2,8%.

Com o objetivo de criar uma identidade nacional, o Português foi adoptado como língua oficial depois da independência. Contudo, na realidade existem em Moçambique cerca de 20 grupos linguísticos e eles são contrários ao Português largamente falado, especialmente nas zonas rurais. Hoje, cerca de 25% da população fala Português.

Política

O sistema político de Moçambique é caracterizado como uma democracia multipartidária. O presidente da república e os deputados da Assembleia Nacional são eleitos de cinco em cinco anos por sufrágio universal.

A divisão em três poderes – executivo, legislativo e judicial – é declarado na constituição de 1990. Contudo, na prática, isto nem sempre funciona completamente.

Os dois maiores partidos de Moçambique são a Frelimo e a Renamo.

Fonte: www.ibismz.org

Moçambique

Geografia de Moçambique

Moçambique encontra-se na costa oriental da África entre a África do sul e a Sul Africa e Tanzânia com uma área de 313,661 milhas quadradas. Moçambique é dividido-se em duas regiões principais no sul a terra é baixo e no norte a terra é alta,separando-as rio Zambezi .

Assim, no sul a altitude é em média 200 acima do nível do mar por quase toda a regiao, excepto em Chimoio. No norte as montanhas tem uma altura media de 5000 a 8000 pés de altitude. A rede hidrográfica compreende mais de 65 rios. O clima do país é tropical. Alguns recursos naturais são carvão, titânio, e gás naturaes.

A capital é Haputo, a sul, conhecida antes da indepêndencia como Lourenço, Marques. Moçambique foi, do século XV XVI até 1975 uma colónia portuguesa, conquistando nesta data a independência, após mais de 10 anos de luta armada contra o poder colonial.

Embora a lingua oficial seja o português, a maior parte da população fala pelo menos uma língua africana, por vezes não aprender português.

Dados Gerais

O nome ofícial do Moçambique é República de Moçambique cuja capital é Maputo, Sendo o seu presidente é Joaquim Alberto Chissano. O sistema político é multipartidária e democrático de república e a capital é Maputo. A moeda nacinal é o metical.

Moçambique tem uma população de mais de 19.124.335 de habitantes. A língua nacional é o português e 16 línguas africanas. Os grupos étnicos são 99.66 (Shangaan, Chokwe, Manyika, Sena, Makua, e outros), 0.06 do Europa, .02 é Euro-Africa e .02 % é Indígena.

O metad de população pratica religiões indígenas, 30% são cristãos e o 20% são muçulmanos. Moçambique exporta camarão, azucar, castana de caju, algodão e citrino. Importa comida, roupa, equipamento para agricultura, e petroleo. De uma maneira geral a população sofre de má nutrição e doenças.

História de Moçambique

No século XV mercadores árabes fundaram colónias comerciais em Sofala, Quelimane, Angoche e na ilha de Moçambique. A Ilha de Moçambique viria a ser visitada pela frota de Vasco de Gama no dia 2 de Março de 1498, vindo os Portugueses a ocupar e colonizar Sofala no ano 1505.

De início, Moçambique era governada como parte constituinte da Índia portuguesa, tornando-se mais tarde numa administração separada. Foi uma colónia dos portugueses até 1951 e a partir daí província ultramarina.

A Frelimo- Frente de Libertação de Moçambique constituiu sua fundação no ano 1962 e lançou uma campanha militar em 1964. No dia 25 de Junho de 1975 Moçambique torna-se um país independente.

Em 1989 Frelimo abandonou a orientação marxista-leninista; A Renamo continuou ataques a instalações govemamentais e a civis.Concluída desmobilição dos exércitos rivais; cessaram as hostilidades. Joaquim Chissano, o presidente no ano 1986 trabalho com o Frelimo e fisseram nas primeiras reeleitos e eleições multipartidárias.

A Renamo em 1994, vencedora no centro e norte do país, o que acentuou a clivagem norte-sul, concordou em cooperear com governo por primeira vez.

Até o ano 1995 ficaram manifestações contra a política do governo que eram brutalmente reprimidos pelas forças de segurança.

Fonte: www.spanport.ucsb.edu

Moçambique

República de Moçambique, 801,590 km² (784,090 km² terra; 17,500 km² água); População: 18,811,731

Português é a língua oficial e o Inglês só é falado nas regiões mais a Sul . Os maiores grupos étnicos, cada um tem a sua própria língua: Makhuwa, Tsonga, Lomwe, Sena, etc.

