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Mostarda

Mostarda

A mostarda é uma verdura que tem alto valor nutritivo. É rica nos minerais Cálcio, Fósforo e Ferro e em vitaminas A e do Complexo B, principalmente B1, B2 e B5 (Niacina).

O Cálcio e o Fósforo são minerais importantes para formação dos ossos e dentes, promovem o crescimento e ajudam na coagulação do sangue. O Ferro faz parte da formação do sangue e do sistema produtor de energia.

As vitaminas do Complexo B tem como funções evitar problemas de pele, auxiliar o crescimento, estimular o apetite e facilitar a digestão. A vitamina A é importante para a boa visão, pele e mucosa, evitando infecções.

A mostarda contém ainda grande quantidade de fibras (celulose), importantes para o bom funcionamento do aparelho digestivo, uam vez que promovem a regularidade intestinal.

Ela pode ser consumida crua, bem picadinha, em saladas, cozidas, ou em sopa.

A mostarda deve ser conservada em geladeira, embrulhada em papel ou saco plástico, onde pode permanecer de 5 a 7 dias.

Seu período de safra é de julho a novembro e janeiro e fevereiro.

Cem gramas de mostarda fornecem 31 calorias.

Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br

Mostarda

Mostarda

Existem vários tipos de mostardas, a negra (B. nigra), a branca (B. hirta) e a de folhas (B. juncea).

A mostarda de folhas é uma hortaliça que é consumida na forma de refogados, e às vezes até mesmo em saladas, quando as folhas estiverem novas.

Não vamos nos deter nesta espécie, e sim vamos dar enfoque as outras duas espécies, as que são utilizadas para o preparo da famosa mostarda, aquele creme geralmente de cor amarelada que colocamos no delicioso cachorro-quente com a saborosíssima salsicha tipo Viena.

Foram os romanos os que primeiro souberam aproveitar as delícias destas sementes.

Eles faziam um pó com as sementes e o colocavam no vinho, e chamavam a esta bebida de mustum ardens, que significava suco ou mosto ardido. Daí a origem do nome mostarda.

Praticamente o mercado consome as duas espécies, tanto a negra quanto a branca, sendo que algumas regiões européias se caracterizam mais pelo uso de uma ou de outra. A mostarda branca chega a atingir até 1,2 m de altura, já a preta pode chegar até a 3 m, o que dificulta ou praticamente impede a colheita mecânica. Desta forma os próprios agricultores preferem o plantio da branca. As folhas são bem grandes, principalmente as primeiras folhas lançadas, chegando até a parecer com as folhas de brócolis ou de couve. As flores são amarelas grandes, e depois de secas começam a surgir os frutos, do tipo síliquas onde estão depositadas as sementes. As sementes são negras ou brancas, mas este branco é na verdade de uma cor parda, que às vezes fica até muito escura.

A mostarda é encontrada vegetando espontaneamente na Europa Central e Meridional. Para alguns autores sua origem está mais para o leste europeu, incluindo até alguns países asiáticos.

A mostarda é rica em óleos, tanto essenciais quanto fixos. Também possui muscilagem e a mostarda preta apresenta uma substância chamada de sinapina, possuindo a capacidade de atrair um maior fluxo sangüíneo no local onde foi aplicada.

A mostarda branca normalmente é utilizada para prisão de ventre e como purgante.

De manhã comer 1 a 2 colheres de sementes de mostarda inteiras ou levemente trituradas.

Coma e vá observando, pois em casos de intestino muito preso pode às vezes até complicar.

Já a mostarda preta é muito utilizada em cataplasmas para dores musculares, inclusive com resultados excelentes em casos de inflamação do nervo ciático, devido a sinapina.

Misture a mostarda preta em pó com água morna, em torno de 40º C, e aplique no local dolorido. Mas antes aplique um filme de azeite sobre a pele. Deixe a cataplasma por cerca de 10 minutos.

No início deverá doer um pouco, mas depois a dor vai melhorando. Não use água muito quente, e não deixe por muito tempo a mostarda em contato com a pele, pois pode queimá-la.

A mostarda preta é mais picante, ou mais pungente que a branca, portanto cuidado ao usar a preta. Normalmente as duas espécies são utilizadas para preparo de molhos, conservas e saladas.

A mostarda branca recém moída fica muito gostosa na maionese caseira. Cozinhe dois ovos, retire suas gemas e coloque-as em um prato. Adicione uma gema crua (cuidado com a procedência deste ovo, pois pode ter problemas com a bactéria do gênero Salmonella).

Amasse bem, e quando estiver formada uma emulsão vá adicionando azeite e misturando bem. De vez em quando adicione umas gotas de limão ou vinagre. O vinagre deixa a maionese mais mole, enquanto o óleo deixa mais consistente. Vá adicionando os dois até chegar na quantidade que você desejar.

Nunca bata no liqüidificador, e sim na mão. Coloque sal, pimenta do reino, orégano e mostarda em pó.

Cuidado com a quantidade de mostarda, pois se exagerar poderá ficar com um gosto amargo.

Não use mostarda em pó muito velha, por ser rica em óleo ela rança rapidamente.

Em saladas de um modo geral pode-se adicionar a mostarda tanto em pó quanto em grãos, fica muito saboroso.

E é destes grãos que se preparam os molhos de mostarda.

Existe uma variação muito grande na forma de se preparar estes molhos, e cada região se especializou em uma determinada característica.

Existe a mostarda do tipo Dijon que é feita com a mostarda preta, vinho branco e especiarias; a mostarda de Bordeaux, que é mais escura, tendendo ao marrom. Mas de uma forma geral cozinha-se as sementes em vinagre ou vinho, amassa-se e tempera –se a massa com condimentos. Pode-se deixar aquela película que envolve a semente ou retirá-la, dando origem a um molho mais fino.

Fonte: www.jperegrino.com.br

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