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Nado Crawl

Medalhas nos Jogos Olímpicos de 2008 (Pequim)

Masculino

 

Prova Ouro Prata Bronze
50 m Cesar Cielo (BRA) LEVEAUX Amaury (FRA) BERNARD Alain (FRA)
100 m BERNARD Alain (FRA) SULLIVAN Eamon (AUS) LEZAK Jason (EUA)
200 m PHELPS Michael (EUA) PARK Taehwan (COR) VANDERKAAY Peter (EUA)
400 m PARK Taehwan (COR) ZHANG Lin (CHI) JENSEN Larsen (EUA)
1.500 m MELLOULI Oussama (TUN) HACKETT Grant (AUS) COCHRANE Ryan (CAN)
4 x 100 m Estados Unidos França Austrália
4 x 200 m Estados Unidos Rússia Austrália

 

Feminino

 

Prova Ouro Prata Bronze
50 m STEFFEN Britta (ALE) TORRES Dara (EUA) CAMPBELL Cate (AUS)
100 m STEFFEN Britta (ALE) TRICKETT Lisbeth (AUS) COUGHLIN Natalie (EUA)
200 m PELLEGRINI Federica (ITA) ISAKOVIC Sara (ESL)
PANG Jiaying (CHI)
400 m ADLINGTON Rebecca (GBR) HOFF Katie (EUA) JACKSON Joanne (GBR)
800 m ADLINGTON Rebecca (GBR) FILIPPI Alessia (ITA) FRIIS Lotte (DIN)
4 x 100 m Holanda Estados Unidos Austrália
4 x 200 m Austrália China Estados Unidos

Recordistas mundiais

- Eamon Sullivan, da Austrália, definiu o recorde mundial masculino dos 50 m, com um tempo de 21.28s, em 28 de março de 2008.

- Eamon Sullivan, da Austrália, definiu o recorde mundial masculino dos 100 m, com um tempo de 47.05s , em 13 de agosto de 2008.

- Michael Phelps, dos Estados Unidos, definiu o recorde mundial masculino dos 200 m, com um tempo de 1:42.96s , em 12 de agosto de 2008.

- Ian Thorpe, da Austrália, definiu o recorde mundial masculino dos 400 m, com um tempo de 3:40.08s, em 30 de julho de 2002.

- Grant Hackett, da Austrália, definiu o recorde mundial masculino dos 800 m, com um tempo de 7:38.65s, em 27 de julho de 2005.

- Grant Hackett, da Austrália, definiu o recorde mundial masculino dos 1.500 m, com um tempo de 14:34.56, em 29 de julho de 2001.

- A equipe dos Estados Unidos de Michael Phelps, Garret Weber-Gale, Cullen Jones e Jason Lezak definiu o recorde mundial masculino no revezamento 4 x 100 m, com um tempo de 3:08.24s, em 11 de agosto de 2008.

- A equipe dos Estados Unidos de Michael Phelps, Garret Weber-Gale, Cullen Jones e Jason Lezak definiu o recorde mundial masculino no revezamento 4 x 200 m, com um tempo de 07:03.24s , em 20 de março de 2007.

- Libby Trickett, da Austrália, definiu o recorde mundial feminino dos 50 m, com um tempo de 23.97s, em 29 de março de 2008.

- Libby Trickett, da Austrália, definiu o recorde mundial feminino dos 100 m, com um tempo de 52.88, em 27 de março de 2008.

- Federica Pellegrini, da Itália, definiu o recorde mundial feminino dos 200 m, com um tempo de 1:54.82s, em 13 de agosto de 2008.

- Federica Pellegrini , da Itália, definiu o recorde mundial feminino dos 400 m, com um tempo de 04:01.53s, em 24 de março de 2008.

- Rebecca Adlinton, da Grã-Bretanha, definiu o recorde mundial feminino dos 800 m, com um tempo de 8:14.10s, em 16 de agosto de 2008.

