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Árvore de Natal

O natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV, que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração.

Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do natal.As antigas comemorações de natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Nazaré e entregarem os presentes ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam desmontar as árvores e outras decorações natalinas em até 12 dias após o natal.
Do ponto de vista cronológico, o natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram moram na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de natal estão presentes em diversos lugares, pois além de decorar, representam um símbolo de alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.A associação da imagem de São Nicolau ao natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.

Os contos natalinos são alegres e, ao mesmo tempo, tristes e melancólicos.As músicas natalinas nos fazem lembrar da nossa infância e de noites inesquecíveis. Elas também nos levam à nostalgia e saudades de um mundo distante, onde a fantasia e os sonhos povoam a nossa imaginação.

Antônio Humberto da Costa

Fonte: www.asfoc.fiocruz.br

Árvore de Natal

SIMBOLISMO DA ÁRVORE DE NATAL

A Árvore de natal, conhecida em algumas regiões da Europa como “Árvore de Cristo”, desempenha papel importante na data comemorativa do Nascimento de Nosso Senhor.

Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da Árvore de natal datam de meados do século 17, e são provenientes da Alsácia, encantadora província francesa.

Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do natal, única árvore que nas imensidões da neve permanece verde.

A Árvore de natal é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
O costume de preparar este belo complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.

Mas, qual é mesmo a origem esotérica da Árvore de natal? Agora ela se tornou popular, mas sua real origem é popular ou hierática? Criada para abrigar toda uma simbologia esotérica, espiritual?

Para os gnósticos, a Árvore de natal tem profunda concordância com as tradições Alquímicas, Cabalísticas e Cósmicas de todas as tradições. Todos os presentes, todos os enfeites, as cores etc., têm um significado profundo e altamente simbólico.

Portanto, ao se montar a Árvore de natal, lembre-se de compô-la de acordo com a tradição, criando-a para carregar o ambiente onde ela está com vibrações bastante positivas. Em seguida, algumas dicas para se montar uma Árvore de natal Gnóstica.

O que Representa a Árvore: A Árvore de natal representa o Diagrama Cabalístico da Vida, chamado de Árvore Cabalística ou Árvore Sefirótica. Nesse Diagrama está representada toda a vida e todas as dez dimensões do Universo. Esta Árvore possui dez galhos, que vão desde Kether (o Pai todo perfeito) até Malkuth (o mundo físico).

Tipo de Árvore

Se possível, que seja um pinheirinho, já que esta árvore representa a energia luminosa da Era de Aquárius. O pinheiro é, na verdade, o símbolo da Era Aquariana.

Localização da Árvore

Sugere-se colocar a árvore de natal ao centro da sala ou no leste, aonde o Sol nasce. É apenas uma sugestão, caso não haja essa possibilidade, qualquer local será apropriado para isso.

Como Enfeitar a Árvore

Sempre de cima para baixo, respeitando as forças descendentes do Espírito Divino que vêm para nos abençoar aqui no plano físico.

No Topo da Árvore

Fixe uma estrela dourada, esta representa nossa Estrela Interior que anseia nos guiar na peregrinação da vida, é o nosso Espírito Divino que precisa nascer em nossa Consciência (o topo de nossa Alma é a Consciência). Porém NUNCA ponha a estrela de ponta cabeça, se esta for de cinco pontas.

Os Enfeites

Os enfeites alegorizam virtudes, poderes e forças espirituais que devem triunfar dentro de nós, e também dentro da casa onde está a Árvore. Vejamos os principais enfeites-símbolos:

Os 3 Sininhos

Simbolizam a Santíssima Trindade, as três Forças Primárias do Cosmos;

Os 7 Anjinhos

Representam os 7 Espíritos Angélicos Santificados, que estão diante de Deus intercedendo por todos nós;

As 12 Bolas

Podem ser mais, obviamente, mas as maiores devem ser ao todo 12, e este número representa as 12 Leis Crísticas, os 12 Salvadores e os 12 Cavaleiros da Távola Redonda, que nos protegem de todo o mal para algum dia encontrarmos as 12 Verdades de Cristo;

As 7 Bengalinhas

Simbolizam as 7 Kundalinis que devemos trabalhar para algum dia encarnarmos nosso Poderes que Divinizam;

Os Enfeites

Ao pé da Árvore, representam todas as virtudes que queremos alcançar em nossa vida espiritual; podem ser pequenas caixinhas, elas representam essas virtudes e podem ser de cores variadas.

A Vela Quadrada de Cor Amarela

Deve ser posta na base da Árvore ou próxima a ela, porém com segurança total.

E na noite de natal, se possível, acendê-la para que toda a simbologia natalina se transforme num carregador de energia astral altamente energizado. Recomenda-se que uma mulher (caso seja possível, grávida) acenda essa vela.

Recipiente com Água

Deve ser posto do lado oposto da vela acesa, pode ser uma pequena jarra com água (obviamente coberta, para não cair nenhuma impureza).