Os grupos de tribos indigenas de Moçambique representam cerca de 99% da população. Há 16 principais grupos étnicos, o maior dos quais é o Makua na região norte.

O Makonde, outro grupo do norte, é famoso pelas suas tradicionais e contemporânes figuras esculpidas e também pelo lupembe (instrumentos de vento).

Outros grupos principais incluem o Sena, sediado no centro de Moçambique, e o Shangaan do Sul. Europeus incluindo Portugueses nativos, residentes asiáticos nem chegam a ser 1% da população. As tradições, histórias e artes dos grupos étnicos Moçambicanos sobreviveram à corrupção colonial e a anos de guerra civil.

Desde que Moçambique declarou a independência, emergiram e escultores, pintores e escritores estão-se a tornar conhecidos pelo mundo fora.

Clima

Verão: Outobro - Março 
Inverno: Abril - Setembro

A temperatura média anual de Moçambique é por volta de 28ºC. O clima varia ligeiramente de acordo com a região do país. A costa tem um clima sub-tropical enquanto nas regiões a norte é tropical.

Normalmente, a estação das chuvas quentes é de Outobro a Março. A temperatura média no litoral é de 31º C (88º F).

No interior, as temperaturassão relativamente mais baixas, mas é mais húmido. Na estação seca, de Abril a Setembro, a temperatura média no litoral é cerca de 27ºC (80ºF).

Quando ir

A melhor altura para visitar Moçambique é durante os meses de Inverno de Abril a Setembro. O Sul do país costuma ser mais seco e menos tropical do que o norte. Os melhores meses para safaris são Agosto e Setembro, lá para o final da estação seca.

A melhor altura para observação de aves costuma ser em Novembro e Dezembro, que é a altura da estação quente e chuvosa.

Uma enorme variedade de peixe é atraída pelas águas quentes de Moçambique, com peixe graúdo a povoar as águas no Verão, e peixe miúdo e médio no Inverno, fazendo do Litoral Moçambicano um óptimo destino para a pesca e para o mergulho.

Voos domésticos operadas entre Beira, Maputo, Nampula, Pemba, Quelimane, Tete e Vilanculos.

Fuso horário

GMT +2 horas

Vestuário

Cores Khaki, castanho, branco e bege; tops leves de algodão e calças/calções de algodão no Verão; blusa de manga comprida/camisa para safaris de jipe, que vão protege-lo do sol e dos mosquitos; calças de Safari para as noites e dias mais frescos; Polar ou camisola e um casaco quente para os safaris; Roupa de banho; chapéu, óculos escuros e protetor solar; Sandálias, especialmente para proteger os pés dos lingueirões no Arquipélago Bazaruto. 
Sapatos confortáveis.

Saúde (Vacinas)

Recomendamos que obtenha a profilaxia da malária antes de entrar em Moçambique. Quando a comprar, por lavoura informe o seu médico ou farmacêutico de que pretende visitar Moçambique. Seja qual for o profilático que for utilizar, lembre-se de terminar o curso como indicado antes de sair da área da malária.

Se sofrer de algum efeito secundário, tente tomar a profilaxia à noite depois do jantar.. Resistência à profilaxia é bastante difundida, logo a melhor maneira de evitar a doença é evitar ser mordido. Tome medidas de precaução para evitar contato com mosquitos, como: dormir numa cama com rede contra mosquitos ou num quarto/tenda com dispositivos anti-mosquito; usar um repelente de mosquitos (loção ou batom) durante o dia é vivamente recomendado.

Não são necessárias inoculações para a varíola, cólera ou febre-amarela, a não ser que venha de uma área infectada. Esta situação pode alterar-se por isso deve verificar com a embaixada de Moçambique quando obtiver o seu visto.

Contudo as clínicas do viajante recomendam que os visitantes tomem precauções em relação à febre-amarela, cólera, tétano, difteria, poliomielite, tifóide, varíola, malária, hepatite A, sobretudo se a sua estadia no país for superior a um mês. Aconselhamos a não beber água da torneira, somente engarrafada.

