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Pediculose Pubiana

O que é

É a infestação por piolhos que acomete a cabeça (Pediculus humorifício retal capitis), o corpo (Pediculus humorifício retal corporis), ou a área genital (Phitiris pubis).

Tanto o piolho da cabeça quanto o púbico, conhecido popularmente como chato, vivem diretamente no hospedeiro enquanto que o piolho do corpo vive nas roupas.

A infestação é comum em locais onde há superpopulação e falta de higiene, sendo o piolho do corpo um importante vetor na transmissão de doenças como tifo endêmico, febre das trincheiras e febre recorrente.

Transmissão

Sua transmissão se dá principalmente através do contato.

Lugares aglomerados ou apertados como salas de aula ou transportes coletivos facilitam a transmissão, enquanto que os chatos são transmitidos por contato sexual. A temperatura, umidade e odor servem como estímulos para que os piolhos mudem de hospedeiro.

A transmissão indireta dos piolhos por meio de pentes, bonés, fronhas, etc, é limitada, haja vista que é curta a sua sobrevivência fora do sitio de parasitismo.

O diagnóstico é feito baseado na localização das lêndeas (ovos) aderidas ao pêlo, localização do parasita em movimento e prurido no couro cabeludo.

Diagnóstico

A pediculose pubiana é diagnosticada através de prurido na região pubiana, localização das lêndeas aderidas ao pêlo e de crosticulas sangüíneas na pele e roupas.

O diagnóstico da pediculose do corpo se evidencia por prurido corporal intenso, pápulas urticadas de centros purpúricos, que são mais comuns no dorso, ombros e nádegas; e localização do parasito e das lêndeas nas dobras das roupas.

A droga mais utilizada na pediculose do couro cabeludo é o xampu de Lindane a 1%.

O couro cabeludo deve ser lavado com o xampu por dois dias consecutivos, deixando a espuma agir por 15 minutos, repetindo-se as lavagens em 7 dias.

A solução aquosa de ácido acético (diluição de vinagre em água em partes iguais), é utilizada para remoção das lêndeas, devendo agir por 20 minutos no couro cabeludo e ser lavada com xampu brando e pente fino. O xampu de deltametrina e a solução de monossulfiram à 25% também são utilizados.

Na pediculose pubiana a droga de escolha é a solução de Lindane à 1%, pois as demais são muito irritantes para a região genital, sendo recomendado aplicá-la por duas noites consecutivas, lavando pela manhã e repetindo após uma semana.

Na pediculose do corpo, a inutilização das roupas infestadas e a boa higiene do corpo são eficientes formas de tratamento.

A pediculose pode acometer qualquer pessoa, independente de idade, sexo ou condição socioeconômica.

A descontaminação é fundamental e pode ser feita com medidas simples de higiene, devendo estas ser estimuladas pelos pais.

A criança deve ficar o mais a vontade possível durante a aplicação do tratamento, além disso, deve-se evitar efeitos psicológicos nas crianças, provocados por chacotas de outros indivíduos; por isso é indicado e, nem há necessidade, de se cortar o cabelo da criança.

Fonte: www.uff.br

Pediculose Pubiana

Escabiose e pediculose, à primeira vista, são palavras estranhas e desconhecidas.

Na verdade, são bem familiares para muita gente.

Esses são os nomes científicos da sarna e do piolho.

Várias famílias já passaram pela experiência de ter uma criança ou um adulto coçando a cabeça, braços, barriga, em decorrência desses pequenos parasitas.

Encontrados com freqüência em lugares com condições precárias de higiene, não livram as pessoas que vivem em locais com boas condições de higiene de os contraírem.

Esses parasitas não têm preferência por raça, sexo, idade ou classe social.

Escabiose (sarna)

Facilmente reconhecida, a sarna é uma doença de pele bem característica. “Causada por um ácaro – Sarcoptes scabiei variedade hominis – sua transmissão acontece através do contato pessoal”, explica a dermatologista Monique Cherpak. Há, ainda, a possibilidade de ser transmitida pelo uso de roupas, cama ou colchões infectados. Mas esse meio é menos comum, pois o parasita, fora do hospedeiro, morre em menos de uma semana.

