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Nelson Mandela

Presidente da África do Sul.

Nelson Rolihlahla Mandela nasceu em 18 de julho 1918, próximo a Umtata, capital da reserva de Transkei.

Pertencia à família real da tribo themba, chefiada por seu pai, Henry Gadla Mandela.

Sua mãe chamava-se Nosekeni. Quando Nelson Mandela tinha doze anos, ficou órfão de pai, do qual era filho único, sendo deixado aos cuidados do chefe da sua tribo.

Estudou numa escola metodista e depois em Fort Hare College, em Alice, cidade ao leste do Cabo da Boa Esperança.

Lá Nelson Mandela conheceu o futuro revolucionário Oliver Tambo. Foi suspenso de suas aulas por participar de um protesto contra medidas governamentais que limitavam o poder de decisão da representação estudantil em sua escola.

Retornando à sua tribo, foi censurado pelo chefe, que esperava fazê-lo seu sucessor e já estava preparando seu casamento com uma noiva selecionada para ele.

Tendo outros projetos para sua vida, Nelson, então com vinte e três anos de idade, decidiu fugir para Johannesburgo.

Apesar de sua formação, o máximo que conseguiu foi um cargo de vigia noturno numa mina de ouro.

O sistema de controle econômico com controle racial era sustentado pela exploração dos recursos minerais da África do Sul, entre eles ouro e diamantes que supriam fábricas de jóias dos grandes centros da Europa e dos EUA.

Estes interesses econômicos e racistas estavam entre os principais motivos para o prolongado apoio de países europeus, dos EUA, e de aliados, ao regime racista sul-africano, e também a razão de suas contidas manifestações de condenação, e nenhuma intervenção militar, até o período final do regime de apartheid.

O sistema de controle sobre a exploração e sobre o comércio das riquezas sul-africanas tinha como uma de suas diretrizes a exclusão dos não brancos.

Nesta época, Mandela fez amizade com Walter Sisulo, dono de uma pequena imobiliária, que prestou a ele ajuda financeira e conseguiu-lhe um emprego a fim de que voltasse a estudar Direito.

Casou-se com Evelyn Ntoko Mase, uma enfermeira, indo morar com ela em Soweto. Em 1943, por convite de Walter Sisulo, uniu-se ao Congresso Nacional Africano (CNA), uma organização negra que tinha como principal objetivo por um fim no apartheid. Indo contra o discurso moderado do presidente da organização, A. B. Xuma, Mandela formou com Oliver Tambo, Walter Sisulo e Anton Lambede, a Liga da Juventude do CNA, que defendia uma postura mais agressiva da entidade contra o governo racista sul-africano.

A democracia sul-africana, com direito de voto limitado aos brancos, levou ao poder em 1948, o Partido Nacional, que tinham entre suas promessas de campanha reforçar a segregação racial do país, através do apartheid, "desenvolvimento separado".

O principal argumento dos racistas referia-se a uma espécie de "valorização da diversidade": afirmava que os negros e brancos estavam em estágios diversos de desenvolvimento e que os próprios negros agrupavam-se em diferentes nações e tribos, com diferentes identidades, e que o isolamento desses vários grupos evitaria atritos entre eles.

Dividiram os negros em dez bantustãs (lares bantus), baseados nas antigas reservas nativas. Incentivando o nacionalismo tribal entre os negros, o governo racista os mantinha divididos e também afastados da educação ocidental, fragilizando-os intelectualmente e garantindo mão-de-obra barata para as indústrias dos racistas.

A repressão às militâncias negras também foi aumentada. Em 1958, casou-se com Winnie Mandela. Após o massacre de Sharpeville, em 1960,Mandela organizou um grupo paramilitar para lutar contra o governo racista sul-africano, que tinha apoio de países como os EUA, Inglaterra e Estado de Israel.

Preso sob a acusação de traição, em 1961, recebeu em 1964 sentença de prisão perpétua por alegados atos de sabotagem. Neste período sua mulher Winnie Mandela serviu-lhe de porta-voz. Foi libertado em 1990, quando o governo de minoria branca já não podia mais suportar as freqüentes revoltas da população negra somadas à pressão mundial contra o regime de apartheid em vigor na África do Sul.

Mandela, então, liderou o Congresso Nacional Africano em suas negociações com o Presidente F. W. de Klerk. Foi posto um fim no regime de apartheid e estabeleceu-se um governo multirracial.