Vistos

Nota Importante: Este é apenas um guia – por favor verifique no consulado Moçambicano, Embaixada ou Missão diplomática moçambicana mais perto de si, para atualizar a informação. Todas as nacionalidades, com excepção de cidadãos do Malawi, necessitam de visto para entrar em Moçambique. Vistos podem ser obtidos antes da partida ou podem ser emitidos à chegada ao aeroporto de Maputo ou posto fronteiriço. Isto aplica-se a todos os detentores de passaporte.

O visto de uma entrada tem uma validade de 30 dias, embora possa ser estendido para 90 dias com a aprovação do Cônsul. O visto de múltiplas entradas é válido para 6 meses, contudo cada entrada só é valida para estadias de 10 dias.

Moeda

A moeda local é o metical (M) qué dividido em 100 centavos. Se for viajar para o sul do país Rands Sul Africanos, Euros, Dólares Americanos e Libras Esterlinas são aceites e podem ser utilizados para o pagamento de alojamento. No Norte da Beira Dólares Americanos e Libras Esterlinas são bem aceites.

Cartões de crédito são geralmente aceites em hotéis e restaurantes de categoria, mas para além destes locais o cartão de crédito terá pouca utilidade.

Comércio

Artesanato local e arte indígena podem ser comprados nos mercados das cidades e nas áreas turísticas. Estes incluem máscaras, esculturas e ornamentos à base de madeira, mármore, malachite e fio, também há cerâmica, pinturas e cestos. Evite comprar objetos naturais como o marfim, visto que ilegal exportar sem licença.

Como é de esperar Moçambique é um país rico em ouro e diamantes, existe una excelente seleção de jóias e a oportunidade de ver os ourives em ação. Muitos viajantes aproveitam a oportunidade do efeito do tipo de câmbio nos preços da roupa e do equipamento de golf, etc.

Fonte: www.pestana.com

Moçambique

Geografia de Moçambique

A República de Moçambique situa-se no hemisfério meridional entre os paralelos 10º27’S e 26º52’S na costa sudeste do continente africano, defronte da Ilha de Madagáscar de qual se separa do canal de Moçambique.

Ela pertence também aos meridianos de 30º12’E e 40º51’E e enquadra-se no fuso horário 2, possuindo assim duas horas de avanço relativamente ao tempo médio universal.

A situação geográfica de Moçambique é das mais interessantes do continente Africano, pois ela integra três das grandes regiões naturais, nomeadamente: a África Oriental ,África Central e África Austral. Com uma superfície de 799380km², de água firme e de 13000km² a superfície de águas interiores e tendo uma fronteira terrestre de 4330km² do Rovuma a ponta ouro.

Topografia

Moçambique conta com maís de 80 rios, alguns deles com uma importância económica a destacar. Fevereiro e Março são os meses que os seus leitos se engrossa de águas ,deitando-as pelos vales dos mesmos e dando a maior fertilidade dos solos para a agricultura.

Rio Rovuma , forma fronteira natural com Tanzania, nas suas bacias exitem poços de petróleo não explorados.

Rio Zambéze-Com uma capacidade de atingir 6000 m³/s, é um dos maís grande e importante do país. Ele nasce em Angola, forma as cataratas de Victória ,atravessa o território Moçambicano com 850km de comprimento e deságua no Oceano Indico no Chinde. Encontra-se uma barragem sobre este rio a centenas do nordeste da Cidade de Tete.O vale do Zambeze apresenta um potencial para agricultura e criação de gado.

Rio Buzi-provém do Zimbabwe, possui vales rico para a prática de agricultura e criação de gado,atravessa a província de Manica e deságua depois da Beira.

Rio Save-Separa as províncias de Inhambane e Sofala e deságua no mar na Nova Mambone.

Rio Limpopo-estende as raizes desde a superfície Sul Africana, passa por Moçambique atravessando a província de Gaza, e deságua no Oceano Índico em Xai-Xai.O solo dos vales do Limpopo é rico, graças ao sistema de irrigação a prática agrícola é aperiódica assim constitui uma região economicamente importante do país.

Rio Incomate-ele nasce na África do Sul atravessa o Reino da Swasilândia,e deságua no Oceano Índico na Baia de Maputo.O seu leito é igualmente importante para a agricultura e criação de gado.

Montanhas

O monte maís alto está na província de Manica, o monte Binga ,rumo a Oeste com 2436m de altitude.A norte da província de Tete o monte Dulmie com 2095m de altitude .Na província da Zambézia o monte Namuli com 2419m de altitude e a Serra Jeci na província de Niassa com 1836m de altitude que constitui o planálto maís fria de Lichinga.

