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Nebulosas

Nebulosa é unia nuvem de poeira e gás no interior de uma galáxia.A nebulosa se torna visível se o gás brilha ou se uma nuvem reflete a luz das estrelas ou encobre a luz dos objetos distantes. A nebulosa de emissão brilha porque seu gás emite luz quando é estimulado pela radiação das estrelas jovens quentes. A nebulosa de reflexão brilha porque sua poeira reflete a luz das estrelas situadas no seu interior ou ao seu redor.

A nebulosa escura parece uma silhueta porque ela delineia a luz da nebulosa brilhante ou das estrelas situadas atrás dela. Dois tipos de nebulosas estão associados a estrelas agonizantes; nebulosas planetárias e supernovas remanescentes. Ambas consistem em invólucros de gás em expansão, que antes eram as camadas exteriores de uma estrela. Uma nebulosa planetária é uma concha de gás que emerge de um núcleo estelar agonizante. Uma supernova remanescente é o invólucro de gás que se afasta do núcleo estelar com grande velocidade.

Fonte: www.geocities.com

Nebulosas

Nebulosas Planetárias Planetárias

E REMANESCENTES DE SUPERNOVAS

As nebulosas planetárias são resquícios da morte de uma estrela. Em sua fase final, dependendo de sua massa, as camadas externas das estrelas podem ser lançadas ao espaço. Aqui podemos ver algumas das mais famosas, como a nebulosa do Anel ou a de Halteres.

Já os remanescente de supernovas têm origem em um processo cataclísmico avassalador, que ocorre em média a cada 500 anos em cada galáxia. As explosões são tão poderosas que a estrela, por meses, emite uma energia luminosa comparável a de toda uma galáxia de 100 bilhões de astros !!!

Messier 1 - Nebulosa remanescente de Supernova
Messier 1 - Nebulosa remanescente de Supernova

Essa nebulosa é peculiar pelo fato de que é remanescente da explosão de uma supernova observada pelos chineses no ano de 1054. A nebulosa está a uma distância de 6.000 anos-luz. O pulsar, que emite sinais a cada 0.033 segundos e tem poucas milhas de diâmetro podeser visto nessa imagem. Próximo ao centro da nebulosa existem duas estrelas coladas. A mais fraca é o pulsar.

Nebulosa Planetária Messier 27 - Nebulosa do halteres ou Dumbbell em Vulpecula
Nebulosa Planetária Messier 27 - Nebulosa do halteres ou Dumbbell em Vulpecula

A magnitude da estrela central é de 13.8 e pode ser vista em um telecópio de 30cm de diâmetro. A nebulosa se expande a erca de 30km/segundo.

Detalhe da Nebulosa Planetária Messier 27 - Nebulosa do halteres ou Dumbbell em Vulpecula
Detalhe da Nebulosa Planetária Messier 27 - Nebulosa do halteres ou Dumbbell em Vulpecula

A magnitude da estrela central é de 13.8 e pode ser vista em um telecópio de 30cm de diâmetro. A nebulosa se expande a erca de 30km/segundo

Messier 57 - Nebulosa Planetária do Anel em Lira
Messier 57 - Nebulosa Planetária do Anel em Lira

Nossa famosa nebulosa apresentada em imagem mais detalhada.

Nebulosa Planetária do Anel em Lira Messier 57
Nebulosa Planetária do Anel em Lira Messier 57

A imagem apresentada foi obtida com um telescópio LX-50, 10" e HX516 com exposição de 15 segundos. A imagem é original, tal qual saiu da camera, e não sofreu nenhum tratamento. Observe a qualidade da imagem e a nitidez.

Nebulosa do esquimó em Gêmeos
Nebulosa do esquimó em Gêmeos

NGC 4361 Nebulosa Planetária em Corvo
NGC 4361 Nebulosa Planetária em Corvo
Exposição de 30 segundos em F/4 SCT 10"

Fonte: cacella.tachyonweb.net

Nebulosas

As nebulosas são nuvens de poeira, hidrogênio e plasma.São constantemente regiões de formação estelar, como a Nebulosa da Águia.Esta nebulosa forma uma das mais belas e famosas fotos da NASA, "Os Pilares da Criação".Como o processo de formação das estrelas é muito violento, os restos de materiais lançados ao espaço por ocasião da grande explosão formam um grande número de planetas e de sistemas planetários.

Existem quatro tipos de nebulosas:


"Os Pilares da Criação", na Nebulosa da Águia.

A Nebulosa Olho de gato - NGC 6543
A Nebulosa Olho de gato - NGC 6543

As nebulosas são nuvens de poeira e gás interestelar que se localizam, na maioria das vezes, no interior das galáxias. Ela só se torna visível se o gás brilha, se uma nuvem reflete a luz das estrelas ou se ela própria encobre a luz dos objetos distantes.

A maioria das nebulosas estão em intensa atividade de formação estelar.

Existem quatro tipos de nebulosas:

NEBULOSA DE EMISSÃO

São nebulosas que brilham pois o gás delas emite luz quando estimulado pela radiação de estrelas jovens quentes. Um exemplo é a Nebulosa Trífida mas o exemplo mais famoso é a Nebulosa de Órion.