Representa que devemos nos purificar com Água e com Fogo para iniciarmos verdadeiramente a construção de nossa Árvore natalícia Interna! Ao desmontar a Árvore, no Dia de Todos os Santos, dê essa água de beber a todos os membros da família, ou a distribua aos enfermos.

Que a Luz do Cristo Cósmico ilumine sua casa com esta maravilhosa representação esotérica que é a Árvore natalina!

Lembre-se: Essas são somente algumas sugestões de objetos simbólicos para sua árvore de natal. Você também pode usar outros símbolos sagrados de seu conhecimento, desde que colocados ali com muita reverência, sempre lembrando do Aniversariante.

Fonte: www.gnosisonline.org

Árvore de Natal

A Árvore de natal é um pinheiro ou abeto, enfeitado e iluminado, especialmente nas casas particulares, na noite de natal.

A tradição da Árvore de natal tem raízes muito mais longínquas do que o próprio natal.

Os romanos enfeitavam árvores em honra de Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje preparamos a Árvore de natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casa no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maças douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.

Segundo a tradição, S. Bonifácio, no século VII, pregava na Turíngia (uma região da Alemanha) e usava o perfil triangular dos abetos com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular abeto.

Na Europa Central, no século XII, penduravam-se árvores com o ápice para baixo em resultado da mesma simbologia triangular da Santíssima Trindade.

Árvore de natal como hoje a conhecemos

A primeira referência a uma “Árvore de natal” surgiu no século XVI e foi nesta altura que ela se vulgarizou na Europa Central, há notícias de árvores de natal na Lituânia em 1510.

Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio, pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento do Menino Jesus.

O costume começou a enraizar-se. Na Alemanha, as famílias, ricas e pobres, decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam a inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de natal, em que a Turíngia se especializou.

No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de natal no castelo de Windsor, no natal de 1846.

Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de natal e a tradição mantém-se desde 1923.

Árvore de Natal

Árvore de natal em Portugal

Como o uso da árvore de natal tem origem pagã, este predomina nos países nórdicos e no mundo anglo-saxónico. Nos países católicos, como Portugal, a tradição da árvore de natal foi surgindo pouco a pouco ao lado dos já tradicionais presépios.

Contudo, em Portugal, a aceitação da Árvore de natal é recente quando comparada com os restantes países. Assim, entre nós, o presépio foi durante muito tempo a única decoração de natal.

Até aos anos 50, a Árvore de natal era até algo mal visto nas cidades e nos campos era pura e simplesmente ignorada. Contudo, hoje em dia, a Árvore de natal já faz parte da tradição natalícia portuguesa e já todos se renderam aos Pinheirinhos de natal!

Presépios

A palavra “presépio” significa “um lugar onde se recolhe o gado, curral, estábulo”. Contudo, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo, acompanhado pela Virgem Maria, S. José e uma vaca e um jumento, por vezes acrescenta-se outras figuras como pastores, ovelhas, anjos, os Reis Magos, entre outros. Os presépios são expostos não só em Igrejas mas também em casas particulares e até mesmo em muitos locais públicos.

Os primeiros presépios surgiram em Itália, no século XVI, o seu surgimento foi motivado por 2 tipos de representações da Natividade (do nascimento de Cristo): a plástica e a teatral. A primeira, a representação plástica, situa-se no final do século IV, esta surgiu com Santa Helena, mãe do Imperador Constantino; da segunda, a teatral, os registos mais antigos que se tem conhecimento são século XIII, com Francisco de Assis, este último, na mesma representação, também contribui para a representação plástica, já que fez uma mistura de personagens reais e de imagens. Embora seja indubitável a importância destas representações da Natividade para o aparecimento dos presépios, elas não constituem verdadeiros presépios.

O nascimento de Jesus começou a ser celebrado desde o século III, data das primeiras peregrinações a Belém, para se visistar o local onde Jesus nasceu.

Desde o século IV, começaram a surgir representações do nascimento de Jesus em pinturas, relevos ou frescos.

Passados 9 séculos, no século XIII, mais precisamente no ano de 1223, S. Francisco de Assis decidiu celebrar a missa da véspera de natal com os cidadãos de Assis de forma diferente. Assim, esta missa, em vez de ser celebrada no interior de uma igreja, foi celebrada numa gruta, que se situava na floresta de Greccio (ou Grécio), que se situava perto da cidade. S. Francisco transportou para essa gruta um boi e um burro reais e feno, para além disto também colocou na gruta as imagens do Menino Jesus, da Virgem Maria e de S. José. Com isto, o Santo pretendeu tornar mais acessível e clara, para s cidadãos de Assis, a celebração do natal, só assim as pessoas puderam visualizar o que verdadeiramente se passou em Belém durante o nascimento de Jesus.

