Ásia Menor / Pré história
De 5.000 a 7.000 antes de Cristo
Combina em seus movimentos elementos de diferentes países do Oriente Médio e Norte da África
Divindade para qual a Dança do Ventre foi oferecida: Deusa Inanna, a grande mãe terra
Nos países árabes a Dança do Ventre é conhecida como: Raks Sharki - Dança Oriental
Os movimentos de ventre e quadris presentes na dança oriental despertaram fascínio em um grupo de viajantes europeus comandados por Napoleão. Desta maneira, a dança oriental feminina foi classificada em Francês como "La danse du ventre” .
É mais refinado e rico incluindo movimentos folclóricos egípcios, dança clássica e dança contemporânea, com grandes deslocamentos, giros e movimentos com todas as partes do corpo, inclusive os de quadris que são os mais importantes.
É elementar praticada sem deslocamentos e predominam os movimentos de quadris
Fonte: www.nandhara.pro.br
Não tem como tirar os olhos de uma mulher fazendo a Dança do Ventre. É fascinante ver o corpo a serviço de movimentos naturais e que a deixam ainda mais bela, em sua pura essência. Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério.
Nesta hora, a guerreira, que faz tripla jornada de trabalho, pode deixar a feminilidade aflorar e é ai que consegue atingir a naturalidade, livrando-se do estresse e colocando as pressões do dia-a-dia bem longe de toda a delicadeza permitida ao universo forte e sensível das mulheres.
"A Dança do Ventre mexe com a fantasia e o emocional, estimulando o corpo e acabando com as inibições. Quem acha que tem o corpo feio, vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural", diz a professora de Dança do Ventre, Lulu Sabongi.
A sensualidade também é presente em toda a Dança do Ventre. Os movimentos do corpo estimulam a libido de quem os faz e de quem vê. "A mulher passa a se ver como um todo e acaba mexendo com a fantasia masculina porque faz movimentos que se prestam ao sexo", diz Lulu.
Mas não dá para confundir. A dança é apenas sensual, mas não passa por apelos ou vulgaridade. "É uma brincadeira com o corpo que faz uma volta ao lúdico", diz a dançarina. Outra vantagem é modificar a postura e os próprios movimentos, que ganham mais graça e suavidade, além de dar mais forma ao corpo.
Fonte: mulher.terra.com.br