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Osteofitose

Osteófitos, mais comumente conhecido como "bico de papagaio", são consequências de tecido ósseo que se formam ao redor das articulações danificadas.

Este crescimento ósseo é pensado para ser uma resposta compensatória a danos nos ligamentos e ossos, e destina-se a restringir o movimento da articulação para proteger de danos adicionais.

As juntas que são susceptíveis a danos por excesso de uso e da artrite, tais como aqueles na coluna vertebral e as mãos, têm maior probabilidade de desenvolver osteófitos, embora qualquer osso pode desenvolver. Podem também formar-se como resultado de osteomielite (infecção óssea).

Osteófitos na articulação interfalangeana distal (DIP) são conhecidos como nódulos de Heberden, e aqueles em articulação interfalângica proximal (PIP) são chamados de nós de Bouchard.

A presença ou ausência de PIP, DIP, e metacarpofalangeanas conjuntas (MCP) proporcionam um bom meio clínico de diferenciar a artrite reumatóide de osteoartrite.

Na osteoartrite, osteófitos são comumente vistos no DIP e PIP e raramente visto no MCP. Em contraste, pacientes com artrite reumatóide geralmente apresentam crescimento ósseo no PIP e MCP, mas raramente no DIP.

Osteofitose
Osteofitose

Osteofitose é mais comumente visto na coluna e é um sinal de degeneração da coluna vertebral.

Na maioria dos casos o osso em si não é uma fonte de dor nas costas, mas se um esporão ósseo começa interferir um nervo espinhal isso pode levar a sintomas de neuropatia ao longo do dermátomo afetado.

Osteofitose

Fonte: www.med.umich.edu

Osteofitose

Osteofitose (Bico de Papagaio)

Quem já não ouviu reclamações de pai, tio ou avô dizendo: “o médico falou que eu tenho bico-de-papagaio na coluna.” Então vamos explicar um pouquinho sobre essa degeneração.

O que é

Os bicos-de-papagaio, ou osteófitos, são pequenas expansões ósseas que surgem nas bordas das vértebras, geralmente na altura dos discos intervertebrais da coluna, e surgem em conseqüência de um processo de artrose.

Convém salientar que a existência do nome ‘bicos-de-papagaio’ para este problema não é causal. O aspecto, nas radiografias, é semelhante ao bico de um papagaio, literalmente.

Há quem defenda que eles apareçam por desidratação do disco intervertebral, por espondilose, por pré-disposição genética, sobrecarga articular (obesidade), por alguma anomalia prévia na articulação (inflamação, trauma, fratura, ligamentos rompidos, etc.) ou simplesmente pela quantidade de impactos aos quais estamos sujeitos desde a infância.

Porém, é preciso deixar bem claro que é, sobretudo, a adoção de posturas incorretas ao longo do tempo que leva ao aparecimento de lesões nas articulações vertebrais. Destas lesões, surge a formação de osteófitos que, após originarem a desidratação do disco intervertebral, aproximam as vértebras e comprimem a raiz nervosa. Por causa destas compressões, então, que as dores associadas aos ‘bicos-de-papagaio’ começam a aparecer.

Os osteófitos começam a fazer sentir-se à medida que o processo normal de envelhecimento vem surgindo, mas alguns sinais anteriores a esse período podem indicar se você vai ser vítima ou não deste problema.

Se durante toda a sua vida você não cultivou uma boa postura, não praticou qualquer exercício físico e viveu períodos de estresse intensos, prepare-se! Quanto antes adquirir novos hábitos quotidianos, como a prática de atividades físicas, cuidados acrescidos na alimentação e, é claro, sua regularidade nas consultas com seu Quiropraxista, mais chances de manter-se saudável por longos anos.

Priscila Frietzen

Fonte: www.priscilafrietzen.com.br

Osteofitose

Osteófitos Marginais - Osteofitose

(Bico de Papagaio)

O que é

Osteofitose refere-se às conseqüências do tecido ósseo que se formam em torno de articulações danificadas. Ela ocorre em lesões músculo-esqueléticas, como osteoartropatia neuropática, doença de Wilson, acromegalia, macrodistrofia lipomatosa progressiva e osteoartrite.

Causa

A adoção de posturas erradas leva, ao longo dos anos, a lesões das articulações vertebrais.

A Osteofitose-Bico de Papagaio aparece decorrente da protusão progressiva do anel fibroso do disco intervertebral, dando origem à formação de osteófitos cujos efeitos são agravados pela desidratação gradual do disco intervertebral, causando a aproximação das vértebras, comprimindo a raiz nervosa causando dores e irradiações para membros superiores e/ ou inferiores.

Resumindo, de tanto a coluna vertebral em uma determinada região receber a sobrecarga de peso de forma errada (Má postura), o organismo envia mais tecido ósseo para o local formando pequenos depósitos, espículas, ``espinhos ósseos`` que poderão aumentar com o tempo, causando muito incomodo doloroso ao individuo.