Em 1992, Nelson Mandela divorciou-se de Winnie. Em 1993, recebeu junto com de Klerk, o Prêmio Nobel da Paz.

Fonte: www.geocities.com

Nelson Mandela

Advogado e líder político sul-africano nascido em Transkei, África do Sul, considerado um guerreiro em luta pela liberdade e Prêmio Nobel da Paz (1993) pelo seu esforço conjunto para acabar de forma pacífica com o apartheid, dividido com Frederik Willem de Klerk (1936 - ).

Nelson Mandela
Nelson Mandela

Filho de o Henry Mandela, chefe da uma tribo de Thembu, passou a infância na região da sua tribo onde foi educado.

Ainda um jovem estudante do direito na University College de Fort Har, envolveu-se na luta de oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros direitos políticos, sociais e econômicos, embora estes fossem maioria na população.

Na Universidade de Witwatersrand diplomou-se em leis (1942) e uniu-se ao Congresso Nacional Africano (1944) e como membro do CNA destacou-se como ativista político.

Então, juntamente com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, o Umkhonto we Sizwe ou Lança da Nação, um braço armado do CNA, e se tornou seu comandante (1944).

Depois da eleição (1948) dar a vitória aos afrikaners do Partido Nacional, que defendiam uma política de segregação racial e preconceitos raciais, tornou-se seu mais ativo opositor e passou a atuar diretamente contra as políticas de apartheid do National Party.

Participou do Congresso do Povo (1955) em que divulgou a Carta da Liberdade, um documento contendo um programa fundamental para a causa anti-apartheid.

Assim, foi acusado de traição e sofreu um longo processo (1956-1961) do qual finalmente seria absolvido (1961).

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Nelson Mandela

Neste período, após o massacre de Sharpeville (1960), quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, desarmados, matando 69 pessoas e ferindo 180, passou a defender a resistência armada e coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo.

Acusado de sabotador e guerrilheiro, o Congresso Nacional Africano avaliou a proposta do uso da força para combater a segregação racial e concordou que seus membros que desejassem se envolver na luta armada não seriam punidos.

O governo decretou a ilegalidade do CNA e outros grupos anti-apartheid, e passou a caçar o líder negro como um terrorista.

No ano seguinte foi preso e condenado a cinco anos prisão com trabalhos forçados, por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves.

Depois (1964), em novo julgamento pela sua ativisade terrorista, foi sentenciado à prisão perpétua, escapando de uma pena de morte por enforcamento.

Cumpriu pena na Robben Island Prison, longe de Cape Town (1964-1982), e depois em Pollsmoor Prison.

Porém durante os anos de prisão, cresceu a reputação internacional cresceu continuamente e tornou-se o mais importante líder negro da África do Sul e um poderoso símbolo de resistência do movimento de anti-apartheid.

Recusou um acordo condicional proposto pelo governo em troca de sua liberdade permanente.

Pressionado pela opinião internacional, o governo deu-lhe finalmente a liberdade no dia 11 de fevereiro (1990), por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk, depois de quase três décadas de reclusão.

O CNA também foi tirado da ilegalidade e depois da liberação, mergulhou fundo em sua luta e realizou (1991) à primeira conferência nacional do CNA na África do Sul e foi eleito seu presidente (1991-1997).

Nas eleições presidenciais seguintes, as primeiras como os votos multirraciais, foi eleito como o primeiro presidente negro da África do Sul e exerceu o mandato de cinco anos (1994-1999), comandando a transição do regime de minoria, o apartheid.

Reconhecidamente não fez um governo brilhante, mas ganhou respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Após o fim do mandato de presidente (1999), afastou-se da política partidária e voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos.

Nelson Mandela
Nelson Mandela

Figura dotada de um inesgotável prestígio no país e no estrangeiro, provavelmente o político com maior autoridade moral no continente africano, o que lhe permitiu desempenhar o papel de conciliador em vários conflitos políticos no seu continente, anunciou sua aposentadoria da vida pública aos 85 anos, por causa das suas condições de saúde (2004).

Além do Nobel, recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St.

John, da rainha Elisabete II, e a Medalha presidencial da Liberdade do presidente estadunidense George Bush, e uma das duas únicas pessoas de origem não-indiana a receber o Bharat Ratna, a mais alta distinção da Índia (1990).

Também se tornou cidadão honorário do Canadá e um dos poucos líderes estrangeiros a receber a Ordem do Canadá (2001).

