O eletricista é o profissional qualificado, ou seja, que tem curso específico do sistema oficial de ensino, capacitação através de curso especializado ministrado por centros de treinamento e reconhecido pelo sistema oficial de ensino ou capacitação através de treinamento na empresa conduzido por profissional autorizado – segundo a NR-10 (Norma Regulamentadora para Instalações e Serviços em Eletricidade).
Tem como atividades: Planejar serviços de manutenção e instalação eletroeletrônica, realizar manutenções preventivas, preditivas e corretiva, instalar sistemas e componentes eletroeletrônicos, realizar medições e testes, elaborar documentação técnica. Tudo isso em conformidade com normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, saúde e preservação ambiental.
Os eletricistas devem possuir as seguintes qualidades profissionais: praticidade, organização, metodicidade, raciocínio lógico, rapidez, responsabilidade com a Segurança Pessoal e dos Equipamentos. Como requisitos físicos devem possuir boa coordenação entre mão e visão, boa visão (com ou sem óculos) e visão normal na identificação das cores.

A eletricidade é um perigo constante e o risco de contato com elementos energizados é grande, assim como de incêndio. As lesões provocadas pelo contato são: queimaduras, choque elétrico, eletrocussão e traumas devido a queda de altura. É por isso que todo profissional de eletricidade deve estar apto a prestar primeiros socorros a acidentados, especialmente através das técnicas de realimentação cardiorespiratória, bem como utilizar equipamentos de combate a incêndio.
Para evitar o risco de contato (choque elétrico), as instalações elétricas devem ser isoladas e aterradas, ou providas de um controle à distância, manual e/ou automático.
Para evitar os riscos de incêndio e explosão, deve haver dispositivos automáticos de proteção contra sobrecorrente e sobre tensão, além de proteção contra fogo.
Os sistemas de proteção coletiva (SPC) e os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados nos serviços com eletricidade são:
a) isolamento físico, sinalização (etiquetas para bloqueio), aterramento provisório;
b) vara de manobra, escadas, detectores de tensão, cintos de segurança, capacetes, botas e luvas;
c) ferramentas eletricamente isoladas.
A permissão de trabalho, APR (Análise Preliminar de Riscos), e as planilhas de Perigos e Riscos devem ser utilizadas como ferramentas, isoladamente ou em conjunto, para o gerenciamento dos riscos.
Outras recomendações devem ser seguidas pelos eletricistas para a prevenção de acidentes:
Utilização sempre dos dispositivos elétricos de segurança disponíveis como(ex.: tomada de 3 pinos).
Consideração de que todo fio elétrico é "positivo", ou seja, passível de provocar um choque mortal.
Verificação do estado de todos os fios e dispositivos elétricos; consertando-os ou substituindo-os, se necessário.
Dimensionamento do fio elétrico (bitola).
Certificação de que a corrente está desligada, antes de executar a atividade no equipamento.
Utilização de ferramentas "isoladas", que forneçam uma barreira adicional com a corrente elétrica.
Utilização de fios adequados para o tipo de serviço elétrico a que ele vai servir.
Garantir tomadas onde esteja indicado sua voltagem
Os colaboradores que não são eletricistas também devem seguir algumas regras básicas:
Não sobrecarregar as tomadas com vários aparelhos elétricos, usando, por exemplo, o "Benjamin".
Não executar atividades que envolvam a utilização de energia em áreas “molhadas”
Verificar sempre se os equipamentos que irão utilizar são aterrados ou isolados
Respeitar a sinalização existente.
Garantir que os cabos de alimentação sejam aéreos ou enterrados
Solicitar sempre a presença do profissional eletricista quando houver necessidade de algum trabalho nesta área.
Pelo cuidado, esmero, profissionalismo e dedicação parabenizamos a todos os ELETRICISTAS por esta data.
Fonte: aplicacoesweb.gdksa.com
O Engenheiro eletricista é o profissional dedicado ao desenvolvimento e à aplicação de um conjunto de conhecimentos científicos necessários à pesquisa, ao projeto e à implementação de sistemas diversos utilizados para efetuar o processamento da energia elétrica e da informação na forma de sinais elétricos digitais e analógicos.
Nesta prática, são considerados os aspectos de qualidade, confiabilidade, custo e segurança, bem como os de natureza ecológica e ética profissional.
O campo de trabalho é vasto e inclui empresas de energia elétrica e telecomunicações, escritórios de projetos e consultoria, firmas de montagem e manutenção de instalações elétricas e de telecomunicações, indústrias diversas e empresas comerciais de pequeno e grande porte, manutenção de equipamentos e componentes eletro-eletrônicos, hospitais, empresas de radiodifusão, informática etc.
As perspectivas quanto ao progresso do curso são boas e tendem a uma melhoria das oportunidades de trabalho, dada a grande demanda por serviços nessas áreas e aos grandes investimentos, públicos e privados, que serão feitos nos próximos anos, no campo da Engenharia Elétrica.
No Brasil é considerado Engenheiro Eletricista quem for formado em engenharia elétrica e não é preciso necessariamente ter o registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) do estado onde se formou, para ser Engenheiro Eletricista, é a faculdade que lhe outorga o título.
Fonte: www.ilhado.com.br
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Engenharia Elétrica ou Eletrônica