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Murici

Fruteira arbustiva, encontrada em toda a região amazônica, e no litoral das regiões norte e nordeste. Seus frutos são amarelos, medindo de 1 a 2cm. Seu sabor exótico confere a esta fruta características únicas sem paralelo dentre as fruteiras amazônicas.

Murici

Aplicações

A polpa pode ser utilizada na preparação de sucos, sorvetes, vinhos e licores.

Colheita

De dezembro a abril.

Composição(100g)

Caloria 66kcal
Umidade 82.80g
Proteínas 3.36g
Fibra 1.30g
Cálcio 80.00mg
Fósforo 20.00mg
Ferro 1.00mg
Vitam. B1 0.02mg
Vitam. B2 0.04mg
Niacina 0.40mg
Vitam. C 7.27mg
pH 3.76
Brix 4.16%
Acidez 0.82%

Fonte: www.camta.com.br

Murici

Murici

Fruto carnoso de sabor forte, o murici é agridoce e oleoso. Consumido in natura e usado na fabricação de doces, sucos, sorvetes e licores, é encontrado em 11 estados brasileiros, entre eles São Paulo.

O murici pertence à família Malpighiaceae, a mesma da acerola. Possui várias espécies e, por isso, pode ser encontrada em cores diferentes, dependendo do local da sua ocorrência. A estimativa é que o gênero Byrsonima possua mais de 200 espécies, sendo que 100 delas estão amplamente distribuídas no País. A maioria é encontrada na região amazônica, onde, na época de sua frutificação, a mata verde fica pintada pelo amarelo do fruto.

A sua árvore pode chegar a até seis metros de altura. Seu tronco é tortuoso e pode apresentar nós. As folhas são simples e rígidas, chegam a 24 centímetros de comprimento e 18 centímetros de largura. A sua madeira é usada na construção civil e a sua casca para o uso medicinal, com a fabricação de antitérmicos. A casca contém de 15 a 20% de tanino, sendo adstringente e podendo ser utilizada na indústria de curtume. A fruta também é conhecida por douradinha-falsa, mirici, muricizinho, orelha-de-burro e orelha-de-veado (os dois últimos nomes são dados por causa do formato das folhas).

Pesquisadores acreditam que o murici foi a fruta encontrada na Bahia pelo padre viajante Gabriel Soares de Sousa na metade do século 16. Em sua descrição, informa que se tratava de árvore pequena e muito seca que, nascendo em terras fracas, fornecia frutas amarelas e moles, menores do que as cerejas, comestíveis e de sabor e cheiro semelhantes aos do "queijo de Alentejo".

Fernanda Mariano

Fonte: www.folhadaregiao.com.br

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