- Kate Ziegler, dos Estados Unidos, definiu o recorde mundial feminino dos 1500 m, com um tempo de 15:42.54s, em 17 de junho de 2007.

- A equipe da Holanda de Inge Dekker, Ranomi Kromowidjojo, Femke Heemskerk e Marleen Veldhuis definiu o recorde mundial feminino no revezamento 4 x 100 m, com um tempo de 3:33.62s , em 18 de março de 2008.

- A equipe da Austrália de Stephanie Rice, Bronte Barrat, Kilier Palmer e Linda MacKenzie definiu o recorde mundial feminino no revezamento 4 x 200 m, com um tempo de 7:44.31s, em 14 de agosto de 2008.

Recordistas olímpicos

- Cesar Cielo, do Brasil, definiu o recorde olímpico masculino dos 50 m, com um tempo de 21.30s, em 16 de agosto de 2008.

- Eamon Sullivan, da Austrália, definiu o recorde olímpico masculino dos 100 m, com um tempo de 47.05s, em 13 de agosto de 2000.

- Michael Phelps, dos Estados Unidos, definiu o recorde olímpico masculino dos 200 m, com um tempo de 1:42.96s, em 12 de agosto de 2008.

- Ian Thorpe, da Austrália, definiu o recorde olímpico masculino dos 400 m, com um tempo de 3:40.59s, em 16 de setembro de 2000.

- Grant Hackett, da Austrália, definiu o recorde olímpico masculino dos 1500 m, com um tempo de 14:38.92s, em 15 de agosto de 2008.

- Britta Steffen, da Alemanha, definiu o recorde olímpico feminino dos 50 m, com um tempo de 24.06s, em 17 de agosto de 2008.

- Britta Steffen, da Alemanha, definiu o recorde olímpico feminino dos 100 m, com um tempo de 53.12s, em 15 de agosto de 2008.

- Federica Pellegrini, da Itália, definiu o recorde olímpico feminino dos 200 m, com um tempo de 1:54.82s, em 13 de agosto de 2008.

- Janet Evans, dos Estados Unidos, definiu o recorde olímpico feminino dos 400 m, com um tempo de 4:03.85s, em 22 de setembro de 1988.

- Rebecca Adlington, da Grã-Bretanha, definiu o recorde olímpico feminino dos 800 m, com um tempo de 8:14.10s, em 16 de agosto de 2008.

Fonte: esporte.hsw.uol.com.br

Nado Crawl

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ESTILO

Posição do Corpo Horizontal

Quando se desloca na água o corpo sofre 3 tipos de resistência:
- Frontal
- Esteira
- Atrito
A resistência que mais exige estudo é a frontal – quanto menor ela é maior o deslize.

Rolamento dos Ombros

Desempenha 03 funções:
1º - auxilia o giro lateral da cabeça no momento da respiração;
2º - diminui a resistência frontal;
3º - auxilia o alongamento dos braços na frente e atrás do corpo, melhorando a amplitude da braçada.

O giro durante a respiração, é quando se dá o rolamento dos ombros, principalmente quando se alonga o braço direito à frente e o esquerdo atrás, afastando a resistência da água.

Respiração Lateral

Para diminuir a resistência frontal, realiza a respiração lateral, olhando um pouco para trás e mantendo a cabeça um pouco erguida para não prejudicar a posição do corpo, utiliza a pernada como sustentação, eles inspiram pela boca e expiram pelo nariz, ou pela boca e pelo nariz.

Propulsão das Pernas

O movimento das pernas devem partir da articulação coxo-femural, e não dos joelhos. Quando a articulação é coxo-femural há um maior agrupamento de músculos da coxa-biceps e quadríceps femural que participam do movimento.

O movimento das pernas exercem 3 funções:

- Propulsão – para frente
- Sustentação – melhora a posição horizontal e diminui a resistência frontal e esteira.
- Equilíbrio – compensa o rolamento dos ombros e quadril.

Coordenação dos Braços e Pernas

O número de pernadas para cada ciclo de braçadas varia de acordo com as provas e nadadores.

