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Molusco Contagioso

É interessante notar que temos doenças provocadas por bactérias, fungos, vírus, e somente por inflamação, por processos imunológicos.

O molusco contagioso é provocado por um vírus, da mesma forma que as verrugas, mas por um grupo de vírus diferente, o grupo dos poxvirus, e ocasionam esta lesão que não é de origem cancerosa e como característica ela não afeta órgãos internos, acometendo somente a pele.

Ele atinge somente a parte mais superior da pele, a epiderme. Se adquire quando encostamos em pessoas que tem a doença, por contato direto.

Ele atinge as pessoas por as mesmas entrarem em contato com outras pessoas doentes, e facilmente pode ser contraído nas crianças por ter este maior contato com os colegas, e atingiriam mais as áreas de maior contato, e, nas piscinas, costumam contaminar as outras pessoas de forma a atingir grande número de pessoas, e por isto recomendo que sempre tratem antes de tomar banhos em locais públicos, evitando este contágio.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Contagia também muito rapidamente entre os familiares. É mais freqüente nos climas tropicais porque a umidade e o calor favorecem as pessoas andarem com menos roupa e te mais contato.

Ele é mais facilmente visto em crianças mais novas por que elas ainda não tem a imunidade desenvolvida, como nos adultos.

Ao examinar o paciente nós vemos pequenas lesões de 1-3 mm de diâmetro, podendo ser maiores, de cor discretamente rosada ou mesmo da cor da pele, com um pequena umbilicação no centro desta elevação ( pode não se ver à olho nu ) e costumam estar juntas, formando pequenos grupos é chamado de molusco contagioso por que esta doença facilmente se espalha para outras partes do corpo, através de pequenos machucados na epiderme ( pode ser muito pequeno e não podemos ver ) ou mesmo através da entrada dos pelos ( só não temos pelo na unha, lábio, palma e planta ) e rapidamente cresce após este contágio.

Como facilmente cresce nas áreas de contato, repetindo, teremos mais nas áreas de contato com as coisas ou com outras pessoas, facilmente podendo passar aos outros da família ou à coleguinhas de escola.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Poderia o dermatologista fazer raspado na área mais superior da lesão para olhar ao microscópico, confirmando o diagnóstico, e quando as pessoas tem diminuição das defesas do organismo, hoje temos como exemplo clássico os indivíduos com AIDS, eles atingem grandes tamanhos, e ocorreriam também em muito grande número, milhares, a também muito na face.

E agora vem a pergunta: é preciso que tratemos a doença ? Bom, é sabido que com o desenvolvimento do processo imune, o próprio organismo trata de eliminar a virose, levando de 5-6 meses a 5 anos para isto ocorrer. Quando o indivíduo tem sua defesa imunológica diminuída, pode levar mais tempo ou mesmo isto não ocorrer. Nesta eliminação expontânea, pode deixar cicatrizes. Normalmente eles começam a ficar irritados e com processo de inflamação quando isto começa a ocorrer.

O dermatologista pode tratar a doença, eliminando as lesões, e, fazendo revisões a cada três (3) ou quatro (4) semanas para ver se estão surgindo outras, até sua completa eliminação. Estão sendo estudados novas medicações para usar, mas no momento, não estão sendo muito eficazes nesta terapia.

Eles podem ser destruídos por meio físico, mais aplicado esta modalidade de tratamento nos adultos e crianças mais velhas, e por meio químico, esta modalidade mais aplicado nas crianças mais novas.

O paciente pode se contaminar novamente e novamente se entrar em contato com pessoas que tenham a doença, e, é mais fácil de controlar a doença se este controle for realizado quando existe em poucas pessoas, e com isto poderíamos parar a disseminação da patologia, esta virose que aflige mais às crianças.

Procure seu médico logo quando suspeitar que tenha esta virose.

Não permita que a doença se espalhe aos outros.

Fonte: www.archer.med.br

Molusco Contagioso

Molusco Contagioso é uma infecção que acomete a pele e mucosas.

Causado por um "poxvirus" forma pápulas umbilicadas (bolinhas com ponto central deprimido) que se assemelham a verrugas.

Essas lesões ocorrem em todas as partes do corpo. Os alérgicos são mais propensos a este tipo de infecção.

Incidência/Prevalência

As lesões são mais frequentes em crianças menores de 15 anos, mas também ocorrem em adultos principalmente pela transmissão sexual. A doença é mais comum em homens em relação às mulheres.