Pediculose Pubiana
Sarcoptes scabiei – parasita causador da escabiose (sarna)

Os parasitas escavam túneis (sulcos) muito finos sob a pele, onde as fêmeas depositam seus ovos, que eclodem dentro de 7 a 10 dias, dando origem a novos parasitas. “Os principais sintomas da sarna são o prurido (coceira intensa), principalmente à noite, pápulas (carocinhos pelo corpo) e feridas”.

Não há um local certo para esses parasitas se instalarem. “Eles atingem várias regiões, principalmente a peri-umbilical (em torno do umbigo), região mamária, raiz dos membros inferiores (início das coxas) e axilas”. O tratamento consiste na aplicação de medicamentos, sob a forma de loções, sobre a pele, mesmo nos locais onde não aparecem lesões. Terminada a primeira série do tratamento, este deve ser repetido após uma semana, para atingir os ovos deixados pelo parasita. A medicação também pode ser realizada por via oral, sob a forma de comprimidos ministrados em dose única. Pode ser necessária a repetição após uma semana. Em casos resistentes ao tratamento, pode-se associar os tratamentos oral e local.

Para que o tratamento seja eficaz, deve ser feito tanto com quem manifestou a doença quanto com quem está em contato com o doente. Quando existe alguém com sarna, provavelmente, mais de uma pessoa possui o mesmo problema em casa. É recomendado lavar bem e ferver roupas pessoais e de cama para o tratamento ser completo.

Pediculose (piolho)

Pediculose Pubiana
Pediculus humanus capitis
- (piolho)

A pediculose também é uma doença parasitária, causada pelo piolho.

Há, basicamente, três tipos de piolhos que atingem os seres humanos: capilar Pediculus humanus capitis), corporal (Pediculus humanus corporis) e pubiano (Phthirus pubis).

Todos eles causam lesões na pele e podem se tornar vetores de doenças infecciosas como o tifo exantemático e a febre recorrente. A transmissão do piolho acontece através de contato pessoal, compartilhamento de objetos pessoais e, no caso da pediculose pubiana, a transmissão geralmente se dá através de relações sexuais.

Pediculose capilar

Crianças em período escolar são as mais atingidas pela pediculose capilar. O parasita vive do sangue sugado do couro cabeludo. A fêmea deposita lêndeas, ovos de cor esbranquiçada, nos fios de cabelo. A principal característica da doença é a coceira, que acontece com mais intensidade na parte posterior da cabeça. Com a coceira podem aparecer lesões secundárias, que infectadas por bactérias podem levar ao aumento dos gânglios linfáticos (ínguas).

O tratamento da pediculose capilar consiste na aplicação, nos cabelos, de medicamentos específicos para o extermínio dos parasitas e deve ser repetido após sete dias. Há, também, um tratamento através de medicação via oral, sob a forma de comprimidos tomados em dose única. Em casos de difícil tratamento, os melhores resultados são obtidos com a associação dos tratamentos oral e local. A utilização de pente fino ajuda na retirada dos piolhos. As lêndeas devem ser retiradas uma a uma, já que os medicamentos muitas vezes não eliminam os ovos.

Em crianças que, freqüentemente, aparecem com piolhos, recomenda-se manter os cabelos curtos e examinar a cabeça em busca do parasita, usando o pente fino sempre que chegarem da escola que é, geralmente, o principal foco de infecção. O colégio deve ser comunicado quando a criança apresentar a doença, para que outros pais verifiquem a cabeça dos filhos, de modo que todos sejam tratados ao mesmo tempo, interrompendo assim o ciclo de recontaminação.

Pediculose corporal

A pediculose corporal (Pediculus humanus corporis) é um parasita pouco maior que o do couro cabeludo. Vive na região entre os ombros, axilas e nádegas. A falta de higiene é fator fundamental para seu aparecimento. “O tratamento é feito com a troca de roupas e passando a loção. Isso já é o suficiente”.