Este acontecimento faz com que muitas vezes S. Francisco seja visto como o criador dos presépios, contudo, a verdade é que os presépios tal como os conhecemos hoje só surgiram mais tarde, três séculos depois. Embora não considerado o criador dos presépios (depende do ponto de vista), é indiscutível que se o seu contributo foi importantíssimo para o crescimento do gosto pelas recriações da Natividade e, consequentemente, para o aparecimento dos presépios.

No século XV, surgem algumas representações do nascimento de Cristo, contudo, estas representações não eram modificáveis e estáticas, ao contrário dos presépios, onde as peças são independentes entre si e, desta forma, modificáveis.

É, nos finais do século XV, graças a um desejo crescente de fazer reconstruções plásticas da Natividade, que as figuras de natal se libertam das paredes das igrejas, surgindo em pequenas figuras. Estas figuras, devido à sua plasticidade, podem ser observadas de todos os ângulos; outra característica destas é a de serem soltas, o que permite criar cenas diferentes com os mesmas figuras. Surgem, assim, os presépios.

A característica mais importante de um presépio e a que mais facilmente permite distingui-lo das restantes representações da Natividade, é a sua mobilidade, o presépio é modificável, neste com as mesmas peças pode recriar-se os diferentes episódios que marcam a época natalícia.

A criação do cenário que hoje é conhecido como presépio, provavelmente, deu-se já no século XVI. Segundo o inventário do Castelo de Piccolomini em Celano, o primeiro presépio criado num lar particular surgiu em 1567, na casa da Duquesa de Amalfi, Constanza Piccolomini.

No século XVIII, a recriação da cena do nascimento de Jesus estava completamente inserida nas tradições de Nápoles e da Península Ibérica (incluindo Portugal).

De entre os presépios mais conhecidos, é de salientar os presépios napolitanos, estes surgiram no século XVIII, nestes podiam observar-se várias cenas do quotidiano, mas o mais importante era a qualidade extraordinária das suas figuras, só a título de exemplo, os Reis Magos eram vestidos com sedas ricamente bordadas e usavam jóias muito trabalhadas.

No que se refere a Portugal, não é nenhum exagero dizer que em aqui foram feitos alguns dos mais belos presépios de todo o mundo, sendo de destacar os realizados pelos escultores e barristas Machada de Castro e António Ferreira, no século XVIII.

Atualmente, o costume de armar o presépio, tanto em locais públicos como particulares, ainda se mantém em muitos países europeus. Contudo, com o surgimento da árvore da natal, os presépios, cada vez mais, ocupam um lugar secundário nas tradições natalícias.

Fonte: no.sapo.pt

Árvore de Natal

Árvore de natal: saiba mais sobre a tradição do pinheirinho

Um símbolo da vida, a árvore de natal é uma tradição muito mais antiga do que o Cristianismo e não é um costume exclusivo de nenhuma religião em particular. Muito antes da tradição de comemorar o Natal, os egípcios já levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em Dezembro, simbolizando A triunfo da vida sobre a morte.

Os romanos já enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, um festival de inverno em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. Nesta época, religiosos também enfeitavam árvores de carvalho com maçãs douradas para as festividades do Solstício de Inverno.

A tradição do pinheirinho de natal

A primeira referencia à árvore de natal como a conhecemos hoje data do século XVI. Em Strasbourg, Alemanha (hoje território francês), tanto famílias pobres quanto ricas decoravam pinheirinhos de natal com papéis coloridos, frutas e doces. A tradição espalhou-se, então, por toda a Europa e chegou aos Estados Unidos no início de 1800.

De lá pra cá, a popularidade da árvore de natal só cresceu. A lenda conta que o pinheiro foi escolhido como símbolo do natal por causa da sua forma triangular, que de acordo com a tradição cristã, representa a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

A árvore de natal ao redor do mundo

Na Europa, uma das tradições natalinas consiste em decorar um pinheiro com maçãs, doces e pequenos wafers brancos, representando a eucaristia. A Árvore do Paraíso, como é chamada, era o símbolo da festa de Adão e Eva, que acontecia no dia 24 de Dezembro, muito antes da tradição cristã do Natal. Hoje, a árvore não só representa o Paraíso como no início da tradição, mas também a salvação.

Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma árvore de natal deve incluir 12 ornamentos para garantir a felicidade de um lar:

Casa:proteção
Coelho:esperança
Xícara:hospitalidade
Pássaro:alegria
Rosa:afeição
Cesta de frutas:generosidade
Peixe:benção de Cristo
Pinha:fartura
Papai Noel:bondade
Cesta de flores:bons desejos
Coração:amor verdadeiro

Fonte: www.presentedenatal.com.br

Árvore de Natal

A tradição da árvore de Natal surgiu na Alemanha, no século XVI. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século XIX, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.

