Níger conta com numerosos contrastes que conseguem um efeito mágico no visitante. De brilhantes desertos de areias douradas e impressionantes silêncios -onde dá de sentir a imensidade do vazio que desperta emocionantes sentimentos- à fertilidade do rio Níger com uma maravilhosa fauna e flora a lembrarmos que estamos no coração da África: leões, elefantes, hipopótamos, gazelas, girafas e aves de variadas espécies.
Neste fascinante país confluem diferentes etnias de variadas e exóticas culturas, haussas com sua acusada mestiçagem, tuaregs, esses impressionantes homens azuis que encontram-se no deserto do Saara, os Songhay-Djerma, tubus e peuls. Um formoso mosaico de raças que convivem em paz.
À espetacular natureza e a amabilidade da população deve somar belas cidades com construções elegantes, mercados barulhentos e coloridos, e bairros tipicamente africanos cheios de encanto. Níger oferece um ramalhete de possibilidades tão amplo e interessante que não pode-se deixar de conhecer.
Passaporte em vigor, visto obrigatório e passagem de saída.
Clima árido com temperaturas altas e muito seco (na zona norte é desértico). As chuvas aparecem de julho a setembro e de novembro a janeiro sopra o Hamattan, vento do Saara com nuvens de areia que provocam a queda de temperatura.
Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.
O idioma oficial é o francês. Também fala-se o hausa, songhai, fulfulde, tamashek.
A corrente elétrica é de 220/380 volts à 50 Hz.
A moeda oficial é o Franco Centro-africano (CFA). Um CAF equivale a 100 céntimos. Notas de 500, 1.000, 5.000 e 10.000 francos. moedas de 1, 2, 5, 10, 25, 50, 100 e 500 francos
Precisa-se de vacina contra a febre amarela e é aconselhável a do tifo. É recomendável a profilaxia antimalária. Recomenda-se não beber água da torneira, não comer alimentos sem cozinhar e ter uma especial precaução com o sol. É aconselhável levar farmácia bem preparada e viajar com um seguro médico e de assistência.
Para enviar e receber correio o mais adequado é faze-lo através dos hotéis que costumam contar com este serviço. Marcar 00-227, seguido do número de assinante (não existem prefixos de cidades). Os hotéis costumam oferecer a possibilidade de chamar desde suas instalações.
É conveniente levar todo o material fotográfico desde o país de origem pois não é fácil encontrá-lo em Níger.
Os horários comerciais são muito flexíveis. Os mercados costumam funcionar durante todo o dia, enquanto alguns estabelecimentos abrem pela manhã e tarde.
Como na maioria dos países da África, a gorjeta é bem recebida. Aconselha-se dar com generosidade.
Existe uma taxa de aeroporto para os vôos internacionais.
País da África Ocidental, Níger tem como países fronteriços ao norte Argélia e Líbia, ao oeste Mali e Burkina Faso, ao leste com Chade, e ao sul com Nigéria e Benim. Sua extensão é de 1.267.000 quilômetros quadrados e é considerada como uma das terras mais pobres do continente africano por serem a maior parte desérticas.
O norte está conformado pelo deserto do Saara que eleva-se em certa zona no Planalto do Djado. Ao oeste aparecem as montanhas do Air de origem vulcânica cujas máximas altitudes são o monte Tamgak com 1.801 metros e o monte Bagzane com 2.022 metros, mas o habitual é que a paisagem conte com depressões arenosas e planaltos de escassa altitude, entre 200 e 500 m., muito erosionados. No sul aparecem as escassas terras férteis do país por estarem irrigadas pelo rio Níger no oeste e o rio Yobe e o lago Chade ao leste; este lago forma fronteira com Chade e Nigéria.
Níger oferece um formoso contraste entre a zona desértica do norte e o terreno mais fértil situado nas aproximidades do rio Níger e do Lago Chade.
O deserto deixa passagem nas zonas meridionais à vegetação do tipo sudanes com zonas florestais que dão passagem à savana herbáceo-arbustiva, campos de cultivo, sobretudo cereais, e flora montanhosa no Maciço do Air.