NEBULOSA DE REFLEXÃO

NEBULOSA ESCURA

Uma nebulosa escura é um grande nuvem molecular as quais se apresentam como regiões pobre em estrelas onde a poeira do meio interestelar parece estar concentradas.

Nebulosas escuras podem ser vista se elas obscurecem parte de um nebulosa de reflexão ou emissão (por exemplo a nebulosa cabeça de cavalo) ou se elas bloqueia estrelas de fundo (por exemplo a Nebulosa saco de carvão). As maiores nebulosas escuras são visíveis a olho nu, elas aparecem como caminhos escuros contra o fundo brilhante da Via Láctea.

Astrofísica da nebulosa escura

O hidrogênio destas nuvens escuras opacas existem na forma de hidrogênio molecular. A maior nebulosa deste tipo, a chamada nuvem molecular gigante (NMG), são mais do que um milhão de vezes a massa do Sol. Eles contem mais do que a massa do que o meio interestelar, e quase 150 anos-luz de comprimento, e tem uma densidade média de 100 a 300 molécula por centímetro cúbico e uma temperatura interna de 7 a 15 K. nuvens moleculares consiste basicamente de gás e poeira, mas contem muitas estrelas também. As cores nuvens estão completamente escondidas da visão e não são detectáveis exceto para a emissão de micro-ondas de suas moléculas constituintes. Esta radiação não é absorvida pela poeira e rapidamente escapa da nuvem. O material interno da nuvem é arrastado junto em todas as direções, com algumas nuvens reduzindo-se a massa de estrelas individuais, pequenos arrastões devem estender-se a cerca de um ano luz As nuvens tem um campo magnético interno que se opõem a sua própria gravidade.

NMG desempenha um importante papel na dinâmica da galáxia: quando uma estrela passa próxima a um NMG, um considerável impulso gravitacional ira perturbar a órbita da estrela por uma quantia significativa. Depois de repetidas aproximações, uma estrela de meia-idade ira ter componentes significativos de velocidade em todas as direções, ao invés de um uma órbita quase circular como uma estrela jovem (isto é porque a jovem estrela herda a órbita circular da NMG onde ela nasceu). Isto da aos astrônomos outra ferramenta para estimar a idade de estrelas, e ajuda a explicar a espessura do disco galáctico

Na região interna de uma nebulosa escura importantes eventos tem lugar, tais como a formação das estrelas e masers.

NEBULOSA PLANETÁRIA

Uma nebulosa planetária é um objecto astronómico que é constituido por um invólucro brilhante de gases e plasma, formado por cetos tipos de estrelas no período final do seu ciclo de vida. Não estão de todo relacionadas com planetas; o seu nome é originário de uma suposta similitude de aparência com planetas gigantes gasosos.

Tem um período de existência pequeno (dezenas de milhar de anos) quando comparado com o tempo de vida típico das estrelas (vários biliões de anos). Existem cerca de 1500 destes objectos na nossa galáxia.

As nebulosas planetárias são objectos importantes em astronomia por desempenharem um papel na evolução química das galáxias, libertando material para o meio interestelar, enriquecendo-o com elementos pesados e outros produtos de nucleossíntese (carbono, azoto, oxigénio e cálcio). Noutras galáxias, as nebulosas planetárias poderão ser os únicos objectos observáveis de maneira a poderem ser retiradas informações acerca da abundância de elementos químicos.

Nos anos mais recentes, as imagens fornecidas pelo telescópio espacial Hubble revelaram que as nebulosas planetárias poderão adquirir morfologias extrememente complexas e variadas. Cerca de um quinto são esféricas, mas a maioria não adopta esta morfologia. Os mecanismos producentes desta grande variedade de formas não são totalmente conhecidos mas as estrelas binárias, o vento estelar e os campos magnéticos poderão desempenhar um papel importante.

Observações

As nebulosas planetárias são geralmente objectos ténues e nenhum é visível a olho nú. O primeiro destes objectos a ser descoberto foi a nebulosa de Dumbbell na constelação de Vulpecula, observado por Charles Messier em 1764 e listado como M27 no seu catálogo astronómico. Para os primeiros observadores (com telescópios de baixa resolução), M27 e outras nebulosas a seguir descobertas, assemelhavem-se a gigantes gasosos. William Herschel, que descobriu o planeta Urano, chamou-lhes 'nebulosas planetárias' apesar de não terem qualquer semelhança com planetas.

Tempo de vida

Os gases das nebulosas planetárias afastam-se da estrela central a uma velocidade aproximada de alguns quilómetros por hora. Simultaneamente à expansão dos gases, a estrela central arrefeçe à medida que irradia a sua energia - as reacções de fusão pararam porque a estela não tem a massa necessária para gerar no seu núcleo as temperaturar requeridas para se dar a fusão de carbomo e oxigénio. Eventualmente, a temperatura estelar irá arrefecer de tal maneira que não poderá ser libertada suficiente radiação ultravioleta para ionizar a nuvem gasosa cada vez mais distante. A estrela transforma-se numa anã branca e o gás adjacente recombina-se, tornando-se invisível. Para uma nebulosa planetária tipica deverão passar 10000 anos entre a sua formação e a recombinação dos gases.

Fonte: pt.wikipedia.org

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