Há relatos de pessoas que adquiriram em região dorsal e nunca manifestaram incômodos.

Mas, em regiões muitos moveis e por isso mais acometidas, como, a cervical, lombar e sacral, os sintomas são ``implacáveis`` e muito relevantes.

Nas radiografias ou tomografias a imagem da artrose aparece como pequenas saliências ósseas que são os BICOS DE PAPAGAIO.

Estes aparecem nas FACETAS ARTICULARES e nos CORPOS VERTEBRAIS.

Estas alterações juntamente com as degenerações ou desgaste dos discos intervertebrais são as grandes causas das DORES NAS COSTAS ou pelo menos o seu fator desencadeante mais comum.

Na verdade os “bicos de papagaio” são uma forma de proteção do nosso organismo na tentativa de estabilizar a coluna vertebral.

Osteofitose
A) Bico de Papagaio
B) Disco degenerado + diminuição do espaço intervetebral

Com o desgastes das articulações da coluna, acabam ocorrendo “folgas” na coluna, essa instabilidade faz com que o nosso corpo forme osso na tentativa de segurar a coluna na sua anatomia correta, em uma tentativa de criar estabilidade.

Sendo assim, o bico de papagaio, ou melhor, o osteófito como é conhecido pelos médicos, não é o grande causador das dores na coluna, mas sim a instabilidade e os movimentos anormais, que sobrecarregam a coluna vertebral provocando dor.

Fonte: www.drfernandosanchis.com.br

Osteofitose

BICO DE PAPAGAIO

Nome popular dado a Osteofitose

A adoção de posturas erradas leva, ao longo do tempo, a lesões das articulações vertebrais.

A osteofitose aparece decorrente da protrusão progressiva do anel fibroso do disco intervertebral, dando origem à formação de osteofitos cujos efeitos são agravados pela desidratação gradual do disco intervertebral, causando a aproximação das vértebras, comprimindo a raiz nervosa e causando dores.

Causa

Com o tempo, vários fatores de risco atuam em conjunto ocasionando a dor: condicionamento físico deficiente, má postura, mecânica anormal dos movimentos, pequenos traumas, esforço repetitivo, etc...

Prevenção

Atividade física (hidroginástica, natação e alongamento são recomendados)
Evitar a obesidade, pois pode resultar em sobrecarga para a coluna
Tenha cuidado com posturas incorretas ao se sentar
Evitar levantar demasiada sobrecarga se não tiver a musculatura dorsal e abdominal suficiente preparadas.

Alívio

Compressas quentes sobre a área dolorida ajudam a aliviar a dor

Exercícios

Realizar exercícios de extensão da passiva
Corrigir desalinhamento postural (incluindo lateral)
Realizar exercícios de fortalecimento para os músculos abdominais e extensores
Acrescentar exercícios de flexão após ter ocorrido desaparecimento das dores.

Fonte: www.cdof.com.br

Osteofitose

Osteófitos (Bico de Papagaio)

Mesmo antes de aparecerem os osteófitos marginais, os discos intervertebrais (“amortecedor” entre as vértebras) já envelhecem, desgastando e perdendo suas características normais. Com o desgaste da articulação vertebral (degeneração do disco intervertebral) acontece a instabilidade do segmento da coluna, e assim micromovimentação de forma anormal. Na tentativa de estabilizar e fusionar este nível doente da coluna o corpo humano faz crescer osso. Assim ocorre a formação óssea nas bordas articulares, à frente e/ou para ao lado do disco intervertebral. Esse novo osso é o osteófito marginal, comumente chamado de bico de papagaio.

Osteofitose
Osteófitos - Bico de papagaio

Nos casos onde existem os osteófitos, provavelmente os discos estão desgastados e há instabilidade do nível. Os sintomas geralmente não são diretamente causados pelo bico de papagaio e sim pelas alterações relacionadas. O principal sintoma associado é dor próxima ao local, podendo ou não apresentar sinais neurológicos dependendo da sua localização.

Em quadros de dor aguda podem ser usados medicamentos (também em forma de injeções espinhais) ou fisioterapia para corrigir problemas musculares. Para casos crônicos, de longa história de dor, a estabilidade do nível afetado através de artrodese pode ser benéfica.

Degeneração Discal

Osteofitose
Degeneração Discal

Assim como todas as partes de nosso corpo, os discos intervertebrais também degeneram, ou seja, envelhecem. Os discos intervertebrais envelhecem acentuadamente, degenerando e perdendo suas características normais, muitas vezes causando problemas.