A fauna Nígeriana é surpreendente, búfalos, girafas, leões, antílopes, gazelas, elefantes, hipopótamos, panteras, zebras, entre outros muitos que pode-se contemplar no Parque Nacional de 300.000 hectares partilhado com Burkina Faso e Benim. Não pode-se esquecer um animal contemplado com fartura em todo o país, o camelo.
A história de Níger está fortemente influenciada pela ocupação dos impérios sahelianos. O oeste do país esteve dominado por Mali e Songhay, o centro e parte do sul pelos Haussa, o sul e parte do leste pelos Bornu, o centro era território dos temidos tuaregs que formaram sociedades divididas em seu hierárquico sistema de castas e no norte habitavam tribos nômades dedicadas ao pastoreio. As povoações situadas na zona do lago Chade eram conhecidas por pertencer à rota das caravanas que uniam o Chade com o Mediterrâneo.
A exploração do país começou no princípio do século XIX uma vez que os aventureiros chegaram ao lago Chade. Durante todo o século ingleses e franceses disputaram o território até que em 1898 delimita-se a fronteira com a Nigéria inglesa e Níger passa a ser território militar, até que em 1922 constitui-se como colônia dentro da África Ocidental Francesa.
Em 1946 se estabelece a primeira Assembléia Territorial na colônia e doze anos depois constitui-se em República Autônoma dentro da Comunidade Francesa. Em 3 de agosto de 1960 o primeiro ministro Hamani Diori proclama a independência do país e assume sua presidência.
Em 15 de abril de 1974, uma ano depois de uma terrível seca que assola o país, o Tenente General Seyni Kountché consegue o poder do país após um golpe de estado muito cruel, a Assembléia Nacional é dissolvida com violência e proibem-se os partidos políticos. Esta situação dura até 1893, quando em janeiro o presidente Kountché nomea primeiro ministro a um civil, Oumarou Mamane e em novembro constitui-se um conselho de ministros composto integramente por civis, que deve afrontar uma terrível fome no país e a seca do rio Níger pela primeira vez na história, em julho de 1985.
Em 1987 Kountché morre de uma hemorragia cerebral sendo substituido pelo Coronel Ali Saïbou. No seguinte ano o Governo começa a redação de uma nova constituição, suprime a proibição dos partidos políticos e anuncia a formação de um partido governante, o Movimento Nacional da Sociedade do Desenvolvimento, o MNSD. Estes câmbios não são bem vistos pelo Presidente Saïbou, reeleito em maio de 1989, provocando em dois anos depois a Conferência Nacional abole a Constituição, nomea chefe de governo a Amadou Cheiffou e que André Salifou seja eleito presidente do Alto Conselho da República.
Em 1993 é nomeado chefe do estado Mahamane Ousmane e chefe do governo Mahamadou Issoufou.
A arte Nígeriana está bastante limitada pela religião oficial do país, o Islão. Aliás, podem-se encontrar interessantes mostras da arte tradicional variada, pois Níger oferece um colorido mosaico de raças em seu território. Pode-se apreciar elaborados artigos de cestaria, tecidos feitos a mão de brilhantes cores, jóias de diferentes desenhos e armas tradicionais como lanças, punhais e arcos. A isto deve-sem acrescentar as mostras do folclore do país como belos instrumentos musicais e restos arqueológicos encontrados neste desértico território.
Níger conta com numerosos lugares de interesse para visitar, desde o norte desértico do Saara com suas paisagens douradas de excepcional beleza ao maciço montanhoso de Air no centro e as principais povoações concentradas às márgens do rio Níger.
Niamey, a capital do país, está construida ao longo da bacia do rio Níger. Esta cidade tipicamente fluvial conta com formosos contrastes que valem a pena visitar, desde os bairros residenciais até as construções tipicamente africanas, menos suntuosas e mais exóticas, dos bairros Alto e Baixo da cidade, onde pode-se contemplar dromedários dando voltas, fazendo funcionar os tradicionais moinhos de azeite.
Resulta imprescindível a visita ao porto da cidade, sempre animado, onde pode-se desfrutar com o variado e colorido ambiente que nele se respira. Este mesmo ambiente respira-se nos mercados da cidade, no Grande Mercado e no Pequeno Mercado situados no centro da cidade.
