Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  História da Moda  Voltar

História da Moda

É importante para o melhor entendimento desta análise descrever em pequena prévia o surgimento e estabelecimento da moda até os dias atuais:

Como já foi dito anteriormente, a moda caminha de forma oposta à lógica da tradição, ou seja há uma relativa depreciação do passado e a novidade é vista como algo superior, contrariando à tradição, onde o conservadorismo rege a lei da imobilidade através de uma continuidade social. Nas sociedades primitivas, a imposição de modelos herdados do passado impedem o aparecimento da moda.

"Enquanto nas eras de costumes reinam o prestígio da antigüidade e a imitação dos ancestrais, nas eras da moda dominam o culto das novidades assim como a imitação dos modelos presentes e estrangeiros. Prefere-se ter semelhanças com os inovadores contemporâneos do que com os antepassados."

Gilles Lipovetsky, O Império do Efêmero

Contudo, há um primeiro momento onde acontece um relativo abandono às normas coletivas que valorizam o legado ancestral, dando princípio à iniciativa estética, ao devaneio e à originalidade humana. Com o desuso da longa sobrecota em forma de blusão em proveito de um traje masculino mais curto, apertado na cintura, fechado por botões e descobrindo as pernas, modeladas em calções, e com o ajuste dos trajes femininos colocando em evidência o busto, os quadris e a curva das ancas, começa-se um ritmo precipitado de frivolidades, instalando o "reino das fantasias" de maneira sistemática e durável que se impõe durante cinco séculos. Este período que vai da metade do século XIV à metade do século XIX é considerado a fase inaugural da moda, momento onde esta revela seus traços sociais e estéticos mais característicos. Ou seja, a diferenciação social, a renovação das formas, o prazer em ornamentar-se, necessidade de ver e ser visto, apreciação do belo e liberdade individual na escolha das cores e cortes. Contudo, apenas grupos muito restritos que monopolizavam o poder de iniciativa e de criação tiveram acesso a este período. Trata-se do estágio aristocrático e artesanal da moda.

Porém, foi ao longo da segunda metade do século XIX que a moda, no sentido moderno do termo, instalou-se. Com os processos tecnológicos em todas as áreas, a moda viveu até 1960 um período que Lipovetsky chama de "moda de cem anos": fase em que o sistema começa a se fragmentar e a se readaptar parcialmente, e época do surgimento de grandes costureiros como Mme. Coco Chanel , Charles Worth e Paul Poiret. Há o surgimento de duas vertentes, a Alta Costura que se baseia na criação de luxo e sob medida, considerada o laboratório das novidades ( lançadores de tendências ), e a Confecção que é a produção em massa a um custo mais baixo e menor qualidade ( seguidores de tendência ). A moda agora passava a produzir burocraticamente coleções sazonais com uma lógica serial industrial e desfiles de manequins com fins publicitários.

Mas, o que realmente interessa neste período é que a moda se torna objeto de desejo, onde o vestuário converte-se em concretizador de emoções, traços de personalidade e caráter. Não que desde o princípio, a indumentária não tenha tido este mesmo efeito, mas no século XX, a moda moderna, além de suas novas características estético-burocrática, industrial , democrata e individualista, também, se torna elemento chave na comunicação visual em massa. Particularmente, a Alta Costura passou a ser uma dessas instituições que punham as pessoas (artistas, grandes costureiros, esportistas de sucesso e gente do "show bussines") no mais alto patamar, sacralizando seu estilo, fazendo com que sua individualidade fosse bajulada e desejada pelas massas. A moda passa a ser protagonista da indústria cultural.

"A Alta Costura é uma organização que, sendo burocrática, emprega não as tecnologias da coação disciplinar, mas processos inéditos de sedução que inauguram uma nova lógica do poder. (...)

A imposição estrita de um corte cedeu lugar a sedução da opção e da mudança, tendo como réplica subjetiva a sedução do mito da individualidade , da originalidade, da metamorfose pessoal, do sonho do acordo efêmero do Eu íntimo e da aparência exterior."