Também foi premiado pela Anistia Internacional com o prêmio Embaixador de Consciência (2006) em reconhecimento à liderança na luta pela proteção e promoção dos direitos humanos.

Particularmente se casou três vezes, sendo a primeira com Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou (1957) ainda na prisão, após 13 anos de casamento.

Depois casou-se com Winie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se (1996) por causa de divergências políticas entre o casal.

No seu 80º aniversário, casou-se então com Graça Machel, viúva de Samora Machel, ex-presidente de Moçambique e aliado do CNA.

Publicou The Struggle Is My Life (1986), Forging a Democratic, Nonracial South Africa (1993) e Long Walk to Freedom (1994), entre outros.

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

Nelson Mandela

Nelson Mandela
Nelson Mandela

Um lutador incansável pelos direitos humanos na África do Sul e a nível internacional, Nelson Mandela é uma das figuras mais importantes da história contemporânea.

Nelson Mandela nasceu a 18 de Julho de 1918, na província sulafricana do Cabo Oriental.

Durante os seus anos de estudante, Mandela lutou contra as cada vez mais injustas e intolerantes leis do apartheid e em 1944 ajudou a criar uma divisão juvenil do Congresso Nacional Africano (ANC).

Juntamente com Oliver Tambo, fundou também o primeiro escritório de advogados de raça negra na África do Sul. Durante o período em que esteve preso, devido às suas atividades políticas, ele e outros membros do ANC foram acusados de conspirar para derrubar o governo através de atos de violência.

Em 1964 foi condenado a prisão perpétua. Durante os 27 anos que permaneceu na cadeia, Mandela converteu-se num poderoso símbolo internacional da resistência contra o apartheid e a injustiça.

Em 1990 foi posto em liberdade e voltou ao trabalho de toda uma vida, a que dera início quase quatro décadas antes.

A 10 de Maio de 1994, as primeiras eleições democráticas realizadas na história da África do Sul deram o poder a Mandela, que se converteu assim no presidente do país.

No ano anterior, Mandela recebera o prémio Nobel da Paz, juntamente com o primeiro presidente sulafricano F.W. de Klerk, pelo seu esforço conjunto para acabar de forma pacífica com o apartheid.

Fonte: br.staying-alive.org

Nelson Mandela

Nelson Rolihlahla Mandela

(Presidente da África do Sul de 1994 a 1999) 18-7-1918, Umtata, Transkei

Membro desde 1944 do Congresso Nacional Africano (CNA) e filho de um chefe da tribo dos xhosas, Mandela estudou Direito e tornou-se um dos líderes do movimento antiapartheid da África do Sul.

Esteve na prisão em 1956, acusado de alta traição, sendo libertado em 1961.

Em seguida, trabalhou clandestinamente no CNA. Após a proclamação do estado de exceção em 1960, o CNA foi considerado ilegal e Mandela foi novamente preso dois anos depois.

Em 1964, foi condenado à prisão perpétua. Encarcerado, Mandela tornou-se símbolo da luta contra o apartheid.

Nelson Mandela
Nelson Mandela

Sua libertação, com Frederik Willem de Klerk no poder, em 1990, representou uma mudança nos destinos da África do Sul. O líder histórico do CNA tornou-se seu presidente e participou da transformação democrática do país.

Apesar da resistência dos nacionalistas bôeres e do partido zulu Inkhata, dirigido por Mangosuthu Buthelezi, chegava ao fim o governo da minoria branca.

Depois das primeiras eleições livres para o Parlamento, realizadas em 1994, Mandela foi o presidente aclamado do país. Integrou o partido Inkatha e dos bôeres e assegurou um futuro político e econômico para uma sociedade dividida pela segregação racial.

Em maio de 1996, a África do Sul celebrava a primeira Constituição do país.

Em 1993, Mandela recebeu o Prêmio Nobel da Paz com De Klerk. Preparou, cuidadosamente, sua substituição na presidência e foi sucedido por Thabo Mbeki, seu vice-presidente.

Fonte: biografias.netsaber.com.br

Nelson Mandela

Nelson Rolihlahla Mandela nasceu em 18 de julho 1918, na pequena aldeia de Mvezo, no Rio Mbashe, distrito de Umtata em Transkei, África do Sul. S

eu Pai o chamou Rolihlahla, que significa "puxar o galho da árvore", ou, mais coloquialmente "encrenqueiro". O nome de Nelson não foi dada até o seu primeiro dia na escola.