No nado alternado Crawl e costas – 1 ciclo corresponde a 2 braçadas; nos nados simétricos borboleta e peito corresponde a 1 braçada.

- 50 e 100 metros Crawl corresponde a 6 pernadas para cada ciclo*
- 200 e 400 metros Crawl, utilizam 4 pernadas por ciclo*
- 800 e 1500 metros Crawl, utilizam 2 pernadas por ciclo*

* isso não é uma regra geral

Direção e Movimentos da Braçada

Varreduras para baixo, para dentro e para cima. No inicio ela é mais reta, do meio para o final enfrenta mais resistência da água, ele usa a potência muscular (velocidade-força), o cotovelo sempre mais alto que a mão.

No movimento que se realiza a fase mais propulsiva da braçada, o cotovelo para por uma fração de segundo, mas a mão continua empurrando.

EDUCATIVOS

Os exercícios são para pequenas distâncias de fácil execução, deve ser usado como correção. São indicados para alunos de academias e escolas de natação.

Perna lateral – alternando o lado da propulsão das pernas e alternando o lado no meio da piscina – este exercício exige muito alongamento corpóreo e boa sustentação das pernas, por melhorar o alongamento do nadador na água, aumenta o deslize.

Pernada lateral alternando lado – 6 pernadas lateral alternando o lado com 1 ciclo de braçada, auxilia muito o alongamento do corpo do nadador, melhora a sustentação do corpo na água e apura a sensibilidade da entrada da mão na água.

Pernada lateral com nadadeira – exercício na posição lateral com 1 braço estendido lateral com 1 braço estendido na frente e o outro atrás, com o ombro alto, exigindo uma boa propulsão da perna; as nadadeiras auxiliam a manter o corpo na posição horizontal com 3 funções:

1ª - sustentar o corpo.
2ª- aumentar a velocidade
3ª - melhorar a flexibilidade da articulação do tornozelo.

Pernada frontal com prancha e nadadeira – auxiliam o nadador a manter o corpo na horizontal e a melhorar a flexibilidade da articulação. Tem que manter a perna afastada uns 20°, a perna toda participa dos movimentos, com os pés submersos enfrentando a resistência da água.

6 pernadas e 3 braçadas alternada – exercício importante para o nadador sentir o alongamento do corpo na água, quanto mais alongado melhor a horizontal e amplitude da braçada na água. A cada braçada se altera o lado da respiração; graças a sustentação da pernada, o ritmo da braçada é mais lenta e propicia uma entrada da mão na água.

Braçada alternando os lados – a alternância de 2 braçadas de 1 lado e 2 do outro, permite ao nadador conscientizar bem os movimentos da braçada. Quanto mais se alonga a braçada, melhor é a amplitude da braçada. O movimento na fase aérea deve ser relaxado, dando ênfase à elevação do cotovelo.

Contando o número de braçadas – trata-se de um exercício para melhorar a técnica e eficiência do nado, contando o número de braçadas.

Elástico a favor – tem o objetivo de fazer que o nadador sinta uma velocidade diferente daquela que esta acostumado, pois ela propicia mais rapidez. Se ele fizer de 4 a 8 vezes, auxilia muito na velocidade.

Sensibilidade com as mãos – Palmear a água à frente do corpo, como se fosse o inicio de uma braçada, quando o nadador necessita de boa sensibilidade para sentir o apoio da água.

Cachorrinho – Os braços realizam apenas o movimento inicial da braçada com a recuperação submersa.

TREINAMENTO

Pernada frontal com as mãos para frente – este exercício sem o apoio da prancha tem como objetivo dificultar a propulsão das pernas, criando maior resistência frontal. Importante manter uma ótima propulsão das pernas com mais velocidade do que com a prancha com os braços bem estendidos à frente.

