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Nova Zelândia

 

História

O povo indígena da Nova Zelândia, Maori, chegou aqui em torno do ano 1.200 a.C., vindo das Ilhas Polinésias. Eles viajaram milhares de quilômetros a bordo de wakas (canoas) de casco duplo, servindo-se de estrelas, correntes oceânicas e migrações de pássaros como guias.

A maioria dos maoris reconhece que a linhagem da sua whakapapa (genealogia) tem origem nas wakas destes primeiros imigrantes polinésios. Uma delas foi comandada por Kupe, cuja esposa deu ao país o nome de Aotearoa, que significa terra da longa nuvem branca.

A sociedade maori é por sua natureza tribal e, apesar de a maioria dos maoris viverem em cidades, muitos se identificam solidamente com a sua própria iwi (tribo). Te reo Maori (a língua maori) é comum a todas as iwis, e é um idioma oficial da Nova Zelândia. Todos os maoris também têm em conjunto uma rica cultura de mitos e lendas, uma sólida tradição artística e uma história oral pitoresca.

O primeiro europeu que chegou à Nova Zelândia foi o explorador holandês Abel Tasman, em 1642. Apesar da brevidade da sua visita, um cartógrafo holandês mais tarde deu ao país o nome de "Nieuw Zeeland", em homenagem a uma região dos Países Baixos.

A chegada do explorador britânico, o capitão James Cook, em 1769, teve um impacto muito mais duradouro, pois induziu à colonização britânica da Nova Zelândia. Os Maoris chamaram os recém-chegados de "Pakeha", e hoje esta palavra é usada comumente para descrever os neozelandeses de etnia européia.

Os primeiros colonizadores enfrentaram um ambiente hostil e estranho. Tendo à sua disposição poucos bens importados, inventaram e fizeram sozinhos aquilo de que precisavam. A determinação, independência e criatividade dos primeiros pioneiros contribuíram para formar a índole da Nova Zelândia.

Alguns Maoris e Pakehas comercializavam, trabalhavam e viviam lado a lado. Mas com o aumento dos colonos que chegavam, a população Maori foi drasticamente afetada por doenças, confisco de terras e guerras. Os colonizadores europeus também trouxeram influências, tais como a palavra escrita e o Cristianismo, que provocaram um profundo impacto na sociedade Maori.

Em 1840, um grande número de chefes Maoris assinou o Tratado de Waitangi, um acordo com a Coroa Britânica (Estado), que hoje é considerado como o documento de fundação da nação. Ele permitiu aos britânicos instalarem-se na Nova Zelândia e governarem o país, reconhecendo aos Maoris o direito de conservar o controle de suas terras e recursos.

A promessa do Tratado, de proteger a terra e recursos Maoris, não foi respeitada e, durante as décadas de 1860 e 1870, houve várias guerras ferozes entre os Maoris e os colonizadores europeus, que confiscaram grandes áreas de terra do povo indígena.

A descoberta de ouro na Ilha do Sul, em 1861, atraiu à Nova Zelândia uma nova onda de pessoas, entre elas os primeiros imigrantes chineses. A imigração de muitos países continuou aumentando e em pouco tempo a população não Maori superou a população Maori.

Soldados neozelandeses lutaram com as Forças Aliadas em ambas as Guerras Mundiais. Na desastrosa campanha da Primeira Guerra Mundial em Galípoli, na Turquia, as tropas da Nova Zelândia e da Austrália, sob o comando britânico, sofreram perdas horríveis. O sacrifício de todos os soldados neozelandeses é comemorado no dia 25 de abril, Dia de ANZAC.

Um importante capítulo da história da Nova Zelândia foi sua passagem de uma colônia que buscava orientação da Grã-Bretanha para uma nação independente, com uma perspectiva internacional. Uma etapa importante deste processo foi alcançada em 1972 quando a Nova Zelândia expandiu suas relações comerciais, logo depois que a Grã-Bretanha aderiu à Comunidade Econômica Européia.

A Nova Zelândia mantém uma sólida posição nos fóruns internacionais e, em 1989, foi reconhecida como o primeiro país do mundo isento de atividades nucleares. Apesar de ainda manter fortes laços com a Grã-Bretanha, hoje a Nova Zelândia identifica-se firmemente com a região da Ásia e Pacífico. Há mais pessoas das Ilhas do Pacífico vivendo na Nova Zelândia que em qualquer outro país do mundo e um número igual de neozelandeses de origem asiática – o grupo de novos cidadãos que mais cresce.

O relacionamento dos Maoris com os Pakehas é outra característica do desenvolvimento da Nova Zelândia como nação. Tentou-se, por mais de um século depois da colonização, fazer com que os Maoris assimilassem a sociedade inglesa e, por consequência, a língua e tradições Maoris começaram a definhar.

Os últimos 30 anos testemunharam o início de um renascimento Maori. O Tratado de Waitangi agora desempenha um papel vital na sociedade moderna da Nova Zelândia. A crescente influência Maori está dando forma a uma sociedade que reconhece sua singular posição de tangata whenua (povo da terra). Como nos seus primórdios, a Nova Zelândia continua sendo moldada por todos aqueles que desembarcam aqui.

He aha te mea nui i tenei Ao? He tangata, he tangata, he tangata. Qual é a coisa mais importante do mundo? É o povo, é o povo, é o povo.

Chegada dos Maoris

Acredita-se que viajantes provenientes das Ilhas Cook ou do Taiti navegaram até a Nova Zelândia há aproximadamente 1.000 anos em canoas à vela de casco duplo. Eram ávidos navegadores que usavam as estrelas, as correntes predominantes e as rotas migratórias dos pássaros para navegarem no sul do Oceano Pacífico.

A história dos Maoris conta que seus ancestrais vieram de um local chamado Hawaiiki numa grande frota de canoas, aportando na costa nordeste da Ilha do Norte. O grande descobridor Taitiano Kupe é tido como o capitão da primeira embarcação, a Matahourua. Na chegada, sua mulher viu os verdes montes encobertos num véu de nuvens e chamou a terra de Aotearoa, "Terra da Grande Nuvem Branca".

Os colonizadores Polinésios rapidamente alteraram seu modo de vida ao da nova terra, cheia de pássaros e cercada por oceanos com vida marítima riquíssima. Com o conseqüente aumento da população – estima-se que ela duplicava a cada 30 anos – as ricas fontes de alimentação começaram a diminuir e os migrantes foram obrigados a se adaptarem ao clima temperado. Aprenderam a plantar e armazenar comida de acordo com as estações, alterando desde suas vestimentas ao tamanho de suas casas.

Colonização Européia

Os exploradores europeus que se aventuraram na Nova Zelândia durantes os séculos XVII e XVIII estavam atrás do legendário continente do sul. O primeiro deles foi Abel Tasman, um navegador holandês que comandava duas embarcações de um posto comercial em Java. Desembarcou próximo à ponta norte da Ilha do Sul no final de 1642. Tasman não conseguiu estabelecer uma relação amigável com os Maoris do local e quatro membros de sua equipe morreram em um sangrento confronto. Um cartógrafo holandês chamou a nova terra de Nieuw Zeeland, em homenagem a uma província na Holanda.