Fonte: www.quediaehoje.net

Árvore de Natal

Enfeitar árvores e usar seus ramos na decoração são tradições encontradas em vários cultos pagãos. Os egípcios já levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em dezembro, simbolizando o triunfo da vida sobre a morte. Os germânicos festejavam o carvalho sagrado de Odin. E os romanos enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, adornando as árvores de carvalho com maçãs douradas para celebrar o Solstício de Inverno.

A primeira referencia à árvore de natal como a conhecemos hoje data do século XVI, em Strasbourg, onde as famílias decoravam pinheirinhos de natal com papéis coloridos, frutas e doces. O hábito se espalhou pela Europa e daí para o mundo. Na tradição católica o pinheiro foi escolhido por sua forma triangular, que representaria a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.

Segundo a tradição alemã, a decoração de uma árvore de natal deve incluir12 ornamentospara garantir a felicidade de um lar.

São eles:

Casa:proteção

Árvore de Natal

Coelho:esperança
Árvore de Natal

Xícara:hospitalidade
Árvore de Natal

Pássaro:alegria
Árvore de Natal

Rosa:afeição
Árvore de Natal

Cesta de frutas:generosidade
Árvore de Natal

Peixe:benção de Cristo
Árvore de Natal

Pinha:fartura
Árvore de Natal

Papai Noel:bondade
Árvore de Natal

Cesta de flores:bons desejos
Árvore de Natal

Coração:amor verdadeiro
Árvore de Natal

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Árvore de Natal

A “Árvore de natal”, conhecida em algumas regiões da Europa como “Árvore de Cristo”, desempenha papel importante na data comemorativa do nascimento de Jesus e representa agradecimento por sua vinda.

Entre as versões sobre sua procedência, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante do século XVI.Ele montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. Queria, assim, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

Os relatos de meados do século XVII, provenientes da Alsácia (França), são de que florescimentos de árvores no dia do nascimento de Jesus, levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do natal, única árvore que, nas imensidões da neve, permanece verde.

O costume de preparar este complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.
Na Roma antiga, os romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar a "Saturnália", uma festa que coincidia com o nosso natal.

Fonte: www.lendorelendo-gabi.com

Árvore de Natal

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

Árvore de Natal

Então, se recebemos o natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?

O natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio!

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde".

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de natal"!

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu"dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino"(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Portanto durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino" (Maria após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido segundo as escrituras - Mateus 1:24-25 - "E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS." Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satãnica pagã) especialmente durante a época do natal. Os postais de natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem ano após ano esse tema popular da "virgem e o menino".

Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas. nunca investigamos para ver de onde vieram - se vieram da Bíblia, ou da idolatria gentílica.

Causa-nos um choque conhecer a verdade - alguns infelizmente ficam ofendidos diante da pura verdade, porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1 "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão". A verdadeira origem do natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O natal (25 de dezembro) é uma mentira - João 8:13-16 - "Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro. Respondeu-lhes Jesus: Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo. E, mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou." João 8:30-32 - " Falando ele estas coisas, muitos creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:40-47 - "Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei a verdade que de Deus ouvi; isso Abraão não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai. Replicaram-lhe eles: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus. Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não compreendeis a minha linguagem? é porque não podeis ouvir a minha palavra.

Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes?

Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de Deus."

No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). Portanto os antigos "Mistérios Caldeus" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, tem sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

Fonte: www2.uol.com.br

Árvore de Natal

A ORIGEM DO NATAL E SEUS SÍMBOLOS

Árvore de Natal

Origem do Natal

O Natal é a festividade que comemora o nascimento de Jesus Cristo. O nascimento do Messias (ou Cristo) estava já previsto no Antigo Testamento e era esperado com antecipação pelos crentes da época (ver. Lucas 2:25-35). A data convencionada para sua celebração foi o dia 25 de Dezembro, pela Igreja Católica Romana e aceita pelas demais denominações evangélicas, e o dia 7 de Janeiro, pela Igreja Ortodoxa.

Nas línguas latinas, o vocábulo Natal deriva de Natividade, ou seja, referente ao nascimento de Jesus. Nas línguas anglo-saxónicas o termo utilizado é Christmas, literalmente "Missa de Cristo". Já na língua germânica, é Weihnachten e têm o significado "Noite Bendita".

A Data do Nascimento de Jesus

A data precisa do nascimento do Senhor Jesus é desconhecida. Mas é geralmente considerado o ano de 4 a.C. Alguns historiadores acreditam que o dia pode ter sido logo após a primeira semana de Fevereiro do ano 4 a.C. Outros acreditam ter acontecido no dia do perdão no calendário Judeu, no dia 10 de Tishri (entre Setembro e Outubro do nosso calendário).