Contágio

A transmissão se dá habitualmente por contato físico íntimo. Mas pode se dar indiretamente por toalhas ou piscinas.

O período de incubação pode durar de semanas até meses. As lesões aparecem usualmente de 2 a 12 semanas após a infecção, e podem durar anos.

Apresentação Clínica

As lesões se apresentam como pápulas semi-esféricas com umbilicação central (veja fotos abaixo).

As lesões iniciam como uma sobrelevação, e a pápula aumenta lentamente podendo alcançar 1 cm de diâmetro ou mais em 2 ou 3 meses, embora a maioria das lesões têm 3 a 5 mm com bordas bem definidas com uma superfície semi-translúcida. Geralmente é assintomático a não ser que ocorra uma inflamação.

As lesões podem ser encontradas na face, membros, troncos e coxas em crianças, sendo mais frequente em dobras, e em áreas genitais nos adultos.

Em pacientes aidéticos as lesões se distribuem mais amplamente, e são particularmente comuns na face. Raramente ocorrem nas palmas das mãos e solas dos pés.

Diagnóstico

O diagnóstico clínico é fácil. A histopatologia é útil nos casos onde haja dúvida.

Diagnóstico diferencial: varicela, verrugas, herpes simples, papilomas, carcinoma de células basais, queratoacantoma, entre outros.

Conseqüências

As lesões, se não tratadas podem evoluir para infecções cutâneas ou conjutivites.

Tratamento

O melhor tipo de tratamento consiste na remoção das lesões por curetagem seguida de aplicação de tintura de iodo. Em casos onde a curetagem não pode ser realizada pode-se usar o ácido tricloroacético a 50% ou criocirurgia por nitrogênio líquido Esta última é particularmente útil quando se quer evitar sangramento, como por exemplo em pacientes com AIDS ou Hepatite B.

O tratamento do molusco contagioso é uma indicação precisa para o uso de anestesia tópica com EMLA.

As recidivas e o contágio de contactantes são frequentes, assim como o surgimento de áreas de eczema próximo às áreas afetadas pelo molusco.

Lilian Emi Ohkawara

Fonte: www.drashirleydecampos.com.br

Molusco Contagioso

Molluscum contagiosum

O molusco contagioso é uma doença viral da pele, cujo agente etiológico pertence à Família dos Poxviridae, Género dos Molluscipoxvirus, havendo pelo menos duas espécies que se diferenciam por clivagem das endonucleases de ADN.

Apresenta-se sob a forma de pápulas firmes, esféricas, de superfície lisa, com umbilicação central. A maior parte tem 2-5 mm de diâmetro, no entanto podem surgir pápulas com mais de 15 mm de diâmetro. As lesões podem ser da cor da pele, esbranquiçadas, translúcidas ou amareladas. Nos adultos as lesões localizam-se maioritariamente nos quadrantes inferiores do abdómen, região púbica, genitais ou na região interna das coxas. Nas crianças, as lesões apresentam-se mais frequentemente a nível da face, tórax e extremidades proximais.

Os indivíduos imunocompetentes apresentam em média 15-35 lesões; por sua vez, os imunocomprometidos podem apresentar centenas de lesões disseminadas pelo corpo, nomeadamente na face. Ocasionalmente as lesões são pruriginosas e apresentam uma orientação linear, o que sugere auto-inoculação. Em alguns pacientes que apresentam várias lesões, estas podem confluir e formar uma placa.

É uma doença com distribuição mundial, cujo reservatório é o ser humano.

Admite-se que se transmite por três vias: por contato direto, por fómites contaminadas, e por auto-inoculação. O período de incubação pode ir de 7 dias a 6 meses, sendo o período de transmissão desconhecido; no entanto, admite-se que corresponde ao período de presença das lesões.

É uma doença habitualmente benigna e auto-limitada, desaparecendo as lesões ao fim de 6-12 meses. Cada lesão tem uma semi-vida de 2-3 meses, podendo desaparecer espontaneamente ou como resultado de uma resposta inflamatória (após trauma, ou secundária a infecção bacteriana).

A doença pode ser encontrada em qualquer idade, no entanto é mais frequente em crianças, sendo mais comum em indivíduos infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana. O diagnóstico é clínico, podendo ser confirmado histologicamente. Sem tratamento o molusco contagioso pode persistir durante 6 meses a 2 anos, havendo relatos de lesões que persistem cerca de 4 anos.