A segunda viagem registrada por um europeu ocorreu quase um século depois, pelo explorador inglês James Cook. Cook comandava uma embarcação chamada Endeavour em uma viagem de exploração científica quando, em outubro de 1769, ele avistou a costa leste da Ilha do Norte. Em seguida ele navegou ao redor de ambas as ilhas, traçando mapas, documentando sobre os Maoris que encontrou e coletando espécimes da flora e fauna.

Cook ainda fez mais duas visitas, em 1773 e 1777, registrando tudo o que via e incentivando outros exploradores a fazerem a árdua jornada até a Nova Zelândia. A maioria dos recém-chegados eram comerciantes, vendedores, missionários e caçadores de baleias. Ansiosos para explorar os recursos da nova terra, a população transitória de comerciantes exportava barcos cheios de valiosas mercadorias. Não havia regras nem leis, e a venda de terras era feita de uma maneira extremamente desorganizada; quanto aos Missionários, o importante era levar o Cristianismo à nova terra.

Geografia

A Nova Zelândia localiza-se no Sudoeste do Oceano Pacifico, entre a linha do Equador e o Pólo Sul, a aproximadamente 1.600 quilômetros a leste de seu vizinho mais próximo, a Austrália. Equivalente em tamanho ao Japão e à Grã-Bretanha, a Nova Zelândia ocupa um território de 270.500 quilômetros quadrados.

Há duas ilhas principais, a Ilha do Norte e a Ilha do Sul, separadas pelo Estreito de Cook, que tem 20 quilômetros de largura em seu ponto mais estreito. As extremidades norte e sul do país estão a uma distância de 1.600 quilômetros, porém, nenhum ponto das ilhas se situa a mais de 120 quilômetros da costa.

A paisagem da Nova Zelândia é reconhecida por sua variedade e, especialmente, sua natureza montanhosa. Três quartos do país estão a 200 metros acima do nível do mar. Os espetaculares Alpes do Sul, na Ilha do Sul, possuem topos permanentemente nevados, com 18 picos acima de 3.000 metros do nível do mar. 360 geleiras estendem-se por esses picos abaixo; a mais famosa delas desemboca na floresta tropical, a apenas alguns quilômetros do Mar da Tasmânia.

Os picos mais altos da Ilha do Norte são vulcânicos. Uma cadeia de vulcões ativos se localiza no centro da ilha entre gêiseres, fontes termais e piscinas de lama efervescente.

As duas ilhas possuem áreas férteis de pastos, florestas naturais e artificiais, praias arenosas e rios pequenos e calmos. Também existem muitos lagos. Os maiores lagos da Ilha do Norte se encontram no planalto vulcânico central, enquanto os maiores lagos da Ilha do Sul são formados por geleiras e se encontram no meio de uma paisagem montanhosa. Ao extremo sudoeste da Ilha do Sul, os Alpes do Sul desembocam em uma cadeia de lindos fiordes.

Apesar de os neozelandeses estarem solidamente ligados à natureza e serem orgulhosos da sua formosa zona rural, 85% da população vive em áreas urbanas.

Turismo

Dois milhões de turistas estrangeiros visitam a Nova Zelândia todos os anos, o que significa um turista para cada dois neozelandeses. Atraídos pela beleza natural do país, eles também encontram uma próspera cultura urbana e uma sociedade em grande sintonia com as tendências mundiais.

Quando mostramos o nosso país aos visitantes, recordamos como a Nova Zelândia é espetacular.

Montanhas com picos cobertos de neve, praias douradas, lagos cintilantes e antigas florestas com alta taxa de pluviosidade: exatamente como nos cartões postais.

Devido à esparsa população, sempre é possível encontrar um ambiente tranqüilo para ficar a sós com a natureza.

Uma das atividades mais populares durante as férias é o acampamento: em tendas ou em cabanas simples na floresta, ou ainda perto de uma praia ou rio.

Longe do ruído e do movimento da cidade, é possível dedicar-se a atividades ao ar livre, como a pesca, o passeio ou a natação. A maioria das paisagens pitorescas mais importantes da Nova Zelândia encontra-se nos parques nacionais, os quais as pessoas podem visitar gratuitamente.

A cultura Maori, tanto tradicional como contemporânea, é uma importante atração turística. Os visitantes podem conhecer as artes da escultura, tecelagem e o kapa haka (espetáculo tradicional), ou comprar peças de arte contemporânea de grande valor para colecionadores. Iniciativas turísticas inovadoras permitem que os visitantes mergulhem totalmente na cultura Maori moderna.

A região térmica no centro da Ilha do Norte tem sido um destino turístico popular desde o Século XIX. Hoje os gêiseres ativos, as poças de lama em ebulição e as nascentes térmicas naturais da cidade de Rotorua harmonizam-se com algumas das mais sofisticadas experiências artísticas e culturais Maoris.

Nenhum museu do mundo se parece com o museu nacional Te Papa, de Wellington. Divertido, interativo e audacioso, inclui um marae (local de encontro dos Maoris) em funcionamento e proporciona as experiências de realidade virtual mais avançadas do mundo.

A pequena dimensão geográfica da Nova Zelândia e sua infra-estrutura eficiente facilitam a exploração. Os turistas podem descobrir os numerosos tesouros escondidos do país, de praias douradas isoladas a cafés-restaurantes lotados, da neve macia e perfeita a um gostoso café expresso. Sejam quais forem os interesses dos visitantes, todos eles concordam com uma coisa – gostariam de passar mais tempo na Nova Zelândia.

Muitas atividades de lazer são populares na Nova Zelândia. O grande "espaço livre" é um imã, especialmente para atividades tradicionais como caçadas, tiro e pescaria. A observação de baleias em Kaikoura, na costa leste da Ilha do Sul, é uma importante atração turística; já os turistas que estão à procura de mais emoção podem praticar bungy jumping, rafting, jet boating, balonismo e paragliding em muitas partes do país.

A cidade de Queenstown, na Ilha do Sul, é a capital das aventuras do país e o lugar onde nasceu o bungy jumping. É a cidade conhecida como a capital mundial dos esportes radicais e nela está contida a maior ponte para se fazer bungy jumping do mundo. Esquiar é um esporte já tradicional no centro das Ilhas do Sul e do Norte, enquanto trecking e montanhismo são bastante populares entre turistas nacionais e estrangeiros. O Coronet Peak é a espetacular estação de esqui de Queenstown, mas tanto a Ilha do Norte como a Ilha do Sul possuem estações de esqui de categoria mundial. Uma das trilhas preferidas dos turistas estrangeiros é a Milford Track, um trilha de três dias entre o Lago Te Anau e o início de Milford Sound, margeando uma das mais espetaculares paisagens do mundo.

Educação

A educação é fundamental para os neozelandeses e é obrigatória para crianças de 6 a 16 anos de idade, sendo oferecida gratuitamente pelo Estado. Mais de 90% das crianças também recebem educação pré-escolar.

A Nova Zelândia tem um alto nível de formação educacional: um terço dos neozelandeses têm uma formação escolar de nível terciário e outros 40% receberam qualificações de escolas secundárias.

A educação terciária é financiada parcialmente pelo governo. O sistema de financiamento do governo permite aos estudantes obter fundos para pagar seus estudos. Estudantes de famílias de baixa renda recebem subsídios do governo, que os ajuda nas despesas com o custo de vida.

