Capital: Kathmandu
Idioma: nepali
Moeda: rúpia nepalense
Clima: polar de altitude
Fuso horário (UTC): +5:45
A mais medieval das cidades do vale do Kathmandu, possui arquitetura deslumbrante, do final do século XVII. As principais atrações podem ser vistas num passeio à pé, através da Praça Durbar, com seus templos, estátuas e colunas. Outra praça a Taumadhi Tole, possui o maior templo do vale, o Nyatapola, e o Til Mahadev Narayan, um local de peregrinação. Umas das principais atrações no entanto é o dia-a-dia das famílias, que inclui secar os grãos ao sol, artesãos no seu trabalho, ou mesmo os jogos das crianças.
O templo de Dakshinkali é dedicado à deusa de seis braços Kali, consorte de Shiva, na encarnação mais sangrenta. Duas vezes por semana, nepaleses trazem búfalos, galinhas, patos e outros animais, que são degolados e oferecidos à deusa. O sangue é dragado por um canal, e recolhido para ser utilizado em festas, principalmente em outubro, no festival de Dasain.
A cidade possui muitos templos e artesões habilidosos, Isso se revela em suas construções, principalmente na Parça Durbar, em arquitetura Newari, incluindo o Palácio Real e o Templo Jagannarayan. Próximo de lá estão o monastério budista, Templo Dourado, e o templo mais antigo, construído em 1392, o Templo Kumveshawar.
Fonte: www.geomade.com.br
Nome oficial: Reino do Nepal (Nepal Adhirajya).
Nacionalidade: nepalesa.
Data nacional: 29 de dezembro (aniversário do rei)*.
Capital: Katmandu.
Cidades principais: Katmandu (535.000), Lalitpur (190.000), Biratnagar
(132.000), Bhaktapur (130.000) (1993).
Idioma: nepali (oficial), tibetano, maithili, bhojpuri.
Religião: hinduísmo 86,2%, budismo 7,8%, islamismo 3,8%,
cristianismo 0,1%, judaísmo 0,1%, outras 2% (1991).
Localização: centro-sul da Ásia.
Hora local: +8h20.
Área: 147.181 km2.
Clima: de montanha (maior parte).
Área de floresta: 48 mil km2 (1995).
Total: 23,9 milhões (2000), sendo nepaleses 53,2%, biaris
18,4%, tarus 4,8%, tamanos 4,7%, neuares 3,4%, magares 2,2%, abadhis 1,7%,
outros 11,6% (1991).
Densidade: 162,39 hab./km2.
População urbana: 11% (1998).
População rural: 89% (1998).
Crescimento demográfico: 2,4% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 4,45 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 58/57 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 83 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 58,6% (2000).
IDH (0-1): 0,474 (1998).
Forma de governo: Monarquia parlamentarista.
Divisão administrativa: 14 zonas.
Principais partidos: do Congresso Nepalês (PCN), Nacional Democrático,
Comunista do Nepal-Unificado Marxista-Leninista, Comunista do Nepal-Marxista-Leninista.
Legislativo: bicameral - Conselho Nacional, com 60 membros (35 eleitos
pela Casa dos Representantes, 15 eleitos nas Áreas de Desenvolvimento
Regional e 10 nomeados pelo rei), com mandato de 6 anos; Casa dos Representantes,
com 205 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1990
Moeda: rúpia nepalesa.
PIB: US$ 4,8 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 40% (1998).
PIB indústria: 22% (1998).
PIB serviços: 38% (1998).
Crescimento do PIB: 5% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 210 (1998).
Força de trabalho: 11 milhões (1998).
Agricultura: arroz, milho, cevada, milhete, trigo, cana-de-açúcar,
tabaco, batata, noz-moscada e cardamomo, frutas, óleos de semente.
Pecuária: bovinos, búfalos, caprinos, aves.
Pesca: 23,2 mil t (1997).
Mineração: linhito, cobre, calcário, minério
de ferro, esteatita.
Indústria: alimentícia, vestuário, têxtil
(tapetes e cobertores).
Exportações: US$ 485 milhões (1998).
Importações: US$ 1,2 bilhão (1998).
Principais parceiros comerciais: Índia, Alemanha, Cingapura,
China, EUA.
Efetivo total: 50 mil (1998).
Gastos: US$ 37 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net