O tratamento consiste na remoção das lesões por processos mecânicos ou químicos. Como exemplos de tratamentos mecânicos referem-se a crioterapia, a curetagem e a laserterapia. Os tratamentos químicos podem ser orais ou tópicos. Em crianças usa-se a cimetidina oral, devido ao fato destas terem medo da dor e para evitar cicatrizes.

Em adultos do sexo masculino pode usar-se a podofilotoxina tópica, mas não é recomendada em mulheres grávidas, pois presume-se que possa causar toxicidade fetal. Outras opções para aplicação tópica são o ácido salicílico, o hidróxido de potássio, a tretinoína e a cantaridina, entre outros. Estes tratamentos apresentam bons resultados em doentes imunocompetentes.

Nos doentes imunocomprometidos utiliza-se interferão intralesional (principalmente para tratar lesões faciais). Para além dos tratamentos anteriormente indicados pode ainda recorrer-se à terapia com radiações, no entanto, apresenta poucos benefícios.

As complicações mais frequente são a sobre-infecção bacteriana e as cicatrizes. Quando o indivíduo afetado deixa de apresentar lesões na pele considera-se curado, podendo contrair novamente a doença se voltar a contatar com o vírus, pois a doença não confere imunidade.

Como medidas preventivas, devem ser tomados alguns cuidados, mesmo nas atividades da vida diária, que são mencionados em seguida.

Deve evitar-se o contato direto com doentes infectados, os doentes e seus contatos devem ter cuidados de higiene (não partilhar escovas de cabelo, escovas dos dentes, relógios de pulso, sabão, tolhas com indivíduos doentes), e evitar tocar, espremer ou coçar as pápulas. As mãos devem ser lavadas frequentemente.

As zonas afetadas devem ser mantidas limpas e cobertas com roupa ou com penso, devendo destapar-se no período nocturno, de forma de permitir que a pele nesses locais não fique demasiadamente húmida. Os indivíduos afetados não devem participar em desportos de contato ou em que tenham que partilhar material desportivo, nem praticar natação, excepto se as lesões forem cobertas com penso impermeável.

O isolamento não está indicado. Não é necessário proceder-se à desinfecção dos locais utilizados pelo doente.

Bibliografia

Centers for Diseases Control and Prevention (CDC). Molluscum contagiosum [online]. Atlanta: CDC; 2006 [acedido em 3 de Fevereiro de 2009].
Disponível em: http://www.cdc.gov/ncidod/dvrd/molluscum/clinical_overview.htm
Heymann, David L, ed. Control of communicable diseases manual. 18th ed. Washington: American Public Health Association; 2006.
Murray PR, Rosenthal KS, Kobayashi GS, et al. Microbiologia Médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan SA; 2000.

Fonte: www.saudepublica.web.pt

Molusco Contagioso

O que é molusco contagioso?

Molusco contagioso é uma doença comum, causada por um vírus que afeta as camadas superiores da pele. O nome molusco contagioso implica que o vírus desenvolva, cresça e se espalhe rapidamente no contato com a pele. Similar às verrugas, este vírus pertence a família Poxvírus e entra na pele através de pequenas lesões dos folículos pilosos, não afetando qualquer outro órgão interno.

Com o que o molusco parece?

Moluscos são pequenas lesões róseo-amareladas, papulosas que frequentemente se tornam vermelhas e inflamam. Podem ser brilhantes ou ter uma pequena depressão no centro. Elas podem se espalhar no contato de pele com pele. Desta forma o molusco é usualmente encontrado em áreas que entram em contato com outra, tais como axilas e braços. Também são encontradas no tórax, abdômen e glúteos e podem envolver face e pálpebras. Em pessoas com doenças do sistema imunológico, o molusco pode ser muito grande em tamanho e número, especialmente na face. Para confirmar o diagnóstico do molusco o dermatologista precisa capturar algumas células das lesões e analisar ao microscópio.

Como se contrai o molusco?

O vírus do molusco é transmitido por contato de uma pessoa que possui essas lesões para a pele sã de outra pessoa. Em crianças jovens ela ocorre especialmente em piscinas. Se as lesões ocorrerem na área genital, especialmente no adulto, o molusco pode ter sido transmitido sexualmente.