O Bairro dos Artesanos oferece o maravilhoso espetáculo de poder contemplar como os mestres de diferentes etnias trabalham os diversos materiais seguindo as técnicas tradicionais apreendidas dos antepassados. Pode-se adquirir todo tipo de objetos a preços econômicos.
No Museu Nacional, que ocupa 24 hectares, pode-se admirar uma excelente mostra da história, folclore, artesanato e etnologia do país.
Resultam de interesse também o Centro Cultural Franco-Nígeriano, o Aquarium, o Zoo e o Jardim Botânico, onde pode-se desfrutar com a fauna e flora do país.
Como lugares curiosos que o visitante não deve perder-se destacam Bukoki, zona onde se reunem todas as tribos do país para celebrar um concorrido mercado de animais, com camelos, dromedários, cabras, ovelhas, bois, e outros muitos -os leilões são espetaculares. E nos arredores da cidade, Kouré, famoso pelas numerosas girafas.
Agadez é uma cidade desértica onde pode-se conviver com diversas tribos nômades. Conhecida como a Pérola do Níger esta vila destaca-se pela formosa arquitetura e a amabilidade das pessoas. Resulta muito atrativo o barulhento mercado de camelos onde pode-se contemplar de perto os fascinantes homens azuis do deserto, os tuaregs, que acudem a este mercado para vender seus animais. Este mercado encontra-se rodeado por construções de grande beleza como a grande mesquita do século XVI do estilo sudanes, com seu minarete de 27 metros de altitude, onde pode-se contemplar o maciço do Air, o Palácio do Sultão do qual apenas conservam-se as muralhas, o bairro Antigo cheio de locais de grande encanto e o Centro da Arte.
Zinder é a antiga capital do país e a terceira cidade em importância do país. Como lugares de interesse destacam o grande Mercado com uma grande atividade, o bairro Zengou, o bairro Birnin, o Palácio do Sultão e a mesquita com suas belas decorações geométricas, o Museu e o Centro Cultural Francês.
Na márgem esquerda do rio Níger encontram-se Tillabery, famosa pela espetacular fauna que pode-se contemplar nos arredores e Ayoru muito popular pelo mercado dos domingos, onde os tuaregs com seus trajes azuis acodem para vender os seus produtos. A 11 quilômetros, em Firgum, pode-se viajar de canoa pelo rio Níger e contemplar os hipopótamos que abundam na zona.
Arlit é conhecida pelas minas de uranio enquanto que Birnin-Koni é uma cidade petrolífera muito animada.
Diffa é uma cidade rural de grande encanto e Gaya, encantadora vila situada na fronteira com Benim, conta com excelentes mostras de arquitetura Sahelian.
Maradi é uma cidade comercial e industrial com um animado mercado. Nguigmi conta como máximo atrativo com seu colorido mercadinho.
Tahoua, denominada cidade Hausa, merece uma visita para conhecer em seu ambiente a esta etnia, a mais numerosa do país.
A gastronomia de Níger é muito elementar com pratos simples que têm como base fundamental os vegetais, o peixe de água doce e a carne.
A especialidade do país são os peixes do rio Níger, preparados simplesmente à parrilha ou com um molho temperado com gergelim ou dáteis. A carne é principalmente de vaca, cabra e ovelha embora possa encontrar um saboroso bife de gazela ou de camelo, vale a pena experimentar. Estes pratos principais costumam ser acompanhados de arroz, milho, gergelim ou mandioca. Entre os pratos mais típicos menciona-se o fufú, mandioca fermentada e massacrada, as brochetas e o to, uma deliciosa pasta de milho. Como sobremesa fruta fresca ou doces preparados com maravilhosos dáteis do país.
É imprescindível beber água engarrafada e evitar outras bebidas. Encontrará chá e café.
Níger conta com uma interessante mostra artesanal que faz deliciar os visitantes. No norte destacam-se os cuidadosos bordados de formosos desenhos e os trabalhos em couro e no país todo pode-se encontrar objetos de cestaria, tecidos de brilhantes cores, jóias de variado desenho dependendo da etnia que fez brincos, braçaletes, colares, etc., armas tradicionais como lanças, punhais e arcos, instrumentos musicais realmente curiosos, entre outros muitos.
