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Paul Dirac

Paul Adrien Maurice Dirac nasceu em 1902, em Bristol, na Inglaterra. Ele gradua-se em engenharia elétrica em 1921, entretanto, em 1926, ele recebe o título de doutor em matemática.

Os trabalhos desenvolvidos por Dirac, sempre estiveram relacionados com aspectos matemáticos e teóricos da Mecânica Quântica. A partir de 1928, ele começa a trabalhar sobre a nova Mecânica Quântica, proposta por Heisenberg. Ele desenvolveu um modelo matemático, independente, para calcular propriedades atômicas. Além disso, escreveu vários artigos e livros sobre o assunto.

O trabalho de Dirac conciliou muito bem com o Schrödinger, possibilitando que a conhecida equação de Schrödinger ganhasse relatividade.

Em 1933, Paul Dirac e Erwin Schrödinger dividem o Prêmio Nobel de Física, como valorização de seus trabalhos sobre a Teoria Atômica.

Em 1984, Paul Dirac morre.

Fonte: www.quiprocura.net

PAUL DIRAC

Paul Adrien Maurice Dirac, (8 de Agosto de 1902, Bristol - 20 de Outubro de 1984, Tallahassee) foi um engenheiro e matemático britânico. Estudou Engenharia elétrica na Universidade de Bristol, completando o curso em 1921. Em 1923 se formou em Matemática e recebeu uma bolsa de pesquisa no St. John's College, na Universidade de Cambridge.

Em 1926, para sua tese de Doutorado, desenvolveu uma versão da Mecânica Quântica que incorporava a "Mecânica Matricial" de Werner Heisenberg com a "Mecânica Ondulatória" de Erwin Schrödinger num único formalismo matemático.

Em 1928, desenvolveu a chamada Equação de Dirac, que descreve o comportamento relativístico do elétron. Essa teoria levou Dirac a prever a existência do pósitron, a antipartícula do elétron, que foi observado experimentalmente em 1932 por Carl Anderson. Em 1933 Dirac recebeu, junto com Erwin Schrödinger o Prêmio Nobel de Física.

Fonte: pt.wikipedia.org

PAUL DIRAC

Paul Adrien Maurice Dirac nasceu em 8 de Agosto de 1902 em Bristol (Inglaterra).

Estudou engenharia na Universidade de Bristol, seguindo, mais tarde, para Cambridge, como investigador em matemática. Recebeu o seu doutoramento em 1926 e, no ano seguinte, tornou-se "fellow" do "St.John's College", em Cambridge. Em 1932 foi nomeado professor catedrático de matemática. Durante a década de 20 viajou extensivamente e estudou em várias universidades estrangeiras, incluindo Copenhaga, Göttingen, Leyden,Wisconsin, Michigan, e Princeton. Em 1929, depois de ter passado 5 meses na América, deu a volta ao Mundo, visitando o Japão com Heisenberg, e regressou atravessando a Sibéria.

O trabalho de Dirac concentrou-se nos aspectos matemáticos e teóricos da Mecânica Quântica. Sobre este assunto publicou nos "Proceedings of the Royal Society" uma série de artigos.

Com a sua famosa equação de onda, introduziu a relatividade restrita na equação de Schrödinger, o que o tornou conhecido na comunidade científica internacional.

Autor de "Quantum Theory of the Electron"(1928) e "The Principles of Quantum Mechanics" (1930), Dirac foi eleito membro-associado da "Royal Society" em 1930 e da "Pontifical Academy of Sciences".

Em 1933 obteve, em conjunto com Schrödinger, o Prémio Nobel da Física.

Faleceu em 20 de Outubro de 1984 em Tallahassee, Flórida (EUA).