O pai de Nelson Mandela, Gadla Henry Mphakanyiswa, era o chefe "por laços de sangue e custom" de Mvezo, uma posição confirmada pelo chefe supremo do Thembu, Jongintaba Dalindyebo. Embora a família é descendente de Thembu royalty (um dos antepassados de Mandela era chefe supremo no século 18), a linha passou para baixo para Mandela através menor 'Houses', em vez de através de uma linha de sucessão potencial. O nome do clã dos Madiba, que muitas vezes é usado como uma forma de tratamento para Mandela, vem do chefe ancestral.

Até o advento da dominação européia na região, a chefia do Thembu (e outras tribos da nação Xhosa) foi por decente patrimonial, com o primeiro filho da esposa principal (conhecida como a Casa Grande) tornando-se herdeiro automático, eo primeiro filho da segunda esposa (a mais elevada das esposas locador, também conhecida como a Casa da Mão Direita) a ser relegado para a criação de uma chefatura menor. Os filhos da terceira mulher (conhecida como a Casa da Mão Esquerda) foram destinados para se tornarem consultores para o chefe.

Nelson Mandela foi o filho da terceira esposa, Noqaphi Nosekeni, e poderia ter esperado de outra forma para se tornar um conselheiro real. Ele foi um dos treze filhos, e tinha três irmãos mais velhos que eram todos de maior 'classificação'. Mãe de Mandela era um Metodista, e Nelson seguiu os seus passos, assistir a uma escola missionária metodista.

Quando o pai de Nelson Mandela morreu em 1930, o chefe supremo, Jongintaba Dalindyebo, tornou-se seu tutor. Em 1934, um ano em que ele participou de três meses iniciação escolar (durante o qual ele foi circuncidado), Mandela matriculou na escola Clarkebury Missionária. Quatro anos mais tarde graduou-se Healdtown, uma faculdade Metodista estrito, e deixou para prosseguir o ensino superior na Universidade de Fort Hare (primeiro da África do Sul University College de negros africanos). Foi aqui que ele conheceu seu amigo de longa data e sócio Oliver Tambo.

Tanto Nelson Mandela e Oliver Tambo foram expulsos de Fort Hare, em 1940, para o ativismo político. Brevemente voltar a Transkei, Mandela descobriu que seu tutor tinha arranjado um casamento para ele. Ele fugiu para Joanesburgo, onde obteve trabalho como vigia noturno numa mina de ouro.

Nelson Mandela mudou-se para uma casa em Alexandra, um subúrbio de Joanesburgo Preto, com sua mãe. Aqui ele conheceu Walter Sisulu e Albertina noiva de Walter. Mandela começou a trabalhar como balconista em um escritório de advocacia, estudando à noite através de um curso por correspondência com a Universidade da África do Sul (UNISA agora) para completar o seu primeiro grau. Ele foi agraciado com o título de Bacharel em 1941, e em 1942 ele foi articled para outra empresa de advogados e começou em cima de uma licenciatura em Direito na Universidade de Witwatersrand. Aqui ele trabalhou com um parceiro estudo, Seretse Khama, que viria a se tornar o primeiro presidente de um Botswana independente.

Em 1944, Nelson Mandela se casou com Evelyn Mase, primo de Walter Sisulu. Ele também começou a sua carreira política a sério, juntando-se ao Congresso Nacional Africano, ANC. Encontrar a liderança existente do ANC para ser "uma ordem morrendo de pseudo-liberalismo e conservadorismo, de apaziguamento e compromisso.", Mandela, juntamente com Tambo, Sisulu, e alguns outros, formaram o Congresso Nacional Africano Liga da Juventude, ANCYL. Em 1947, Mandela foi eleito como secretário da ANCYL, e tornou-se um membro do executivo do ANC Transvaal.

Em 1948 Nelson Mandela não conseguiu passar nos exames necessários para a sua licenciatura em Direito LLB, e decidiu em vez de se contentar com o exame 'qualificação', que lhe permitiria praticar como advogado. Quando Herenigde Nationale Festa do DF Malan (PNH, Partido Nacional Re-United) venceu a eleição de 1948, Mandela, Tambo e Sisulu agiu. O presidente do ANC existente foi empurrado para fora do escritório e alguém mais favorável aos ideais da ANCYL foi contratado como um substituto. Walter Sisulu propôs um "programa de ação", que foi aprovada pela ANC. Mandela foi eleito presidente da Liga da Juventude em 1951.