Gilles Lipovetsky, O Império do Efêmero

Dando fim a esse período de cem anos, surgiu em 1949 o prêt-a-porter (expressão desenvolvida por J.C. Weill que quer dizer "pronta para usar" — "ready to wear"), esta que revolucionou a lógica da produção industrial, pois agora era possível criar roupas em escala industrial , com maior qualidade e lançadoras de tendências. Ou seja, um mistura do glamour da Alta Costura ( que a princípio declinou com a chegada do prêt-a-porter ), com a eficiência da produção em série. Sem contar que a era do prêt-a-porter coincide com o fim da Segunda Guerra, onde o desejo de moda expandiu-se pelo cinema, através da multiplicação de revistas femininas, pelo baby boom que findou com poder de compra dos jovens, e pela vontade de viver o presente estimulada pela nova cultura de massa e consumo.

Junto ao prêt-a-porter, acontece outro fenômeno: já não se imita o superior, pelo contrário, imita-se o que se vê em torno de si, os trajes simples e divertidos, os modelos menos caros apresentados cada vez mais nas revistas. A lei vertical da imitação foi substituída por uma imitação horizontal, de acordo com uma sociedade de indivíduos reconhecidamente iguais. A influência da massa mediana é quem "comanda" a moda do final de século.

Indústria Cultural

Não há comunicação ou moda ingênua. Os itens da comunicação, enquanto estímulos, são produzidos por nós com a finalidade de moldar ou dirigir o comportamento numa direção específica. Não nos vestimos apenas para cobrir o corpo, ou nos comportamos de certa maneira sem qualquer razão aparente. Estamos sempre fazendo uso de meios – sinais, signos e símbolos – para atingir certos fins. Sendo relevante lembrar que tais meios de forma alguma são automáticos, mecânicos. Um divertido exemplo é a moda brasileira de biquínis fio-dental. Tal signo, natural e apreciado nas praias brasileiras seria encarado de forma quase ultrajante em praias dos EUA. Isso nos mostra que os meios de forma alguma são universais, podendo nos levar a diferentes fins, dependendo apenas da interpretação do receptor. As situações de comunicação e de moda dependem da totalidade de fatores culturais e da personalidade que cada pessoa leva para a situação, levantando outra questão: a do individualismo. Ou seja , uma relativa liberdade deixada ás pessoas para rejeitar, modular ou aceitar as linguagens impostas. No entanto, tal liberdade individual de escolha, é indiretamente manipulada pelos diversos veículos de comunicação existentes no século XX, assunto abordado logo a seguir.

Com o surgimento de novas tecnologias (televisão, rádio) capazes de fazer com que meios de comunicação atingissem um público maior (massa), criou-se o termo comunicação de massa que vem acompanhado do conceito de indústria cultural. O primeiro tem significado literal, já o segundo quer dizer: a produção de bens de consumo simbólicos que são favorecidos pelo interesse da mídia através dos grandes veículos .

Daí, surge a "moda" que conhecemos hoje, onde, através da comunicação de massa, vendem-se costumes pré-fabricados que acabam por se tornar necessidade de todos. Ou seja a indústria cultural especula sobre o estado de consciência e inconsciência de milhões de pessoas, fazendo das massas mero elemento de cálculo. Hoje, a indústria cultural abusa da consideração com relação as massas para reiterar, firmar e reforçar a mentalidade destas, sendo que as massas não são a mentalidade mas a ideologia da indústria cultural, ainda que esta última não possa existir sem a elas se adaptar.

"A sociedade de consumo é a programação do cotidiano: ela manipula e quadricula racionalmente a vida individual e social em todos os seus interstícios; tudo se torna artifício e ilusão a serviço do lucro capitalista e das classes dominantes."

Gilles Lipovetsky, O Império do Efêmero

No entanto, em nossos dias, a autonomia pessoal na indumentária tem de ser levada em conta. Por mais que sigamos uma maré de tendências estabelecidas a cada estação, nos vestimos cada mais para si, em função de nossos próprios gostos, refletimos apenas a tendência que nos agrada transformando ,de forma sutil, as imposições da indústria cultural que não está ausente a esta mudança. Ora, o imperativo industrial da constante renovação ( Novo ) se encarna agora numa política de produtos coerente e sistemática, a da diversificação e desmassificação da produção. A moda hoje é despadronizada (diferente da produção em massa dos anos 50) e oferece através de um amplo leque de modelos e versões infinitas escolhas.

