
É a maior coruja do continente, tem o tamanho do gavião carcará, mas parece mais volumosa. Porte avantajado, pouco menor que uma galinha.
Partes inferiores densamente cobertas com linhas transversais.
Garganta branco puro e parte superior mesclada terrosa. Possui disco facial que tem papel importante como refletor sonoro, ampliando o volume do som aprimorando a localização da presa. Olhos grandes e frontais. Cabeça com excelente mobilidade giratória.
Orelhas largas e eretas sempre visíveis, constituídas de penas diferenciadas, ao que se sabe são ornamentos, sem função específica. Mede 52 cm de comprimento e pesa mais de 1 Kg.
Beira da mata, capões e nos campos, normalmente próximo da água.
Da América do Norte à Terra do Fogo
Possui vôo silencioso, possibilitado pela estrutura das penas a qual elimina componentes ultra-sônicos, facilitando a caça e a orientação da ave. Hábitos noturnos.
Pequenos mamíferos, porém não rejeitam insetos.
Destruição do habitat, caça e poluição.
Fonte: www.vivaterra.org.br
Nome Vulgar: Mocho orelhudo
Nome Científico: Bubo virginianus
Classe: Aves
Gênero: Bubo
Espécie: virginianus

É a maior coruja do continente, chegando a pesar um quilo. Porte avantajado em torno de 52cm de comprimento e pouco menor que uma galinha. As partes inferiores são densamente cobertas com linhas transversais.
A garganta é de um branco puro e a parte superior mesclada terrosa. Possui vôo silencioso, possibilitado pela estrutura das penas a qual elimina componentes ultra-sônicos, facilitando a caça e a orientação da ave. Hábitos noturnos.
Possui disco facial que tem papel importante como refletor sonoro, ampliando o volume do som aprimorando a localização da presa.
Os olhos são grandes e frontais; cabeça com excelente mobilidade giratória. As orelhas, constituídas de penas diferenciadas, ao que se sabe são ornamentos, sem função específica.
De dia dorme na mata em grandes árvores, a noite costuma aproximar-se das habitações humanas existentes em locais ermos, para apanhar pequenos animais domésticos. Muito encontrada, aos casais.
Alimenta-se de pequenos mamíferos como filhotes de cutia, gatos e preás, porém não rejeita insetos. Vive à beira da mata, capões e nos campos, normalmente próximo da água. Ocorre em todo o Brasil, desde a Amazônia, Centro-Oeste, Nordeste até o Leste.
Fonte: www.diagnostico.org.br
Nome Popular: Coruja Orelhuda, Mocho Orelhudo, Coruja Gato
Nome Científico: Rhinoptynix clamator
Classe: Aves
Ordem: Strigformes
Família: Strigidae

Habita áreas como o cerrados, caatinga, áreas de pastagens, matas fechadas e até dentro de cidades (Rio de Janeiro). Alimenta-se de roedores, morcegos, micos, marsupiais, aves, pequenos répteis e insetos. Colocam seus ovos em buracos que encontram nas árvores, em rochas e também em construções humanas.
Têm como principais predadores grandes gaviões. Os pais se revezam nos cuidados com os filhotes. Quando ameaçada abre suas asas em forma de leque, aumentando assim seu tamanho para intimidar o predador.
Da Venezuela à Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Ocorre em quase todo o Brasil com exceção das florestas amazônicas.
Ainda é vista com relativa facilidade, porém enfrenta o desmatamento, acidentes com fios e linhas de pipas, queimadas e o acúmulo de pesticidas nas lavouras como seus principais problemas.
Pode se dizer que essa é a imagem clássica da coruja dos contos infantis, com os tradicionais tufos de pena no topo da cabeça.Sendo assim também lhe são atribuídos os mesmos simbolismos e significados das demais (vide sessão Coruja Buraqueira).
Fonte: www.zoonit.org.br
É a maior coruja do continente, chegando a pesar um quilo. Porte avantajado, pouco menor que uma galinha. Partes inferiores densamente cobertas com linhas transversais. Garganta branco puro e parte superior mesclada terrosa.
Possui vôo silencioso, possibilitado pela estrutura das penas a qual elimina componentes ultra-sônicos, facilitando a caça e a orientação da ave. Hábitos noturnos.
Possui disco facial que tem papel importante como refletor sonoro, ampliando o volume do som aprimorando a localização da presa.
Olhos grandes e frontais; cabeça com excelente mobilidade giratória. As orelhas, constituídas de penas diferenciadas, ao que se sabe são ornamentos, sem função específica.
Alimentam-se de pequenos mamíferos, porém não rejeitam insetos. Vivem à beira da mata, capões e nos campos, normalmente próximo da água.
Fonte: www.ibama.gov.br