Quem tem mais risco de contrair o molusco?

Pessoas expostas ao vírus, através do contato de pele com pele, tem maior chance de desenvolver essas doenças. Crianças tendem a pegar moluscos mais que adultos, é comum em crianças jovens que não tem sua imunidade desenvolvida contra o vírus. Molusco contagioso também aparece mais comumente em climas tropicais, porque calor e umidade favorecem o crescimento do vírus.

Molusco contagioso precisa ser tratado?

Muitos dermatologistas alertam sobre o tratamento do molusco devido ao crescimento ser rápido e também por se espalhar rapidamente. Entretanto o molusco pode regredir sem deixar cicatrizes. Isso leva de 6 meses a 5 anos para que todos os moluscos desapareçam. Eles podem ser mais persistentes em pessoas com sistema imunológico comprometido.

Como o médico trata o molusco?

Moluscos são tratados de maneiras similares às verrugas. Podem ser congelados com nitrogênio líquido, destruídos com vários ácidos ou soluções ou tratados com eletrocirurgia ou curetados. Podem também ser tratados em casa com aplicações diárias de ácido retinóico em creme ou gel, ou modificadores da resposta imune ou outras medicações tópicas antivirais. Terapia a laser também tem se mostrado ser efetivo no tratamento do molusco.

Algum desconforto é associado ao congelamento, curetagem ou agulha elétrica, assim como na terapia do laser. Se existirem muitas lesões, muitos tratamentos podem ser necessários, a cada 3s a 6 semanas, até que todas as lesões desapareçam. Uma opção em crianças pequenas é não tratar moluscos até que as lesões desapareçam.

E se o molusco reaparecer após o tratamento?

É sempre possível em uma pessoa que já foi tratada seja reinfectada. A condição pode ser fácil de controlar, se o tratamento for iniciado logo no aparecimento das primeiras lesões.

Há alguma pesquisa sobre o molusco?

Novas drogas estão sendo desenvolvidas para tratar infecções virais. A infecção pelo molusco tem melhorado em pacientes que usam drogas antivirais. Se novas drogas efetivas tópicas forem desenvolvidas talvez haja mais benéficos no tratamento do molusco no futuro.

Fonte: www.marcoantoniodeoliveira.com.br

Molusco Contagioso

O molusco contagioso é uma doença da pele frequente, provocada por um vírus, que leva ao aparecimento de pequenas vesículas, principalmente no tronco, nos braços ou nas pernas

As vesículas têm habitualmente 2 a 5 milímetros, cor de pele, com uma pequena depressão central. Podem não provocar qualquer sintoma, mas por vezes a criança queixa-se de comichão. Estas lesões podem aparecer isoladas ou em grupos e espalham-se facilmente ao longo da pele sempre que a criança as coça

As lesões do molusco contagioso acabam muitas vezes por desaparecer por si, e a situação deve ser encarada mais como uma arrelia do que propriamente uma doença. O problema é que algumas lesões demoram tempo a passar, podendo demorar semanas, meses ou mesmo anos

Por estas razões, esta situação pode tornar-se, por vezes, num grande incómodo para a criança e para os pais. Por vezes é mesmo frustrante, pois à medida que algumas lesões desaparecem, outras vão aparecendo noutras zonas do corpo, sucessivamente, e parece que a criança nunca mais se vai livrar de todas elas

O diagnóstico é fácil, pois as lesões são diferentes das que surgem em qualquer outra doença, pelo que basta a observação pelo pediatra. O molusco pode ser transmitido de criança para criança através do contato com a pele, especialmente na idade escolar

Existem dúvidas sobre se o contágio é maior em piscinas e nenhum estudo conseguiu ainda esclarecer este aspecto por completo. O tratamento não deve ser pior do que a doença. Se as lesões são poucas e a criança não tem grande contato com outras crianças, uma das opções é não tratar e esperar que a situação se resolva por si, principalmente se se trata de uma criança pequena.

Molusco Contagioso
Lesões do Molusco na Pele

Mas se as lesões são muitas, se têm efeitos estéticos importantes, ou se existe perigo de contágio de outras crianças, nomeadamente irmãos ou colegas da escola, então o tratamento deve ser realizado. A criança pode ir à escola desde que as lesões estejam em zonas cobertas pela roupa

Na maioria dos casos, a aplicação de um produto que faz descamar a pele, como o que se utiliza para as verrugas, é o suficiente. Mas os pais devem ser pacientes, pois pode demorar alguns dias até tudo desaparecer

Nos casos mais graves, a remoção direta por pinça após aplicação de um anestésico local, é outra opção.