O nascimento de Jesus estabelece os limites do tempo e a linha do tempo da história da humanidade. Os gregos tentaram datar todos os eventos do mundo a partir da sua olimpíada, mas foram ignorados. Roma tentou marcar o tempo a partir da fundação de Roma, mas falharam. Os franceses tentaram começar uma nova era e calendário no século XVIII, a partir da revolução francesa, mas não conseguiram convencer a maioria dos franceses. No entanto, o que os gregos, romanos e franceses não conseguiram fazer, Jesus Cristo fez com o seu nascimento. O nascimento de Cristo passou a ser o marco principal da história da humanidade. O calendário mundial foi cristianizado e passou a ser datado a.C. e d.C. ¹

Curiosidade:O nome de registro de Jesus era provavelmente: Jesus Ben Joseph. Segundo a tradição da época.

Origem do 25 de Dezembro

A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério, no ano 354 d.C.. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do Solstício de Inverno.

Foi por isso que, segundo certos eruditos, o dia 25 de Dezembro foi adoptado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus Sol invencível", que comemorava o Solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada em 17 a 22 de Dezembro, era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de Dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. Há alusões dos líderes da igreja ao simbolismo de Cristo como "o Sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12). Os judeus celebram na mesma ocasião, entre o final de Novembro e início de Janeiro, o Hanucá (Festival das Luzes).

Embora o dia 25 de Dezembro tenha origens pagãs, devemos entender que a data foi cristianizada. Alguns vêem o uso do dia 25 de Dezembro como uma postura errada e pecaminosa da igreja, mas com essa atitude se recusam a ver o grande esforço dos líderes da igreja na época de cristianizar um mundo totalmente pagão. Não era só o dia 25 de Dezembro que era pagão, mas a maioria dos dias do mundo antigo eram marcados com festividades pagãs.

Na realidade a igreja se empenhou em redireccionar os focos destas festas para Cristo, em mundo marcado pelo simbolismo, a escolha do dia 25 de Dezembro foi muito bem feita devido a sua ênfase na ocasião para a luz, e a Luz é Cristo (Jo 8:12), tal como na missiologia moderna ainda procuramos simbolismos nos povos que podem conduzi-los a Cristo (para referencia recomendo a leitura do livro “O Fator Melquisedeque – Autor: Don Richardson”.)

A Origem da Árvore de Natal e Presépios

Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Ele montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. Queria, assim, mostrar as crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

A árvore na Bíblia, nas suas mais variadas espécies, aparece por toda a Bíblia. Até mesmo Jesus fez uso do simbolismo da árvore. Portanto, não há nada de errado com o uso da árvore de Natal com suas luzes e cores.

A tradição diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1223, quando Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo mais realista possível e montou um presépio de palha, com uma imagem de Jesus, de Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos.

Árvore de Natal

Pai Natal ou Papai Noel

O personagem Papai Noel (no Brasil) ou Pai Natal (em Portugal) foi inspirado em Nicolau Taumaturgo, Arcebispo de Mira, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Sua transformação em símbolo natalício aconteceu na Alemanha.

A figura do Nicolau Taumaturgo, não é relevante a nossa cultura, uma vez que o mesmo não teve qualquer ligação direta conosco, mas somente com os países nórdicos. Em alguns casos, a figura de Nicolau Taumaturgo, tem conduzido pessoas a idolatria e não para Cristo.

O Cristão Pode Celebrar o Natal?

O cristão deve manter os seus padrões de retidão e devoção a Deus acima dos do mundo. O Antigo Testamento diz que nós devemos adorar a Deus em verdade de acordo com o que Ele estabeleceu (Ex 20:1-4; Ex 24:12-31:18). Não há nenhum registro da igreja primitiva celebrar o nascimento e Cristo.

Por outro lado, existem aqueles que dizem que nós somos livres em Cristo e podemos celebrar qualquer dia que nós quisermos. Paulo diz: "Tudo me é permito, mas nem tudo me convém" (1 Co 6:12, NVI). Devemos participar de uma celebração originada em um festival e cheia de comercialismo? Somos livres para celebrar o dia.

Aqui está porquê:

Na Bíblia, em 1 Co 10:23-33, Paulo fala acerca da carne sacrificada aos ídolos. Esta carne era frequentemente vendida no talho e levantava a questão: "Devem os cristãos comer esta carne?" Paulo diz no verso 25: "Comam de tudo o que se vende no mercado, sem fazer perguntas por causa da consciência. (NVI)" A origem da carne era, essencialmente, pagã.

Muitos animais vinham com o propósito de serem oferecidos como sacrifício para as deidades pagãs e sua carne era oferecida no mercado. Mesmo em referência a isto Paulo diz que era lícito comer desta carne.

Então nos versos 28-29 ele diz, "Mas se alguém lhe disser: 'Isto foi oferecido em sacrifício', não coma, tanto por causa da pessoa que o comentou, como da consciência, isto é, da consciência do outro e não da sua própria. Pois, por que a minha liberdade deve ser julgada pela consciência dos outros?" (NVI). Paulo está dizendo que se você está com alguém que pode ficar escandalizado por você comer carne sacrificada aos ídolos, então não a coma -- não por causa de você, mas por causa da outra pessoa. Em outras palavras, comer esta carne não afeta você. Os falsos deuses não são reais. Eles não têm nenhum poder.

