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Dolce & Gabbana

LogoA mulher que veste a grife Dolce & Gabbana é sexy, gosta de transparência, contrapondo-se a tecidos masculinos de riscas “diplomáticas”, com gravata ou camisa masculina, mas sempre de salto, o que lhe confere um caminhar extremamente feminino.

E o mesmo vale para o homem. Relaxado, veste-se para si mesmo, pode ir ao escritório com um impecável traje de risca “diplomática” ou, diferentemente, com calça jeans e um blazer.

As peças assinadas pela dupla tornaram-se supercobiçadas no mundo fashion, e a personalidade de ambos, se emaranhou de tal forma na estética deslumbrante criada por eles que celebridades, clientes e até compradores da indústria da moda pronunciam o sobrenome dos estilistas italianos como se fossem uma alma inseparável: Dolce & Gabbana-

A história

Domenico Dolce – nascido em Palermo na Sicília – e Stefano Gabbana – natural de Venezia – conheceram-se ainda como estudantes de moda, no início dos anos 80, em Milão. Um deles, filho de alfaiate, e o outro, filho de um operário industrial, tiveram juntos uma clara visão de como queriam vestir uma mulher. Abriram o primeiro ateliê em 1982 e, usando estampas de leopardo e zebra, definiram sua marca: nascia uma nova geração de estilistas Italianos. Ternos de alfaiataria colados ao corpo e corpetes confeccionados com tecidos nobres e cores vibrantes trouxeram nova vitalidade à sensualidade, feminilidade e poder. O processo de criação dessa dupla era semelhante à criação do figurino de um filme. Idealizavam a história, o ambiente, a época e vestiam seus personagens imaginários. Sem falar na maior e mais constante fonte de inspiração: a Sicília, localizada no Mediterrâneo Sul, com tradições e paixões que são, até os dias de hoje, a marca registrada de cada coleção DOLCE & GABBANA.

A mulher do sul da Itália, austera, poderosa, devastadoramente sexy e com fortes traços católicos é parte fundamental do imaginário da dupla, assim como os chefões da máfia italiana dos anos 30 e os camponeses proletários de camiseta regata, suspensórios e sandálias de couro.

Fonte: www.estilors.com.br

Dolce & Gabbana

Criada por Domenico Dolce e Stefano Gabanna, a marca italiana surgiu no mundo na moda em 1985, num evento realizado em Milão. A marca rapidamente conseguiu alcançar um patamar bastante prestigiante em todo o mundo aliando a alta-costura italiana e um estilo mais clássico, com uma cultura mais urbana e moderna, tornando-se numa das marcas mais representativas no mundo da moda.

Desde o início da sua actividade, a marca sempre se considerou representativa dos “valores mediterrâneos”, especialmente dos italianos, onde o glamour e a sedução são duas das características principais. Foi com esta postura que a marca começou a surgir nas mais variadas “mostras” de moda um pouco por todo o mundo, tendo conquistado Hollywood e algumas das suas estrelas como por exemplo Madonna, Angelina Jolie ou Kyle Minogue.

Embora a Dolce & Gabbana possa ser considerada uma marca de “alta-costura” italiana bastante clássica, a verdade é que, com o decorrer dos anos, soube adaptar-se às mudanças da sociedade e conseguiu alcançar segmentos mais jovens. Na realidade, a marca italiana divide-se em duas sub-marcas com públicos-alvo bastante distintos: a Dolce & Gabbana e a D&G.

A Dolce & Gabbana é a clássica. Roupa luxuosa e extremamente cara, peças muito limitadas com um fabrico artesanal bastante cuidado que criam um estilo intemporal, transformando qualquer peça de vestuário num objecto de culto. A D&G é a face urbana da marca, mais irreverente e moderna, claramente criada para pessoas mais jovens que se interessam pela moda, “pela música e liberdade”, como a própria marca se caracteriza.

Assim, através destes dois conceitos a Dolce & Gabbana conseguiu distinguir-se de outras marcas mais clássicas por norma “concorrentes” do segmento. Podemos encontrar no mercado uma enorme gama de produtos da marca que vão desde as peças de vestuário mais clássicas e mais caras até aos óculos, perfumes e roupa mais descontraída que não apresenta preços muito diferentes das concorrentes do segmento, como por exemplo a Diesel.

Fonte: www.ruadebaixo.com

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