Fonte: www.lux.iol.pt

Molusco Contagioso

Molusco Contagioso constitui uma virose cutânea altamente comum, principalmente em crianças, determinada por um Parapoxvirus DNA, de dimensões entre 200 a 300 nm, conhecido como Vírus do Molusco.

Afeta pele e mucosas, sendo de aparecimento excepcional no adulto e muito observado em crianças atópicas, ou seja, de constituição genética alérgica.

A transmissão da virose ainda não está bem esclarecida. É provável que águas de piscina funcionem como um ambiente ou veículo propício para transmissão do vírus de crianças acometidas para outras sem a dermatose.

Clinicamente, observamos uma erupção de pápulas globosas (carocinhos), arredondadas, com uma umbilicação central.

As regiões mais freqüentes onde o Molusco aparece são as coxas, regiões internas dos braços e área genital. Muitas vezes, as lesões acham-se irritadas, inflamadas - é o que se chama Dermatite Molusco. Não é uma dermatose importante ou grave. Muito pelo contrário, constitui-se afecção altamente benigna.

O grande problema vem agora: como eliminar as lesões!

Este é o principal desejo dos pais.Em primeiro lugar, é importante saber-se que o Molusco à semelhança das verrugas virais pode involuir, desaparecer espontaneamente com o passar do tempo. Porém, também pode haver uma maior disseminação das lesões, uma maior profusão delas, causando um probleminha anti-estético, anti-social e psicológico para a criança.

O melhor é iniciar-se um tratamento.

O mais simples seria a curetagem, o arrancamento das lesões seguido de cauterização com PVPI. Porém, como estamos lidando com crianças, a curetagem, mesmo realizada com creme anestésico prévio, transforma-se em um grande problema, naquelas menores de 5 anos de idade. As crianças geralmente não a aceitam, têm medo, ficam aterrorizadas.

Como alternativas temos a aplicação mais suave do nitrogênio líquido (Crioterapia) usando cotonete em 1 ou 2 sessões ou ainda o uso prolongado de uma pomada de Lisozima (substância anti-inflamatória), que acaba induzindo uma reação imunológica em nível de pele, estimulando a cura das lesões, principalmente quando as lesões de molusco são eruptivas e diminutas.

Uma última observação: somos de opinião que o procedimento da curetagem sob anestesia geral deve ser evitado, pois esta dermatose é benigna e não merece tal risco anestésico.”

Edílson Pinheiro do Egito

Fonte: www.unimedjp.com.br

Molusco Contagioso

A pele é o maior órgão do corpo humano, tornando-se um alvo fácil para infecções, lesões, micose e manchas.

Entre suas diversas funções, é responsável pela proteção contra os agentes do meio ambiente.

Exatamente por isso, os cuidados com a cútis devem ser redobrados.

Ainda mais quando falamos de um vírus pouco conhecido: o molusco contagioso.

Causado pelo poxvírus, um parente da varíola, o molusco contagioso causa diversas lesões cutâneas na pele.

Esta doença não apresenta qualquer perigo à saúde, porém, a infecção pode durar mais de seis meses, causando ardência, coceira e desconforto.

Em crianças as áreas mais expostas tendem a ser as mais afetadas, como: os braços, mãos, pernas e pés.

Já nos adultos é habitual ocorrer na área genital.

Pessoas imunocompetentes, com imunidade normal, eliminam a virose naturalmente, sem a ajuda de remédios, no prazo de 6 meses a 5 anos.

Como ocorre a transmissão da doença?

O vírus é transmitido no contato da pele de uma pessoa que possua as lesões para outra, durante a relação sexual, por objetos pessoais, como toalhas e em piscinas, afetando com grande incidência crianças e jovens. Dentro das pequenas verrugas causadas pela doença, existe uma substância líquida que contém o vírus, e é altamente infecciosa.

Quais são os sintomas da doença?