1 Co 8:7-9 ecoa esta idéia. Ela diz: "Contudo, nem todos têm este conhecimento. Alguns, ainda habituados com os ídolos, comem este alimento como se fosse um sacrifício idólatra; e como a consciência deles é fraca, esta fica contaminada. A comida, porém, não nos torna aceitáveis diante de Deus; não seremos piores se não comermos, nem melhores se comermos." (NVI) Ainda que esta passagem mereça um pouco mais de exame, ela ainda traz um senso de liberdade. E, Jesus, definitivamente nos tornou livres.

Conclusão

O Natal fala de Cristo, sem ele não há Natal. O mundo certamente tem tentado ao longo dos anos, sem sucesso, remover Cristo do Natal e substituí-lo pelo consumismo. Embora não há nada de errado dar e receber presentes no Natal, este não é seu objetivo. O cristão deve usar esta ocasião como um tempo de reflexão e gratidão a Deus que nos enviou Jesus.

O Natal fala de cumprimento das promessas de Deus, fala de esperança de uma vida melhor com Cristo, fala de nascimento e de vida. Muitos sofrem no Natal, pois nesta ocasião a solidão e a saudade parece aumentar. Não permita que estes sentimentos ocupem seu coração.
No entanto, se você ainda não está confortável com esta conclusão e não quer celebrar o Natal, isto está OK. Você deve responder ao Senhor.

Luís Alexandre Ribeiro Branco

Bibliografia

¹Fascinanting Facts about Jesus (by Robert Strand) – New Leaf Press
²Natal – Os Cristãos Podem Celebrá-lo? (by Christian Apologetics & Research Ministry)

Fonte: www.igrejabaptista.org

Árvore de Natal

ÁRVORE DE NATAL

A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis!

Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela.

É costume dos druidas considerar o carvalho sagrado, entre os egípicios as palmeiras e em Roma o Abeto era decorado com cerejas negras durante a Saturnália.

O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado.

Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

Árvore de Natal

O PRESÉPIO

A tradição católica diz que o presépio surgiu no século 13, quando São Francisco de Assis quis celebrar um Natal o mais realista possível e, com a permissão do papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, um boi e um jumento vivos perto dela. Nesse cenário foi celebrada em 1223 a missa de Natal.

O sucesso dessa representação do presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres.

Árvore de Natal

GUIRLANDA

Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes.

Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça!

A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

Árvore de Natal

PAPAI NOEL

São Nicolau nasceu no século 3, em Patras, na Grécia. Quando seus pais morreram, ele doou todos os seus bens e optou pela vida religiosa. Com apenas 19 anos, foi ordenado sacerdote e logo tornou-se arcebispo de Mira. Dizia-se que na cidade em que ele nasceu viviam três irmãs que não podiam se casar por não ter dinheiro para o dote.

O pai das meninas resolveu, então, vendê-las conforme fossem atingindo a idade adulta. Quando a primeira ia ser vendida, Nicolau soube do que estava acontecendo e, em segredo, jogou através da janela uma bolsa cheia de moedas de ouro, que foi cair numa meia posta para secar na chaminé. A mesma coisa aconteceu quando chegou a vez da segunda. O pai, afim de descobrir o que estava acontecendo, permaneceu espiando a noite toda. Ele então reconheceu Nicolau, e pregou sua generosidade a todo o mundo.

A fama de generoso do bom velhinho, que foi considerado santo pela Igreja Católica, transcendeu sua região, e as pessoas começaram a atribuir a ele todo tipo de milagres e lendas. Em meados do século 13, a comemoração do dia de São Nicolau passou da primavera para o dia 6 de dezembro, e sua figura foi relacionada com as crianças, a quem deixava presentes vestido de bispo e montado em burro. Na época da Contra-reforma, a Igreja católica propôs que São Nicolau passasse a entregar os presentes no dia 25 de dezembro.

Os holandeses, no século 17, levaram para os Estados Unidos a tradição de presentear as crianças usando a lenda de São Nicolau - a quem eles chamavam Sinter Klaas. Os verdadeiros impulsores do mito de Santa Claus - nome que o Papai Noel recebeu nos Estados Unidos.

Ao longo do século 19, Santa Claus foi representado de muitas maneiras.Pouco a pouco ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Pólo Norte.

O símbolo de Santa Claus foi logo utilizado pela publicidade comercial. Em 1931, a Coca-Cola encomendou ao artista Habdon Sundblom a remodelação do Santa Claus de Nast para torná-lo ainda mais próximo. Sundblom se inspirou em um vendedor aposentado e assim nasceu - de uma propaganda da Coca-Cola! - o Papai Noel.

