Samia Gamal
RAKS EL SHARQI - Clássico - A dança clássica utiliza-se de músicas, em sua maioria compostas para a bailarina, propondo ritmos de entrada desta em cena, o desenvolvimento da música com altos e baixos e vários ritmos e o grande final, onde a bailarina deve deixar o palco dançando. Este estilo de dança utiliza-se muito de passos do ballet clássico como arabeske, giros, chassê, etc. A ênfase é o uso mais da parte superior do corpo do que a de baixo. Este estilo de música foi imortalizada por Om Kalsoum, cantora libanesa que cantava com profunda emoção. Suas músicas chegavam a durar uma hora e suas apresentações eram motivo de feriado para os árabes. Já a dança moderna é popular no oriente e utilizada para boates, rádios, etc. Moderno: Muitas das músicas de Oum Koulsoum tiveram trechos regravados de forma mais moderna, além disso surgiram novos cantores com características mais populares com certa influência ocidental porém permanecendo seus ritmos característicos. O que diferencia o clássico e o moderno do balady são as músicas utilizadas para ilustrá-los, não com ritmos pré-detrminados, mas com estilo da música, influenciando diretamente em sua movimentação.
Tahya Carioca
Foi uma grande bailarina e atriz egípcia reverenciada até hoje em sua pátria. Ficou famosa por sua interpretação de Carmem Miranda em " A Carioca".
Tahya e suas lindas coreografias
RAKS ESTA ARADI - A partir do Sharqi e dos filmes de musicais egípcios surge outro estilo de dança a Raks Esta Aradi ou dança-show, fazendo uma alusão aos filmes de Holywood. Folclórico- As danças folclóricas são de origem de alguma região específica ressaltando suas caracetrísticas e hábitos que repetidos dia após dia, tomam forma transformando-se em música poesia e movimento. Etimologia da palavra folclóre: folk= povo, nação, raça e lore= conhecimento, educação. As danças folclóricas ultrapassam gerações, Sua característica principal é a integração e respeito a costumes e tradições. Está ligada diretamente com o modo de vestir, músicas regionais e modo de vida do povo de origem. Concluímos por tanto, que as danças folclóricas utilizam-se de músicas e vestes específicas e que sua dança ressalta algum costume do povo de sua origem. Desta forma para executá-la, é preciso, com base nestas informações, interpretar todo este ambiente. Ritualística - Esta é a segmentação da dança que resguarda seus aspectos de origem religiosa ou ainda que retrata algum costume do povo árabe personificando suas superstições. Cada uma destas danças tem um motivo simbólico evocando deuses, pedindo graças, proteção, etc. Para retratá-la é preciso respeitar o modo como atuá0la para que sua prática traga à tona o seu significado de ritual.
Os acessórios utilizados na Dança do Ventre Através de pesquisas em livros, revistas e entrevistas, estudaremos os acessórios utilizados para a Dança do Ventre e descobriremos quais deles enquadram-se na segmentação feita acima: Tradicional, Folclórica ou ritualística. As modalidades estudadas serão: - punhal - bastão - castiçal - espada - taças - candelabro - snujs - pandeiro - jarro - lencinho - incensário - véus - serpente
Tonifica os músculos do glúteo, coxas e ventre. Massageia os órgãos internos do ventre proporcionando melhor funcionamento do intenstino. D iminui as cólicas menstruais. Em uma aula pode-se perder de 300 a 500 kcal! Proporciona ainda o alinhamento dos chakras, consciência corporal, desenvolve a concentração e coordenação motora
Há um segmento da linha de aprendizado exotérica que separa os rítmos em dois: lunares e solares. Os lunares são os movimentos ondulados e redondos. Já os solares são os bem marcados como batidas de quadril, egípcio, shimy e pulsação do ventre.
REDONDO PEQUENO
Girando o quadril encolhendo e soltando a barriga, mantendo -o no mesmo lugar. Sobe-se alternadamente cada joelho.
REDONDO MÉDIO
Sem alternar os joelhos projete o quadril para frente, lado, atrás outro lado, reproduzindo um pequeno círculo.
REDONDO GRANDE
Igual ao anterior porém a projeção para trás é maior.
OITO - INFINITO
Coloque o quadril para o lado e torça levemente para fente, leve o quadril para o outro lado,(sem levantar o calacanhar), desenhando um oito deitado ao chão.