A Nova Zelândia tem universidades, escolas politécnicas (instituições técnicas e de treinamento), wananga (instituições terciárias Maoris) e um número crescente de estabelecimentos privados de educação. O setor educacional Maori baseia-se nos princípios dessa cultura e promove a língua Maori.

As qualificações da Nova Zelândia são reconhecidas internacionalmente e seu sistema educacional tem uma excelente reputação internacional. Um número crescente de estudantes, principalmente da Ásia, vêm estudar na Nova Zelândia.

Kohanga Reo

Kohanga Reo usa métodos de ensino Maori, baseado no ponto de vista global desse povo. Eles desenvolveram um currículo próprio e kaupapa (princípios básicos), e o sucesso e o crescimento do Kohanga Reo é uma peça chave da cultura renascentista Maori na Nova Zelândia.

Em 1980, anciãos Maoris sentiram que já era tempo de assumir o controle do destino da língua Maori e cuidar para que ela não morresse. O primeiro Kohanga Reo foi estabelecido em 1981. Desde então o movimento tem crescido para incluir quase 600 centros.

À medida que crianças saíam da pré-escola Kohanga Reo falando Maori, criou-se a demanda por um sistema educacional da língua Maori. Kura kaupapa (pré-escolas Maori) e wananga (instituições de ensino terciário Maori) foram fundadas para suprir essa demanda.

O movimento Kohanga Reo é uma das mais emocionantes e expressivas iniciativas tomadas pelo povo Maori. Tem tido um longo e importante impacto na sociedade neozelandesa e na visão do governo diante da determinação do povo Maori em relação ao cenário educacional internacional. Kohanga Reo proporciona um modelo de como o povo indígena pode passar para futuras gerações uma de suas maiores preciosidades – sua língua.

"Ko te reo te mauri o te mana Maori" - "a língua é o princípio vital da mana (dignidade) Maori."

Emprego e Mão-de-Obra

A Nova Zelândia conta com um mercado de trabalho flexível e uma força de trabalho altamente instruída. A taxa de desemprego, de aproximadamente 5% é parecida com as do Japão, Suécia e Reino Unido. As mulheres representam metade da força de trabalho assalariada e uma elevada percentagem de empresários e empreendedores da Nova Zelândia são autônomos.

Em 1899 a Nova Zelândia tornou-se o primeiro país do mundo a introduzir o dia de trabalho de oito horas. Embora hoje nossos padrões de trabalho sejam mais variados, os trabalhadores da Nova Zelândia contam com muitas proteções legais importantes. As leis determinam um salário mínimo, protegem a saúde e segurança dos trabalhadores e promovem a igualdade de oportunidades de emprego.

Todos os trabalhadores assalariados têm direito a 11 dias de feriados públicos por ano e, depois de um ano de trabalho, a mais 15 dias de férias anuais pagas.

Férias remuneradas também podem ser tiradas em caso de doença ou luto, e pelo pai ou pela mãe, por ocasião do nascimento de seu filho.

A associação a sindicatos é voluntária. Os empregados podem negociar um contrato de emprego pessoalmente com o empregador ou negociá-lo de forma coletiva. Segundo os parâmetros internacionais, na Nova Zelândia é muito baixa a percentagem de dias de trabalho perdidos em decorrência de disputas industriais.

Economia

A Nova Zelândia tem uma economia competitiva em nível internacional orientada para o mercado. Muita importância tem sido dada ao comércio internacional, com os bens e serviços exportados que representam um terço da produção total. Um ambiente político estável, força de trabalho instruída e a ausência de corrupção fazem da Nova Zelândia um lugar fácil onde fazer negócios.

Nas décadas de 1980 e 1990, o país passou por uma reforma econômica radical, a fim de melhorar a concorrência. A reforma removeu subsídios, tarifas e controles de preço e a flutuação da taxa de câmbio; aboliu os controles no movimento de capital e privatizou muitas propriedades do Estado. Recentemente, as orientações políticas do governo mudaram e hoje encorajam o crescimento através da inovação e da criatividade.

Dona de uma das economias mais abertas do mundo, a Nova Zelândia é um defensor do livre mercado. Um acordo de livre comércio abrangente e bem sucedido permite que as empresas que trabalham na Nova Zelândia tenham acesso isento de obrigações à Austrália.

Historicamente, a economia da Nova Zelândia desenvolveu-se a partir do setor agrícola. Nossos produtores primários estão incluídos entre os melhores do mundo. Companhias como a Fonterra, a maior exportadora de produtos laticínios do mundo, combinaram a solidez tradicional com a tecnologia moderna e as práticas comerciais.

A moeda da Nova Zelândia é o dólar neozelandês. Nos últimos três anos seu valor flutuou entre 45 e 60 centavos do dólar americano.

O atual governo da Nova Zelândia é composto por uma aliança entre o Partido Trabalhista e a Coalizão Progressiva. A atual Primeira Ministra é a líder do Partido Trabalhista, Helen Clark. O líder da Coalizão Progressiva é Jim Anderton, Ministro do Desenvolvimento Econômico. O Vice Primeiro Ministro é o Dr. Michael Cullen, Ministro da Fazenda.

Padrões, Costumes e Unidades de Medida

Eis algumas informações importantes para quando estiver na Nova Zelândia:

A corrente elétrica doméstica é de 240 Volts, 50 Hertz.

O dinheiro da Nova Zelândia é dividido em moedas de 5, 10, 20 e 50 centavos, $1 e $2 e notas de $5, $10, $20, $50 e $100.

A Nova Zelândia usa o sistema métrico para todos os pesos, distâncias, velocidades, temperaturas e outras medidas comuns, tal como o Brasil.

Na Nova Zelândia, os veículos trafegam do lado esquerdo da rua.

Não é costume dar gorjetas na Nova Zelândia.

O Fuso Horário da Nova Zelândia está 12 horas à frente de Greenwich. Entre o primeiro domingo de outubro e o terceiro domingo de março, os relógios da Nova Zelândia são adiantados em uma hora, no Horário de Verão Neozelandês. Quando Brasil e Nova Zelândia estão em horários normais, a nação neozelandesa está 15 horas à frente da brasileira.

Artes

Os artistas neozelandeses são os protetores dos nossos sonhos. Suas produções artísticas e seus espetáculos desafiam nossa imaginação e refletem o que existe de singular em nós.

A inauguração em 1998 do Te Papa Tongarewa (external link), o Museu da Nova Zelândia, construído à beira do mar em Wellington, simboliza um marco na vida cultural do país. Este enorme depósito de tesouros nacionais aborda diversos temas importantes da história e cultura neozelandesa. O museu conta com mais de 3.000 metros quadrados de espaço para exposições e oferece 13 exibições permanentes além de uma espetacular coleção de obras de pintores neozelandeses.

Mais de um milhão e meio de pessoas, entre visitantes locais e turistas estrangeiros, atravessou as portas do museu em apenas nove meses desde sua abertura.

O Te Papa é o mais recente dos 600 museus públicos e galerias de arte que estão espalhados por todo o país, variando de pequenos recintos dedicados a contar a história local a espaços mais amplos que comportam grandes coleções de história, concentrados nos principais centros do país.

Colecionadores contribuem em grande medida para a sobrevivência de um próspero mercado de arte local. As galerias de arte mais importantes dos grandes centros são complementadas por uma vigorosa coleção de galerias menores. Os museus do país conservam a maior coleção do mundo de artefatos do Pacífico, além de possuir também artefatos e produções artísticas da Nova Zelândia.