A Costa

A costa de Moçambique apresenta muita diversidade desde o Norte até o Sul,e para esta publicação.

Destaca-se a vegetação, o banco submarínho de corais, rochas e lamas.Ao longo de 2525 km, isto é,na costa de Moçambique podem-se encontrar numerosas Ilhas.

Ao longo da costa de Cabo Delgado podem-se encontrar os Arquipélagos das Quirimbas que é constituido de uma quinzena de Ilhas e cuja a Ilha do Ibo a maís conhecida.

A Província de Nampula possui igualmente Arquipélagos.As Ilhas defronte da Ilha de Moçambique e as Ilhas de Angoche.

A Província da Zambézia, ela possui as Ilhas Segundas entre Moma e Pebane e as Ilhas Primeras.

Sofala não dispõe maís do uma Ilha, a Chiloane.

A Província de Inhambane é a maís previlegiada por possuir a joia, o Arquipélago do Bazaruto, composto de Ilhas com diversidades e espécies raras e protegidas como os Dugongos e as Tartarugas marinhas.

A Província de Maputo,que dispõe a Ilha de Inhaca,Xefina, e as Ilhas dos Elefantes a entrada da Baia.

A 12 milhas da costa de Moçambique, está fixa a fronteira marinha.

Clima de Moçambique

Em termos de clima predominante é tropical húmido com temperaturas médias anuais de 24º-25ºc distribuida segundo as zonas de influência oceánica e interior do continente são distintas duas estações do ano, como Inverno que é a época seca e fria que varia entre os meses de Abril à Outubro e Verão ou estação quente com chuvas é desde Outubro à Março.

Entre as estações não é distinta a sua mudança do frio para quente podendo ser súbitamente ou calmamente.Apartir de Outubro as chuvas começam a intensificar e continuam até entre Março/Abril.

Entretanto,no Sul as chuvas muitas vezes demoradas devido a influência dos centro das altas pressões do índico e a convergência intertropical na zona do Transval.

Fauna

Pássaros- em 1960, havia cerca de 5500 espécies, das quais 216 são endémicas.

Mamíferos- As espécies existentes de grande porte são: elefantes, leões, impalas, zebras, búfalos, hipopótamos, crocodilos, antílopes, leopardos, hienas, lobos.

Animais aquáticos- O país possui uma grande diversidade marinha, que constitui de certo modo uma riqueza. Para além dos peixes, dos crustáceos, crocodilos marinhos, lagostas e outras espécies, existem também nos mares do território espécies como: tartarugas marinhas e dugongos, que são espécies em via de extinsão e que devem ser protegidas.

Essas espécies pode ver nas praias da ponta do Ouro província de Maputo, Bilene em Gaza, e ns Arquipélagos de Bazaruto em Inhambane, portanto as tartarugas marinha e os dugongues só nos Arquipélagos de Bazaruto. As outras espécies estão distribuidas ao longo da costa moçambicana.

Flora

A flora de Moçambique está estimada em cerca de 5500 espécies(Lebrun 1960),216 dentre elas seriam endémicas(Brenan 1978). Cerca de 89% do país apresenta uma vegetação lenhosa, composta por árvores e arbustos, 45% da cobertura da vegetação é de savana pouco densa com pouco valor comercial , mas com grande valor ecológico(FAO 79/80),isto é, constitui floresta nativa.

E a floresta artificial, com um total de 46200ha ,das quais 24000 plantadas após a independência .Cerca de 40% equivale plantações de Eucalytus,50%, Pinheiros e os restantes 10% de Casualinas estabelecidas na zona costeira.

As florestas densas e úmidas estão sobretudo na província de Manica nos montes Chimanimani e Gorongoza onde se pode encontrar as espécies Aphloia theiformis,Maesa Laceolata, Curtisia Dendata, Tabernae montana, Stapifiana,Celtis africana, Winddringtonia cuppressioides e Pondocarpus latifolius.

E outras pequenas espécies que se encontram distribuidas em florestas úmidas como: na vertente Sul e Oeste dos montes Tamasse, Namuli, Milange e no planalto de Mueda. E outras espécies como: Cordila africana, Chrysophyllum gorungosanum, Bombax rhondongnaphalon, Dyospyros mespiliformis, Manilkara discolor,Cussonia spicata,Milicia excelsa, Kigelia africana, Morus mesozygia,Newtonia buchananii,Berchemia zeyheri e Syderoxylon inerme.