Fonte: images.priscellos.multiply.multiplycontent.com

Árvore de Natal

 

Árvore de Natal

Símbolos e Tradições do Natal

O Presépio

A criação do cenário que hoje é conhecido como presépio, provavelmente, deu-se já no século XVI. Segundo o inventário do Castelo de Piccolomini em Celano, o primeiro presépio criado num lar particular surgiu em 1567, na casa da Duquesa de Amalfi, Constanza Piccolomini.

Os Três Reis Magos

Árvore de Natal

Historiadores afirmam que não há evidências históricas da existência dos Três Reis Magos. Eles são mencionados apenas em um dos quatro evangelhos, o de Mateus. Ademais, o evangelista não especifica quantos são, nem afirma que sejam Reis; presume-se que eram mais de um porque a citação está no plural.

Diversos estudiosos vêem os Reis Magos como personagens criados pelo evangelista Mateus para simbolizar o reconhecimento de Jesus por todos os povos.

A tradição vingou e permaneceu viva, mas foi apenas no século III que eles receberam o título de reis - possivelmente como uma maneira de confirmar a profecia contida no Salmo 72: "Todos os reis cairão diante dEle".

História da Árvore de Natal

Árvore de Natal

A Árvore de Natal é um pinheiro enfeitado e iluminado na noite de Natal, geralmente nas casas.

A tradição da Árvore de Natal tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal.

Os romanos enfeitavam árvores em honra de Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje preparamos a Árvore de Natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casa no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maças douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.

Segundo a tradição, São Bonifácio, no século VII, pregava na Turíngia (uma região da Alemanha) e usava o perfil triangular dos pinheiros com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular abeto.

A primeira referência a uma "Árvore de Natal" surgiu no século XVI.

Dizem que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio, pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento do Menino Jesus.

O costume começou a enraizar-se. Na Alemanha, as famílias, ricas e pobres, decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam a inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.

No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela "Illustrated London News", de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.

Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923.

As Músicas Natalinas

A Igreja Católica sempre deu muita importância à música. As músicas de Natal surgiram devido aos esforços católicos de retirar importância às músicas e danças pagãs As primeiras músicas de Natal surgiram no século IV e ainda hoje são cantadas. No século XIX, surgiram muitas melodias de Natal de origem pagã.

Cada país tem as suas próprias canções, uma das mais populares é a canção inglesa "White Christmas" escrita por Irving Berlin em 1942, mas não é a única temos ainda o exemplo de "Silent Night, Holly Nigth" composta na Áustria por Franz Grubet no século XIX, "Jingle Bells", entre muitas outras.

Fonte: www.belasmensagens.com.br

Árvore de Natal

A polêmica da árvore de Natal

Apesar do consumismo e do sufoco dos preparativos, o Natal ainda continua sendo uma festa de tradições na Alemanha. As igrejas ficam mais cheias, ouvem-se canções natalinas em todas as partes, velhos costumes são revividos. Uma das tradições mais cultivadas é a da árvore de Natal: antes um símbolo pagão que a Igreja só adotou após muita relutância.

Todos os anos, cerca de 22 milhões de árvores de Natal enfeitam as residências alemãs. Na maioria dos casos são pinheiros naturais de vários tipos, formatos e tamanhos. Sempre decorados com velas de cera ou modernas correntes de luzinhas elétricas, além de bolas coloridas de vidro fino espelhado e enfeites de todos os tipos.

Para os alemães, independentemente da religiosidade de cada um, a árvore de Natal é um símbolo de paz, tranqüilidade e introspecção. Quando se pergunta às pessoas sobre o motivo de tal ligação com o pinheiro natalino, a resposta é quase sempre a mesma: o Natal é uma festa das crianças. E dela faz parte a árvore, que alegra as crianças. Para os adultos, o pinheiro enfeitado suscita ternas recordações da infância…

Origens

Existem muitas histórias para explicar a tradição secular da árvore de Natal. Uma delas diz respeito à festa de Santa Bárbara, comemorada no dia 8 de dezembro. Era uma antiga tradição cristã cortar galhos de macieira ou cerejeira nessa data, para que florescessem antes do tempo como enfeite dentro das casas aquecidas. Posteriormente, o pinheiro enfeitado teria assumido o lugar dos galhos com flores de maçã e de cereja.

A etnóloga Christel Köhle-Hetzinger, da Universidade de Jena, conhece toda uma série de histórias que tentam explicar a origem da tradição medieval: "Sabe-se também que árvores verdes eram postas nas igrejas na época de Natal. Era, sem dúvida, uma alusão à árvore do paraíso, que desempenha um papel próprio em toda a liturgia cristã. Ou seja, uma árvore cristã da vida. Como na história de Adão e Eva. Hoje, nós acreditamos que a árvore é o ponto central do Natal cristão.

Mas não é bem assim. Ao pé da letra, esse papel caberia ao presépio com o Menino Jesus. A árvore de Natal é na verdade um produto e um objeto leigo."