Os Maoris consideram seus trabalhos artísticos como um de seus taongas (tesouros) mais preciosos. Entalhes tradicionais, capas de penas tecidas, estórias e waiata (cantos) não são somente decorativos ou funcionais, mas têm inclusive um profundo significado espiritual. Os Maoris são também conhecidos entre os artistas, escritores, músicos e produtores cinematográficos contemporâneos da Nova Zelândia.

O Piano, O Amor e a Fúria, Almas Gêmeas e Encantador de Baleia são alguns dos filmes neozelandeses de maior sucesso internacional. O diretor neozelandês Peter Jackson, que produziu a trilogia de filmes O Senhor dos Anéis, baseados no livro de JRR Tolkien, também utilizou a Nova Zelândia como cenário, fazendo com que o país ficasse conhecido também como 'o país da Terra-Média'.

As artes dramáticas e musicais tradicionais européias são bem representadas pela Orquestra Sinfônica da Nova Zelândia, pelo Balé Real da Nova Zelândia e pela Ópera da Nova Zelândia, todos reconhecidos mundialmente. Os teatros apresentam tanto espetáculos em grande escala, por companhias teatrais locais e internacionais, como peças de vanguarda.

A Nova Zelândia deixou sua marca no mundo literário com a ficção criativa de escritores como Katherine Mansfield, Janet Frame e Maurice Gee. A leitura é o passatempo predileto dos neozelandeses. Atualmente existem mais de 300 editoras em atividade no país e as bibliotecas públicas contam com mais de 8.5 milhões de livros. Entre o acervo da Biblioteca Nacional da Nova Zelândia, localizada na capital Wellington, há quase dois milhões de livros e 1.5 milhão de fotografias. A Biblioteca Alexander Turnbull, também situada em Wellington, contem uma grande quantidade de material para pesquisa.

A indústria televisiva neozelandesa também tem adquirido renome internacional nos últimos anos, graças a produções como Xena: A Princesa Guerreira, Hércules e O Jovem Hércules. Esses seriados foram financiados pelos Estados Unidos e rodados na região de Auckland. Com a atriz neozelandesa Lucy Lawless no papel principal, as aventuras da heroína mitológica Xena ganharam seguidores de mais de 60 países, com seus episódios ainda sendo reprisados ao redor do mundo.

A dança e a música têm muitos seguidores nativos. O Balé Royal da Nova Zelândia é a companhia de dança profissional mais antiga da Australásia, ao mesmo tempo em que a kapa haka, a arte dramática e musical Maori, tem ganhado cada vez mais reconhecimento.

A Orquestra Sinfônica da Nova Zelândia tem adquirido fama mundialmente, atraindo artistas e maestros de renome internacional. O neozelandês Neil Finn, por exemplo, foi a força criativa por trás da famosa banda Crowded House.

O governo promove as artes através do seu órgão Creative New Zealand (external link). Seus projetos inovadores incluem um financiamento que apóia as colaborações entre artistas e cientistas.

Na medida que a sociedade e a tecnologia progridem, as artes mudam e crescem em suas formas. Assim como nossos ancestrais que navegaram até aqui através dos oceanos, os artistas da Nova Zelândia são aventureiros, traçando novas rotas e descobrindo novas terras.

Clima

O clima da Nova Zelândia é temperado pelos oceanos que circundam o país. Tirando algumas áreas isoladas da região central da Ilha do Sul, o país não sofre com as grandes extremidades de frio e calor.

As montanhas da Nova Zelândia têm uma grande influencia no clima. Ventos dominantes do oeste carregam um ar mais úmido do Mar da Tasmânia. Forçado a se levantar devido às montanhas a oeste, o ar esfria e despeja a umidade em forma de chuva forte, e em regiões mais elevadas, em forma de neve. A costa sudoeste da Ilha do Sul é uma das regiões mais úmidas do mundo. Costas ao leste, à sombra das cadeias rochosas, são mais secas e podem apresentar, em alguns anos, períodos de grande seca. No geral, a maior parte do país contempla bastante sol e bastante chuva.

As estações são as mesmas do Brasil. Dezembro a março são os meses mais quentes e junho a setembro os mais frios. A temperatura é geralmente mais elevada ao norte do país, que apresenta condições sub-tropicais durante o verão. O inverno traz fortes chuvas de neve aos Alpes do Sudeste e na área montanhosa central da Ilha do Norte. Neve é incomum em altitudes mais baixas e raramente cai a pequenos níveis além do sudeste da Ilha do Sul.

O sol de verão é intenso em todas as partes do país. Pessoas que tem tendência a se queimarem com facilidade são advertidas sobre a exposição excessiva direta ao sol entre as 11 da manhã e às 4 da tarde, de meados de outubro ao início de abril.

Condições climáticas mais habituais nas principais cidades neozelandesas:

Média diária de temperatura em janeiro (máxima/mínima)

Auckland: 23oC / 19oC
Wellington: 20oC / 16oC
Christchurch: 23oC / 16oC
Dunedin: 19oC / 15oC

Média diária de temperatura em junho (máxima/mínima)

Auckland: 14oC / 8oC
Wellington: 11oC / 6oC
Christchurch: 11oC / 2oC
Dunedin: 10oC / 3oC

Média anual de chuva (mm)

Auckland: 1251
Wellington: 1246
Christchurch: 635
Dunedin: 809

Média de horas de sol

Auckland: 2028
Wellington: 2053
Christchurch: 2088
Dunedin: 1590

Sociedade Maori e Cultura

Na tradicional sociedade Maori, os indivíduos viviam em whanau (clãs).

Os clãs então se uniram para formar as hapu (subtribos).

Os grupos maiores são chamados iwi (tribos).

Existem 79 tribos tradicionais espalhadas por toda a Nova Zelândia.

Os Iwi são liderados por rangatira (chefes).

Diz-se que um chefe importante possui uma grande mana (autoridade espiritual) e é considerado tapu (sagrado).

O conceito de Tapu é bastante significativo para os Maoris.

O estilo de vida Maori é baseado na cooperação, lealdade, orgulho e respeito, e concentra-se no marae, um terreno com uma casa de reuniões, adornada com pinturas estilizadas das tribos ancestrais.

A ancestralidade é fundamental para os Maoris.

Atualmente, 80% dos Maoris vivem em áreas urbanas. Sua participação nos negócios, governo, relações públicas, e educação é cada vez maior, e os Maoris começam a ser reconhecidos como uma parte valiosa e vibrante da sociedade neozelandesa.

Sistema Político

A Nova Zelândia é uma nação independente e democrática, com um parlamento eleito pelo povo e um ambiente social e político estável. O país é uma ex-colônia da Inglaterra e a rainha Elizabeth II continua sendo a chefe de Estado constitucional, mas não desempenha um papel ativo no governo do país.

Na Nova Zelândia, a rainha é representada pelo governador-geral, cujas funções são, essencialmente, cerimoniais.

As eleições ocorrem a cada três anos e todos os neozelandeses com mais de 18 anos podem votar. Os neozelandeses Maoris podem optar por votar como parte integrante do eleitorado geral ou por uma das sedes especialmente designadas para os Maoris.