Também pode-se adquirir produtos naturais procedentes dos cultivos do país como deliciosos dáteis, gergelim ou rangente amendoim.
Os mercados das cidades são barulhentos e alegres e passear por eles misturando-se com a população pode resultar uma verdadeira delícia. São especialmente curiosos os mercados de animais onde pode-se assistir aos emocionantes leilões de camelos, tudo um espetáculo.
Em Níger habita um verdadeiro mosaico de grupos étnicos com diferentes costumes e cultura; no centro e sudeste os Haussa, com um alto índice de mestiçagem, nas fronteiras com Benim e Mali vivem os Songhay, os Tuaregs habitam o Maciço do Air, enquanto que nas planícies entre Tibesti e Chade moram os Tubu. Nas regiões meridionais os Peul.
Todas estas etnias têm em comum que são pessoas acostumadas a sobreviver em um dos territórios mais pobres do continente africano. De fato, a esperança de vida dos Nígerianos ronda os 46 anos, a mortalidade infantil é muito elevada e unicamente 15 habitantes de cada 100 estão alfabetizados.
Níger oferece diversos entretenimentos relacionados na maioria com a natureza do país.
Percorrer o Deserto do Saara no norte do país é uma verdadeira maravilha, pode-se realizar em veículos de terreno ou em um transporte mais tradicional, em camelos. Contemplar a imensidade das areias douradas e do impressionante silêncio que neste terreno respira-se é uma experiência única.
Tanto no rio Níger como no lago Chade pode-se praticar diferentes esportes náuticos como piragüismo, vela, etc. É conveniente ter cuidado com animais como os hipopótamos que costumam abundar nas águas do rio e podem resultar perigosos.
Os amantes da montanha podem desfrutar fazendo escalada ou trekking no maciço do Air.
Nas zonas de savana pode-se contemplar uma formosa mostra de natureza com animais como girafas, gazelas, leões, entre outros muitos.
Na capital, Niamey, é possível desfrutar de uma boa comida, o Museu Nacional, o Aquarium, o Zoo e o Jardim Botânico. Em todas as povoações visitar os mercados pode resultar uma experiência muito gratificadora.
Pode-se chegar a Níger através de vôos oferecidos pelas companhias Sabena, UTA, Air Afrique, Ethiopiam Airlines, Air Algérie ou Air France que aterrizam no aeroporto da capital, Niamey.
Existe um serviço fluvial regular entre Niamey, a capital do Níger, e Benim. Na temporada de chuvas há canoas motorizadas entre Ayorou e Gaya.
As estradas do Níger se extendem ao longo de mais de 3.500 quilômetros dos quais 1.800 são utilizáveis o ano todo. O resto dependerá das condições climáticas, pelo o que é conveniente informar-se previamente. É necesário viajar com as provisões necessárias.
Existe, nas principais povoações, serviço de ônibus regulares e táxis. Nestes últimos deve acertar o preço antes de iniciar a viagem.
Fonte: www.rumbo.com.br
Localizado no centro-oeste da África, Níger tem dois terços do território no deserto do Saara. As terras cultiváveis, em oásis e no sul do país, sofrem acentuado processo de desertificação. A maior parte da população é muçulmana e pertence à etnia hauçá. Uma importante minoria (8%) é constituída de tuaregues, povo nômade do deserto que reivindica o norte de Níger. A exploração de urânio é a principal atividade econômica. O país é um dos mais pobres do mundo: em 1997, Níger apresenta o segundo pior índice de desenvolvimento humano (IDH), que mede riqueza e bem-estar das nações.
O islamismo é introduzido na região em meados do século X e se torna a religião das elites. No século XIX, toda a população é islamizada, mantendo até hoje, porém, tradicionais crenças animistas. Níger é colônia francesa entre 1922 e 1960, quando obtém independência. Desde então, os militares são a força política dominante, entrando freqüentemente em conflito com os nômades tuaregues.