Depois de infectar as células da pele, o vírus passa por um período de incubação de 2 a 8 semanas. Em seguida, surgem pequenas lesões, denominadas como pápulas, com cerca de 2 milímetros. Freqüentemente se tornam vermelhas e inflamam, podendo causar dor. Devido à facilidade para transmissão pode se espalhar em diversas áreas do corpo, como tórax, abdome e nos genitais.

Existe algum grupo de risco com maior possibilidade de contágio?

Qualquer pessoa exposta ao vírus, por meio do contato com a pele, pode desenvolver a doença. No entanto, crianças tendem a pegar mais moluscos que os adultos, por não ter a imunidade desenvolvida contra o vírus. Algumas regiões com climas tropicais favorecem o seu crescimento, devido ao calor e a umidade.

Esta doença apresenta perigo para a saúde?

Molusco contagioso não apresenta qualquer perigo, sendo apenas desconfortável devido aos pequenos tumores, benignos, que aparecem pelo corpo causando dor e coceira. No entanto, reflete o enfraquecimento do sistema imunológico.

Como sei que tenho molusco contagioso?

É necessário buscar orientação de um especialista, que determinará se o paciente esta com a doença. Em alguns casos o diagnóstico é realizado por recolha de amostras do tecido para exame de biópsia, as células do molusco contagioso são facilmente identificadas. 

Como que é realizado o tratamento?

Existem algumas formas de combater o molusco. Pode ser por meio de curetagem, aplicação de nitrogênio líquido ou de ácidos tópicos. A resposta ao tratamento será de acordo com o organismo de cada paciente. Tratamentos alternativos podem ser realizados com pomada, com substâncias antiinflamatórias e/ ou secativas, e sabonetes especiais.

Quais são os cuidados que se deve tomar após o término do tratamento?

O paciente deve voltar ao consultório médico dentro de 15 dias a 2 meses, após a realização do tratamento, para garantir que as lesões foram erradicadas.

É possível o molusco reaparecer após término do tratamento?

Sim. É provável que haja re-infecção em uma pessoa que já foi tratada. Se o tratamento tiver início assim que se identificarem novas lesões, a condição poderá ser fácil de controlar.  

Fonte: www.daureamachado.com.br

Molusco Contagioso

Infecção pelo vírus do molusco contagioso

Doença causada por um Poxvírus, que produz pápulas na pele, que variam do rosa nacarado ao branco com uma depressão central.

Usualmente há múltiplas lesões, mais freqüentemente na área genital (em adultos). Em crianças, a localização extragenital é mais comum.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Transmissão

Geralmente, por contato direto com pessoas infectadas; ocasionalmente, por meio de fômites. Em adultos, a localização das lesões na região anogenital sugere transmissão sexual.

As lesões são auto-inoculáveis.

Embora as lesões contenham milhões de partículas virais, a infectividade é surpreendentemente pequena.

Período de incubação

É geralmente de 3 semanas a 3 meses após a exposição.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Distribuição

Pode ocorrer em qualquer idade, sendo visto mais freqüentemente em crianças na idade escolar do que em adultos. A doença é mais comum em pacientes com aids e, nestes, as lesões tendem a se disseminar.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Quadro clínico

O início se dá com o aparecimento de pápulas minúsculas que atingem de 3 a 6 mm de diâmetro, cujas principais características são:

Semi-esféricas, isoladas e bem delimitadas, geralmente agrupadas.
Apresentam coloração pérola, rósea, ou igual a da pele circundante.
O centro é freqüentemente umbilicado e a base discretamente eritematosa.
É facilmente removível dando saída a material esbranquiçado que contém as partículas virais.
As lesões localizam-se em qualquer área da pele e, eventualmente, em mucosas; freqüentemente na face, tronco, superfícies expostas das extremidades. Em adolescentes e adultos são mais comumente localizadas nas regiões pubiana e genitais.
Quando a infecção é transmitida sexualmente, as lesões geralmente limitam-se à região anogenital.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito pelo aspecto clínico das lesões, pelo aspecto do material obtido à expressão das pápulas e, eventualmente, por meio da biópsia.

Diagnóstico diferencial

Acne vulgar, miliária, varicela, epiteliomas e líquen plano, condiloma acuminado e outras verrugas.

Tratamento

Na grande maioria das vezes, o tratamento específico não é necessário considerando-se que as lesões são geralmente autolimitadas e involuem sem deixar cicatrizes num período de 6 meses a 2 anos.

O tratamento deve ser determinado pela idade do paciente, pelo número e distribuição das lesões e pela presença ou não de sinais inflamatórios.