A degeneração discal é um processo normal, que envolve as duas regiões do disco o núcleo pulposo e o ânulo fibroso. A condição gerada é chamada de doença degenerativa do disco (DDD) e pode acontecer na região cervical, lombar e/ou torácica. Com a idade ocorre a desidratação e o ressecamento do disco intervertebral, particularmente o núcleo pulposo, o que gera o seu desgaste. Essas alterações normalmente iniciam na terceira década da vida e tornam-se importantes em indivíduos idosos. O núcleo se torna quebradiço e perde a capacidade de amortecimento. O disco intervertebral perde altura (colapso do disco) e normalmente formam-se abaulamentos, protrusões e hérnias discais, que podem levar os sintomas para os membros superiores ou inferiores.

Mas nem toda alteração do disco intervertebral é candidata para cirurgia. A grande maioria dos casos de degeneração discal é resolvida através de tratamento conservador não cirúrgico. Mas nos casos em casos em que o paciente não é beneficiado por estes tratamentos por pelo menos seis meses pode ser considerado o tratamento cirúrgico.

Para problemas de degeneração do disco, as cirurgias mais indicadas são procedimentos onde  há a retirada da fonte direta de dor e causadora de dores secundárias (compressões de canal medular e de raízes nervosas, e mau-alinhamento das vértebras): o disco intervertebral. Nestes procedimentos, o disco pode ser substituído por um calço, aumentando a separação entre vértebras e liberando as estruturas nervosas de uma compressão. Assim, há o alívio da dor causada pela doença. Na artrodese, o calço estabiliza e fusiona o nível afetado e pode ser de forma minimamente invasiva pelo acesso lateral.

Tratamento

Tratamento conservador

O tratamento conservador visa o fortalecimento das estruturas da coluna, adiando ou às vezes até mesmo evitando o tratamento cirúrgico. Dentre os tratamentos conservadores enquadram-se o repouso e antiinflamatórios na fase aguda, fisioterapia na fase pós-aguda e exercícios físicos para o fortalecimento da musculatura vertebral na fase tardia, tais como flexão, extensão, abdominal e exercícios na água. Existe também alternativa de realizar procedimentos de injeção estrategicamente aplicadas, aliviando dores locais e irradiadas.

Artrodese

Convencionais: Os tratamentos convencionais de artrodese abordam a coluna vertebral tanto pela frente (ALIF) quanto por trás (PLIF e TLIF). Quando acessada anteriormente (ALIF), a incisão se dá pelo abdômen do paciente, sendo o acesso chamado de retroperitoneal, pois se desloca o intestino, sem a necessidade de atravessá-lo. Nesse tipo de cirurgia pode haver sangramento elevado, pois há manipulação dos grandes vasos abdominais (Aorta e Veia Cava), além do risco de danos do sistema nervoso simpático. O ligamento longitudinal anterior (ALL), responsável pela estabilização das vértebras, é necessariamente removido e o tempo de recuperação do paciente tende a ser grande. Quando acessada posteriormente, a musculatura posterior é duramente afetada. É necessária a retirada de toda a parede óssea posterior e são colocados parafusos pediculares. Para colocar-se um "calço", é necessária a manipulação das raízes nervosas e do saco dural, o que pode causar o comprometimento dos nervos. A recuperação da musculatura posterior é demorada e deve ser realizada com acompanhamento de fisioterapia e exercícios físicos.

Minimamente Invasivo: A coluna tóraco-lombar pode ser acessada lateralmente. Essa via de acesso evita a manipulação de grandes vasos, ligamentos e musculatura posterior. Utilizando-se dilatadores para divulsionar as fibras do músculo Psoas, é possível chegar ao disco doente através de pequenas incisões e com pequeno sangramento, sem maiores danos aos tecidos adjacentes. Evita-se também a utilização de parafusos e barras na grande maioria dos casos, pois no local do disco doente coloca-se um "calço" que estabiliza as vértebras adjacentes, indiretamente descomprimindo os nervos e o canal medular, permitindo assim a artrodese do nível afetado. O paciente geralmente pode caminhar no mesmo dia e receber alta no dia seguinte. O retorno às suas atividades normais tende a ser antecipado e sua recuperação total normalmente ocorre em muito menos tempo quando comparada às cirurgias tradicionais.

Artroplastia

A troca do disco pode ser realizada substituindo-se a articulação doente por uma artificial. A artroplastia é hoje um dos ramos que mais crescem no mercado de coluna mundial. Os discos intervertebrais apresentam capacidade de carga e movimentação. Na artrodese apenas a capacidade de carga é substituída, mas a movimentação do nível operado é perdida. A artroplastia tem como objetivo principal substituir mais naturalmente o disco doente, permitindo movimentação e capacidade de carga, além de aliviar as dores. Alguns exemplos de disco artificial disponíveis no mercado hoje são Charité® (Lombar) e PCM® (cervical).

Existe também a possibilidade de realizar estes procedimentos de maneira minimamente invasiva.

Fonte: www.patologiadacoluna.com.br

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