Pediculose pubiana (chato)

Pediculose Pubiana
Phthirus pubis
- (chato)

Existe ainda a pediculose pubiana, transmitida pelo parasita Phthirus pubis, popularmente conhecido como chato. Transmite-se por meio do contato sexual, e pode ser veiculada através de vestuário, roupas de cama, toalhas etc. A doença atinge tanto homens quanto mulheres. Os piolhos atingem os pêlos pubianos, parte inferior do abdômen, coxas e nádegas. “O tratamento é feito do mesmo modo que o da escabiose, com loções escabicidas e/ou oralmente, com a repetição dos mesmos após uma semana. É importante, também, aparar os pelos pubianos”.

Tratamento

Para que o tratamento seja eficaz, as instruções recomendadas pelos profissionais de saúde devem ser obedecidas rigorosamente. Cada caso deve ser avaliado de forma separada. O tempo determinado para o uso do remédio deve ser respeitado e seguido até o fim. Como a infestação desses parasitas não está restrita apenas à falta de higiene, é importante ficar atento e tomar medidas simples para prevenir a ocorrência dessas doenças.

Monique Cherpak

Fonte: www.hebron.com.br

Pediculose Pubiana

A Pediculose é uma doença causada pela infestação de um parasita popularmente conhecido como piolho.

Esta doença pode se apresentar de três maneiras:

1. Pediculose do Couro Cabeludo: provocada pela presença do piolho (Pediculus humanus) e lêndeas presas nos fios de cabelo.

2. Pediculose do Corpo: provocada por piolhos e lêndeas que são depositadas nos pêlos e roupas dos indivíduos.

3. Pediculose Pubiana: causada pelo Phthirus pubis (vulgarmente chamado de chato) e lêndeas que são colocadas nos pêlos pubianos.

O piolho é um inseto pequeno, com cerca de 2,5 mm de comprimento, marrom-acinzentado e que vive do sangue que suga do couro cabeludo do homem parasitado. Com o acasalamento, a fêmea põe até 300 ovos férteis (lêndeas) em toda a sua vida, que ficam fortemente aderidos aos cabelos.

Após uma semana, os ovos começam a descascar, ficando apenas a casca do ovo.

Quando os ovos se rompem surgem as ninfas, que se tornam adultas em 4 horas, podendo haver, na seqüência, acasalamento e propagação do processo.

A transmissão da pediculose do couro cabeludo é dada pelo contato direto ou pelo uso de utensílios como bonés, escovas ou pentes de pessoas contaminadas, o que torna sua transmissão fácil. Atinge principalmente crianças em idade escolar e mulheres.

Sintomas

A doença tem como característica principal a coceira intensa no couro cabeludo, principalmente na parte de trás da cabeça e que pode atingir também o pescoço e a região atrás das orelhas. A intensa coceira no couro cabeludo pode ocasionar feridas que são portas de entrada para infecções bacterianas, além de causar estresse e baixo rendimento escolar.

Tratamento

Um dos passos importantes no tratamento é a retirada mecânica dos piolhos e lêndeas. Para isso deve-se passar freqüentemente o pente fino, no mínimo uma vez ao dia, após a lavagem do cabelo. Um pano branco deve ser usado quando o pente fino for utilizado, para evitar que os piolhos caiam na roupa. Após retirados, devem ser colocados em uma solução de vinagre diluído em água por uns 30 minutos, para que morram. Além do pente fino, uma outra pessoa deve analisar o couro cabeludo, retirando as lêndeas e piolhos um a um.

Além disso, o couro cabeludo deve receber uma solução composta de vinagre e água (diluído em água na proporção de 1:1), passada com algodão, que deve ser trocado sempre que necessário. A solução deve agir por uns 15 minutos. Esse processo pode ser repetido semana após semana.

Nunca usar querosene, NEOCID ou qualquer outro inseticida, pois são tóxicos ao ser humano.

Ferver os objetos pessoais, tais como: pentes, bonés, lençóis e roupas.

Prevenção

Por ser uma infestação que se espalha rapidamente, o ideal é que a criança infestada seja afastada da creche ou escola até que não haja mais nenhum “bichinho” ou ovo em sua cabeça. Porém, na maioria das vezes, isso não é possível, e mesmo as pessoas de casa também estão expostas à doença, portanto, algumas medidas devem ser tomadas para evitar a contaminação, lembrando que o piolho não escolhe idade, raça ou sexo.

