O adjetivo apresenta flexão de grau em três níveis: normal, comparativo e superlativo.
O adjetivo está na sua forma comum de uso:
Rafael é elegante.
Admite três posições:
Comparativo de igualdade, usando as palavras tão ... quanto:
Rafael é tão elegante quanto João.
Comparativo de inferioridade, usando as palavras menos ... que ou do que:
Rafael é menos elegante do que/que Paulo.
Comparativo de superioridade, usando as palavras mais ... que ou do que:
Rafael é mais elegante do que/que Paulo.
Admite duas posições:
Superlativo relativo, com dois modos:
Superioridade, com as palavras a/o mais:
Rafael foi o convidado mais elegante da festa.
Inferioridade, com as palavras a/o menos:
Rafael é o convidadeo menos elegante da festa.
Superlativo absoluto, com dois modos:
Analítico, quando usa-se um advérbio para fazer a modificação:
Rafael é muito elegante. / Rafael é imensamente elegante.
Sintético, quando usa-se um sufixo para fazer a modificação:
Rafael é elegantíssimo.
Fonte: www.lpeu.com.br
A classe gramatical representada pelos adjetivos assemelha-se aos substantivos no que se refere à flexão, uma vez que se flexionam em gênero, número e grau. Como podemos conferir por meio dos seguintes exemplos:
o nos atermos a este último exemplo, percebemos uma significativa diferença em relação à classe com a qual se estabelece comparação. Tal divergência reside no fato de que o grau do adjetivo, ao expressar as variações de intensidade, apresenta-se sob duas formas básicas: o comparativo e o superlativo.
Já não se trata de atribuirmos somente uma determinada terminação (levando-se em consideração os substantivos), mas sim de formas específicas, expressas por:

Constatamos a presença de marcas linguísticas específicas em cada enunciado, posto que se evidenciou a variação do adjetivo, caracterizada em maior ou menor grau.
De forma específica ater-nos-emos ao grau superlativo absoluto sintético dos adjetivos, enfatizando as formas pelas quais eles se materializam. Verifiquemos:

Ao nos referirmos acerca desta classe gramatical, identificamos uma característica peculiar: o fato de ela ser passível de flexão. Contudo, quando se refere ao grau, se apresenta diferentemente dos substantivos, ou seja, não se trata apenas de acrescentar um sufixo para demarcá-lo, há alguns pormenores aos quais devemos estar atentos. Assim sendo, analisaremos os pontos de maior relevância, no intuito de nos inteirarmos efetivamente destes. Eis que são:
A variação de grau, concernente aos adjetivos, torna-se materializada quando se deseja comparar ou intensificar as características a que lhes são atribuídas. Para tanto, este se subdivide em duas modalidades: o grau comparativo e o superlativo.
O grau comparativo estabelece uma comparação entre dois ou mais seres, uma vez apresentado sob a seguinte forma:
Comparativo de igualdade: Lucas é tão extrovertido quanto seu irmão.
Comparativo de inferioridade: Lucas é menos extrovertido (do) que seu irmão.
Comparativo de superioridade: Lucas é mais extrovertido (do) que seu irmão.
Observações passíveis de nota:
Há formas sintéticas para o grau comparativo de superioridade no que se refere aos adjetivos “bom”, “mau”, “grande” e “pequeno”, as quais são representadas por “melhor”, “pior”, “maior” e “menor”.
Exemplos:
Este procedimento é melhor (do) que o outro.
Meu desempenho foi pior (do) que o seu.
A falta de segurança é maior (do) que a de saneamento básico.
As formas analíticas representadas por “mais bom”, “mais
mau”, “mais grande” e “mais pequeno”, apenas
devem ser utilizadas quando se comparam duas características de um
mesmo ser.
Exemplos:
Pedro é mais bom (do) que esforçado.
O garoto é mais mau (do) que esperto.
Aquele cão é mais pequeno (do) que bravo.
Já no grau superlativo, a característica que se atribui ao adjetivo é intensificada de forma relativa ou absoluta.
Em virtude disso, analisemos:
No que tange ao grau superlativo relativo, a intensificação é feita em relação a todos os demais seres de uma coletividade, sendo este assim subdividido:
Superlativo relativo de superioridade:
Aquele aluno é o mais participativo de todos.
Superlativo relativo de inferioridade:
Aquele aluno é o menos participativo de todos.
A intensificação a que se refere o grau superlativo absoluto é demarcada pela ideia de excesso, subdividido em analítico e sintético.
O superlativo absoluto analítico, geralmente, se constitui de um advérbio.
Exemplos:
Esta garota é muito educada.
Carlos é demasiadamente gentil.
O superlativo absoluto sintético é expresso por meio de sufixos, os quais, na maioria das vezes, se manifestam por “-íssimo”.
Todos os ambientes são agradabilíssimos.
Fonte: www.portugues.com.br