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Estrias

Estrias na gravidez

Livre-se dos enjôos e das estrias, os males mais comuns da gravidez

Estrias e enjôos estão entre os males mais comuns da gestação. A boa notícia - ufa! - é que combatê-los também está longe de ser um bicho de sete cabeças.

"Percebi que minha dieta ajudou muito a ficar longe desse tipo de problema", afirma a cantora Kelly Key. "Evitei gorduras e frituras, além dos refrigerantes. Em compensação, me esbaldei comendo ensopadinhos de legumes variados".

A alimentação adequada não só previne os enjôos como, combinada a um bom hidratante, dificulta o surgimento das estrias.

Pequenos bocadinhos

Durante a gravidez, você deve priorizar uma dieta de seis a oito porções diárias, abusando de frutas, verduras e legumes. As proteínas também colaboram na prevenção das estrias - as carnes brancas são uma boa fonte, mas não ignore as vermelhas: elas são boas fontes de ferro e combatem a anemia.

Fora isso, algumas táticas simples diminuem o problema, quando ele já deu as caras pela primera vez. "Comer três bolachas água e sal, em jejum, antes mesmo de se levantar, funciona bem", afirma o obstetra dos hospitais Albert Einstein e São Luiz. Ele ainda aconselha evitar qualquer tipo de líquido até as 10h da manhã e, depois desse horário, beber água de coco e chá de gengibre gelado.

"Atualmente, também existem diversos medicamentos que não prejudicam o feto e aliviam o desconforto das mães", afirma o Dr. José Bento. Basta pedir orientação ao seu médico - a mesma dica vale para os famosos chazinhos.

Sim, até mesmo as alternativas consideradas naturais podem causar danos ao bebê. Muitas ervas (como a camomila, a hortelã e a melissa) têm ação abortiva ou causam relaxamento uterino, em alguns casos. Para evitar qualquer prejuízo no desenvolvimento do feto, consulte um especialista.

As causas do enjôo e das estrias

Os enjôos atacam, em média, 80% das gestantes e ocorrem basicamente devido à inexistência da placenta, que começa a ser formada só a partir da 12ª semana de gestação - não à toa, o momento em que o sintoma normalmente desaparece.

O inverso também acontece, ou seja, embrulhos no estômago provocados pelo excesso de placenta - como na gravidez de gêmeos ou de fetos com mais de quatro quilos. O bebê, muito grande, pressiona o tubo gástrico e o estômago, atrapalhando o funcionamento do sistema digestório, daí o desconforto.

"Só senti enjôo do sétimo ao nono mês", afirma a atriz Nívea Stelmann. "Os médicos disseram que isso aconteceu por causa dos quatro quilos do Miguel".

Já as estrias resultam da combinação de uma pele desidratada com o inevitável aumento de peso. As fibras de colágeno e elastina presentes na região são rompidas e formam uma cicatriz, as estrias. No primeiro estágio, elas são avermelhadas por causa do sangramento interno. No segundo, quando se tornam brancas, já estão cicatrizadas e a produção de melanina não ocorre mais no local, isso é, mesmo bronzeada você vai continuar com aquelas indesejáveis marquinhas pálidas.

Para evitá-las, no entanto, a dermatologista Lígia Kogos dá a receita. "A gestante deve ter duas preocupações essenciais: a hidratação profunda e o equilíbrio de peso, engordando, no máximo, dez quilos durante a gestação".

Use a hidratação no combate as estrias

O melhor jeito de prevenir o rompimento das fibras é a hidratação constante, com óleos de preferência. Só é preciso atenção ao escolher, pois muitos produtos apenas lubrificam, mas não penetram na pele. Nívea Stelmann não dispensou cuidados. "Hidratei muito a pele e fiz drenagem com óleos próprios para gestantes a fim de evitar as estrias".

Cremes que permitam a absorção de água pelas células são os mais potentes, de acordo com a dermatologista - produtos que contenham proteína da uréia, avelã e uva estão entre os mais eficazes, segundo ela. O creme à base de silicone também é um bom aliado, pois forma uma camada que retém a umidade natural das células.

Os cuidados devem ser redobrados a partir do quarto mês. Nessa fase, a barriga costuma ter a maior variação de crescimento, favorecendo estrias mais largas e profundas. Mas, caso não consiga escapar às marcas, relaxe: atualmente existem vários tratamentos que recuperam o aspecto natural da pele - os de ácido retinóico, por exemplo.