Najua Fouad
Foi a maior bailarina do Líbano. Ainda ministra aulas mas sua performance decaiui muito após seu envolvimento com dogras na década de 70.
OITO - INFINITO
Para trás igual ao anterior só que torcendo o quadril para trás após a lateralização do mesmo.
OITO EGÍPCIO (para cima)
Leve o quadril para o lado em seguida para cima ( inicie o seu treino levantando o calcanhar para subir o quadril e leve para o outro lado levantando-o em seguida, desenhando um oito infinito na vertical.
OITO MAYA (para baixo)
Elevando o quadril para cima e em seguida leve para o lado descendo o calcanhar,suba ou outro lado e leve o quadril para fora, mesmo lado que você subiu, desenhando um oito infinito na vertical.
OITO INFINITO com um lado do quadril
Com uma perna em meia ponta á frente da outra, eleva-se o quadril e o baixa desenhando com ele um oito.
OITO INFINITO com a perna
Arrasta-se o pé em meia ponto no chão, tentando deixá-la esticada, deslocando ainda mais o quadril. O pé desenha um oito no chão á frente e atrás da perna de base, o quadril imita o movimento do pé.
CAMELO para fora (pélvico)
Pernas afastadas e levemente flexionadas. Quadril solto inclinado á frente, eleva-se o bum-bum para trás e depois para frente, desenhando um oito com o quadril
CAMELO para dentro
Pernas afastadas e joelhos relaxados. Quadril solto projetado á frente, encaixa-se o quadril deslocando-o para trás com o abdômem encolhido, leve o peso para trás assim e relaxe quando o peso estiver no calcanhar.
ONDA
Enche-se primeiro a parte superior da barriga empurrando o ar para baixo de uma forma contínua sem mexer o tronco. É feita também de baixo para cima. Este movimento simboliza o parto ou o ato de dar a luz.
SHIMY da barriga
É feito através de uma respiração rápida na barriga, produzindo um tremido.(contrações rápidas)
Dina
Não poderia faltar. è a bailarina mais sensual do Egito e mais famosa atualemnte. Sua beleza incontestável aliada a sua técnica e energia contagiante garantiram-lhe o respeito dos egípcios e até o direito de utiulizar roupas sumárias em seus shows.
BATIDA LATERAL
De quadril, transfira o peso de um lado para o outro produzindo batidinhas para os lados, SHIMY de quadril São as batidas de quadril feitas contínua e rapidamente. SHIMY com todo o corpo Flexiona-se os joelhos rapidamente produzindo um tremor em todo o corpo com ênfase na barriga.
SHIMY com os seios Sacode-se os ombros de um lado para o outro rapidamente.
EGÍPCIO
É o passo básico. Em posição ereta coloca-se uma perna em frente a outra. A da frente fica sempre em meia ponta alta. Então sobe-se o lado do quadril que tem a perna à frente, baixa, sobe e chuta com o pé. Pode ser feito lento ou rápido. Dele há variações para acompanhar o ritmos, como subindo e descendo o quadril sem sem chutar, etc.
"NOIVA"
Caminhando para frente ou para trás, a perna da frente eleva o quadril, passo com os joelhos flexionados, produzindo um caminhar majestoso.
SEIOS
É possível fazer vários desenhos com os seios, a letra "e", minúscula, letra "z" letras "m" e "n", o oito na vertical e horizontal, um círculo e a letra "s". SERPENTE É o movimento que se faz com a cabeça deslocando-a para um lado e para o outro ou ainda produzindo um círculo.
TWIST
Coloque uma perna em frente á outra, transfira o seu peso para a perna da frente, depois para a de trás, quando for à frente, faça uma torção leve pra dentro.
OITO QUEBRADO
Ou robozinho, levante o pé do chão para levantar o quadril, depois o outro lado e inicie uma marcha assim, sem mexer o tronco, até conseguir fazer também sem tirar os pés do chão (levantando os joelhos)
Pesquisa realizado por Muna Zaki - Pós Graduação em dança da PUCRS
Fifi Abdo
Juntamente com Dina, é a bailarina de maior sucesso atualmente no Egito. Dotada de um quadril incrívelmente potente, sua dança é forte e impressionante. Foi empregada doméstica de um músico que descobriu seu talento e iniciou sua carreira.
Fonte: www.escolaharem.com.br