Os dois partidos políticos mais importantes são o Trabalhista - da esquerda - e o Nacional, da direita.

Em 1993, o país votou por um novo sistema eleitoral, uma forma de representação proporcional conhecida como Proporcional de Membros Mistos.

Este sistema aumenta a importância de um número maior de partidos e significa que os governos provavelmente serão formados por uma coalizão de partidos.

Grupos civis e indivíduos participam do sistema aberto de governo da Nova Zelândia através de comitês parlamentares ou do contato direto com os membros do parlamento (deputados). Nos últimos anos o governo criou um site na Internet com todos os departamentos governamentais, centrais e locais, bem como serviços acessíveis através de um só portal.

O poder judiciário e os funcionários públicos são designados independentemente do processo político.

A Nova Zelândia se identifica, sobretudo como uma das sociedades mais transparentes e menos corruptas do mundo.

Justiça e Polícia

O sistema legal da Nova Zelândia é um desdobramento do sistema implantado na Grã-Bretanha em 1840, que previa um conjunto já elaborado de leis. A segunda fonte importante de leis, o direito consuetudinário, é reconhecido e elaborado pelas cortes, independente do Parlamento. Os Tribunais são os órgãos do governo responsáveis pelo estado de direito e os neozelandeses recorrem a elas para resolver suas controvérsias.

O sistema das cortes é tripartite e abrange as Cortes Distritais, as Cortes Supremas e a Corte de Apelação. Em último caso, os indivíduos podem apelar ao Comitê Judicial do Conselho Privy, em Londres. Também existem várias cortes especializadas, sendo as mais importantes a Corte do Trabalho e a Vara de Família. O Tribunal Waitangi e a Corte Maori são fóruns legais especializados em lidar com direitos de propriedade indígena e questões relacionadas ao Tratado de Waitangi.

Polícia

A Polícia da Nova Zelândia é um serviço nacional responsável por executar as leis criminais e de trânsito. A polícia normalmente não carrega armas. Os policiais são incentivados a se responsabilizarem pelo estabelecimento de um ambiente positivo e seguro dentro das comunidades em que trabalham. Os policiais têm muito prestígio junto à população neozelandesa pela forma como executam suas tarefas.

Comércio e Investimento na Nova Zelândia

A Nova Zelândia é uma nação inovadora e empresarial. O sucesso da nossa economia depende dos nossos relacionamentos com outros países como parceiros comerciais e investidores.

Nossos sistemas político, legal e comercial encorajam o comércio e investimento internacionais.

Como nação orientada para o comércio, a Nova Zelândia tem um interesse especial pelo livre comércio. Nós somos ativamente presentes em órgãos como a Organização Mundial do Comércio que, de 1999 a 2002, foi liderada pelo ex-primeiro-ministro da Nova Zelândia, o Sr. Mike Moore.

A Nova Zelândia tem laços mais estreitos de parceria econômica com a Austrália e Cingapura e está desenvolvendo acordos com outras nações.

Existe um histórico comprovado de investimentos estrangeiros bem sucedidos na Nova Zelândia, e nossa estabilidade política, somada a um ambiente transparente, isento de corrupção, dá confiança aos investidores. Nossa sociedade é altamente instruída e familiarizada com a tecnologia, e proporciona um ambiente onde os investidores podem desenvolver novas idéias e buscar especializações de grande valor.

Investment New Zealand é uma agência governamental que promove nosso ambiente competitivo de investimentos e auxilia aqueles que desejam investir na Nova Zelândia.

Ambiente de Negócios

Nas décadas de 1980 e 1990, grandes reformas econômicas foram os pilares para a fundação de uma economia aberta e competitiva que serviu de base para que o comércio neozelandês se consolidasse. O país deixou de ter um mercado altamente protegido e regulamentado para se tornar um com tarifas muito baixas, taxas de câmbio flutuante, mercados de trabalho flexíveis e um sistema de taxação baixíssimo. Além disso, subsídios agrícolas e controle de importações foram eliminados.

Um grande reforço para essas reformas foi a criação do Reserve Bank (o Banco Central) que tem por objetivos garantir a estabilidade de preços em médio prazo; regulamentar leis que obrigam o Governo a abrir e tornar pública a administração das finanças do país; e promover reformas trabalhistas que permitam que empresários e empregados possam maximizar os ganhos no ambiente comercial global e doméstico.

As reformas incluíam a eliminação, ou uma redução significativa, de tarifas de vários bens, incluindo carpetes, vestuário, calçados, veículos e outros manufaturados. Isso contribuiu para aumentar o Produto Interno Bruto (PIB) vindo de setores não agrícolas de valor agregado e de setores de serviços.

Aproximadamente dois terços do PIB vêm do setor de serviços, que inclui: transporte, acomodação, comércio, comunicação, finanças, software, serviços relacionados à educação e ciências. O turismo é uma das principais indústrias, com aproximadamente dois milhões de turistas visitando a Nova Zelândia a cada ano.

As principais leis relacionadas com o comércio são:

Lei do Comércio: estipula que tipos de práticas anticompetitivas são ilegais. Isso inclui fusões e tomadas de empresas que possam levar a uma falta de competitividade.

Lei das Companhias: estipula o marco legal para a formação e operação de uma empresa.

Lei de Comércio Eqüitativo: protege consumidores de práticas injustas e enganosas.

Lei de Garantias ao Consumidor: estabelece os direitos do consumidor no que diz respeito a bens e serviços.

Lei de Relações Empregatícias: enfatiza o bom relacionamento entre patrões e empregados através da política de boa-fé e promove negociações coletivas, sem abrir mão do sindicalismo voluntário.

Lei de Ações: protege o investidor público ao solicitar que empresas forneçam determinadas informações aos investidores. As companhias devem registrar prospectos quando quiserem oferecer novas ações ao público.

Em adição, o Serious Fraud Office (Escritório de Fraudes Graves) está encarregado de investigar casos de fraude envolvendo o Governo e organizações privadas.

Os bancos registrados na Nova Zelândia oferecem uma variedade enorme de serviços. Eles competem entre si e estabelecem suas próprias taxas de juros.

Bancos comerciais oferecem serviços de câmbio além de importação e exportação. Outras instituições financeiras incluem bancos mercantis, companhias de financiamento, companhias de seguro de vida e sociedades especializadas em empréstimos para moradia. A compra de venda de ações se realiza através da Bolsa de Valores da Nova Zelândia. O Mercado de Futuros e Opções da Nova Zelândia facilita operações para uma série de contratos a prazo.

No final dos anos 80 o Governo privatizou a maior companhia de gás e petróleo do país, e transferiu eletricidade e carvão para Empresas Pertencentes ao Estado, especialmente criadas para a ocasião. A política atual de energia visa garantir o baixo custo do serviço, compatível com o desenvolvimento sustentável. A desregulação foi a primeira de um série de iniciativas a fim de garantir maior eficiência em energia, aumento da competitividade no setor e maior flexibilidade em atingir as necessidades do usuário.

Ciência e Tecnologia da Nova Zelândia

Os cientistas da Nova Zelândia são de categoria mundial.

O Sr. Ernest Rutherford, neozelandês vencedor do Prêmio Nobel, foi o descobridor da estrutura do átomo.