Longe de ser equivalente a uniformização dos comportamentos, dos usos, dos gostos, o império da moda caminha ao lado da personalização dos indivíduos. Nas eras de costume, poucos eram os homens imitados , no entanto eram imitados em tudo. Hoje, copiamos características variadas num universo de mil, dez mil pessoas. Elementos que em seguida combinamos á própria natureza acentuando por fim nossa personalidade.

Porém essa comunicação-moda não nos leva apenas a feliz idéia de que finalmente somos todos seres livres expressando nossa convicções pessoais através do vestuário. A inquietude da comunicação em nossa sociedade fez com a solidão se torna-se um sentimento em massa. O número de pessoas que vivem sozinhas aumentou abruptamente noa últimos anos, o número de anúncios de encontro aumentou junto com os grupos e associações de pessoas que se sentem sós, a frustração pela falta de comunicação tornou-se um fenômeno dos tempos modernos. Um pouco por toda parte as pessoas se queixam de não serem ouvidas, de não poder exprimir-se. A liquefação das identidades sociais, a diversificação dos gostos, a exigência soberana de ser si próprio desencadeiam num impasse relacional, uma crise da comunicação. A troca formal, estereotipada é cada vez mais vez menos satisfatória. Quer-se uma comunicação livre, sincera e pessoal e quer-se a renovação em nossas relações. Não sofremos apenas com o ritmo e com a organização da vida moderna, sofremos por nosso apetite insaciável de realização privada, de comunicação, de exigências sem fim em relação ao outro. O reino consumado da moda pacifica o conflito social, mas aprofunda o conflito subjetivo e inter-subjetivo; permite mais liberdade individual, mas engendra mais dificuldade de viver. A euforia da moda, tem como complemento o abandono, a depressão, a perturbação existencial. Há mais estimulações de todo o gênero, mais inquietude de viver, há mais autonomia privada, mas mais crise íntimas.

"Tal é a grandeza da moda, que remete sempre mais o indivíduo para si mesmo; tal é a miséria da moda que nos torna cada vez mais problemática para nós mesmos e para os outros."

Gilles Lipovetsky, O Império do Efêmero

Agora, o que importa é, sem dúvida, unir todos os esforços para o estudo das causas técnicas, científicas, econômicas e sociais que aceleram a evolução do mundo moderno, e para a previsão de situações que poderiam derivar das influências conjugadas. Pois não é ao redor do homen, mas nele mesmo que se impões as situações decisivas. Não adianta separar a moda com uma eferemidade e partir para assuntos que saboreiem o intelecto mais profundo, estamos absortos na forma moda ( o efêmero tambem faz parte de nossa essência), num mundo de fantasias onde a realidade se confunde, se perde e é seduzida por um homem "antenado", moderno e sozinho.

Fonte: www.dominiofeminino.com.br

História da Moda

Moda – e costume - existem desde o tempo das cavernas, quando os grupamentos humanos eram diferenciados não só pela aparência física mas também pelo que recobria seus corpos.

Com a civilização, homens e mulheres passaram a decidir sobre o que lhes era mais adequado vestir; de acordo com sua "tribo" e condição social, cabia determinada vestimenta, requintada ou simplória.

A evolução dos costumes – e da moda – sofreu com a circularidade que as caracteriza no movimento histórico do ocidente: do "libertinismo" pagão da cultura clássica, passando pelas crises de pudor do cristianismo recente, pelas crises de pudor do cristianismo tardio e chegando ao século XIX no auge da repressão: a palavra de ordem é esconder o corpo, principalmente o feminino (razão do pecado e da perdição da humanidade, com ainda pensa o catolicismo).

A civilização puritana escondeu tudo, menos a natureza humana: e as primeiras crises histéricas, femininas, tornaram-se fonte de inspiração para uma nova forma de ver (e ler) o mundo: a psicanálise.

De mãos dadas com ela (a psicanálise) surgiu a interpretação materialista-dialética da história, sem dúvida atrelada ao componente infra-estrutural – o econômico - dando passagem ao capitalismo, a Karl Marx e ao marxismo.