Fonte: africanhistory.about.com

Nelson Mandela

Nelson Mandela
Nelson Mandela

Nelson Rolihlahla Mandela foi o filho de um dos principais dignitários da África do Sul, Chefe Henry Mandela da Tembu Tribe, e foi como um jovem estudante de direito que ele se envolveu na oposição ao regime de minoria branca. Juntando-se ao Congresso Nacional Africano (ANC) em 1942, ele co-fundou a Liga da Juventude mais dinâmico, dois anos depois.

Após a vitória eleitoral de 1948 do Partido Nacional Afrikaner dominado, com a sua política de segregação racial, Mandela foi destaque em 1952 Campanha Desafio do ANC e de 1955 o Congresso do Povo, cuja adoção da Carta da Liberdade, desde que o programa fundamental do causa anti-apartheid.

Inicialmente comprometida com a luta de massas não-violenta e absolvido na maratona Treason Trial of 1956 - 1961, Mandela e seus colegas aceitaram o argumento para a ação armada depois do tiroteio de manifestantes desarmados em Sharpeville, em março de 1960, ea proibição de anti-apartheid grupos.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, Umkhonto we Sizwe. Em agosto do ano seguinte, ele foi preso e encarcerado por cinco anos.

Em junho de 1964, ele foi sentenciado novamente, dessa vez a prisão perpétua, por seu envolvimento no planejamento de ação armada.

Ele começou seus anos na prisão na infame prisão de Robben Island, uma instalação de segurança máxima em uma pequena ilha ao largo da costa da Cidade do Cabo. Em abril de 1984, ele foi transferido para a prisão de Pollsmoor na Cidade do Cabo e em dezembro de 1988 ele foi transferido para a prisão de Victor Verster Paarl perto de onde ele acabou sendo liberado.

Enquanto estava na prisão, Mandela rejeitou ofertas feitas por seus carcereiros para remissão de pena em troca de aceitar a política bantustan por reconhecer a independência da região do Transkei e concordando em se estabelecer lá. Entre os opositores do apartheid na África do Sul e internacionalmente, tornou-se um símbolo cultural da liberdade e da igualdade.

Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando sustentada campanha do ANC ea pressão internacional levou à sua libertação. Em 2 de fevereiro de 1990, Sul-Africano presidente FW de Klerk suspendeu a proibição no ANC e outras organizações anti-apartheid. Mandela foi libertado da prisão de Victor Verster em 11 de fevereiro de 1990.

Ele eo presidente de Klerk - que fez muito para desmantelar as instituições do apartheid - dividiu o Prêmio Nobel da Paz em 1993. Em 1994, a autobiografia de Mandela, 'Long Walk to Freedom ", ele não revelou nada sobre a suposta cumplicidade de Klerk na violência dos anos 1980 e 90, ou o papel de sua ex-mulher Winnie Mandela, em que o derramamento de sangue.

No entanto, mais tarde ele discutiu essas questões em 'Mandela: A biografia autorizada'.

Após a sua libertação, Mandela voltou para a liderança do ANC e, entre 1990 e 1994, levou o partido nas negociações multipartidárias que resultaram nas primeiras eleições multi-raciais do país. Como o primeiro presidente negro da África do Sul (1994 - 1999), ele presidiu a transição do regime de minoria e apartheid. Ele ganhou elogios por sua liderança durante este tempo, até mesmo de seus antigos opositores brancos na África do Sul.

Depois de sua aposentadoria como presidente, em 1999, Mandela tornou-se um defensor de uma variedade de organizações sociais e de direitos humanos. Ele usou seu status como um estadista respeitado para dar peso às questões pertinentes, declarando os Estados Unidos "uma ameaça para a paz mundial" em 2002, enquanto chamando o então presidente George W Bush não para lançar ataques contra o Iraque.

Devido a sua saúde estava em declínio, Mandela escolheu para se aposentar da vida pública em 2004 e passou a reduzir seu número de aparições, embora fosse muito grande figura simplesmente desaparecer no ar. Seu nome tem sido usado para promover empreendimentos de caridade perto de seu coração, como o Mandela Invitational torneio de golfe de caridade Nelson, que arrecadou milhões de rand para instituições de caridade para crianças desde a sua criação em 2000.