Perna frontal com o corpo submerso – Trata-se de uma variação mais fácil do exercício anterior. Permite que o nadador coloque a cabeça na água, solte o ar e eleve a cabeça novamente. Durante a realização desses movimentos, os músculos que envolvem a coluna são relaxados, permitindo a manutenção da posição horizontal. Caso seja interesse do nadador, ele poderá mesclar esse exercício e o anterior.

Pernada frontal com as mãos para trás – outro exercício de propulsão mais difícil que os anteriores e que melhora muito a resistência das pernas. Mãos unidas e mãos superpostas e dedos entrelaçados na região glútea, dificultando a horizontalidade do corpo e aumentando a resistência frontal.

Uma ótima estratégia para manter posição horizontal é aumentar a velocidade das pernas.

Nadando com recuperação submersa – movimento de braçadas submersa; permitem ao nadador sentir mais resistência da água e os movimentos submersos, sem a preocupação da recuperação aérea, requer habilidade do atleta. Tem que elevar bem os ombros, no momento em que movimenta o braço para trás, enfatizando bem a sustentação com meio da propulsão da perna.

Nado completo com a cabeça alta – Nadar com a cabeça elevada permite ao nadador observar a entrada da mão na água e acentuar a velocidade da braçada mantendo a continuidade do movimento.

Esse exercício é importante para nadadores que de uma maneira imune esperam o outro braço à frente para iniciar uma nova braçada, prejudicando a continuidade dos movimentos.

Inicialmente é interessante que os nadadores realizem 6 braçadas a cabeça submersa.

Nadando completo com flutuador e palmar – com o uso do flutuador para auxiliar a manutenção da posição horizontal e de palmares para sentir mais a resistência da água, este exercício proporciona ganhos de força e ajuda na correção dos movimentos da braçada.
Mas cuidado com o tamanho do palmar, ele pode forçar o tendão e prejudicar a recuperação da braçada.

Nado completo com palmar – exercício semelhante ao anterior, com a utilização do palmar, sem o flutuador, o que exige o maior esforço de propulsão das pernas. Com o palmar obriga o nadador pegar mais água. Quando o palmar é inadequado, o nadador não finaliza a braçada.
6 pernadas a cada ciclo de braçadas – o nadador deve contar com o número de braçadas durante o percurso, variando a velocidade a cada exercício. Pode-se conseguir diminuir o tempo, mas mantendo o mesmo número de braçadas, forçando mais as pernas.

Nado completo contra o elástico – nadar contra a resistência de um elástico tubo cirúrgico preso a cintura, com o objetivo de aumentar a sobrecarga, exige certa atenção, o nadador não deve realizar movimentos da braçada prejudicada.
Se a braçada não for realizada satisfatoriamente, suspende-se o exercício.

Respiração contrária da braçada – quando realiza a braçada com a respiração contraria, melhora a sensibilidade da mão que realiza o movimento da braçada.
Caso o nadador não consiga sentir a resistência da água na fase inicial da braçada, ele pode desequilibrar-se, para que isso não aconteça, ele é obrigado a sentir e apoiar-se na água. É importante exagerar na elevação do ombro para auxiliar a respiração.

Sensibilidade das mãos ao lado corpo – posição dorsal utilizando o flutuador para realização de movimentos na lateral do corpo, quanto mais o nadador afunda as mãos, mais resistência da água.

Estes movimentos podem ser transferidos para a posição ventral, pois são semelhantes aos movimentos iniciais da braçada, eles desenvolvem a sensibilidade do nadador levando a perceber o quanto a mão deverá afundar.

Sensibilidade das mãos atrás da cabeça – posição dorsal totalmente estendido, movimentando as mãos atrás da cabeça variando a direção dos movimentos empurrando a água para os lados e para trás, é importante a variação das mãos, também é um ótimo exercício para a fase inicial da braçada.