Quando há pequeno número de lesões é indicada a curetagem, com aplicação de tintura de iodo.

Quando há um grande número de lesões pode-se fazer o tratamento com substâncias químicas: Podofilina a 20% (2 vezes por semana até a cura) ou Ácido tricloroacético (ATA) a 10 - 30%.

Crioterapia: geralmente bem tolerada pelo paciente, obtendo-se bons resultados.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Recomendações

O paciente deve ser reexaminado após o tratamento em intervalos de 15 dias a 2 meses para garantir que as lesões previamente diminutas foram também erradicadas.
Em adultos, deve-se examinar o parceiro sexual se as lesões estiverem localizadas em área anogenital.
Em adultos, a presença de lesões exuberantes ou atípicas, de localização extragenital, especialmente na face, deve fazer pensar em infecção concomitante pelo HIV.

Fonte: www.aids.gov.br

Molusco Contagioso

O molusco contagioso é uma infecção cutânea causada por um poxvírus que produz protuberâncias lisas, céreas e da cor da pele.

Habitualmente, as protuberâncias possuem menos de 1,5 cm de diâmetro e apresentam uma minúscula depressão no seu centro.

Algumas vezes, uma protuberância isolada pode atingir até 3,8 cm. O vírus que causa o molusco é contagioso.

Ele dissemina-se através do contato direto com a pele e é freqüentemente transmitido sexualmente. O vírus pode infectar qualquer parte da pele, embora seja mais freqüente na virilha e na região pubiana (embora não ocorra geralmente no órgão genital masculino ou na órgão genital feminino).

Geralmente, as lesões não são pruriginosas e são indolores, podendo ser descobertas acidentalmente durante um exame físico.

Freqüentemente, essas protuberâncias apresentam uma depressão central cheia de um material branco pastoso, tornado fácil o diagnóstico do molusco contagioso pelo médico.

Os tumores podem ser tratados através do congelamento ou da remoção do seu núcleo com uma agulha.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Fonte: www.msd-brazil.com

Molusco Contagioso

Doença da pele que se caracteriza pela produção de pápulas (elevações da pele) umbelicadas (com uma depressão central), de cor que varia do branco peroláceo (translúcido) ao rosa, em geral com 2 a 6 milímetros de diâmetro e com base (local de implantação) levemente hiperemiada (avermelhada).

São comumente múltiplas principalmente por serem auto-inoculáveis.

As lesões são levemente pruriginosas (produzem coceira) e localizam-se em qualquer região da pele (face, tronco e áreas expostas das  extremidades) e, mais raramente, nas mucosas. Podem ocorrer em qualquer idade mas são mais comuns em crianças de 0 a 12 anos.

Sinônimos: Molusco 

Agente: Poxvírus

Molusco Contagioso
Lesões do Molusco Contagioso (x 2)

Molusco Contagioso
Lesões no órgão sexual masculino

Complicações/Consequências: Doença de evolução benigna. Em geral há cura sem sequelas.

Transmissão: Contato direto com pessoas infectadas. Também através de toalhas, vestimentas, piscinas etc. Em adolescentes e adultos a localização das lesões na região anogenital sugere transmissão sexual.

Período de Incubação: 2 semanas a 3 meses após a contaminação.

Diagnóstico: Clínico. Raramente por meio de biópsia.

Tratamento: O tratamento de escolha é a remoção das lesões por curetagem (realizada por médico). Também ocorre involução espontânea das lesões, sem deixar sequelas, após 6 meses a 2 anos do seu início. 

Prevenção: Evitar contato físico com pessoas infectadas.

Fonte: www.dst.com.br

Molusco Contagioso

Tendo recebido este nome de Bateman, em 1817, o molusco contagioso é infecção viral altamente contagiosa que pode estar presente na região inguinal.

Caracteriza-se por pápulas umbilicadas e tem aspecto histológico distinto. O tratamento geralmente envolve a curetagem ou medicamentos tópicos, e as conseqüências são autolimitadas.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Fisiopatologia

O agente causador é um poxvírus contendo DNA que infecta o epitélio e leva à proliferação celular e à produção de partículas virais. Essas partículas são então liberadas por ruptura celular e levam à subseqüente infecção das células vizinhas.

