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Omã

Nome oficial: Sultanato de Omã

Capital: Muscate

Data Nacional: 18 de novembro

Chefe de Estado e de Governo: Sultão Qaboos bin Said

Ministro responsável pelos Negócios Estrangeiros: Yussef Bin Alawi Bin Abdullah

População: 2.567.000 habitantes ( 2006 julho - fonte: UNICEF)

População Rural: 23% (2002 - UNICEF)

População Urbana: 77% (2002 - UNICEF)

Densidade Demográfica: 8,26 hab/Km² (2002)

PIB: US$ 27,25 bilhões (2006 - CIA)

PIB per capita: US$ 14.400 (2006 - CIA)

Fonte: www2.mre.gov.br

Omã

O país em resumo

Nome oficial: Sultanato de Omã (Sultanat ‘Uman).

Capital: Mascate.

Localização: sudoeste da Ásia.

Nacionalidade: omani.

Área: 212.460 km2.

População: 2,5 milhões (2001).

Densidade: 11,77 hab./km2.

Língua oficial: árabe.

Composição étnica: árabes, baluchies, povos do norte da África e do sul da Ásia.

Religião: maioria islâmica.

Governo

Sistema de governo: monarquia islâmica.

Chefe de Estado e de governo: sultão Qaboos bin Said (desde 1970).

Legislativo: bicameral. Conselho Consultivo (Majlis al-Shura), com 83 membros, e Conselho de Estado (Majlis al-Dawla), com 48 membros.

Principais partidos: não há partidos políticos em Omã.

Omã

Economia

PIB: 21,5 bilhões de dólares (2001).
Agropecuária: coco, lima, tâmara, romã e camelos.
Exportação: petróleo, pescado e têxteis.
Moeda: rial omani.

Pequeno país situado no extremo sudeste da Península Arábica. É menor do que o estado de Rondônia e um dos países mais quentes do mundo. Seu território é constituído de montanhas, desertos, oásis e planícies costeiras. A península de Musandam é separada de Omã pelos Emirados Árabes Unidos.

Em Omã, existem grandes depósitos de petróleo – o principal produto de exportação do país. A agricultura e a pesca são também atividades importantes. Mascate é a capital e principal porto.

Forte de Nizwa, em Omã, construído em 1600. Era usado como palácio, prisão e sede do governo.
Forte de Nizwa, em Omã, construído em 1600. Era usado como palácio, prisão e sede do governo.

HISTÓRIA

As forças portuguesas conquistaram o atual território de Omã no início do séc. XVI. Mas os árabes que ali viviam as expulsaram em meados do séc. XVII e, mais tarde, tomaram outras possessões portuguesas no leste da África. A família do atual sultão subiu ao poder em 1743.

Em 1798, os ingleses assinaram um acordo com o sultão e mantiveram relações estreitas com o país desde então. Omã acabou transformando-se em um protetorado britânico no séc. XIX. Em 1913, um omani (habitante de Omã) eleito pela população do interior conquistou poderes governamentais limitados. O sultão, então, iniciou uma luta para reconquistar as províncias do interior. Em 1920, um acordo dividiu o país em dois: Omã e o sultanato de Mascate.

A partir de 1932, o sultanato passou a viver um período de opressão com o governo do sultão Said bin Taimur. Em 1954, o omani Ghaleb Ibn Ali resolveu proclamar a independência. Forças britânicas invadiram Omã e unificaram as duas partes, ficando o país sob o domínio de Taimur.

Em 1955 e 1957, Ali chefiou a resistência contra o sultão. Quando as forças do sultão venceram, em 1959, o chefe da resistência exilou-se. Mas o movimento de libertação continuou sua luta contra a monarquia. Em meados da década de 1960, uma guerra civil estourou entre os rebeldes e as forças governamentais na região da província de Dhofar.

Omanis cantam e dançam em parada pública para celebrar feriado após peregrinação a Meca.
Omanis cantam e dançam em parada pública para celebrar feriado após peregrinação a Meca.

Em 1970, Taimur foi deposto por seu filho Qaboos bin Said, que iniciou reformas para modernizar Omã. Em 1975, o governo anunciou que havia derrotado os rebeldes. No ano seguinte, entrou para a Organização das Nações Unidas (ONU).

A riqueza acumulada com o petróleo fez o país conhecer uma rápida modernização. As conseqüências dessas reformas tornaram Omã um importante aliado dos EUA no Oriente Médio. A proximidade com o Estreito de Ormuz, onde circulam em torno de 60% de todo o petróleo do mundo, torna Omã uma peça fundamental no tabuleiro geopolítico internacional.

A aproximação com o Ocidente foi gradativa. Em 1980, o governo de Omã cedeu o uso da ilha de Masira como base militar aos EUA e foi assinado um acordo de defesa entre os dois países. Com o fim da Guerra Irã-Iraque em 1988, o governo de Omã aproximou-se do Irã e assinou um acordo de cooperação econômica. Em 1990, entrou em cena novamente, em função da invasão do Kuwait pelo Iraque, facilitando o deslocamento de tropas norte-americanas para a Arábia Saudita.

Omã enfrenta o medo do esgotamento de seus recursos naturais, em especial o petróleo. Isso fez com que o país reformulasse seu plano de desenvolvimento em 1993, com um projeto de diversificação da economia. O governo passou a investir principalmente na agricultura, na pesca e no turismo. Em 2000, o país passou a integrar a Organização Mundial do Comércio (OMC).

Fonte: klickeducacao.ig.com.br

Omã

Omã ou Omãoé um país situado na Arábia, mais especificamente na extremidade oriental da Península Arábica.