Fonte: www.e-escola.pt

PAUL DIRAC

Quem é que, quando criança, não se encantou ao ver um mágico tirando coelhos de uma cartola? Cartas das mangas? Moedas de detrás da orelha? Desde os tempos imemoriais o homem surpreende ao criar coisas interessantes, que satisfazem ao bem estar, inundando-nos de alegria e emoção. Os mágicos são assim. Na Arábia, lá pelo ano 1000 um matemático poderia ser chamado de mágico, muito provavelmente porque da mesma forma que um tirava coelhos da cartola, o outro fazia surgir números e figuras quase do nada e resolvia problemas, ou os criava e desafiava, valendo-se de suas aptidões, até para conseguir riquezas. Não é a toa que matemático, em árabe antigo, seja semelhante a "enganador", "cheio de truques". É mister indicar aqui a leitura do maravilhoso livro O HOMEM QUE CALCULAVA, de Malba Tahan (que apesar do nome - fictício - era genuinamente brasileiro). Mas hoje iremos falar não de um matemático, mas de um físico, um dos maiores do mundo, sem dúvida alguma. Seu nome era Paul Adrien Maurice Dirac e foi o primero a afirmar categoricamente que haviam o que se chamam de ANTIPARTÍCULAS.

Hoje em dia fala-se bastante em antipartículas, como o pósitron, o antineutrino, o antipróton… Em aparelhos milionários, chamados "colliders" são criados (embora sejam produtos muito comuns no espaço sideral) e são de grande importância para se descobrir as partes mais íntimas (e talvez últimas) da matéria que somos feitos.

Afora a quase instantânea ligação com doutrinas místicas (a identificação foi quase imediata) ainda não foi demonstrada qualquer ligação com espíritos ou outros mundos. Embora os estudos estejam bastante avançados pelos físicos e matemáticos, o entendimento à uma pessoa leiga restringe-se a poucas informações que geralmente criam interpretações errôneas. Desejando reverter este quadro e esclarecer um pouco mais, exporemos o máximo de informação com um mínimo de matemática. Assim, Dirac, ao estudar algumas equações que se modificavam ao se incluir a relatividade einsteniana, observou que praticamente DO NADA podiam surgir um par elétron-antielétron. Todos sabem que o elétron possui carga negativa. Ao se identificar o antielétron (ou pósitron) mais tarde verificou-se que ele possui carga positiva, e quando unido ao elétron produz luz, e pronto, não sobra nada.

O contrário também é verdadeiro, ou seja do nada, que consideramos ser um fóton ou quantum (coitado, nem massa esta pobre partícula, que chamamos costumeiramente de luz, tem) podem surgir um par elétron-pósitron, pura magia da Natureza.

Mas sobrou ao nosso amigo Dirac a tarefa de explicar como isto ocorria. Afortunadamente ele tinha uma boa memória e se lembrou de que, quando jovem, se deparou com um problema "mágico" semelhante ao que enfrentava no momento. Em uma disputa de estudantes no St. John’s College, onde era aluno, caiu para ele o seguinte problema(*):

Três pescadores vão pescar nomeio de uma noite de tempestade. Depois de pegar alguns peixes, desembarcam numa ilha deserta e vão dormir. Mais tarde, um deles acorda e pensa: "Vou pegar minha terça parte dos peixes e vou embora" Dividiu então a pesca em três partes iguais. Como sobrava um peixe, jogou-o ao mar, pegou sua terça parte e partiu. Pouco depois o segundo pescador acorda. Não sabe que o primeiro se foi. Divide também o que sobrara da pesca em três partes iguais. Encontra também um peixe extra, joga-o ao mar e vai embora com sua terça parte. Finalmente , o terceiro pescador acorda. Não sabe do que os outros fizeram, mas resolve pegar sua terça parte e ir logo embora. Também ele, por sua vez, encontra um peixe extra e o joga ao mar.

A pergunta era: "qual o número mínimo de peixes pescados?" Ao que se conta, Dirac respondeu com a rapidez de um raio: "menos dois peixes". Seu raciocínio foi: -2=-1-1-1+1. O peixe +1 é o peixe extra jogado ao mar. O primeiro pescador retira o peixe -1, sua cota. Com isto restam novamente -2 peixes para o pescador seguinte dividir, e assim por diante.