Crianças que freqüentemente apresentam piolhos, devem manter os cabelos curtos e examinar a cabeça em busca de parasitas, usando o pente fino sempre que chegarem da escola . As meninas de cabelos compridos devem ir à aula com os cabelos presos.

A escola deve ser comunicada quando a criança apresentar o parasita, para que os outros pais verifiquem a cabeça de seus filhos, de modo que todos sejam tratados ao mesmo tempo, interrompendo assim o ciclo de recontaminação.

Manter a cabeça e o corpo sempre limpos.

Não usar objetos pessoais, como bonés, lençóis e roupas, de pessoas contaminadas.

Fonte: www.medicallfarmacia.com.br

Pediculose Pubiana

Compreendem basicamente a pediculose do couro cabeludo, a pubiana e a do corpo.

Diagnóstico

O diagnóstico da pediculose do couro cabeludo, causada pelo piolho Pediculus humorifício retal capitis, baseia-se em: prurido no couro cabeludo, localização das lêndeas (ovos) do parasito aderidas ao pêlo e localização dos parasitas em movimento pelo couro cabeludo (mais comumente em pequeno número).

Pode haver infecção secundária à coçagem.

O diagnóstico da pediculose pubiana, causada pelo Pthirus pubis (chato), pode ser feito por: prurido em áreas pilosas; localização das lêndeas aderidas aos pêlos; identificação do parasito, geralmente em bom número, aderido à base do pêlo e em contato com a pele, além de crostículas sangüíneas na pele e nas roupas.

O diagnóstico de pediculose do corpo, rara na atualidade pelas melhorias dos padrões de higiene, causada pelo Pediculus humorifício retal corporis, se evidencia por: prurido corporal intenso, pápulas urticadas de centros purpúricos, que são mais comuns no dorso, ombros e nádegas; e localização do parasito e das lêndeas nas dobras das roupas.

Terapêutica

A droga mais utilizada na pediculose do couro cabeludo é o xampu de Lindane a 1%.

O couro cabeludo é lavado com o xampu por 2 dias consecutivos, deixando a espuma por 15 minutos; as lavagens são repetidas depois de 7 dias, após a abertura das lêndeas. Para remoção das lêndeas vazias, aplica-se solução aquosa de ácido acético (diluição de vinagre em água, em partes iguais) no couro cabeludo, por cerca de 20 minutos, lavando com xampu brando e pente fino.

O xampu de deltametrina é uma segunda escolha, utilizado por 4 dias consecutivos, deixando a espuma por 10 minutos, repetindo após uma semana por mais 4 dias.

Outra opção é a solução alcoólica de monossulfiram a 25%, aplicada por duas noites consecutivas e removida com lavagem pela manhã, com repetição após 7 dias, em diluições semelhantes às da escabiose.

Na pediculose pubiana, a droga de escolha é a solução de Lindane a 1%, pois as demais são muito irritantes para a região genital: é recomendável aplicar duas noites consecutivas em todas as áreas pilosas, menos no couro cabeludo, lavando pela manhã e repetindo após uma semana.

Na pediculose do corpo, a inutilização das roupas infestadas e a boa higiene são suficientes para a cura do processo.

Fonte: www.depotz.net

Pediculose Pubiana

Ectoparasitose conhecida há séculos, a pediculose do púbis é para alguns autores a mais contagiosa das doenças sexualmente transmissíveis.

Transmite-se por meio do contato sexual, mas pode ser veiculada por meio de fômites, tais como vestuário, roupas de cama, e toalhas.

AGENTE ETIOLÓGICO

Phthirus pubis.

QUADRO CLÍNICO

Os sintomas surgem de 1 a 2 semanas após a infestação ou em menor tempo, se o paciente apresentou infestação prévia pelo piolho.
Prurido intenso é a principal queixa do paciente.
O piolho adulto e as lêndeas são encontrados fixados aos pêlos pubianos e também nas regiões pilosas do abdômen inferior, coxas e nádegas.
Ocasionalmente, o piolho adulto pode ser encontrado nas axilas, pálpebras e supercílios.
Lesões de urticária, vesículas e máculas pigmentadas (azuladas) podem ocorrer após as picadas dos piolhos.

