Estrutura molecular da adrenalina
A adrenalina, também conhecida como epinefrina, é um hormônio secretado por
uma molécula das glândulas supra-renais.
A adrenalina é muito importante para a manutenção da vida. Em condições normais,
sua presença no sangue é muito pequena.
Porém, nos momentos de excitação (medo, euforia) ou estresse emocional, uma
grande quantidade de adrenalina é secretada para atuar sobre determinadas
partes do corpo (nervos, músculos, pernas, braços), com o objetivo de prepará-lo
para um esforço físico (correr, pular e movimentos que exigem reflexos de
forma rápida).
A adrenalina estimula o coração (aumenta os batimentos cardíacos), estimula
a vaso constrição, eleva a pressão arterial, libera a glicose armazenada no
fígado, relaxa alguns músculos involuntários ao mesmo momento que contrai
alguns outros.
A adrenalina é muito utilizada como um medicamento para estimular o coração
nos casos de parada cardíaca, para prevenir hemorragias e para dilatar os
bronquíolos dos pulmões quando ocorrem ataques de asma aguda.
Fonte: www.todabiologia.com



Âmpola de adrenalina
A adrenalina ou epinefrina é um hormônio simpaticomimético e neurotransmissor, derivado da modificação de um aminoácido aromático (tirosina), secretado pelas glândulas supra-renais, assim chamadas por estarem acima dos rins.
Em momentos de "stress", as supra-renais secretam quantidades abundantes
deste hormônio que prepara o organismo para grandes esforços físicos, estimula
o coração, eleva a tensão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros.
Em maio de 1886, William Bates anunciou o descobrimento da substância produzida
pela glândula adrenal no New York Medical Journal.
Foi também identificada em 1895 por Napoleão Cybulski, um fisiólogo polaco. A descoberta foi repetida em 1897 por John Jacob Abel.
Jokichi Takamine, un químico japonês, descobriu a mesma hormona em 1900, sem conhecimento dos anteriores. Foi sintetizada artificialmente por Friedrich Stolz em 1904.
A palavra adrenalina foi criada pelo cientista que conseguiu isolar este hormônio pela primeira vez, o bioquímico japonês Elissandro Jokichi Takamine, que formou o nome em questão tomando o nome dos rins, sobre o qual se situam as glândulas secretoras, como já mencionado. Utilizou então ad- (prefixo que indica proximidade), renalis (relativo aos rins) e o sufixo -ina, que se aplica a algumas substâncias químicas (as aminas).
Quando lançada na corrente sanguínea, devido a quaisquer condições do meio
ambiente que ameacem a integridade física do corpo (fisicamente ou psicologicamente,
stress), a adrenalina aumenta a frequência dos batimentos
cardíacos (cronotrópica positiva) e o volume de sangue por batimento cardíaco,
eleva o nível de açúcar no sangue (hiperglicemiante), minimiza o fluxo sanguíneo
nos vasos e no sistema intestinal enquanto maximiza o tal fluxo para os músculos
voluntários nas pernas e nos braços e "queima" gordura contida nas
células adiposas. Isto faz com que o corpo esteja preparado para uma reação,
como reagir agressivamente ou fugir, por exemplo.
Afeta tanto os receptores beta¹-adrenérgico (cardíaco) e beta²-adrenérgico
(pulmonar). Possui propriedades alfa- adrenérgicas que resultam em vasoconstrição.
A adrenalina também tem como efeitos terapêuticos a broncodilatação,
o controle da frequência cardíaca e da pressão arterial, dependendo da dose.
Na anestesia local é utilizada como coadjuvante, causando vasoconstrição para
perdurar o efeito do anestésico, visto que uma área menor de vaso sanguíneo
degradará menos o fármaco.
| Receptor Alfa | Receptor Beta |
| Vasoconstrição (cutânea, renal, etc.) | Vasodilatação (músculo esquelético, etc.) |
| Contração da cápsula esplênica | Cardioaceleração |
| Contração del miométrio | Aumento da força de contração do miocárdio |
| Contração do dilatador da íris | Relaxamento del miométrio |
| Contração da membrana nictitante | Relaxamento bronquial |
| Relaxamento intestinal | Relaxamento intestinal |
| Contração pilomotora | Glucogenólise |
| Lipólise | Calorigênese |





Fonte: pt.wikipedia.org