O país é constituído por três territórios descontínuos, localizando-se os menores, constituídos pelo Enclave de Madha nos Emirados Árabes Unidos e a Península de Musandam e territórios adjacentes, no Estreito de Ormuz que separa o Golfo Pérsico do Golfo de Omã.

Limita a norte com o Golfo de Omã (do outro lado do qual se estendem as costas do Irão), a leste e sul com o Mar da Arábia e a oeste com o Iémen, com a Arábia Saudita e com os Emiratos Árabes Unidos. Capital: Mascate.

História de Omã

Antiga Satrapia do Império Persa, e posteriormente, do Sassânida, o Omã só ficou livre desse poder em 632. Em 751, os Ibadis criaram o Emirado do Omã, sendo governado por imames. durante séculos o Omã não passava de um mero país incrustrado no deserto, até que os Portugueses o invadiram em 1508. em 1659, os Otomanos tomam o Omã e expulsam os portugueses. em 1741 os Otomanos foram expulsos pelo então proclamado Sultão bin Sultan al Busaid. Inicia-se a era de Ouro do sultanato, que expande suas fronteiras e obtém várias colônias no Oceano Índico (Zanzibar e Comores, na África e o Baluchistão, na Ásia) que foram perdidos no colapso que o país sofreu, em 1891, quando virou um mero protetorado britânico, tornando-se novamente independente em 1971.

A região de Omã foi em tempos conhecida pelo seu nome sumério, Magan. Omã constituía uma das satrapias do Império Persa. Foi incorporado por esse império por volta de 563 a.C.

Os persas permaneceram no território durante muitos séculos, mas no início do século I d.C., tribos árabes começaram a chegar a Omã. Foi, no entanto, apenas em 632 que o Império Persa perdeu o poder e que o carácter árabe de Omã foi estabelecido.

Em 751, os muçulmanos Ibadi criaram um imanato em Omã. Os Muçulmanod Ibadi são vistos pelos outros muçulmanos como um ramo dos Kharijitas. O imanato Ibadi sobreviveu até meados do século XX.

Omã é há séculos um centro de comércio. Em 1508, o porto principal, Mascate, foi capturado pelos portugueses, que aí permaneceram até que a cidade foi capturada pelos otomanos, em 1659. Estes foram expulsos em 1741, quando a actual linha de sultões foi formada por Ahmed Ibn Said.

No início do século XIX, Omã atingiu o estatuto de potência principal, tendo possessões no Baluchistão e em Zanzibar, mas estas foram sendo gradualmente perdidas. Em 1891, Omã tornou-se num protectorado britânico, situação que se manteve até 1971. No ano anterior, o sultão Said Bin Taimur tinha sido deposto pelo seu filho, o sultão Qaboos bin Said Al Said, (que governa desde 1970).

Qaboos renomeou o país (chamava-se Mascate e Omã, passando a ser apenas Omã). Desde essa época, Qaboos tem melhorado significativamente a situação económica do país, mantendo-se em paz com todos os outros países do Médio Oriente. Em 1996, o sultão assinou um decreto promulgando uma nova lei básica que clarifica a sucessão real, cria um conselho consultivo bicameral com alguns, embora limitados, poderes legislativos, cria um primeiro-ministro e garante liberdades civis básicas aos cidadãos omanitas. Bases militares em Omã foram usadas em 2001 pelas forças estado-unidenses envolvidas em ataques terrestres contra o Afeganistão e Osama bin Laden. Em 2003, a câmara baixa do conselho consultivo foi livremente eleita pela primeira vez.

Política de Omã

Em Omã, o Chefe de Estado e também Chefe de Governo é o sultão que funciona como monarca absoluto.

No início da década de 1990, o sultão instituiu um conselho eleito, o Majlis ash-Shura.

O sufrágio universal para os maiores de 21 anos foi instituído em outubro de 2003 e teve uma participação de 190 mil votantes (74% dos eleitores) para escolher os 83 membros do conselho.

A dinastia Al Sa'id, do sultão, governa o país há mais de 250 anos.

Subdivisões de Omã

As regiões estão subdivididas em províncias (wilayat).

Geografia de Omã

Um vasto e plano deserto cobre o centro do território de Omã, com uma cadeia montanhosa ao norte (Jebel Akhdar) e outra a sudoeste do país. As principais cidades omanis estão no litoral. Destaca-se a capital e a proximidade do centro internacional, Dubai.

Economia de Omã

Até meados do século XIX, Omã era um entreposto de escravos e armas. Com o fim da escravidão, a região perdeu muito de sua prosperidade, e a economia ficou reduzida à agricultura, ao comércio de Camelos e caprinos, à pesca e o artesanato tradicional. Hoje, graças ao petróleo, a economia tem apresentado grande desenvolvimento nos últimos 30 anos.

O governo prossegue com a privatização de serviços públicos e com o desenvolvimento de leis comerciais que facilitem o investimento externo e organizem o orçamento do país. O Omã continua a liberalização de seu mercado para se adequar às regras da Organização Mundial do Comércio. Para reduzir o desemprego, o governo vem encorajando a substituição de mão-de-obra estrangeira por trabalhadores do próprio país. Cursos de tecnologia de informação, técnicas de administração e língua inglesa para cidadãos do país apóiam este objetivo.

Cultura de Omã

Apesar de Omã ser um país bastante moderno, a influência ocidental é reduzida: o islamismo tradicional, ibadita, possui mais restrições que o islamismo sunita e o xiita.

A música tradicional acompanha vários aspectos da vida, incluindo nascimentos, cerimônias fúnebres, casamentos e circuncisões.

Fonte pt.wikipedia.org

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