Árvores fruteiras: abacateiras, citrinos, bananeiras, papaieras, mangueiras, goiabeiras, coqueiros etc.

Árvores ornamentais: Acácias e Eucalyptus.

Outras plantas que podem ser ornamentais como crotons, anthurium, ficus, philodendron, hibiscus, papyrus e outras.

Existem espécies de extrema importância para o país, para a exportação e exótica como ,landolfias, chanfutas, imbondeiros,o pau-preto ,o jambire etc.

Espécies comerciais:

Espécies preciosas(Tule, Pau-preto, Pau-rosa, Sândalo, etc.).
Espécies de 1ª(Chanfuta, Jambire, Mecrusse, Umbila).
Espécies de 2ª(Messasse Enc, Muitíria, Metil).
Espécies de 3ª(Messasse Mangal, Metongoro)
Espécies de 4ª(Acácia spp, Fernandoa)

Distribuição Geográfica do país

Em termos de distribuição geográfica de moçambique, é dividido em três zonas distintamente em norte,centro e sul; zonas costeira e do interior que as populações se diferenciam pela etnia geo-local.

Zona norte

Também conhecida por moçambique setentrional é compreendida por três províncias: Niassa,Cabo Delgado e Nampula.

A norte fica Tanzania, da qual se separa atrvés do rio Rovuma,a Sul está a província de Zambézia,a Este é banhado pelo oceano Índico e Oeste é limitado pelo Lago Niassa e pelo Malawi.

Astronomicamente fica entre os paralelos 10º 27’ S e 16º 51’ S e entre os meridianos 34º 40’ E e 40º51’E.

Zona Centro

Esta zona é constituída por quatro províncias: Tete, Manica,Sofala e Zambézia.É limitada a norte pela Zâmbia, Malawi província de Niassa e de Nampula.A Sul,pelas províncias de Gaza e Inhambane.

A Este, é banahdo pelo Oceano Índico e a Oeste pela República de Zâmbia e República do Zimbábwé.

Situação astronómica entre os paralelos 14º 00’ S e 21º 33’ S e pelos meridianos 30º 12’E e 39º07’E.

Zona Sul

Também denominada de Moçambique meridional, situa-se a sul do rio save e compeende as províncias de Gaza, Inhambane e Maputo.

É limitada a norte pelas províncias de Manica e Sofala.A Sul pela república de África do Sul,a Este é banhado pelo Oceano Índico e a Oeste , pela República do Zimbábwè, República de África do Sul e Reino da Swazilândia.

Situação astronómica, entre os paralelos 21º05’ S e 26º52’ S e pelos meridianos 31º20’E e 35º20’E.

Principais Fronteiras Terrestres do País (do Norte para o Sul):

- Quionga e Negomano
- Mandimba
- Zóbuè
- Cassicatiza
- Manica
- Ressano Garcia
- Namaacha
- Ponta do Ouro

Fonte: members.tripod.com

Moçambique

Moçambique seduz pela diversidade cultural, a beleza da paisagem e a simpatia tranquila das suas gentes. Maputo, Pemba e Bazaruto, os destinos que lhe propomos, são apenas uma pequena amostra do colorido deste país. Verdadeiros arco-íris de sensações.

Tesouro do índico. Assim era aclamado Moçambique nas décadas de 50 e 60 devido à beleza das suas praias – de areias brancas banhadas por águas cálidas a perder de vista –, diversidade de paisagens naturais, cidades de admirável arquitetura colonial, gastronomia gulosa, gentes de espírito aberto e múltiplas simpatias. O destino favorito de férias dos sul--africanos e de uma elite europeia em busca de um estilo de vida descontraído, de exotismo e do ardente clima africano.

Meio século passado, e apesar da guerra civil que assolou o país pouco após a independência política, em 1975, e se prolongou até 1992, a riqueza da paisagem mantém-se, assim como o sorriso das gentes, fácil e rasgado.

E se, apesar do sólido clima de paz, nos pólos urbanos, caóticos, são visíveis as consequências nefastas (sobretudo sociais, mas também nos edifícios arruinados) dos conflitos armados, a orla marítima parece ter escapado incólume à fúria humana.