DIAGNÓSTICO

É facilmente feito pelo achado dos piolhos e das lêndeas aderidos aos pêlos.

TRATAMENTO E RECOMENDAÇÕES

Seguir as mesmas indicações da escabiose.

GESTANTE

Enxofre precipitado a 5-10%: aplicação tópica à noite, por 3 dias, conforme orientado acima.
Benzoato de benzila a 25%:
aplicação tópica à noite, por 3 dias, conforme orientado acima.

Fonte: www.aids.gov.br

Pediculose Pubiana

O que é?

É uma infecção causada pelo Phthirus pubis, uma espécie de carrapato.

Como se pega?

Na maioria das vezes através de contato sexual com o parceiro/a contaminado/a, embora possa ser transmitida por roupas (toalha, lençol, roupas íntimas).

Quais os sintomas?

O sintoma mais comum é uma coceira muito intensa. Os piolhos adultos e as lêndeas podem ser encontrados na região genital e nas partes que contêm pêlos. As picadas dos piolhos podem causar feridas.

Quanto tempo demora para aparecer os sintomas?

Os primeiros sintomas demoram de 1 a 2 semanas para aparecerem.

Como é o diagnóstico?

É facilmente feito pelo achado dos piolhos e lêndeas.

Como é o tratamento?

O tratamento deve ser feito o mais rápido possível.

Para isso:

SUPER LEGAL: Procurar um serviço de saúde, pois só assim o tratamento será mais adequado e eficiente.

Fonte: www.adolescencia.org.br

Pediculose Pubiana

Ectoparasitose conhecida há séculos, a pediculose do púbis é causada pelo Phthirus pubis, um piolho pubiano. É para alguns autores a mais contagiosa das doenças sexualmente transmissíveis.

Sinais e sintomas

Os sintomas surgem de uma a duas semanas após a infestação ou em menor tempo, se o paciente apresentou infestação prévia pelo piolho. O piolho adulto e as lêndeas são encontrados fixados aos pêlos pubianos e também nas regiões pilosas do abdômen inferior, coxas e nádegas. Ocasionalmente, o piolho adulto pode ser encontrado nas axilas, pálpebras e supercílios.

Coceira intensa é a principal queixa do paciente.

Lesões de urticária, bolhas e manchas azuladas podem ocorrer após as picadas dos piolhos.

Formas de contágio

Transmite-se por meio do contato sexual, mas pode ser veiculada por meio de vestuário, roupas de cama e toalhas.

Prevenção

Evitar contato com os  piolhos e das lêndeas aderidos aos pêlos. Boa higiene corporal.

Tratamento

Os produtos e esquemas usados para o tratamento da escabiose também são eficazes no tratamento da pediculose pubiana. Não é necessário depilar a região.

Quando utilizados corretamente, os medicamentos empregados topicamente apresentam toxicidade quase nula.

Devem ser aplicados nas áreas afetadas, em duas aplicações, com intervalo de sete dias entre uma e outra.

Na primeira aplicação, eliminam-se todos os insetos adultos e na segunda, os que ainda não são capazes de reprodução.

A aplicação deve incluir, além da região pubiana, as áreas das coxas, tronco e axilas.

Fonte: www.dstaids.bebedouro.sp.gov.br

Pediculose Pubiana

Ectoparisitose conhecida há séculos, a pediculose do púbis é para alguns autores a mais contagiosa das doenças sexualmente transmissíveis.

Transmite-se por meio do contato sexual, mas pode ser veiculada por meio de fômites, tais como vestuário, roupas de cama, e toalhas.

Agente Etiológico

Phthirus pubis.