Na dúvida, faça o teste

Antes de entrar em crise com as marquinhas tomando conta da barriga, cuide para que elas não apareçam. Se você sentir a pele coçar, é sinal de desidratação - mesmo que tenha acabado de passar um creminho nela. Corra a um especialista e peça indicação de um bom cosmético ou de uma fórmula manipulada.

E não confunda: coçar a pele não forma estrias. Isso é puro mito! As unhas atingem apenas a camada superficial da pele, e não as regiões onde estão as fibras que se rompem.

Fonte: minhavida.uol.com.br

Estrias

As estrias caracterizam-se por um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e latina (responsáveis pela sua elasticidade e tonicidade). As estrias afetam homens, mulheres em idade adulta ou durante a adolescência, mulheres no transcorrer da gestação, e até mesmo crianças não escapam das estrias. As estrias geralmente são comuns nas mamas, quadris, culotes, coxas e bumbum.

As estrias são atrofias lineares formadas pelo rompimento das fibras elásticas e comprometimento do colágeno resultantes de um estresse mecânico(estiramento) ou estresse fisiológico (estímulo hormonal). As fibras rompidas são inundadas de sangue, formando uma lesão que se reflete na pele como minicicatrizes avermelhadas que com o passar do tempo vão adquirindo uma coloração esbranquiçada.

Fonte: www.saudenarede.com.br

Estrias

As estrias são causadas pela ruptura das fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela elasticidade da pele.

Estas fibras elásticas estão localizadas na derme e sofrem ruptura devido à distensão exagerada relacionada a alterações hormonais, ganho ou perda de peso repentinamente ou ganho de muita massa muscular em curto período de tempo.

É comum o surgimento durante a adolescência em decorrência do crescimento acelerado nesta fase da vida e também na gravidez.

As mulheres têm maior predisposição ao desenvolvimento de estrias, sendo esta uma das principais queixas de estética feminina.

As estrias surgem principalmente nas coxas, nádegas e abdome.

Inicialmente as lesões são avermelhadas ou róseas evoluindo mais tarde para uma tonalidade esbranquiçada. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras que a pele sadia.

Existem diversos tratamentos para estrias, muitos com eficiência duvidosa e outros com bons resultados.

Tratamento preventivo das estrias

O surgimento das estrias depende de uma tendência pessoal. Algumas pessoas as desenvolvem mesmo com pouca distensão da pele e outras não desenvolvem estrias nem na gravidez, quando a distensão da pele é muito grande.

Ainda assim fazer um tratamento preventivo antes que as estrias apareçam é boa estratégia. Medidas recomendadas:

Hidratação intensa da pele com cremes e loções hidratantes para tentar evitá-las, principalmente em pessoas com histórico familiar de estrias.

Beber pelo menos oito copos grandes de água por dia (2 litros).

Evitar engordar demais e rapidamente, eliminando doces e gorduras da dieta e praticando exercícios físicos regularmente.

Tratamento das estrias

As estrias são lesões irreversíveis, ou seja, não há tratamento curativo. Os tratamentos buscam melhorar o aspecto da pele, estimulando a formação de tecido colágeno e tornando as estrias mais semelhantes à pele.

Tratamento das estrias com ácidos

Alguns tipos de ácidos estimulam a formação de tecido colágeno, especialmente o ácido retinóico, melhorando o aspecto das estrias. O tratamento com ácido retinóico causa descamação e vermelhidão, por isto seu uso deve ser orientado pelo médico dermatologista de acordo com cada tipo de pele. Ao usar este tipo de tratamento deve-se evitar exposição solar.

Tratamento das estrais com peelings

Os peelings agem da mesma forma que os ácidos, no entanto, de uma forma mais acelerada e intensa, geralmente levando a um melhor resultado. O procedimento é realizado pelo médico e atenção com a exposição solar é ainda mais necessária.

Tratamento das estrais com subcisão

A subcisão consiste na introdução de uma agulha grossa, com ponta cortante, ao longo e por baixo da estria, com movimentos de ida e volta. O trauma causado leva à formação de tecido colágeno no local, que preenche a área onde o tecido estava degenerado.

Tratamento das estrais com dermoabrasão

A dermoabrasão é o lixamento das estrias provocando reação semelhante à dos peelings, com formação de colágeno, mas com a vantagem de regularizar a superfície da pele, que ganha mais uniformidade, ficando mais semelhante à pele ao redor.

Tratamento das estrais com laser

Existem tipos de laser, como o fracionado e o pulsátil, que estimulam a formação de novo colágeno, com diminuição do tamanho das estrias recentes ou antigas.

Fonte: www.bancodesaude.com.br

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