Nossos pesquisadores continuam ainda hoje investigando sobre os elementos que formam o mundo, desde a camada de ozônio até as profundidades da calota de gelo da Antártica.

Institutos públicos de pesquisa estão se especializando em áreas de importância para a Nova Zelândia, entre as quais as pesquisas industriais, agrícolas e ambientais.

Instituições públicas e acadêmicas atuam em parceria com companhias privadas para levar os benefícios das pesquisas ao mercado.

A primeira descrição da estrutura do DNA foi baseada no trabalho do biofísico neozelandês Dr. Maurice Wilkins, também vencedor do Prêmio Nobel. Desde então, a Nova Zelândia desenvolveu uma indústria de biociência que goza de reputação internacional na reprodução animal, na pesquisa do genoma humano e no manejo ambiental.

Companhias de biotecnologia desenvolveram-se, partindo da perícia da indústria agrícola e primária do país. Um dos maiores fabricantes de produtos farmacêuticos do mundo, a GlaxoSmithKline, começou na Nova Zelândia fabricando produtos de saúde humana a partir das provisões agrícolas do país. Novos empreendimentos biotécnicos continuam tratando das mais avançadas pesquisas na área da saúde humana e animal, criando assim uma propriedade intelectual a partir das virtudes tradicionais nacionais da Nova Zelândia.

Descobertas científicas estão por trás de muitos casos econômicos de sucesso na Nova Zelândia, principalmente no setor primário de produção. Os grandes feitos pós-guerra de cientistas e pesquisadores locais incluem a solução do problema de eczema facial em ovelhas, a cura de doenças virais em batatas e a introdução de métodos de controle biológico para acabar com pragas e insetos.

O setor da tecnologia de informação e de comunicações da Nova Zelândia não é somente uma indústria em si mesma, mas também um elemento fundamental no sucesso da economia global. Companhias de software são particularmente capacitadas em aplicações comerciais de nicho, tecnologia de informação sanitária e controle de segurança.

A Nova Zelândia se orgulha de seus feitos nos campos de ciência e tecnologia. Em 2000, o neozelandês Alan MacDiarmid recebeu o Prêmio Nobel de Química, por sua contribuição no descobrimento de que o plástico pode conduzir eletricidade.

Os neozelandeses também construíram a moto mais veloz do mundo e inventaram o barco a jato moderno; a seringa descartável; a máquina de vender selos e o vidro de remédios com proteção para crianças. As companhias da Nova Zelândia, por exemplo, criaram os efeitos especiais que garantiram um Oscar para a trilogia cinematográfica O Senhor dos Anéis.

O Ministério da Pesquisa, Ciência e Tecnologia (external link) oferece aconselhamento político e monitora os fundos governamentais para a ciência. A Fundação para Pesquisa, Ciência e Tecnologia (external link), um órgão separado, aloca recursos para as universidades, associações de pesquisa, fundos, empresas privadas e indivíduos que lidam com ciência e tecnologia.

Nove Institutos de Pesquisa da Coroa oferecem serviços científicos para o Governo, indústria e comércio, nos campos de agropecuária, silvicultura, horticultura, pesquisa ambiental, grãos e gêneros alimentícios, saúde ambiental e ciências forenses, água e atmosfera, manufatura e processamento e ciências geológicas e nucleares.

Outras capacidades de pesquisa da Nova Zelândia incluem engenharia sismográfica, medicina cardíaca, supercondutor cerâmico de alta temperatura crítica, investigação na área da saúde pública e estudos dos gases do efeito estufa. Nossas pesquisas, ciências e tecnologias são resultados positivos para a Nova Zelândia e para o mundo.

Indústrias Criativas

O sucesso internacional das nossas indústrias criativas está fazendo com que o mundo veja a Nova Zelândia de uma forma diferente. Nosso alto desempenho inovador está sendo comprovado em áreas que vão desde filmes, televisão e música, até criação de moda e mídia digital. O setor criativo é uma das áreas da economia que cresce com maior rapidez.

O neozelandês tem a tradição do desenvolvimento de soluções criativas e da invenção de suas próprias respostas. A tecnologia nos aproximou do resto do mundo, e nossas idéias inovadoras são exportadas para o mundo inteiro.

Criatividade é um fator importante do crescimento em todos os setores: não somente para nossos artistas, mas também para os agricultores, cientistas e comerciantes.

A Nova Zelândia cresceu para tornar-se um dos líderes mundiais na construção de super iates. A indústria marinha nacional está se especializando em desenho e construção de iates e veleiros personalizados para recreação e para competições. Nossas proezas nas regatas, que incluem vitórias na "America’s Cup", demonstra que a Nova Zelândia se tornou um padrão de alto desempenho e tecnologia avançada.

O país distingue-se nas publicações educacionais e na aprendizagem baseada em computadores. Companhias como a Wendy Pye Group e Learning Media basearam-se na tradição de excelência educacional do país e hoje são líderes nos mercados internacionais. A necessidade de materiais em te reo Maori (língua Maori) induziu às inovações nas publicações bilíngües, tais como o site educacional Te Kete Ipurangi.

Programas de televisão premiados são exportados da Nova Zelândia para quase todos os países do mundo. Companhias bem sucedidas incluem a "Natural History New Zealand", que faz documentários em todas as partes do mundo, inclusive na Antártica, onde produziu mais filmes que qualquer outro país. Os projetos renderam mais de 200 prêmios internacionais.

Agricultura e Silvicultura

As indústrias primárias são responsáveis por uma grande parte da riqueza da Nova Zelândia. A agricultura, a horticultura e a indústria florestal representam mais de 60% das exportações e a cultura pastoril é a nossa indústria mais importante. Nós somos líderes mundiais nos sistemas de alta tecnologia agrícola e florestal.

Inovação e eficiência são características vitais do nosso sucesso. Nós desenvolvemos navios refrigerados para exportar nossa carne e a adubação aérea de cobertura (pulverização de fertilizantes com aviões) para acelerar o crescimento das nossas pastagens.

Ciência e tecnologia, inclusive a biotecnologia, garantem que as vantagens naturais da Nova Zelândia sejam potencializadas para os últimos avanços científicos.

Pesquisadores da Nova Zelândia estão identificando hormônios vegetais que poderão ser usados para melhorar a produção agrícola e também estão criando produtos farmacêuticos com base em extratos de leite de vaca que estimulam a imunização.

Até 1973, quando a Grã-Bretanha se uniu à Comunidade Econômica Européia, a maioria dos produtos primários da Nova Zelândia era exportada para o Reino Unido. Hoje, a Nova Zelândia adaptou-se e chegou a diversos mercados. O Reino Unido continua sendo um parceiro comercial muito importante, mas hoje está atrás da Austrália, Japão, Estados Unidos e Coréia do Sul.

A assistência do governo à agricultura da Nova Zelândia é muito baixa, se comparada aos parâmetros internacionais: os agricultores neozelandeses contam com as mais baixas taxas de ajuda ao produtor na OCDE. Para podermos concorrer internacionalmente, tornamo-nos agricultores e exportadores eficientes.

De todas as nossas exportações, somente uma tem o nosso nome. A fruta kiwi recebeu seu nome do símbolo nacional da Nova Zelândia, a ave kiwi, enquanto os neozelandeses chamam a si mesmos de “Kiwis”. A comercialização e o marketing internacional da fruta kiwi é mais uma história de sucesso da Nova Zelândia.

Somente três frutas importantes foram cultivadas no Século XX: abacates e mirtilos, pelos EUA, e o kiwi pela Nova Zelândia. Hoje distribuído para todo o mundo com a marca Zespri, o kiwi é uma exportação importante da Nova Zelândia. Pesquisas científicas criaram inovações, como por exemplo o kiwi amarelo Zespri, que é mais doce.

A Nova Zelândia tem muitas florestas naturais, que cobrem um quarto do território do país. A maioria delas é protegida como área de conservação. A silvicultura comercial é uma indústria importante e as florestas plantadas cobrem 7% do nosso país. A maioria é pinho, cuja madeira é usada para produção de papel e para madeiramento.

O Instituto Público para Pesquisas Florestais tem uma história de 20 anos de desenvolvimento de software para o gerenciamento e a produção florestal. Seu sistema simulador do crescimento florestal permite aos engenheiros florestais cortar cada árvore no momento exato. Nas florestas é possível ver trabalhadores neozelandeses usando coletores de dados e motoserras.

O governo, as universidades e a indústria privada trabalham juntos para garantir que nosso setor primário continue sendo um líder mundial. As indústrias tradicionais da Nova Zelândia vão continuar desenvolvendo-se com uma singular combinação de experiência prática e visão inovadora.

Indústria Pesqueira

Segundo uma lenda Maori, a Nova Zelândia foi pescada do mar pelo semideus Maui. Até os dias de hoje, os recursos do oceano permanecem vitais para nossas vidas.

A Nova Zelândia tem uma longa linha costeira e uma das maiores Zonas Econômicas Exclusivas (área oceânica sob seu controle) do mundo. A pesca comercial é uma indústria importante e pescadores amadores também pescam uma quantidade significativa de frutos do mar.

As espécies marinhas e de água doce eram básicas na dieta dos Maoris antepassados. Fortes tradições culturais foram desenvolvidas em torno de todos os aspectos da pesca, desde a fabricação de redes e anzóis de pesca até o gerenciamento dos recursos pesqueiros.

Em 1986 foi introduzido na indústria pesqueira um sistema inovador de gerenciamento de quotas. Este sistema complexo e tecnologicamente avançado designa uma quota para cada espécie de pescado, a fim de evitar a pesca abusiva. Os sistemas de gerenciamento da pesca na Nova Zelândia encontram-se entre os mais avançados do mundo e atraem uma considerável atenção mundial.

Em 1992 a Coroa Britânica (o Estado) criou um sistema legal para reconhecer os direitos de pesca Maoris contidos no Tratado de Waitangi. Este sistema permitiu aos Maoris obterem ações comerciais e uma participação no gerenciamento da indústria pesqueira da Nova Zelândia, autorizando-os também a pescarem frutos do mar, de acordo com suas tradições. A Comissão de Pesca do Tratado de Waitangi, que administra os bens pesqueiros dos Maoris, é hoje um dos maiores participantes desta indústria.

Recursos Energéticos

No que se refere à geração de energia, a Nova Zelândia é praticamente auto-suficiente. Quatro quintos da eletricidade do país são gerados por 80 represas construídas em rios caudalosos e velozes. O vapor geotérmico do centro da Ilha do Norte também é aproveitado na geração de eletricidade.

O gás natural, proveniente de grandes campos em Taranaki, é a maior fonte de hidrocarboneto; no entanto seu uso é limitado à Ilha do Norte. Cerca de metade desse gás é usada na fabricação de produtos petroquímicos, como gasolina sintética; dessa metade, um quarto se destina à geração de eletricidade e o resto é usado pelos setores comerciais e residenciais. O condensado de gás natural, a gasolina sintética e o petróleo cru satisfazem cerca de um terço das necessidades de combustíveis do país.

O petróleo cru é importado da Arábia Saudita, Emirados Árabes e Indonésia, e é refinado e transformado em uma série de produtos na única refinaria da Nova Zelândia, localizada em Marsden Point, próximo a Whangarei, na Ilha do Norte. Parte do petróleo refinado também é importada.

O principal recurso energético da Nova Zelândia continua sendo o carvão, com potencial de extração de 8,6 bilhões de toneladas. Cerca de um terço dessa quantidade está presente nas minas existentes, principalmente na Ilha do Sul. Os principais minerais extraídos são ouro, arreia ferruginosa, argilas, areia e agregados.

Comunicações

Nesta última década, a difusão da Internet e da tecnologia de telefones celulares está revolucionando as comunicações na Nova Zelândia. Dos agricultores - que verificam as previsões do tempo online - às crianças nas escolas - que usam telefones celulares para falar com seus amigos - nós temos um dos índices mais altos do mundo em termos da moderna tecnologia das comunicações.

Mais de 95% das casas da Nova Zelândia têm um telefone e mais da metade delas dispõem também de um telefone celular e do acesso à Internet. A Nova Zelândia desenvolveu suas próprias soluções de comunicação, suficientemente fortes para operar no nosso ambiente físico acidentado. Exportações bem sucedidas de telecomunicações incluem comunicações sem fio e comunicações móveis via rádio.

A companhia pública TVNZ dispõe de dois canais de televisão de transmissão gratuita (TV1 e TV2). Um terceiro canal nacional de transmissão gratuita, a TV3, é de propriedade privada. A televisão via satélite, com dezenas de canais, está se tornando cada vez mais popular.

Acaba de ser criado um canal de televisão Maori, que atualmente transmite alguns programas Maoris, com o objetivo final de transmitir 100% em te reo Maori (língua Maori).

Uma série de estações radiofônicas comerciais transmite seus programas para toda a Nova Zelândia. A Radio New Zealand é um serviço público não comercial que transmite notícias, informações e música, oferecendo transmissões radiofônicas em ondas curtas para a região do Pacífico.

O governo promove a criação de programas televisivos e radiofônicos neozelandeses através de seus órgãos de financiamentos New Zealand on Air e Te Mangai Paho (transmissão Maori).

Transportes

Uma rede de transportes eficiente é um elemento vital para a escassa população e a topografia acidentada da Nova Zelândia.

Nós somos uma das populações mais itinerantes do mundo: mais de 90% das pessoas dispõem de um automóvel. Os aeroportos internacionais e serviços marítimos nos mantêm em contato com o resto do mundo.

Os aeroportos internacionais da Nova Zelândia transportam milhões de pessoas por ano e as viagens aéreas domésticas servem bem as áreas de negócios e turismo. O país é atendido por companhias aéreas internacionais e pela nossa própria companhia aérea, a Air New Zealand.

99% do volume das exportações do país são transportadas por navios e as normas de navegação garantem uma concorrência justa entre os transportadores. Os barcos para as travessias (ferry-boats) interinsulares, de Wellington, na Ilha do Norte, a Picton, na Ilha do Sul, são um meio de transporte de ligação vital para cargas, veículos e passageiros.

Um vasto sistema de rodovias e ferrovias liga portos e aeroportos ao resto do país. A eficácia deste sistema de transportes desempenha um papel fundamental para o crescimento da nossa economia. Nossas estradas são bem construídas e sinalizadas e muitos visitantes estrangeiros exploram a Nova Zelândia de carro.

Os neozelandeses guiam do lado esquerdo das estradas.