Pronto. Dirac fez então uma analogia entre os peixes negativos e os elétrons, os positivos e os prótons, e ao vácuo (o espaço, ou o palco onde ocorrem estes acontecimentos) chamou de mar. Hoje os físicos chamam este mar de Mar de Dirac em sua homenagem. Algo que vem bem a calhar a um homem que, semelhante ao mágico da cartola, mostou a nós quão bela é a Natureza, usando apenas uma varinha de pescar.

(*) P. S.: Para ler mais sobre este probleminha e outros igualmente interessantes, procure pelo livro "A Unificação das Forças Fundamentais", de Abdus Salam (Ed. Gradiva).

Fonte: www.geocities.com

PAUL DIRAC

Matemático e físico britânico da Cambridge University nascido em Bristol, Inglaterra, notável por ter formulado uma hipótese para explicar o comportamento dos elétrons em torno do núcleo atômico e pelo enunciado de uma teoria quântica da radiação. Filho do suíço de Monthey, Cantão de Valais, Charles Adrien Ladislas Dirac, e da britânica de Cornwall, England, Florence Hannah Holten, completou sua educação básica (1918), estudou engenharia na University of Bristol (1918-1921) e, em seguida, matemática em St John's College, Cambridge, onde se formou com honras. Publicou seu primeiro paper em mecânica estatística (1924) e ainda em Cambridge, doutorou-se em mecânica quântica (1924-1926) e foi eleito Fellow do St John's College, Cambridge (1927) e eleito Fellow da Royal Society (1930).

Esteve na União Soviética (1928), onde voltou por mais dez vezes (1929-1975), ano em que descobriu a conexão entre relatividade e mecânica quântica, sua famosa equação do spin-1/2 de Dirac. Fez sua primeira visita aos EEUU (1929), nas universidades de Wisconsin e Michigan, e publicou The principles of Quantum Mechanics (1930), trabalho que lhe proporcionou o Prêmio Nobel de Física (1933). Foi então nomeado Lucasian professor de matemática da University of Cambridge (1932), cargo que permaneceu por 37 anos (1932-1969). Foi lecturer da Royal Society Bakerian (1941) e eleito Fellow da Royal Society of Edinburgh (1946). Sua pesquisa direcionou-se para o campo da mecânica quântica na qual aplicou a teoria de relatividade, desenvolvendo sua principal contribuição à física: a teoria do elétron giratório (1929). Propôs também a idéia revolucionária de que o elétron podia ser descrito por quatro funções de onda, que satisfaziam quatro equações diferenciais simultâneas.

Dessas equações deduzia-se que o elétron podia girar sobre seu próprio eixo, de forma parecida com o movimento da Terra em torno do Sol, criando assim uma força ou momento magnético, o spin, e também que deviam existir estados de energia negativa, o que exigiria a existência de uma partícula elementar positiva, propondo assim, a teoria da anti-matéria - partículas atômicas de carga oposta - confirmado por Carl David Anderson (1932) - o pósitron. Compartilhou o Prêmio Nobel de Física (1933), juntamente com o austríaco Erwin Scrödinger, da Universidade de Berlim, pelas novas formulações da teoria atômica. Também contribuiu para o estabelecimento da teoria probabilista, que tenta explicar os movimentos das partículas subatômicas em termos de probabilidades. Aposentando-se do cargo de Lucasian professor de matemática em Cambridge, mudou-se com a família para a Flórida, United States. Foi professor visitante em matemática na University of Miami e na Florida State University.

Assumiu como professor de física na Florida State University, Tallahassee (1971). Ainda deu cursos (1973-1975) no Instituto de Engenharia e Física de Leningrado, onde fez conferências sobre cosmologia. Além do Nobel também foi premiado com a Royal Society's Royal Medal (1939) e a Copley Medal (1952) e morreu em Tallahassee, na Florida

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

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