Indiferente, o Índico insiste em banhar as suaves areias com a delicadeza dos oceanos mornos, coqueiros e mangais permanecem ao longo de quilômetros junto à costa, pequenos barcos casca de noz fazem-se ao mar num gesto repetido desde há séculos, enquanto bandos de flamingos dão cor e movimento a paisagens que parecem arrastar-se num ritmo descompassado de tão lento, perante a avidez natural do viajante.

Moçambique

Moçambique aos poucos refaz-se. Parece ter ultrapassado o período de ressaca, em que, desejoso de esquecer o passado, não conseguia imaginar o futuro. Do país suspenso no limbo descrito por Mia Couto em Terra Sonâmbula já se espantaram alguns fantasmas e emergiu a vontade e a capacidade de abrir as fronteiras e criar condições propícias ao investimento estrangeiro, em particular no setor do turismo.

E não é para menos. O seu vasto território reúne, neste domínio, condições invejáveis, tais como: 2500 quilômetros de costa banhada por águas cálidas em prodigiosos tons de verde e azul, dezenas de ilhas rodeadas por magníficos corais, praias semivirgens de areias finas, um clima que varia entre o tropical a Norte e o subtropical a Sul, e uma imensa área no interior coberta por matas de acácias e messassa, florestas subtropicais e pradarias de gramínea, espaços privilegiados para a observação de aves e animais selvagens no seu habitat natural.

Zonas protegidas como o Parque Nacional da Gorongosa, as Reservas de Zinave e Bahine, o Parque Nacional do Niassa, junto à fronteira com a Tanzânia, e a Reserva de Elefantes, em Maputo, ou o Arquipélago de Bazaruto (o único a dispor de infra-estruturas turísticas) exigem, por enquanto, aos exploradores uma boa dose de espírito aventureiro e de desenrasque, mas garantem, por outro lado, oportunidades únicas para desfrutar de todo um ecossistema em estado ainda selvagem.

Não se pense, porém, que é apenas a abundância de santuários naturais que surpreende: este país reúne um verdadeiro caldo de culturas, próprio dos territórios belos, ricos e... cobiçados.

Os primeiros humanóides fixaram-se em território moçambicano há cerca de dois milhões de anos, mas pensa-se que as primeiras grandes movimentações terão começado com os povos banto no século I d.C.

Em meados do milénio chegaram indonésios, árabes, indianos e persas, julga-se que atraídos pelas potencialidades do território, rico em marfim, ouro e pérolas e pela sua localização estratégica como entreposto comercial. Até que, finalmente, surgiram os portugueses no século XV, que, interessados em dominar a costa moçambicana, onde abasteciam os navios de ouro e marfim que trocavam por especiarias nas Índias, estabeleceram alianças com os reinos locais e foram, gradualmente, expulsando os árabes.

Nos séculos seguintes estenderam o seu domínio ao interior do país, até se instalarem definitivamente por todo o território, no século XIX, após a Conferência de Berlim.

Estas civilizações deixaram as suas marcas ao nível da linguagem (principalmente o Português, a língua oficial) e da religião (o catolicismo e o islamismo são professados por cerca de metade da população), na arquitetura dos centros urbanos, no vestuário e até nas técnicas agrícolas e piscatórias.

Vestígios entretanto mesclados com a cultura das tribos africanas, que mantêm, além de costumes seculares – como os rituais de iniciação –, os seus dialetos próprios (13 são reconhecidos oficialmente, mas com as variantes incluídas ascendem a quase uma centena) e a religião tradicional, animista.

Infelizmente, a guerra civil conduziu à destruição de muitas comunidades locais, com o deslocamento de milhares de refugiados, e a orientação marxista do país procurou, após a independência, diluir as culturas locais em prol de uma unidade nacional.

Destes dois fenómenos resultou uma estrutura cultural e social um tanto difusa – mas não destroçada –, baseada sobretudo nas divisões geográficas e nas variações linguísticas.

Pelo que Moçambique, atualmente com cerca de 17 milhões de habitantes dispersos por 11 províncias, reúne tanto nos centros urbanos como nos ambientes rurais uma curiosa e concertada mistura de influências árabes, africanas e europeias, que lhe conferem uma atmosfera única em toda a África Austral.

Nuances que, por sua vez, variam consoante a província, a aldeia e a etnia que as absorveu e que, garantimos, não deixam seja quem for indiferente.

Fonte: www.rotas.xl.pt

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