A luta contra a Aids foi uma das principais preocupações de Mandela e ele usou seus gravitas para aumentar a conscientização sobre o assunto no palco global.

Tendo apoiado a campanha de angariação de fundos a Aids 46664, que foi nomeado após seu número de prisão, ele passou a pedir maior abertura na discussão da condição. Seu filho Makgatho Mandela morreu de Aids em 2005 eo estadista aproveitou a ocasião para dizer às pessoas que não escondendo a doença, mas falar sobre isso, é a única maneira de quebrar o estigma.

Em 2007, ele reuniu velhos estadistas, pacifistas e defensores dos direitos humanos, incluindo Kofi Annan, Jimmy Carter, Ela Bhatt, Gro Harlem Brundtland e Li Zhaoxing sob uma organização não-governamental chamado The Elders. O objetivo da organização era combinar a sabedoria coletiva dos anciãos e usá-lo para resolver alguns dos problemas do mundo.

Embora ele falou menos sobre questões que afetam país vizinho Zimbabwe em sua aposentadoria, Mandela tentou persuadir o presidente Robert Mugabe para desocupar escritório com alguma dignidade em 2007. Entretanto, o Sr. Mugabe ignorou-o e pendurou-se no poder, levando Mandela a bater o "trágico fracasso de liderança" em junho de 2008, quando Zimbabwe estava em crise após as eleições presidenciais disputadas.

Em novembro de 2009, a contribuição de Mandela para a liberdade mundo foram recompensados com um gesto único pela Assembleia Geral das Nações Unidas. O órgão anunciou que o seu aniversário, 18 de julho, viria a ser conhecido como o Dia Mandela. O destinatário de centenas de prêmios e reconhecimentos honoríficos, inclusive o Prêmio Nobel da Paz, Mandela continua a exercer influência sobre o mundo, mesmo sem estar ativamente envolvidos nas questões.

Seu último passeio público foi durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo 2010, em Joanesburgo. Em janeiro de 2011, o ex-líder foi subitamente hospitalizado, levando preocupações sobre a saúde do 92-year-old estadista. A Fundação Nelson Mandela revelou que ele estava no Hospital Milpark, em Joanesburgo, embora disse que sua vida não estava em perigo. Ele foi autorizado para casa depois de um par de dias e foi transportado para casa, onde ele lidera uma aposentadoria tranquila.

Em 18 de julho de 2012, 94o aniversário de Mandela, 12 milhões de crianças em idade escolar em toda a África do Sul homenageou com uma música composta especialmente para marcar o dia. Enquanto isso, Mandela comemorou discretamente em casa com sua família.

Mandela foi casado três vezes, incluindo um casamento de 38 anos ao político Winnie Madikizela, que foi sua segunda esposa. Eles se casaram em 1958 e tiveram a filha Zenani do mesmo ano. Sua segunda filha Zindzi nasceu em 1960. Sua filha mais nova tinha apenas 18 meses de idade, quando ele foi enviado para a prisão.

Nelson e Winnie separou em 1992 e se divorciaram em 1996. Seu primeiro casamento, com Evelyn Mase também terminou em divórcio em 1957 devido à sua devoção à agitação revolucionária.

Eles ficaram juntos por 13 anos e tiveram quatro filhos juntos, incluindo Thembi, que nasceu em 1946. Ele morreu em um acidente de carro em 1969 com a idade de 23 e Mandela não foi autorizado a ir ao funeral enquanto ele estava na prisão. Sua primeira filha Maki, que nasceu em 1947, morreu em apenas nove meses de idade para que o casal chamado sua segunda filha, em 1953, em sua honra. Makgatho nasceu em 1950.

Em seu aniversário de 80 anos casou-se com Graça Machel, viúva do falecido presidente moçambicano Samora Machel. O casal agora vive em sua casa em Qunu.

Fonte: www.thebiographychannel.co.uk

Nelson Mandela

Líder negro e estadista da África do Sul

Nelson Mandela
Mandela posa para campanha anti-Aids

Nelson Rolihlahla Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu no pequeno vilarejo de Qunu, distrito de Umtata, na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a freqüentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois, e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Com 19 anos, em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali tomou interesse no boxe e nas corridas. Após se matricular, ele começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante do direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942, e dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa anti-apartheid.

Comprometido de início apenas com atos não-violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para a Argélia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas anti-apartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

Fonte: noticias.uol.com.br

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