Relutância

Árvore de Natal

Árvore de Natal enfeita até mesmo a praça de São Pedro, no Vaticano

No início, a Igreja refutou inteiramente a tradição de origem pagã. Somente há cerca de 100 anos é que o pinheiro natalino passou a enfeitar também os templos cristãos. Até então, ele estava mais ligado a costumes dos povos germânicos, anteriores à cristianização: no inverno, eles penduravam galhos de pinheiro sobre as portas das casas, no estábulo e nos tetos das moradias.

Com suas folhas em forma de agulha, o pinheiro devia espantar maus espíritos, raios e doenças. Além disso, o verde dos ramos simbolizava então a expectativa em relação à chegada da primavera e ao fim do inverno.

Na Idade Média, árvores enfeitadas faziam parte de todas as grandes festas – por exemplo, das festas da cumeeira. A origem dos pinheiros natalinos também pode ser atribuída a tal costume. Sua primeira menção data de documentos do ano de 1419.

Pela ferrovia

O surgimento da ferrovia também contribuiu para consolidar a tradição da árvore de Natal: através da nova possibilidade de transporte, os pinheiros puderam ser levados em grande quantidade para as grandes cidades. Com isto, o costume passou a ser também uma tradição urbana.

Foram os agricultores da região do Harz e da Turíngia que iniciaram tal processo: eles passaram a plantar pinheiros especialmente para a venda nas feiras de Natal em Berlim.

A partir de 1851, os jornais berlinenses ofereceram um novo serviço a seus leitores, anunciando a chegada de novas partidas de árvores de Natal nas estações ferroviárias da cidade.

Antes do final do século 19, os pinheiros de Natal já tinham conquistado definitivamente o seu lugar nas residências alemãs. Só então é que a Igreja cedeu à realidade e passou a adotar o costume também nas suas festas natalinas.

Hoje, a decoração da árvore de Natal varia de ano para ano, estando submetida a um verdadeiro ditado de moda. Mas raramente uma família alemã abre mão de um pinheiro natural na sala de visitas: sem ele, o espírito do Natal não é o mesmo…

Fonte: www.dw-world.de

Árvore de Natal

O natal é a festa cristã na qual se comemora o nascimento de Jesus Cristo. De acordo com os evangelhos Cristãos, Jesus nasceu da Virgem Maria em Belém da Judeia, para onde Maria e o seu marido José se tinham dirigido para se registarem nos censos Romanos. Segundo os crentes, o nascimento de Cristo estava já previsto nas escrituras judaicas, segundo as quais o Messias viria da casa de David. A maioria das igrejas cristãs celebra o natal no dia 25 de dezembro. A Igreja Ortodoxa adota o 7 de janeiro, em virtude de não ter aceite o calendário gregoriano.

É o evento cristão socialmente mais importante, junto com a Páscoa, embora do ponto de vista litúrgico e canônico não seja uma celebração fundamental. Na verdade, a sua instituição no ano 354 pelo Papa Libério talvez se tenha devido à necessidade de cristianizar as festas que vários povos pagãos celebravam por altura do Solstício de Inverno. Assim, em vez de proibir as festas pagãs, forneceu-lhes um pretexto cristão. Nas línguas latinas o vocábulo natal provém de "natividade", ou seja, nascimento. Já nas línguas anglo-saxónicas o termo utilizado é Christmas, literalmente "missa de Cristo". Em alemão, Weihnachten tem o significado "noite bendita".

Em países predominamente cristãos, o natal tornou-se o feriado mais rentável para lojas e outros estabelecimentos, e também é celebrado como feriado secundário em países onde cristãos são minoria. É altamente caracterizado pela troca de presentes entre família e amigos, e presentes que são trazidos pelo Papai Noel ou outros personagens. Tradições locais de natal ainda são ricas e variadas, apesar da alta influência dos costumes natalinos de estado-unidenses e britânicos através da literatura, televisão, e outros modos.

Impacto social do Natal

Por causa do foco na celebração, amigos, família, as pessoas que não têm nenhum desses ao seu lado, ou que recentemente sofreram perdas, possuem uma tendência mais forte para ficarem em depressão durante o natal. Isto aumenta a demanda por serviços de conselho durante o período.

Acredita-se muito que suicídios e assassinatos aumentam durante a época de natal. Apesar disso, os meses em que suicídios são mais intensos são maio e junho. Por causa de celebrações envolvendo álcool, acidentes com motoristas alcoolizados também aumentam.

Pessoas não-cristãs que vivem aíses predominantemente cristãs podem ser deixados para trás sem entretenimento no natal, já que as lojas fecham e os amigos viajam. A recreação clichê para esses é "filmes e comida chinesa"; alguns cinemas permanecem abertos para ganharem algum dinheiro no natal e estabelecimentos chineses (sendo alguns na sua maioria budistas) são menos prováveis de fecharem no "grande dia".

Fonte: pt.wikipedia.org

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