Quadro Clínico

Os sintomas surgem de 1 a 2 semanas após a infestação ou em menor tempo, se o paciente apresentou infestação prévia pelo piolho;
Prurido intenso é a principal queixa do paciente.
O piolho adulto e as lêndeas são encontrados fixados aos pelos pubianos e também nas regiões pilosas do abdômen inferior, coxas e nádegas.
Ocasionalmente, o piolho adulto pode ser encontrado nas axilas, pálpebras e supercílios.
Lesões de urticária, vesículas e máculas pigmentadas (azuladas) podem ocorrer após as picadas dos piolhos.

Fonte: www.crbetinho.hpg.com.br

Pediculose Pubiana

É uma doença provocada pela infestação de piolhos.

Pode-se encontrar os seguintes tipos de Pediculose em função dos três tipos de piolhos que parasitam o ser humano:

a) Pediculose do Couro Cabeludo: provocada pela presença do Pediculus humorifício retal var capitis e lêndeas presas nos fios de cabelo, atinge preferencialmente crianças em fase escolar
b)
Pediculose do Corpo: que tem como causador o Pediculus humorifício retal var corporis (vulgarmente conhecido como muquirana) e lêndeas que são depositadas nos pêlos e roupas dos indivíduos
c) Pediculose Pubiana:
causada pelo Phthirus pubis (vulgarmente chamado de chato) e lêndeas que são colocadas nos pêlos pubianos.

O que é o piolho?

É um inseto que não voa, não pula, pode parasitar o couro cabeludo, corpo e região pubiana, se alimenta de sangue humano e vive em torno de 30 dias.

Dependendo da espécie a fêmea pode colocar até 300 ovos durante sua vida

Sintoma

O primeiro sintoma é uma intensa coceira no couro cabeludo, principalmente na região da nuca e atrás das orelhas.

Conseqüências

A intensa coceira no couro cabeludo pode ocasionar feridas que são portas abertas para infecções bacterianas, como impetigo, além do aparecimento de gânglios e stress que leva ao baixo rendimento escolar.

Como transmite?

A transmissão acontece:

Pelo contato pessoal (direto) dos indivíduos infestados.

Pelo uso coletivo de utensílios como: pente, boné, travesseiro, lenço de cabeça, presilha, almofada, etc.

Como tratar?

Passar freqüentemente o pente fino no mínimo uma vez ao dia. Para cabelos crespos ou ondulados, use antes um creme rinse.

Quando estiver passando o pente fino, utilize sempre um pano branco evitando assim que os piolhos caiam na roupa.

Os piolhos, lêndeas e ninfas que caírem no pano, devem ser deixados em vinagre diluído em água por um período de 30 minutos, para que sejam mortos.

Retirar todas as lêndeas de acordo com os seguintes passos:

a) Molhar um pedaço de algodão em vinagre (diluído em água na proporção de 1:1)
b)
Selecionar 3 ou 4 fios de cabelo que estejam com lêndeas
c)
Com ajuda do algodão embebido em vinagre diluído, envolver os fios de cabelo (3 ou 4 no máximo) pressionando-os entre os dedos
d)
Puxar lentamente no sentido da base do cabelo para a ponta e com a outra mão, segurar a base do cabelo para não machucar a criança
e)
Trocar sempre que necessário o algodão, desprezando-o em um frasco com vinagre diluído em água para matar as lêndeas;

Nunca usar querosene, veneno neocid ou qualquer outro inseticida, pois são tóxicos ao ser humano.

Ferver os objetos pessoais, tais como: pente, boné, lençol e roupas.,

Como evitar?

Inspecionar a cabeça diariamente a procura de piolhos e lêndeas.

Passar assiduamente o pente fino.

Não compartilhar objetos pessoais, tais como: travesseiro, pente, boné, lenço de cabeça, presilha, etc

Fonte: www.dgs.cbmerj.rj.gov.br

Pediculose Pubiana

Infestação por Piolhos

A infestação por piolhos (pediculose) causa prurido intenso e pode afetar praticamente qualquer á rea da pele.

Os piolhos são insetos sem asas (ápteros), dificilmente visíveis, que são transmitidos facilmente de pessoa para pessoa através do contato corpóreo e do compartilhamento de vestimentas e de outros objetos de uso pessoal.

Os piolhos encontrados na cabeça são muito semelhantes aos encontrados no corpo, mas, na verdade, são insetos de diferentes espécies.