A industrialização, por sua vez, trespassou o século XX e mudou novamente a maneira de pensar das pessoas; as picuinhas e entreveros regionais do fim do século XIX desembocaram num grande conflito: a Primeira Guerra Mundial.

Depois dela e em relação aos hábitos antigos, a moda enlouqueceu: os cabelos foram tosados "à la garçonne", as saias subiram, as cinturas desceram, surgiu o mundo das "melindrosas", característica dos anos vinte.

A segunda guerra mundial obrigou as mulheres a saírem de casa e trabalhar em fábricas, tudo pelo esforço de guerra: os homens na frente de batalha e as mulheres na produção de armamentos, munições, roupas e alimentos.

Cortaram os cabelos (o que tornou o cuidado mais prático), ganharam em agilidade e competência.

Terminada a guerra, as mulheres não voltaram para casa: tomaram gosto pela empresa e pelo trabalho fora do lar. Mudou radicalmente o comportamento da mulher: ao invés de "avanços" ocasionais, como cabelos curtíssimos, saias curtas e piteiras, ela se distanciou da feminilidade: aderiu aos tailleurs (conjunto de paletó e saia, com blusa por baixo, às vezes gravata) com ombreiras, fortalecendo o porte e "virilizando" a figura. Sapatos tipo Anabela, práticos e confortáveis substituíram os saltos finos de bibelô (bonitos de se ver, perigosos para andar), ampliando a autonomia feminina (podiam correr, pisar duro, tudo o que é impossível fazer de salto alto).

O ícone de beleza feminina dos anos 30/40 – Marlene Dietrich, o "anjo azul" – começou a perder terreno, trocada por um modelo mais simples...e eficiente: a "mulher moderna".

Mas os milhões de amantes platônicos de belezas "à la Gilda" – Rita Hayworth – trouxeram de volta ao trono, nos anos 50, (a moda é efêmera e circular) a mulher "violão" (curvas, curvas...), tendo a italiana Gina Lolobrigida como expoente.

Ressurgiu o modelo "homem machão casado com mulher feminina e submissa", esperando o marido em casa, no final do expediente, vestida com robe de nylon semi-transparente e um dry Martini (extra-seco, claro!!); algo assim como uma Doris Day...

Os vestidos "tomara-que-caia" de barbatanas realçando o busto com cinta para diminuir a cintura (de vespa), escancaravam uma sensualidade de mulheres que sonhavam com o casamento perfeito.

Já nos anos 60, cansadas de sorrir, fazer dry martinis, anunciar geladeiras na televisão - e sofrendo a concorrência (desleal) das secretárias simpáticas , solteiras e cocotas que quase sempre se tornaram amantes de seus maridos - as mulheres queimaram soutiens em praça pública e meteram – literalmente - os peitos na luta por seus direitos, fazendo desabrochar o movimento feminista: direitos pela igualdade nos postos de trabalho, nos salários, nas atitudes, divisão de tarefas e despesas da casa.

As saias ficaram minis, as roupas heterogêneas como camisetas, batas e calças jeans que trouxeram a liberdade sexual e a popularização de pílulas anticoncepcionais.

Homens de cabelos compridos ornamentados por flores "à la Hair" passeavam pelos anos 70 - hippies - de comportamento peculiar, reverenciando Geia, a mãe-natureza, defendendo um estilo de vida despojado e simples.

Daí para o surgimento dos movimentos ecológicos foi um passo.

Hoje, a diversificação tomou conta do mundo, das pessoas e da moda. Praticamente vale tudo; saias, calças, bermudas, calcinhas e calçolas; em qualquer horário, em qualquer comprimento, tecido, cor e padrão.

As pessoas estão mais livres, não respiram o ar pesado da moda escrava, restou a tendência, maneira com a qual os "antenados" gostam de se vestir antes que a moda se dissipe com pequenas adaptações para que todos possam compreende-la.

O mundo descobriu o holismo (a re-integração), a física quântica e é ultra "chic" falar em "mudança de paradigma"; o Feng Shui dita a decoração das casas - sempre em busca da harmonia e serenidade.

A arte, mais do que nunca, faz parte dessas mudanças: o cinema, a pintura, as artes plásticas, literatura, cada expressão com sua maneira singular de enxergar o cotidiano, o glamuroso, as diferenças, o exato momento da estória que estamos vivendo, com toda liberdade que os tempos de hoje nos permite.