Depois de um período de incubação de 2 a 7 semanas, múltiplas pápulas surgem à superfície e duram 2 a 6 meses. É comum a auto-infecção, e o tratamento se concentra em erradicar o vírus e quebrar o ciclo viral.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Apresentação clínico-diagnóstica

Nos adultos, o molusco contagioso é transmitido sexualmente.

Também pode ser adquirido por crianças sem a transmissão sexual, geralmente apresentando-se na face, nas extremidades e na parte superior do tronco.

Os pacientes adultos se apresentam com múltiplas pápulas distintas em forma de cúpula com 3 mm a 6 mm na parte interna da coxa, no órgão genital masculino e no escroto.

A marca de autenticidade de umbilicação central aparece em apenas 25% das lesões. Essas pápulas podem ter aspecto macroscópico pedunculado, podendo haver extrusão de material branco leitoso da umbilicação central.

O aspecto histológico característico das lesões é uma invaginação em forma de taça ou semelhante a um cisto, na epiderme, com acantose.

As células epidérmicas da camada de Malpighi têm inclusões citoplasmáticas virais características (corpos do molusco [corpos de Henderson-Patterson]).

Estes corpúsculos inicialmente são eosinófilos, mas se tornam mais basófilos à medida que avançam para a superfície da epiderme e se enchem de partículas de poxvírus. O estrato córneo se rompe e libera os corpúsculos do molusco na superfície, criando o característico material branco-leitoso que pode causar extrusão das lesões macroscópicas.

Diagnóstico diferencial

Os diferenciais clínicos incluem infecções por Candida quando as lesões são cercadas por um halo eritematoso e foliculite, e o molusco pode simular aquelas nas apresentações atípicas. Apresentações maiores com lesões coalescentes, geralmente em pacientes imunossuprimidos, podem simular furúnculos ou placas.

A histoplasmose disseminada e a criptococose podem simular infecções por molusco em indivíduos com HIV. O molusco pode envolver cistos, estando incluído no diagnóstico diferencial de glândulas sebáceas císticas. Ambos podem ser diagnosticados com base no exame histológico.

Tratamento

O tratamento é a curetagem, a crioterapia ou a vaporização com laser. Tem sido usada a aplicação de podofilina ou de nitrato de prata para ablação das lesões, com pouco sucesso.

Molusco Contagioso
Molusco Contagioso

Resultado

Conquanto a maioria das lesões regrida em 6 a 12 meses, o tratamento impede a auto-infecção e baixa o risco de transmissão. Ocorre involução sem cicatrizes e, em média, o ciclo por completo, incluindo reinoculação, dura 2 anos.

Nos pacientes imunossuprimidos (incluindo os pacientes com HIV), múltiplas lesões podem apresentar-se como lesões papulares gigantes que não regridem, precisando de ablação mais agressiva. O tratamento nestes pacientes se concentra no controle da propagação, e não na erradicação do vírus.

Fonte: www.uronews.org.br

Molusco Contagioso

O molusco contagioso é uma doença viral causada pelo maior vírus causador de infecção humana.

A transmissão da doença se dá pelo contato direto com pessoas contaminadas.

Atinge preferencialmente as crianças, faixa etária na qual é muito frequente, mas também pode atingir adultos principalmente em áreas de pele mais fina.

Manifestações clínicas

As lesões do molusco contagioso são pequenas, elevadas, hemisféricas, da cor da pele, com aspecto translúcido e apresentando umbilicação central. Podem estar isoladas (mais comum) ou se agrupar. O tamanho das lesões pode variar de puntiformes a cerca de 5 mm de diâmetro.

Em algumas crianças o molusco contagioso se dissemina rapidamente chegando a centenas de lesões. Atingem principalmente o tronco e a raiz dos membros. As lesões são geralmente assintomáticas, mas pode haver prurido (coceira) discreto.

Tratamento

O tratamento consiste na destruição das lesões que pode ser feita através da eletrocoagulação, crioterapia, curetagem, cauterização química ou expressão manual. Quando curetada ou retirada através da expressão manual, elimina uma substância semelhante a uma "massa" de cor esbranquiçada.

Deve-se iniciar o tratamento quando surgem as primeiras lesões, evitando a disseminação que ocorre em alguns casos quando pode ser necessária a internação para realizar o tratamento sob anestesia, devido ao incômodo causado pelos métodos de remoção.

Fonte: www.dermatologia.net

 

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