Nome Oficial: Nepal
Capital do Nepal: Katmandu
Área: 147.181 km² (93º maior)
População: 27,133 milhões (2005)
Idiomas Oficiais: Nepalês
Moeda: Rupia Nepalesa
Nacionalidade: Nepalesa
Principal Cidade: Katmandu, Lalitpur, Biratnagar

Fonte: www.webbusca.com.br

Mapa do Nepal
O Nepal é um pequeno país montanhoso, encravado entre a China e a Índia na Cordilheira do Himalaia. A maioria dos habitantes vive nas colinas e no vale do Katmandu. Apenas 11% da população habita áreas urbanas e Katmandu, a capital, é a maior cidade, com 1,5 milhões de pessoas. Apesar da alta densidade demográfica e da geografia inóspita do território do Nepal, a população nepalesa cresce de forma acelerada. Mais de 40% dos nepaleses possuem idade inferior a 15 anos e estima-se que a população dobre de tamanho antes de 2025. Os principais grupos étnicos são os nepaleses e os biaris.

A renda per capita nepalesa é de US$ 200 por ano. A economia baseia-se na agricultura de subsistência e mantém poucas relações comerciais com o resto do mundo. A topografia acidentada do país tem determinado um lento desenvolvimento, porém a encantadora beleza natural do Nepal e seu misticismo inerente têm atraído milhares de visitantes e ajudado a criar uma próspera indústria turística.
O Nepal é o único reino hindu do planeta e até 1950 era extremamente isolado do resto do mundo. Em 1962, o rei Mahendra assumiu o poder, dissolveu o Parlamento e baniu os partidos políticos. A pressão populacional levou o país à primeira eleição livre em 1991 e a uma ampla liberalização na década de 90. O hinduísmo continuou sendo a religião do estado, mas as novas leis promulgadas em 1991 asseguraram a liberdade de culto e de religião, ainda que a evangelização continue proibida.
O hinduísmo deu origem a um complexo sistema de castas oficialmente declarado ilegal em 1963, mas que ainda continua influenciando a nação. O rei do Nepal é considerado uma reencarnação de Vishnu, um deus hindu. Há outras religiões minoritárias no país, como o budismo mahayana, que possui muitos seguidores concentrados nas áreas próximas ao Tibet, e o islamismo, praticado por muitos colonos e comerciantes indianos.
O cristianismo chegou ao Nepal muito recentemente. Missões indianas têm atuado no país desde 1952, mas geralmente concentraram seus ministérios nos indianos. Formada nos anos 50, a Missão Unida para o Nepal (United Mission to Nepal) representa centenas de missionários estrangeiros e funcionários locais que trabalham primariamente em projetos de desenvolvimento social aprovados pelo governo. Como não é permitido que missões estrangeiras implantem igrejas entre os nepaleses, os cristãos locais organizaram a Igreja de Cristo no Nepal, em 1966. Atualmente, há cerca de 150 mil cristãos no Nepal que estão rapidamente implantando novas igrejas.
O Nepal pode ser classificado como um país que "cresce em direção à perseguição". A rápida expansão da igreja não tem sido ignorada pelos hindus do país, muitos dos quais estão requerendo novas restrições à implantação de igrejas e à evangelização. Até aqui, tais tensões não têm restringido o crescimento da igreja e o maior limitador ao desenvolvimento do cristianismo tem sido a falta de treinamento para a liderança cristã. Essa situação poderá mudar no futuro.
O Nepal continuará assistindo ao crescimento da igreja na primeira década do século XXI. Com o crescimento do cristianismo, a perseguição também aumentará consideravelmente. Alguns profissionais estrangeiros cristãos já foram expulsos do país, mas uma perseguição mais severa poderá ocorrer, incluindo a prisão de nepaleses e eventuais martírios.
1. A igreja está presenciando um rápido avanço. A igreja tem crescido particularmente nas áreas mais remotas e isto tem ocorrido principalmente devido a sinais e maravilhas. Quase todas as pessoas que chegam a Cristo o fazem como resultado de algum tipo de milagre.
2. A igreja enfrenta perseguição. Há dois partidos militantes hindus que perseguem os cristãos continuamente. Esses partidos se opõem abertamente à presença de cristãos no Nepal.
3. O proselitismo é considerado ilegal. Severas penalidades são aplicadas por batismo nas águas ou atos de evangelização. Os nepaleses tradicionalmente seguem a mesma religião do pai. Ore para que os cristãos sejam ousados no serviço ao Senhor.
4. Ao unir-se, a igreja tem obtido alguns bons resultados. Pastores estão unindo suas forças para resistir às ações que buscam reprimir seu trabalho, ainda que a vitória final sobre a perseguição dependa do governo. Ore para que os cristãos desenvolvam respostas adequadas à perseguição.
Katmandu
23,9 milhões (11% urbana)
174.181 km2
Sul da Ásia, sem saída para o mar
Nepali, maithili, bhojpuri e dialetos regionais
Hinduísmo 89%, budismo 7%, islamismo 3%, cristianismo 0,6%
150 mil, fatia da população em crescimento acelerado
Isolada, em crescimento
Há liberdade religiosa e cultos e conversões são permitidos, mas a evangelização é proibida.
Como o rápido crescimento da igreja é uma clara ameaça ao hinduísmo, os líderes hindus exigirão maiores restrições ao cristianismo. É possível que missionários sejam atacados por hindus mais radicais.
Fonte: www.portasabertas.org.br