Os piolhos encontrados na área pubiana (os “ chatos”) apresentam um corpo mais curto e mais largo que as outras duas espécies.

A forma mais arredondada faz com que eles se pareçam com caranguejos.

Os piolhos da cabeça e os pubianos vivem diretamente sobre o indivíduo.

Os piolhos do corpo também são freqüentemente encontrados nas vestimentas que entram em contato com a pele.

Os piolhos da cabeça são transmitidos através do contato pessoal e do compartilhamento de pentes, escovas, chapéus e outros objetos de uso pessoal. Algumas vezes, a infestação estende-se à s sobrancelhas, aos cílios e à barba. Os piolhos da cabeça são um tormento para as crianças em idade escolar de todos os níveis sociais.

Eles ocorrem menos comumente em indivíduos negros.

Os piolhos do corpo não são tão facilmente transmitidos quanto os piolhos da cabeça. Geralmente, eles infestam os indivíduos com maus hábitos de higiene e aqueles que vivem em espaços limitados ou em instituições populosas. Esses piolhos podem transmitir doenças como o tifo, a febre da trincheira e a febre recidivante.

Os piolhos pubianos, que infestam a área genital, são geralmente transmitidos durante as relações sexuais.

Sintomas

A infestação por piolhos causa um prurido intenso. O coçar intenso freqüentemente lesa a pele e pode acarretar infecções bacterianas. Algumas vezes, os linfonodos localizados na parte posterior do pescoço aumentam de volume em decorrência de uma infecção do couro cabeludo.

As crianças dificilmente percebem a presença de piolhos da cabeça ou podem apresentar uma irritação discreta do couro cabeludo. O prurido causado pelos piolhos do corpo geralmente é mais intenso nos ombros, nas nádegas e no abdômen. Os piolhos pubianos causam prurido em torno do órgão genital masculino, da órgão genital feminino e do orifício retal.

Diagnóstico

Os piolhos-fêmeas depositam ovos brancoacinzentados (lêndeas) que podem ser visualizados como diminutos glóbulos firmemente aderidos ao cabelo. Os piolhos do corpo adultos e seus ovos são encontrados não apenas nos pêlos do corpo, mas também nas costuras de vestimentas que entram em contato com a pele.

Os piolhos pubianos disseminam uma manchas minúsculas de cor castanho escuro (excrementos dos piolhos) nas roupas í ntimas (nas áreas onde elas entram em contato com os órgãos genitais e com o orifício retal). Os piolhos pubianos são particularmente difíceis de ser encontrados e podem aparecer como diminutas pintas azuladas sobre a pele. Ao contrário de outros piolhos, as lêndeas surgem na base dos pêlos, bem próximo da pele.

Tratamento

Das medicações contra os piolhos, a permetrina é a mais segura, mais eficaz e mais agradável de usar. O lindano, que pode ser aplicado como creme, loção ou xampu, também cura a infestação de piolhos, mas não é adequado para crianças, pois, em raros casos, pode causar complicações neurológicas.

A piretrina também é utilizada algumas vezes. Todas essas medicações podem ser irritantes e exigem uma segunda aplicação após 10 dias para matar os piolhos recém-nascidos.

É difícil tratar a infestação dos cílios e das pálpebras. Geralmente, os parasitas são removidos com o auxílio de uma pinça.

A vaselina pura pode matar ou enfraquecer os piolhos localizados nos cílios. Quando as fontes de infestação (pentes, chapéus, vestimentas e roupas de cama) não são descontaminadas (aspiradas, lavadas com água e sabão, passadas a ferro ou vapor quente, ou lavadas a seco), os piolhos podem permanecer vivos nesses objetos e podem reinfectar o indivíduo.

Aspecto dos Piolhos

Pediculose Pubiana
Piolho da Cabeça

Pediculose Pubiana
Piolho do Corpo

Pediculose Pubiana
Piolho Pubiano

Essas ilustrações mostram os aspectos característicos dos três tipos de piolhos. Os piolhos medem até 3 milímetros de comprimento

Fonte: www.msd-brazil.com

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