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Aquel Tapado de Armiño

Letra: Manuel Romero
Música: Enrique Delfino
Composto em 1928
Tradução: Elesta, Leo e Marcial

Aquel Tapado de Armiño de Armiño

Aquel tapado de armiño
Aquele casaco de arminho

todo forrado en lamé
todo forrado em lamê

que tu cuerpito abrigaba
que teu corpinho abrigava

al salir del cabaret,
ao sair do cabaré,

cuando pasaste a mi lado
quando passaste ao meu lado

prendida a tu gigoló,
agarrada a teu gigolô,

aquel tapado de armiño
aquele casaco de arminho

cuántas penas me causó!
quanta pena me causou!

Te acordás? Era el momento
Te lembras? Era o momento

culminante del cariño,
culminante do carinho,

me encontraba yo sin vento,
eu me encontrava sem grana,

vos amas el armiño.
tu amas o arminho.

¡Cuántas veces tiritando,
quantas vezes, tiritando,

los dos junto a vidriera
os dois junto da vitrine,

me decías suspirando:
me dizias suspirando:

¡Ay, mi amor, si vos pudieras!
ai, meu amor, se tu pudesses!

Y yo con mil sacrificios
E eu com mil sacrifícios

te lo pude al fin comprar.
pude, afinal, te comprar.

Mangué amigos, vi usureros,
Enganei amigos, visitei agiotas

y estuve un mes sin fumar!
e estive um mês sem fumar!

Aquel tapado de armiño
Aquele casaco de arminho

todo forrado en lamé
todo forrado em lamê

que tu cuerpito abrigaba
que teu corpinho abrigava

al salir del cabaret,
ao sair do cabaré,

me resultó al fin y al cabo
me resultou ao fim e ao cabo

más durable que tu amor:
mais durável que teu amor:

el tapao lo estoy pagando
o casaco estou pagando

y tu amor ya se acabó.
e teu amor ja se acabou.

Fonte: www.paixaoeromance.com.br

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