
Apesar deste sucesso do Paint Horse na comunidade norte-americana, muitas pessoas só vieram conhecer a raça recentemente. Sua popularidade não se restringe aos Estados Unidos, mas se estende ao Canadá, Austrália e países europeus. Sua origem está nos cavalos manchados que chegaram ao continente norte-americano em 1519 com o explorador Hernando Cortes. Cortes trouxe cavalos para ajudar seus homens a atravessar o novo mundo em busca de tesouros.
Segundo o historiador Diaz Del Castillo que viajou com a expedição, um dos 16 cavalos de guerra que fazia parte desta tropa foi um animal branco com manchas na barriga. Do cruzamento deste animal manchado com os nativos mustangues se originou o American Paint Horse. No início de 1800, a planície do oeste americano era povoada por tropas de cavalos selvagens, incluindo-se aí muitos cavalos manchados. Por suas cores alegres estes animais se tornaram a montaria dos índios norte-americanos.
Os Comanches, considerados os melhores montadores das planícies, idolatravam o Paint Horse, considerando-o favorito pelos "deuses". A evidência deste favoritismo está exibida em pinturas encontradas nas peles de búfalos que serviam de diário para os Comanches. Desde o século XIX até os dias atuais, estes animais manchados têm sido chamados de diferentes nomes. No final da década de 50 reuniu-se o primeiro grupo de pessoas preocupadas com a preservação do Paint Horse, em 1962, um segundo grupo de entusiastas organizou uma associação, mas este grupo estava mais interessado em preservar a pelagem e configuração. Neste 1998, passados 479 anos da expedição liderada por Cortes, a Associação do American Paint Horse cresceu tanto que já ocupa o terceiro lugar entre as maiores entidades eqüestres dos Estados Unidos, ficando atrás apenas do American Quarter Horse e do Puro Sangue Inglês. Os motivos de tanto sucesso, os criadores da raça atribuem à importância que o Paint teve na história americana: "eu sabia que teríamos um bom produto para promover", comenta Rebeca Tyler Lockhart, a fundadora da APHA. "eu conseguia ver a necessidade de uma associação devotada inteiramente ao Paint Horse. A Associação do Pinto orse já existia, mas eu queria uma associação especializada em um puro sangue Quarto-de-Milha com as devidas características.
Fonte: www.cavalgar.com

Altura(cm): 150-160
Temperamento: Linfático
Porte: Leve
Pelagem: Pintado
Uso: Sela
Existe no Brasil: Alguns
Perfil/Cabeça: Reto
Musculatura: Forte
Origem: Séc. XVI
Região: Estados Unidos
Meio Ambiente: Savana
Considerando que Paint vêm de muitas raças diferentes, sua história é variável. Muitos dizem que quando Cortes entrou para a América por volta de 1500, ele trouxe consigo dois cavalos do tipo Overo. Este termo designava na Espanha animais que se apresentassem pintados. É uma raça direcionada para o contraste de cor. Têm um fundo escuro que colore e nesta aparecem remendos fortuitos de branco. O Paint pode acontecer em qualquer raça ou conformação específica. Porém, o Paint Horse Assocation da América não aceita cavalos provenientes do Appaloosa. No Oeste Americano, o Paint foi considerado tradicionalmente como o cavalo do índio americano favorecido como um cavalo de guerra desde que sua coloração proveria uma camuflagem natural.
Descrição: O Paint não tem conformação consistente pois é criado para cor. Quando a cor mais escura for preta, o cavalo é descrito freqüentemente como Piebald. Quando a cor mais escura for qualquer coisa diferente do preto, o cavalo é descrito como Skewbald. Paints podem ser de uma variedade de raças, desde um animal Puro Sangue até Miniaturas. Há quatro tipos reconhecidos de conformação: o tipo de sela, tipo acionário, tipo de caçador e tipo de corrida.
Características: Há dois padrões de cor aceitável para inscrição, "Overo " e " Tobiano ". Overo é um tipo criado pelo gene de cor recessivo e a cor sólida (mais escura) predomina. Tobiano é um tipo criado pelo gene de cor dominante e branco é a cor mais predominante com marcas de cores diferente de branco.
Fonte: harasmagichorse.vilabol.uol.com.br