A descoberta de urânio na década de 70 provoca um surto de desenvolvimento, que declina com a queda no preço do produto nos anos 90. A democratização do país, a partir de 1993, é frágil. O presidente Mahamane Ousmane enfrenta insatisfação militar e agravamento do conflito com a guerrilha tuaregue. Em 1993 aumentam os combates na região nordeste. O governo reprime uma tentativa de golpe de Estado. Um programa de ajuste econômico acertado com o FMI, em 1994, enfrenta protestos e críticas. O Clube de Paris reduz pela metade a dívida de Níger, cujo pagamento consumia 47% das exportações.
Em janeiro de 1995, a oposição obtém maioria nas eleições para a Assembléia Nacional. Em abril, governo e rebeldes tuaregues acertam um acordo que prevê anistia a guerrilheiros e investimentos no norte do país.
Em janeiro de 1996, militares liderados pelo brigadeiro-general Ibrahim Baré Maïnassara dão um golpe de Estado, suspendem a Constituição e os partidos políticos. Um referendo em maio de 1996, em que participam 35% dos eleitores, aprova uma nova Constituição. Maïnassara vence a eleição presidencial fixada pela nova Constituição, provocando violentos protestos em Niamei, a capital. Em novembro de 1997, Maïnassara dissolve o governo e nomeia novo gabinete, indicando para o cargo de primeiro-ministro Ibrahim Hassane Maiyaki, da governista União Nacional dos Independentes pela Renovação Democrática (Unird). Um motim nos quartéis do leste e do norte do país, em fevereiro de 1998, reivindica pagamento de soldos atrasados. No mês seguinte, a Assembléia Nacional aprova anistia a guerrilheiros tuaregues.
Em abril, manifestações em várias cidades pedem a renúncia de Maïnassara. Edifícios públicos são incendiados pelos manifestantes em Maradi e em Zinder (sul). Em junho de 1998, a União das Forças de Resistência Armada, última guerrilha tuaregue em atividade no Níger, assina acordo de paz com o governo.
Nome oficial: República do Níger (République
du Níger)
Capital: Niamei
Nacionalidade: Nígerina ou Nígeriana
Idioma: francês (oficial), tuaregue, haussá, djerma,
fulani
Religião: islamismo 89% (sunitas), crenças tradicionais
11% (1995)
Moeda: franco CFA
Cotação para 1 US$: 606,00 (jul./1998)
Localização: centro-oeste da África
Características: deserto do Saara (centro, L e O); vale do
rio Níger com falésias (SE); montanhas e maciço de Air
(N e NE)
Clima: árido tropical (N), tropical (S)
Área: 1.186.408 km²
População: 10,1 milhões (1998)
Composição étnica: hauçás 56%,
djermas 22%, fulanis 9%, tuaregues 8%, berberes 4%, outros 1% (1996)
Cidades principais: Niamei (391.876), Zinder (119.827), Maradi (110.005),
Tahoua (49.941), Agadez (32.272) (1988)
Patrimônios da Humanidade: reservas naturais Aïr e Téneré;
Parque Nacional "W"
República com forma mista de governo (ditadura militar desde
1996).
Divisão administrativa: 7 regiões e 1 municipalidade
(Niamei).
Chefe de Estado: brigadeiro-general Ibrahim Baré Maïnassara
(Unird) (desde 1996).
Chede de governo: primeiro-ministro Ibrahim Hassane Maiyaki (Unird)
(desde 1997).
Principais partidos: União Nacional dos Independentes pela
Renovação Democrática (Unird), Aliança Nígeriana
pela Democracia e Progresso Social (ANDPS), União pela Democracia e
Progresso Social (UDPS).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 80 membros
eleitos por voto direto para mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1996.
Agricultura: pluma de algodão (1,5 mil t), feijão
de corda (420 mil t), amendoim (100 mil t), milhete (1,7 mil t), sorgo (435
mil t), arroz (67 mil t) (1997)
Pecuária: eqüinos (532 mil), bovinos (2 milhões),
camelos (392 mil), suínos (38,5 mil), ovinos (4 milhões), caprinos
(6 milhões), aves (20 milhões) (1997)
Pesca: 2,2 mil t (1995)
Mineração: urânio (3,2 mil t), carvão (140
mil t), gipsita (1,8 mil t) (1996)
Indústria: alimentícia, têxtil
Parceiros comerciais: França, Costa do Marfim
Fonte: www.mulheresnegras.org