Cordilheira do Himalaia, Nepal
Um pé nas mais espetaculares trilhas do planeta, o outro em templos sublimes. Ou melhor, os dois pés, o resto do corpo e a alma inteira ora nas trilhas, ora nos templos numa viagem só. Assim é a experiência de quem decide cruzar o planeta para visitar o Nepal, reino encravado na encosta da cordilheira do Himalaia e cercado pela Índia e pela China, no centro-sul da Ásia. A área não é grande (140,8 mil quilômetros quadrados), mas, em altura, o país é recordista mundial: abriga oito das 14 maiores montanhas do mundo, incluindo o todo-poderoso Everest.
Infelizmente, a pobreza salta aos olhos. Mas há muita coisa que chama mais atenção do que isso: para começo de conversa, o inestimável tesouro cultural desse país de 26,5 milhões de habitantes onde se falam mais de cem línguas nativas, onde os deuses têm muitos nomes diferentes e as ruas geralmente não têm nome nenhum.
O hinduísmo é a religião predominante, embora ela ceda espaço, aqui e ali, a crenças budistas. Para os turistas, o cardápio de atrações é vasto: a riqueza artística da capital (Katmandu), a terra natal de Buda (Lumbini), uma pitoresca vila com seu lago que reflete os picos nevados (Pokhara), os trekkings O Nepal é daquelas viagens que não terminam simplesmente quando você volta com as malas para casa insiste em aparecer nos seus sonhos, por anos a fio.
E em fazer você lembrar que há maneiras diferentes de ver e lidar com as coisas, para o resto da vida.
Moeda: rúpia nepalesa
Visto: é obrigatório para brasileiros, mas como não há representação diplomática do Nepal no Brasil, o visto pode ser obtido na chegada ao país
Hora local: + 8h20
Melhor época: de novembro a março, quando o clima é mais ameno e o ar, mais seco
Fonte: viajeaqui.abril.com.br

Uma terra de fascínios que contagia à primeira espreitadela. A imponência do lugar, amuralhado pelas maiores montanhas do mundo, reflecte um estado de espírito que deslumbra e volta a deslumbrar.
O Nepal é um país que partilha fronteiras com o Tibete ao Norte e Noroeste e com a Índia a Oeste, Sul e Leste. Pertencendo ao continente asiático, este país está situado na cordilheira dos Himalaias, entre o planalto do Tibete e o vale do Ganges.
Este lugar é composto por paisagens espectaculares que convidam constantemente à contemplação.
Um dos pontos que desperta um maior interesse é a capital, Katmandu, onde se destaca a Praça Durbar. Nas imediações encontra-se o templo Kumari, bem como o templo Narayan.
Outro dos pontos de destaque é o Bazar, local onde se situa a grande área mercantil. Ainda nas proximidades é possível ver a célebre Casa da Madeira, um dos mais antigos edifícios da capital. Outra das mais importantes cidades do Nepal é Patan ou Lalitpur, fortemente marcada por influências budistas. A visitar dois belos monumentos budistas: Kumbeshwar e o Templo dos Mil Budas.
Fonte pontodepartida.aeiou.pt