Glossário

Marxismo, Marx

doutrina político-filosófica baseada no materialismo dialético e que denuncia a exploração do trabalhador pelo capitalismo, propondo uma nova estrutura social, baseada na ditadura do proletariado. Seu autor, Karl Marx, é uma das maiores personalidades do mundo ocidental de todos os tempos.

"À la garçonne"

corte de cabelo curtíssimo – do tipo "Joãozinho".

melindrosa

nome pelo qual eram chamadas, nos anos 20, as moças que aderiram à moda de cabelos curtíssimos e saias idem.

"Tailleur"

costume feminino, correspondente ao terno masculino; era composto de saia justa, paletó curto e blusa; sendo simples e geralmente de cor escura, era a roupa ideal para o dia-a-dia da mulher que trabalha.

Salto "Anabela"

saldo baixo, inteiriço, deixando a parte posterior do pé um pouco mais alta que a parte dianteira; comum hoje em dias, em tênis.

Marlene Dietrich

corista, cantora e artista de cinema dos anos 20 em diante; figura marcante, foi o musa dos jovens soldados alemães durante a Segunda Guerra Mundial (cantava a música Lilly Marlene) e inspiradora da moda dos anos 30/40. Seu filme mais famoso – o Anjo Azul, tornou-se sua marca registrada.

"Lilly Marlene"

música alemã cantada por Marlene Dietrich e que se transformou no símbolo da Segunda Guerra Mundial para os soldados alemães – ao evocar, tristemente, a saudade de casa.

"Gilda"

a mulher fatal do cinema americano dos anos quarenta; o papel foi feito por Rita Hayworth, loira de cabelos compridos e selvagemente cacheados.

Rita Hayworth

uma das mulheres mais lindas do cinema norte-americano, estrela dos anos 40/50.

Gina Lolobrigida

artista italiana de muito sucesso nos anos 50/60, marcada por uma silhueta do tipo "violão", com seios fartos e traseiro mais farto ainda. Povoou os sonhos masturbatórios de grande parte dos jovens e adolescentes dos anos 50/60. É, hoje, uma septuagerária rica e bem-humorada que mora na França, sua pátria de adoção.

"Dry-martini"

drinque muito apreciado entre os norte-americanos e feito com vermute branco seco, gim, gelo e azeitona verde espetada num palito

deve ser servido em taça aberta (parecida com as antigas taças de champanhe); quanto mais gim na receita, mais seco é o dry Martini.

Robe

(ou "peignoir", para as cinquentonas) um roupão metido a besta (do francês, "robe de chambre").

"Feng Shui"

estilo de proceder que promove a harmonização dos ambientes através do arranjo de mobiliário e utensílios domésticos com suas corres determinadas em posições previamente estudadas.

Doris Day

atriz do cinema americano (também cantava) famosa nos anos 50/70, sucesso de comédias "água-com-açucar". Sempre foia certinha em tudo: no sexo, nas amizades, na família, etc.

Cocotas

um tipo de melindrosa (da gíria francesa "cocotte").

"Soutien"

quem não sabe o que é um sutiã? Do primeiro, a gente nunca esquece....

"Hair"

peça norte-americana do final dos anos 60, onde todos os atores (muitos) permaneciam nus na platéia durante quase todo o tempo. Sucesso na época, em que a liberação sexual ainda engatinhava.

Calçola

o mesmo que calcinha, só que maiores e mais engraçadas.

Holismo

forma de olhar o mundo – e as coisas – de modo integrado, em contraposição ao modelo cartesiano clássico, caracterizado pela fragmentação e divisão da realidade.

"Chic"

"chic", é chique (elegante, "da hora").

"Mudança de paradigma"

mudança do modelo civilizatório, termo muito em moda, hoje, para caracterizar qualquer mudança, inclusive a preconizada por Thomas Kuhn, filósofo da ciência e introdutor do termo.

Glamuroso

sedutor; o que tem "glamour" (em francês, sedução).

Antenados

pessoas ligadas nas tendências e costumes do momento.

Fonte: www.conteudoescola.com.br

voltar 12345678avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal