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MOLIBDÊNIO

Este oligoelemento faz parte dos "novos" oligoelementos. Estamos seguros de seu papel essencial, mas não de suas possibilidades de carência.

Graças ao laboratório Oligopharma, é possível prescrevê-lo se se fizer necessário.

Suas funções biológicas são no presente bem conhecidas. Sabe-se que ele é absolutamente indispensável à vida dos microorganismos vegetais e animais e ao desenvolvimento normal do homem.

Recentemente (em 1980) foi posto em evidência um déficit genético no cofator (que acompanha o molibdênio em todas as reações bioquímicas) se traduzindo por distúrbios neurológicos muito severos e um deslocamento dos cristalinos. As crianças, felizmente muito raras, que apresentam esta doença, tem igualmente retardamento mental e morrem muito jovens.

Até o presente, sabe-se que o molibdênio é ligado, mui fortemente, a um substrato formando o que se chama de molibdo-enzimas.

Citaremos as diversas enzimas que tem necessidade do molibdênio para agir:

- as nitrogenases; - a xantina desidrogenase; - as oxidases (aldeido-oxidase e piridoxal-oxidase); - as hidroxidases (ácido nicotínico e purinas hidroxilases); - nitratos reductases nos vegetais e certos microorganismos.

Uma carência experimental de molibdênio junto aos ruminantes desencadeou uma perda de apetite e de peso.

Para obter esta carência experimental, é necessário lhes administrar grandes quantidades de tungstato.

Para Pfeiffer, este oligoelemento exerce uma influência sobre o crescimento: em doses elevadas, ele o refreia em todas as espécies de animais estudadas.

Alguns postulam que esta relação molibdênio-crescimento poderia ditar a estatura de indivíduos de várias na- cionalidades. Mas isto não é mais que uma hipótese.

No que concerne às interações molibdênio-outros metais, conhece-se o papel do molibdênio na liberação do ferro transportado pela ferritina e sua influência sobre o metabolismo do cobre.

Não se conhecem casos descritos de carência em molibdênio devidos à alimentação, pois ele se encontra particularmente nos legumes, na carne e no leite. A média ingerida diariamente está em torno de 350 mcg. No corpo humano se encontra o molibdênio sobretudo no fígado, nos rins e as glândulas supra-renais, lugar da atividade de numerosas enzimas ligadas a ele. Mas não se conhece o papel do molibdênio encontrado em quantidade relativamente importante nos ossos e nos músculos estriados.

Os médicos, que utilizam uma alimentação exclusivamente parenteral para seus pacientes em estado grave, adicionam à mesma o molibdênio em suas perfusões.

Enfim, assinalamos certos trabalhos recentes que mostraram o papel preventivo do molibdênio sobre as cáries.

Fonte: www.oligopharma.com.br

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