Embora a Nova Zelândia tenha pouco congestionamento no trânsito, se comparada aos padrões internacionais, recentemente o governo reconheceu a necessidade de um transporte público e estradas mais eficientes, particularmente para as pessoas que devem deslocar-se de modo regular para o lugar de trabalho na cidade de Auckland. Atualmente, o sistema de transportes de Auckland está passando por uma renovação considerável, objetivando reduzir os atrasos no trânsito e a poluição.

Mais de $1 bilhão é gasto a cada ano na construção e manutenção de estradas estaduais e rodovias públicas. Há 92.000 quilômetros de rodovias cruzando as Ilhas do Norte e do Sul. O Departamento de Trânsito da Nova Zelândia (Transit New Zealand) planeja, mantém e custeia as rodovias. A segurança no trânsito é responsabilidade do Departamento de Segurança dos Transportes Terrestresm enquanto a Administração Pública da Nova Zelândia executa as leis de trânsito.

As ferrovias da Nova Zelândia foram privatizadas em 1993, depois de mais de um século de controle estatal. Atualmente, a Tranz Rail opera os serviços de frete em uma rede de 4.000 quilômetros de ferrovias. A Tranz Rail também opera caminhões e serviços de transporte, inclusive a travessia de passageiros e veículos pelo Estreito de Cook.

Habitação

Comparada a outras nações ocidentais, a Nova Zelândia desfruta de um bom padrão habitacional e possui um alto nível de ocupação de moradias.

Mais de dois terços dos neozelandeses têm casa própria. A moradia familiar da maioria dos Kiwis é feita de madeira, com dois ou três banheiros, uma despensa anexa a casa, em um espaço de cerca de 0,1 hectare em subúrbios ou áreas rurais. Contudo, é cada vez maior a procura por apartamentos na cidade e a tendência por terrenos e casas menores e mais compactas.

A Housing New Zealand, uma empresa estatal, possui e administra aproximadamente 59.600 unidades residenciais em todo o país. Seu objetivo é oferecer moradia e serviços afins para pessoas de baixa renda. Os aluguéis são subsidiados e fixados de acordo com a renda da família que ocupa a propriedade.

Serviços Sociais e Indenizações por Acidentes

A Nova Zelândia conquistou um lugar na história em 1938, ao criar o primeiro sistema global de assistência social no mundo. O governo ainda hoje investe seriamente nos serviços de saúde e de assistência social para ajudar os doentes, feridos e desempregados. A prioridade é auxiliar as pessoas a recuperar sua independência.

A partir da idade de 65 anos, os cidadãos neozelandeses passam a receber uma aposentadoria do Estado. Existem acordos especiais com imigrantes de determinados países, e eles também têm direito a certos benefícios.

De acordo com os padrões internacionais, os neozelandeses gozam de uma saúde excelente. Tratamentos em hospitais públicos, alguns remédios e o tratamento de crianças da primeira infância são custeados pelo governo. O acesso universal à água potável e um programa ativo de vacinação fazem com que a Nova Zelândia seja livre da maioria das doenças sérias.

Indenização por acidente

O sistema de indenização por acidente na Nova Zelândia é singular. Dá cobertura de seguro universal para qualquer pessoa que sofra um acidente no país. Em contrapartida, as pessoas não têm direito a processar ninguém por lesões pessoais, exceto para receber uma compensação simbólica.

No começo dos anos de 1900, a Nova Zelândia deu-se conta do custo social de acidentes de trabalho e criou um dos primeiros sistemas de indenização trabalhista do mundo. Em 1967, um relatório governamental sugeriu um regime mais inclusivo, que oferecesse uma cobertura contra as lesões, independentemente do lugar onde ocorressem e de quem fosse o culpado.

Ele concluiu que seria necessário agir em três áreas: prevenção de acidentes, reabilitação do lesado e indenização pelas perdas.

A Corporação de Indenização por Acidentes (Accident Compensation Corporation (external link)), hoje conhecida como ACC, foi fundada em 1974 para satisfazer estas exigências.

Houve mudanças substanciais no modo de funcionamento e de financiamento do sistema, mas o princípio básico continua sendo o mesmo: oferecer indenização a pessoas lesadas, sem a necessidade de recorrer a um tribunal.

As pessoas lesadas têm direito a benefícios, entre os quais, cuidados médicos subsidiados ou gratuitos, indenização pela perda de lucros e assistência para sua reabilitação.

Além de ajudar os lesados, a ACC oferece programas educativos que englobam todos os aspectos da vida, desde a segurança nas estradas e no trabalho, até a segurança em um campo de esportes e mesmo em casa. Apesar da complexidade da administração da ACC e das críticas que ela recebe, a maioria concorda que a mesma reduziu a necessidade de litígios onerosos e criou uma sociedade mais justa.

Jornais e Revistas

A Nova Zelândia oferece um grande número de jornais para sua população, com 28 publicações diárias. Mais de 2.300 revistas são disponíveis regularmente, das quais 165 são publicações locais.

Os maiores jornais diários são: The New Zealand Herald (de Auckland), The Dominion Post (de Wellington) e o The Press (de Christchurch).

Natureza

As espécies inusitadas da fauna e da flora da Nova Zelândia não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta. O país separou-se do antigo continente de Gonduana há mais de 80 milhões de anos e seu ambiente natural desenvolveu-se no isolamento. Muitos dos mais raros animais e plantas do mundo se encontram na Nova Zelândia.

Nossas matas vão das florestas subtropicais com alta pluviosidade do norte, com suas samambaias e palmeiras luxuriantes, até as florestas alpinas cobertas de neve, do sul. Nossas árvores nativas não perdem suas folhas no inverno, permanecendo verdes o ano todo.

Na Nova Zelândia não existem cobras ou outros animais venenosos, e um pequeno morcego é o único mamífero terrestre nativo do país. Por não haver predadores naturais, muitas espécies de aves da Nova Zelândia perderam sua capacidade de voar. Quando o homem chegou aqui, trazendo animais como gatos e ratos, muitas das aves que não podiam voar se extinguiram. Nos dias de hoje, cientistas desenvolveram as técnicas mais avançadas do mundo para a proteção de aves e plantas raras.

Além das espécies nativas, o cenário da Nova Zelândia é caracterizado por animais introduzidos, entre eles veados, porcos e sarigüês. Estes, são caçados por divertimento e para o controle da população animal, pois prejudicam as florestas, destruindo o habitat da vida selvagem nativa.

As águas que circundam a Nova Zelândia são habitadas por muitos peixes, baleias, golfinhos e focas. A pesca é um passatempo popular e uma indústria importante e muitos turistas se divertem observando baleias e golfinhos em mar aberto.

Fonte: www.nzembassy.com

Nova Zelândia

O clima da Nova Zelândia é temperado pelos oceanos que circundam o país.

Tirando algumas áreas isoladas da região central da Ilha do Sul, o país não sofre com as grandes extremidades de frio e calor.

As estações são as mesmas do Brasil.

Dezembro a março são os meses mais quentes e junho a setembro os mais frios.

A temperatura é geralmente mais elevada ao norte do país, que apresenta condições subtropicais durante o verão.

O inverno traz fortes chuvas de neve aos Alpes do Sudeste e na área montanhosa central da Ilha do Norte.

Fonte: www.caep.com.br

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