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Motor a Álcool



Conversão álcool

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A história da conversão alcool

No final da década de 70, foi lançado pelo governo brasileiro o Programa Nacional do Álcool (Pró-Álcool) como resposta à crise internacional do petróleo, com o objetivo de introduzir o álcool combustível de forma oficial, padronizada e sistemática para duas aplicações: na mistura com a gasolina sob forma de álcool anidro e no incentivo ao uso em veículos movido a álcool hidratado puro.

Com o objetivo de apoiar o programa, em 1979 a Associação Nacional dos Fabricantes de veículos Automotores (Anfavea) assinou um Protocolo com o governo brasileiro, pelo qual as montadoras se comprometiam a desenvolver e produzir veículos a álcool.

Somente no início dos anos 80, foi que a indústria automobilística começou a fazer a conversão alcool, e surgiram os motores que dispensavam totalmente a gasolina, utilizando unicamente álcool hidratado.

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Benefícios da conversão alcool

A conversão alcool de motores resulta em um ganho de mais potência em torque, em função da maior octanagem do álcool.

Benefícios ambientais diretos e indiretos, proporcionados pela conversão alcool, pois diminui a emissão de poluentes, o álcool não é derivado de petróleo, é extraído através da cana-de-açúcar, um recurso renovável, que ajuda a diminuir o aquecimento global.

A conversão alcool aumenta a vida útil do motor porque a utilização do álcool combustível não apresenta depósitos de carbono (carbonização) como à gasolina.

A conversão alcool proporciona uma economia financeira na utilização do álcool combustível, tendo um custo de kilômetro rodado inferior ao da gasolina.

A evolução da conversão alcool

A conversão alcool evoluir muito desde a época dos motores carburados, principalmente com a utilização da injeção eletrônica nos motores.

Conversão alcool motores carburados (antigos):

Antigamente na época dos motores carburados, a conversão alcool consistia em uma adaptação mecânica significativa de substituição de peças do motor e ajustes para fazer com que o motor original gasolina rodasse com álcool:

Aumento da taxa de compressão para a conversão alcool: no geral rebaixava-se o cabeçote do motor, podendo trocar pistão e/ou anéis.

Enriquecimento da mistura ar/combustível para a conversão alcool: no carburador, trocava-se o Gecleur e faziam-se ajustes para uma maior vazão de combustível

Avanço do ponto de ignição para a conversão alcool: em geral feito no distribuidor do sistema de ignição (gerador de faísca da vela).

Conversão alcool motores com injeção eletrônica (atuais):

Os motores com injeção eletrônica evoluíram muito desde a época dos motores carburados, tornando a conversão alcool: rápida, segura e com resultados surpreendentes, tanto de economia quanto de desempenho.

Graças a injeção eletrônica empregada nos motores, e que também veio evoluindo com o decorrer do tempo, a conversão alcool se transformou em uma conversão basicamente eletrônica, feita por produtos ou processos eletrônicos.

Conversão alcool injeção eletrônica com chip:

Antes mesmo do lançamento do motor flex, em 2003, já era feita aqui no Brasil a conversão alcool de motores através da reprogramação do chip original do veículo. Tal conversão alcool consistia em alterar os parâmetros originais da injeção, realizado através de um Software de Remapeamento, serviço especializado realizado por profissionais treinados.

* A conversão alcool com chip, não a possibilidade de rodar com mistura de combustíveis, como os motores flex.

Conversão alcool injeção eletrônica com conversor flex

Devido à popularidade dos veículos flex, agora também já está disponível no mercado, conversor flex, que além da conversão alcool, também permite que o veículo rode com gasolina, álcool ou mistura de ambos.

Principais vantagens:

conversão alcool, rápida e segura, através da instalação do conversor kit flex, e flexibilidade total para abastecer.

Mantém a originalidade sem corte de fios ou adaptações

Fonte: www.kitflexmasterflex.com.br

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A utilização do álcool como combustível foi uma inovação brasileira para tentar diminuir a dependência frente ao petróleo. O álcool combustível, ou etanol, possui característica de biocombustível, uma vez que é extraído de vegetais, tais como cana-de-açúcar, mandioca, milho ou beterraba.

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Para a inserção no mercado do combustível e também de veículos movidos a álcool, o governo implantou o Proálcool, projeto que visava motivar a produção desse alternativo combustível, além da redução de tarifas fiscais na aquisição de veículos movidos a etanol.

O que determinou a criação do projeto citado foi a crise do petróleo que se desenvolveu nos anos 70.

Para a implantação do projeto, o governo direcionou esforços para dinamizar e atingir uma produção em grande escala do combustível com intuito de abastecer por completo o mercado.

Por outro lado, as indústrias de veículos instaladas na época realizaram as devidas adaptações na engenharia mecânica dos motores para funcionar com o álcool.

As indústrias automobilísticas da época eram basicamente Volkswagen, Fiat, Ford e General Motors que produziam duas versões de motorização: álcool e gasolina.

O Fiat 147 foi o primeiro modelo de veículo com motor movido a álcool, isso em 1978, caindo no gosto popular até 1986, ano em que praticamente todos os carros fabricados eram movidos a esse combustível.

No entanto, a prosperidade desse biocombustível logo entrou em declínio, derivado pela ausência de subsidio governamental, além disso os produtores rurais deixaram de produzir o álcool devido o alto preço do açúcar no mercado, houve também a exportação de etanol para os Estados Unidos a partir de 1991, esses e outros fatores conduziram a extinção do projeto Proálcool.

Outro fator determinante para o fim do projeto está ligado a problemas técnicos nos veículos, que ao serem ligados tinham que permanecer durante certo período aquecendo o motor, sempre com o afogador acionado. O problema se agravava nos períodos do ano com temperaturas baixas.

Atualmente, os veículos não oferecem tais inconvenientes ao seu dono, basta ligá-los e imediatamente sair sem nenhum impedimento técnico, além disso, os carros modernos são fabricados com duas opções de combustíveis em um mesmo motor, denominados de flex, tecnologia que aceita gasolina e álcool ao mesmo tempo, em qualquer proporção de ambos combustíveis.

Fonte: www.mundoeducacao.com.br

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