SAÍDAS

Saídas de cima para nadadores Crawl, peito e borboleta. Sofreram variações ao longo dos anos. As dos anos 70 e 80 permanecem até hoje. Durante a dos anos 70 surgiu a saída agarre, enfatizando mais o mergulho do que uma pranchada do corpo, uma adaptação do salto em extensão do atletismo, que nos anos 50 melhorou muito enquanto os saltadores impulsionavam seu corpo para cima e para frente. No inicio dos anos 80 houve uma variação da saída do agarre, também adaptada ao atletismo, com um pé na frente e outro atrás, atualmente encontramos a saída de agarre com três variações:

Mãos entre os pés – saída com as mãos entre os pés, os dedos devem estar flexionados e apoiados no bloco de partida, os braços são lançados a frente com uma mão sobre a outra. Para ajudar na velocidade inicial realizam 2 ou 3 pernadas submersas de golfinho.

Aproveitando o impulso inicial, bloqueia-se as primeiras braçadas para maior velocidade.

Mãos ao lado dos pés – saída com as mãos ao lado dos pés, o corpo deve ser impulsionado para cima e depois para frente, não difere muito da primeira, a não ser a sensibilidade e a adaptação de cada nadador. No mesmo ponto que a mão entra na água o restante do corpo entra também.

Um pé na frente e outro atrás – saída de atletismo ou com um pé na frente e outro atrás. Dependendo do nível de qualidade do bloco de partida, essa saída poderá ser realizada de uma maneira satisfatória, portanto cuidado ao aplicá-la. A tendência nessa saída é de um pequeno desvio lateral.

Educativo – Um bom educativo melhorar as impulsões vertical e horizontal do nadador é a realização de saltos do bloco, onde o nadador cai sentado na água, onde posteriormente realiza a saída completa.

VIRADAS

É dividida em 4 fases:

- Aproximação da borda;
- Virada;
- Impulso;
- Deslize.

Aproximação – o importante dessa fase é aproximar-se da borda com velocidade, é neste fundamento que muitos nadadores pecam porque involuntário ou inconscientemente eles diminuem o ritmo. Portanto atacar a borda da frente é uma estratégia que possibilitará uma boa técnica de virada.

Virada (giro) – inicialmente o giro é frontal e quanto mais o queixo estiver próximo ao peito mais rápido será o giro. O segredo é um braço fazer o movimento normal da braçada enquanto outro apóia o corpo, quando o nadador sente que seus pés tocaram na borda da piscina, ele deve abortar a posição de giro completo, para o giro lateral diminuindo a resistência frontal.

Impulso – é uma das fases mais importantes, o impulso deve ser dado com as pernas flexionadas protegendo bem a cabeça. Depois o corpo deve adotar uma posição no formato de flecha com as mãos sobreposta e os braços bem alongados.

Deslize – deve ser realizado com o corpo a uns 30cm abaixo da superfície da água para evitar a resistência de esteira causada pelo próprio nadador ao aproximar-se da borda.

Ao nadar alternamos o estado imerso da água, movimentando, e isso vai formando uma corrente, o que chamamos de esteira. Se o nadador ao fazer o giro voltar logo a superfície da água, ele vai dar de cara com aquela corrente formada quando ele nadara no sentido contrario e terá de enfrentar muito mais resistência.

Porem se ele fizer o giro e permanecer submerso usando 2 ou 3 pernadas do nado golfinho ele se livrará do turbilhão que ele mesmo criou.

Quando o atleta chega num determinado nível técnico alguns fundamentos são mantidos e outros evoluem.

Existem educativos para melhorar as viradas:

- Dar cambalhotas completa e deixar a borda da piscina na posição dorsal alternando pernadas de Crawl e golfinho.

- Da uma cambalhota completa e saída da borda, manter o corpo na posição dorsal, alternando as pernadas de Crawl e golfinho passando depois para a posição lateral;

- Realizar a virada completa aplicando todos os fundamentos de aproximação da borda, giro, impulso e deslize, as primeiras braçadas devem ser firmes e o corpo deve estar bem alongado.

É preciso também de uma preparação fora da piscina. Como alongamentos, musculação e etc.

Fonte: sapo.pt

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